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Saturday, October 25, 2008

TIM, NOITE 1

DEPOIS DE 15 MINUTOS DO PLAYBACK DE LUXO DO KANYE WEST (COM DIREITO A UMA COBRA GIGANTE E MIL EFEITOS ESPECIAIS), VAZEI PRO NATIONAL. A BANDA BUSCOU O JOGO E DO MEIO PRO FIM GANHOU A PLATEIA QUE MAL OS CONHECIA. CONQUISTARAM NOVOS FÃS. MAS O SOM, ASSIM COMO NO SHOW DO MGMT, ESTAVA UMA PORCARIA, MICROFONANDO GERAL. DAÍ VIERAM OS HIPPIES DO BROOKLYN, TOCANDO BASICAMENTE O ALBUM E MAIS UMA OU DUAS DO EP ANTERIOR E UMA TRIP PSICODELICA NO MEIO. DEU PRA VER QUE GERAL HJ EM DIA NAO CURTE MAIS O SOM DE UMA BANDA, DE VIAJAR NO INSTRUMENTAL, FICAM SÓ ESPERANDO AS CONHECIDAS E BOCEJAM OU VAO FALAR NO CELULAR NAS OUTRAS PARTES. ISSO É CADA VEZ MAIS COMUM HJ EM DIA. CULPA DOS CELLS? FOI BOM, PQ NESSA HORA CRIARAM UNS BURACOS E DESLIZEI ATE A "TERCEIRA FILA" E ASSIM FOI, UMA NOITE MORNA. E UMA DAS MAIS VAZIAS QUE JÁ VI NO TIM. SE CONTINUAR ASSIM, PERIGA O FESTIVAL ACABAR. *E O PARAMORE, ALGUÉM FOI NA BARRA VER?

18 comments:

henrique kurtz said...

Muito embora o MauVal fale mal do MGMT ( e eu leve em consideração as coisas q ele fala), eu curti o disco (tipo até a metade) e gostei do show deles... Valeu a pena.
Agora vamos nos preparar pra amanhã, Klaxons, Neon Neon e as atrações do Tim Festa. Ainda não sei quem vai tocar onde, são três palcos, certo?

Jaime said...

discordo quanto a esse negócio de "na minha época era diferente", quanto à apreciação musical instrumental. sempre houve música palha e uma multidão imensa de imbecis atrás. a diferença é que hoje o auê que as novidades causam é muito mais rápido, o que torna cada vez mais eficaz a inexpressividade dessas bandas/artistas.

vai chegar um dia em que a gente vai ver show de música em um equivalente ao second life, com tudo simulado.

música tocada é cada vez mais coisa do passado, pois mesmo "as boas intenções" dos "amantes de música" resvalam no nivelamento "por baixo".

vc pode até ver o jornalismo de música, que cada vez é menos prescindível. o que não dá pra levar em conta é papo de recalcado, concorda?

abs

DeSade said...

E aí Tom? Cara não fui no Tim ontem porque tem muito show e a grana tá curta, mas ao mesmo tempo já tinha visto alguns trechos de shows do MGMT no youtube e achei meio fraco. Tive a impressão de que o cara do vocal era muito ruim ao vivo e não conseguia sustentar aqueles falsettes. Especialmente em Kids, que eu me amarro. Fora a parte do som, o que você achou da banda em si?

Vou hoje no Neon Neon e Klaxons e acho que vai ser do caralho.

Dúvida: quem compra ingresso pros shows tem direito ao Tim Festa de graça como nos outros anos ou não?

É, sou novo por aqui.

tom said...

ESPERAVA QUE O MGMT IA SER MUITO PIOR AO VIVO, BASEADO NO QUE JA TINHA VISTO, MAS FOI LEGAL. MAS NADA ASSIM DO OUTRO MUNDO, NADA PERTO DE UM ARCADE FIRE, P EX. A VOZ DO CARA SEGURA, MAS EM KIDS A BASE É PRE-GRAVADA. TECNICAMENTE O SOM DESTE PALCO ESTEVE RUIM O TEMPO TODO. QUEM TIVER INGRESSO DE QQ PALCO ENTRA NAS ATRAÇÕES DO TIM PISTA, MAS O SHOW DO GOGOL BORDELLO SERA NUM PALCO QUE FICA DO LADO DE FORA. TEMPOS A PARTE, A GALERA AINDA PRESTA ATENÇÃO NOS SHOWS LA FORA, PELO MENOS OS QUE VI ANO PASSADO EM NY GERAL SE LIGAVA NA BANDA E NAS MUSICAS, NO RIO ESSA DISPERSÃO É MAIOR...

pacheco said...

bem, na época do led zeppelin o pessoal babava ouvindo aqueles shows enormes com improvisos enormes etc... então sim, as coisas mudam.

"No meu tempo era melhor" existe.

tom said...

MAS EU NAO DISSE NO MEU COMMENT QUE "NO MEU TEMPO ERA MELHOR", LONGE DISSO, MAS SIM QUE ERA DIFERENTE, ACHO QUE PRESTAVA-SE MAIS ATENÇÃO NOS SHOWS. ISSO NADA TEM A VER COM RECALQUE, O TERMO ESTA MAL EMPREGADO. FOI UMA CONSTATAÇÃO. ALIAS, NO UK A GALERA É MAIS ANIMADA EM SHOW, MAS QNDO NAO GOSTA DE UMA BANDA, SIMPLESMENTE DA AS COSTAS E VAI PRO BAR. EM NY GERAL FICA SERIO E PARADAO SACANDO A BANDA POR UMAS CINCO MUSICAS, SO DEPOIS RELAXAM, APROVAM OU NAO. AQUI, ATE PQ EM GERAL A BANDA É GRINGA, NAO FALA NOSSA LINGUA, ROLA MAIS UMA DISPERSAO, QUE ACHO QUE JA FOI MENOR. NA ARGENTINA É UM MIX DISSO TUDO, MAS OS PORTENHOS SAO MAIS ANIMADOS E INTERESSADOS. E O TIM TBM É UM CASO A PARTE, UNS 30% NAO FORAM LA REALMENTE PELO SHOW, MAS PELA SOCIAL, HA QUE SE DAR UM DESCONTO. MAS, JUSTAMENTE, AS PARTES VIAJANTES INSTRUMENTAIS DO MGMT FORAM DAS MELHORES DO SHOW E A PLATEIA MEIO QUE NAO DEU BOLA, ABRINDO ESPAÇO NA PISTA. OU SEJA, O LED ZEPPELIN HJ COM SEUS SOLOS VIAJANDOES, SE FOSSE UMA BANDA NOVA, TAVA FERRADA AQUI,,,

Otaner said...

Mas tim festival não tem sido assim faz tempo? Ao que me parece a sobrevivência do festival por aqui conta muito mais com uma galera descolada que está lá pelo evento e para aparecer em colunas sociais do que com pessoas que gostem de música, que vão para ver as bandas, etc. As pessoas que vão pela música, como os coveiros aqui, são minoria.

Fora o monte de gente que ganha convite e vai pra lá "sem saber onde a cobra pia". O resultado não pode ser outro. Por isso (entre outras coisas, como preço) não tenho interesse nesse festival.

Posso estar viajando, mas o que acontece é que dessa vez mais gente além de mim sentiu que a música no tim está em segundo plano e deixou de ir. E pelo visto também não deve ter agradado os descolados, que também não foram. Os cancelamentos, mesmo de artistas não tão populares, também deve ter afugentado algumas pessoas.

Apesar de tudo até gostaria de ver o Gogol Bordello, mas eles só tocam depois de uma da manhã e não encontrei em lugar nenhum o horário certo que eles tocam! Qualquer festival grande divulga o horário e o tempo de duração de suas atrações, é só ver o Planeta Terra.

Por enquanto meu off-tim tem sido com o mola no circo voador (outro que não divulga bem horários, mas pelo menos é grátis), onde teve o Wax Poetic de NY, pós-punk, dub e jazz, com participações de músicos brasileiros e, infelizmente, do Otto enchendo o saco. E na sexta show do Supercordas numa lojinha na lapa, por incrível que pareça com um som bom, ótima banda, o som rural psicodélico deles bota mgmt no chinelo, rere (mas é outra onda, na verdade).

tom said...

TERIA SIDO LEGAL O MGMT ABRINDO PRO SPIRITUALIZED, E DE REPENTE COM O SUPERCORDAS ANTES (ESSE ANO NAO TEVE BANDA BRAZUCA DE ABERTURA), AI A TRIP IA FICAR TOTAL. AO VIVO, ALGUMAS MUSICAS DO DISCO DO MGMT (QUE GOSTO SO DA METADE) SOAM MELHORES E CRESCEM. JA O NATIONAL, DO QUAL EU MAL CONHECIA UMAS MUSICAS, GANHA MUITO PELO VOCALISTA, QUE TEM UM QUE MEIO IAN CURTIS, OTIMA VOZ

fabio fernandes said...

eu não fui ontem ao tim pqe não curto the national. mgmt até gosto, mas não achei que compensaria. e o ingresso de cortesia do kanye eu vendi ... rs

ou seja, aposto todas minhas fichas hj no klaxons, neon neon, gogol, sany, database, o novo projeto do dj dolores etc.

mas esse lance das pessoas ficarem inquietas qdo não rola música conhecida ... acho meio controverso pqe pode ser uma banda lá dos cafundós do mundo que, hj em dia graças a internet (ainda bem), todos sabem até o lado b do ep de edição limitada ... rs

tom said...

A QUEM PERGUNTOU: EMBORA NAO FIQUE CLARO, ACHO QUE O SHOW DO GOGOL BORDELLO COMEÇARÁ LOGO QUE ACABE O DO KLAXONS. PQ NA SEXTA, ASSIM QUE ACABOU O DO MGMT, ALI PELAS 2AM, IMEDIATAMENTE LA FORA COMEÇOU O SHOW DE UMA BANDA TOCANDO TIM MAIA NO PALCO QUE FICA AO AR LIVRE, IMAGINO QUE ALI SERÁ O GOGOL E OS DJS SE DISTRIBUIRAO PELAS DUAS TENDAS MENORES QUE ESTARAO VAZIAS (MAS NAO DIZEM QUEM ESTARA EM QUAL, ANO PASSADO ELES TOCARAM NA TENDA JAZZ QUANDO TUDO SE ENCERROU)

fabio fernandes said...

programação do tim após os shows principais, por volta de 1h, 1h30m

tenda 1: gogol + música magneta

tenda 2: switch + dj yoda

tenda 3: junior boys + dan deacon

village: sany pitbull + database

como sempre, o importante é ter muita disposição para ficar pulando de uma tenda para outra ... rs

espero que possa ajudar.

Jaime said...

tom, saliento que em momento algum tachei seu comentário no blog como coisa de recalcado. mas justamente essa tendência de algumas pessoas em atribuirem que as coisas eram melhores no passado pq o pessoal sabia apreciar isso ou aquilo.

bem, o led zeppelin foi várias vezes mal-entendido durante sua carreira, pelo o q podemos ler em biografias e comentários de quem viu de verdade ao vivo na época.

as viagens instrumentais deles muitas vezes eram subestimadas e eles até tiram sarro disso ao falar que o pessoal chegava a dormir quando eles começaram a incluir "stairway to heaven" nos shows.

mas concordo com vc quanto ao lance de se o lance do led zep hj estar fudido. vc pega o queens of the stone age como exemplo: o kyuss precisou acabar pro josh homme sair do underground.

Tb boa parte do "mau comportamento" da galera se dá pq a apreciação de música se dá sempre pelo viés do "consumidor" e não do "amante de música".

o cara vai ao show hj e quer ouvir exatamente como no disco, o que é um baita contrasenso, concordam?

e o aumento da importância do aspecto tecnológico na música ao vivo apenas reforça essa tendência de se querer ouvir uma reprodução do disco durante shows ao vivo.

e certamente o fosso entre "música de verdade tocada ao vivo" e "disco" ficará cada vez mais largo. e disso não há escapatória. é sinal dos tempos.

então nada mais natural irmos a estádio e ver playback estilo madonna (em alguns momentos) e achar natural ou nem "perceber o artifício".

abs

Flávio Rafael said...

Fui ver National/MGMT só pelo Nationa que conheço desde o pimeiro disco (eles tem 4 e mais um meio ao vivo e meio de covers desse ano). Para mim compensou só o National mesmo, banda segura, com técnica e tocando com garra, querendo mostrar pra que veio, vocalista ótimo, pena que eles não podiam tocar mais tempo (faltaram All the wine e Lit up q foram pedidas por uma 6 dúzia de pessoas). DO MGMT assumo que só gosto dos hits mesmo, o resto acho chato, e acho, TOm, que o pessoal não prestou atenção na viagens instrumentais (e eu fui um deles) justa e simplesmente porque (respeitando gostos, claro) em geral elas não eram boas, eles não são o Led e isso até aquelas peruas hiper arrumadas que estavam dançando em "Kids" sabem, então o lance deles seria fazer um mini sho de abertura só com os hits mesmo pro National e já estaria de bom tamanho para eles. Quanto ao som, um desastre total, somando os problemas técnicos, a escalação fraca e as ausências, realmente concordo com vc quanto a perigar não rolar festival ano que vem...

henrique kurtz said...

Caro Tom, afinal de contas, quem era aquele gordinho figuraça que participou ativamente de tudo quanto é show do Tim?
Deve ser o MAIOR hype lá de fora, super-considerado, coisa e talz!

pacheco said...

que desastre, hein? =/

VictorRib said...

Tom, eu fui às últimas edições do Tim e acho que existe uma falha estratégica por parte da produção do evento. Em 2004 a gente viu uma edição reduzida (a principal foi em SP), com Kraftwerk, Primal Scream e Libertines. Em 2006, Patti Smith, YYYs, Daft Punk e tal... No ano passado, não havia nenhuma banda de rock com tempo de estrada (eu não considero Björk rock).

O lance é que os caras abrem um palco só de rock e focam nas bandas novas, que não tocam nas rádios. A gente ouve MySpace, baixa e passa pro iPod, mas a maior parte do pessoal curte mesmo o que toca em rádio ou os classicões. Se a proposta do festival é ser alternativo, talvez fosse o caso de trazer bandas do calibre do Breeders, J&MC e misturar com os indies do KC, como o Planeta Terra fez. Parece que tentaram fazer isso com o Paul Weller, mas aí entra aquela história: quem tem um, não tem nenhum.

Não fui este ano, mas, pelo que soube, os transtornos do ano passado se repetiram, apesar do público ter sido menor: a confusão para colocar pulseirinhas fez algumas pessoas perderem o início dos primeiros shows, filas cruzando o pátio central e problemas na infra. Este ano foi no som e em 2007 era o ar-condicionado que não funcionava e nos fazia derreter naquelas tendas. Talvez esse descaso ajude a explicar a dispersão do público: fica um tempão na fila pra entrar, não dá pra beber antes do show, tem fila pro banheiro... Quando você vê, o show já acabou. Fato é que o celular é uma praga também.

Bom, acho que o custo-benefício do Planeta Terra ainda é bem melhor. Ano passado, por exemplo, a organização deles deu foi exemplar, enquanto a do Tim (em SP, principalmente) foi lamentável.

Tomara que o Tim Festival não acabe. Pra isso, algumas coisas precisarão mudar bastante no ano que vem.

PEDRO BAMBAATAA said...

boa tarde TOM,

Tom tô chegando agora, e fiquei decepcionado e meio triste pois
acho que esse foi o último TIM FESTIVAL...

Tudo tava muito fraco...
A começar pela organização, a produção da decoração, bem mais caída que nos anos anteriores, o som no palco do MGMT e NATIONAL,
pouca galera, e a que tinha, em sua maioria tava pela "social" do evento...

E outra coisa, todas essas bandas (NATIONAL, MGMT, NEON NEON e KLAXONS), não são grandes bandas...
Elas deveriam abrir os shows, e deveria ter sempre um medalhão fechando, ou então juntar as 4 numa noite só...

Por exemplo:
MGMT com FLAMING LIPS
NATIONAL com NEW ORDER(ainda na ativa?)
NEON NEON com DURAN DURAN
KLAXONS com BLONDIE (ainda na ativa?)

Vejam, bem isso foi só uma idéia, pois achei esse TIM FESTIVAL muito desânimado...

Acho que tb que SANTOGOLDE e GOSSIP fizeram falta...

Resumindo, nenhuma das bandas que vi (essas 4 citadas acima) me empolgou no show...

PS: que coisa escrota, aquela gordinho...


Abraços!!!

Eduardo Ribas said...

Gostaria de fazer um comentário sobre um trecho do seu texto: "...DEPOIS DE 15 MINUTOS DO PLAYBACK DE LUXO DO KANYE WEST".

Não sei se você já foi a algum show de rap antes, mas nesse tipo de evento há um Dj ou uma banda que tocam uma "base" musical para o MC passar a sua mensagem por meio da rima.

Não costuma funcionar igual o Block Party fez no último VMB, mas o uso de uma "base" é uma das características da música rap. Inclusive, há preconceitos musicais que questionam se rap é de fato música. É uma forma diferente de fazê-lo:organizando e reorganizando sons, é verdade.

Geralmente os MCs se utilizam de samples (trechos de músicas geralmente conhecidas) para que esses o auxiliem a passar uma idéia. Essa interação, somada ao recurso de metáforas, é o que faz muita gente acompanhar esse estilo.

No caso de West, ele costuma usar trechos de artistas conhecidos como James Brown, por exemplo. Isso, em grande parte, lhe garante algum sucesso. Parabéns pelo blog e espero ter esclarecido! Um abraço.

NA CIDADE

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Teatro Rival 22 – Picassos Falsos 23 – Vinicius Cantuária

Vivo Rio 24 - Beto Guedes & 14 Bis - Participação: Sérgio Hinds 30 – Celebrare

Audio Rebel 22 - Manu Maltez - Participação: Juçara Marçal  25 - Vital & Os Bacharéis / Homobono 29 - Anganga: Juçara Marçal & Emygdio Costa & Cadu Tenório

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Imperator 22 – Marcos Valle 25 – Moonspell (POR) 28 - Tunai & Wagner Tiso: Saudade da Elis 29 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Bom Gosto, Lucas de Moraes

Centro de Referência da Música Carioca (Tijuca) 23 - Moacyr Luz 24 - Danilo Caymmi 28 - Duda Brack & Daíra Sabóia 29 - Quarteto Leandro Braga 30 - Cláudio Jorge Teatro Ziembinski (Tijuca) 2xNelson: a falecida/a serpente 23 - Lica Tito

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ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

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Zé Bigode apresenta Fluxo ao vivo em show gratuito no Parque das Ruínas (1/7) a partir de 17h

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

MOSTRA DE CINEMA COLOMBIANO TRAZ A CALIWOOD DE LUIS OSPINA PARA A CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO A programação reúne 34 filmes, sendo 29 realizados pelo cineasta, que participa da mostra em uma masterclass no dia 1º de julho Caliwood de Luis Ospina: Cinema colombiano de vanguarda, em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 27 de junho a 9 de julho de 2017. Com curadoria de Lúcia Ramos Monteiro, a mostra traz uma retrospectiva completa do realizador colombiano fundador do Grupo de Cali e expoente do cinema independente da Colômbia.

SHELL OPEN AIR: O Shell Open Air, maior cinema ao ar livre do mundo, volta ao Rio de Janeiro de 7 a 25 de Junho na Marina da Glória. Com uma tela de cinema gigante de 325m², o público poderá assistir clássicos, blockbusters, além de assistir a shows.    a programação de cinema contará com filmes como Velozes e Furiosos 8, La La Land, Deadpool, Fragmentado, Animais Fantásticos e Onde Habitam,  A Bela e a Fera, Moana,Sing – Quem canta seus males espanta, Rush – No Limite da Emoção, Rogue One – Uma história Star Wars; Os clássicos Moulin Rouge, Footloose, O Iluminado, Alien – O Oitavo Passageiro, Dias de Trovão e Elis e Minha Mãe é uma peça 2.

HANSON CHEGA AO BRASIL COM A MIDDLE OF EVERYWHERE 25th ANNIVERSARY WORLD TOUR   24 de Agosto no Km de Vantagens Hall RJ (antigo Metropolitan), no Rio de Janeiro; 25 de Agosto no Km de Vantagens Hall BH (antigo BH Hall), em Belo Horizonte; e 26 de Agosto no Citibank Hall, em São Paulo


1ª Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo Especial Mohamed Khan Homenagem a um dos mais aclamados cineastas do país Exibição de 13 longas-metragens e realização de um debate com a presença de Wessam Soliman, viúva de Mohamed Khan e roteirista de A menina da fábrica, Meninas do Centro e No apartamento de Heliópolis CCBB Rio de Janeiro – 14 a 26 de junho



(colaborou @DonnieDarko73);

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