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Saturday, October 25, 2008

TIM, NOITE 1

DEPOIS DE 15 MINUTOS DO PLAYBACK DE LUXO DO KANYE WEST (COM DIREITO A UMA COBRA GIGANTE E MIL EFEITOS ESPECIAIS), VAZEI PRO NATIONAL. A BANDA BUSCOU O JOGO E DO MEIO PRO FIM GANHOU A PLATEIA QUE MAL OS CONHECIA. CONQUISTARAM NOVOS FÃS. MAS O SOM, ASSIM COMO NO SHOW DO MGMT, ESTAVA UMA PORCARIA, MICROFONANDO GERAL. DAÍ VIERAM OS HIPPIES DO BROOKLYN, TOCANDO BASICAMENTE O ALBUM E MAIS UMA OU DUAS DO EP ANTERIOR E UMA TRIP PSICODELICA NO MEIO. DEU PRA VER QUE GERAL HJ EM DIA NAO CURTE MAIS O SOM DE UMA BANDA, DE VIAJAR NO INSTRUMENTAL, FICAM SÓ ESPERANDO AS CONHECIDAS E BOCEJAM OU VAO FALAR NO CELULAR NAS OUTRAS PARTES. ISSO É CADA VEZ MAIS COMUM HJ EM DIA. CULPA DOS CELLS? FOI BOM, PQ NESSA HORA CRIARAM UNS BURACOS E DESLIZEI ATE A "TERCEIRA FILA" E ASSIM FOI, UMA NOITE MORNA. E UMA DAS MAIS VAZIAS QUE JÁ VI NO TIM. SE CONTINUAR ASSIM, PERIGA O FESTIVAL ACABAR. *E O PARAMORE, ALGUÉM FOI NA BARRA VER?

18 comments:

henrique kurtz said...

Muito embora o MauVal fale mal do MGMT ( e eu leve em consideração as coisas q ele fala), eu curti o disco (tipo até a metade) e gostei do show deles... Valeu a pena.
Agora vamos nos preparar pra amanhã, Klaxons, Neon Neon e as atrações do Tim Festa. Ainda não sei quem vai tocar onde, são três palcos, certo?

Jaime said...

discordo quanto a esse negócio de "na minha época era diferente", quanto à apreciação musical instrumental. sempre houve música palha e uma multidão imensa de imbecis atrás. a diferença é que hoje o auê que as novidades causam é muito mais rápido, o que torna cada vez mais eficaz a inexpressividade dessas bandas/artistas.

vai chegar um dia em que a gente vai ver show de música em um equivalente ao second life, com tudo simulado.

música tocada é cada vez mais coisa do passado, pois mesmo "as boas intenções" dos "amantes de música" resvalam no nivelamento "por baixo".

vc pode até ver o jornalismo de música, que cada vez é menos prescindível. o que não dá pra levar em conta é papo de recalcado, concorda?

abs

DeSade said...

E aí Tom? Cara não fui no Tim ontem porque tem muito show e a grana tá curta, mas ao mesmo tempo já tinha visto alguns trechos de shows do MGMT no youtube e achei meio fraco. Tive a impressão de que o cara do vocal era muito ruim ao vivo e não conseguia sustentar aqueles falsettes. Especialmente em Kids, que eu me amarro. Fora a parte do som, o que você achou da banda em si?

Vou hoje no Neon Neon e Klaxons e acho que vai ser do caralho.

Dúvida: quem compra ingresso pros shows tem direito ao Tim Festa de graça como nos outros anos ou não?

É, sou novo por aqui.

tom said...

ESPERAVA QUE O MGMT IA SER MUITO PIOR AO VIVO, BASEADO NO QUE JA TINHA VISTO, MAS FOI LEGAL. MAS NADA ASSIM DO OUTRO MUNDO, NADA PERTO DE UM ARCADE FIRE, P EX. A VOZ DO CARA SEGURA, MAS EM KIDS A BASE É PRE-GRAVADA. TECNICAMENTE O SOM DESTE PALCO ESTEVE RUIM O TEMPO TODO. QUEM TIVER INGRESSO DE QQ PALCO ENTRA NAS ATRAÇÕES DO TIM PISTA, MAS O SHOW DO GOGOL BORDELLO SERA NUM PALCO QUE FICA DO LADO DE FORA. TEMPOS A PARTE, A GALERA AINDA PRESTA ATENÇÃO NOS SHOWS LA FORA, PELO MENOS OS QUE VI ANO PASSADO EM NY GERAL SE LIGAVA NA BANDA E NAS MUSICAS, NO RIO ESSA DISPERSÃO É MAIOR...

pacheco said...

bem, na época do led zeppelin o pessoal babava ouvindo aqueles shows enormes com improvisos enormes etc... então sim, as coisas mudam.

"No meu tempo era melhor" existe.

tom said...

MAS EU NAO DISSE NO MEU COMMENT QUE "NO MEU TEMPO ERA MELHOR", LONGE DISSO, MAS SIM QUE ERA DIFERENTE, ACHO QUE PRESTAVA-SE MAIS ATENÇÃO NOS SHOWS. ISSO NADA TEM A VER COM RECALQUE, O TERMO ESTA MAL EMPREGADO. FOI UMA CONSTATAÇÃO. ALIAS, NO UK A GALERA É MAIS ANIMADA EM SHOW, MAS QNDO NAO GOSTA DE UMA BANDA, SIMPLESMENTE DA AS COSTAS E VAI PRO BAR. EM NY GERAL FICA SERIO E PARADAO SACANDO A BANDA POR UMAS CINCO MUSICAS, SO DEPOIS RELAXAM, APROVAM OU NAO. AQUI, ATE PQ EM GERAL A BANDA É GRINGA, NAO FALA NOSSA LINGUA, ROLA MAIS UMA DISPERSAO, QUE ACHO QUE JA FOI MENOR. NA ARGENTINA É UM MIX DISSO TUDO, MAS OS PORTENHOS SAO MAIS ANIMADOS E INTERESSADOS. E O TIM TBM É UM CASO A PARTE, UNS 30% NAO FORAM LA REALMENTE PELO SHOW, MAS PELA SOCIAL, HA QUE SE DAR UM DESCONTO. MAS, JUSTAMENTE, AS PARTES VIAJANTES INSTRUMENTAIS DO MGMT FORAM DAS MELHORES DO SHOW E A PLATEIA MEIO QUE NAO DEU BOLA, ABRINDO ESPAÇO NA PISTA. OU SEJA, O LED ZEPPELIN HJ COM SEUS SOLOS VIAJANDOES, SE FOSSE UMA BANDA NOVA, TAVA FERRADA AQUI,,,

Otaner said...

Mas tim festival não tem sido assim faz tempo? Ao que me parece a sobrevivência do festival por aqui conta muito mais com uma galera descolada que está lá pelo evento e para aparecer em colunas sociais do que com pessoas que gostem de música, que vão para ver as bandas, etc. As pessoas que vão pela música, como os coveiros aqui, são minoria.

Fora o monte de gente que ganha convite e vai pra lá "sem saber onde a cobra pia". O resultado não pode ser outro. Por isso (entre outras coisas, como preço) não tenho interesse nesse festival.

Posso estar viajando, mas o que acontece é que dessa vez mais gente além de mim sentiu que a música no tim está em segundo plano e deixou de ir. E pelo visto também não deve ter agradado os descolados, que também não foram. Os cancelamentos, mesmo de artistas não tão populares, também deve ter afugentado algumas pessoas.

Apesar de tudo até gostaria de ver o Gogol Bordello, mas eles só tocam depois de uma da manhã e não encontrei em lugar nenhum o horário certo que eles tocam! Qualquer festival grande divulga o horário e o tempo de duração de suas atrações, é só ver o Planeta Terra.

Por enquanto meu off-tim tem sido com o mola no circo voador (outro que não divulga bem horários, mas pelo menos é grátis), onde teve o Wax Poetic de NY, pós-punk, dub e jazz, com participações de músicos brasileiros e, infelizmente, do Otto enchendo o saco. E na sexta show do Supercordas numa lojinha na lapa, por incrível que pareça com um som bom, ótima banda, o som rural psicodélico deles bota mgmt no chinelo, rere (mas é outra onda, na verdade).

tom said...

TERIA SIDO LEGAL O MGMT ABRINDO PRO SPIRITUALIZED, E DE REPENTE COM O SUPERCORDAS ANTES (ESSE ANO NAO TEVE BANDA BRAZUCA DE ABERTURA), AI A TRIP IA FICAR TOTAL. AO VIVO, ALGUMAS MUSICAS DO DISCO DO MGMT (QUE GOSTO SO DA METADE) SOAM MELHORES E CRESCEM. JA O NATIONAL, DO QUAL EU MAL CONHECIA UMAS MUSICAS, GANHA MUITO PELO VOCALISTA, QUE TEM UM QUE MEIO IAN CURTIS, OTIMA VOZ

fabio fernandes said...

eu não fui ontem ao tim pqe não curto the national. mgmt até gosto, mas não achei que compensaria. e o ingresso de cortesia do kanye eu vendi ... rs

ou seja, aposto todas minhas fichas hj no klaxons, neon neon, gogol, sany, database, o novo projeto do dj dolores etc.

mas esse lance das pessoas ficarem inquietas qdo não rola música conhecida ... acho meio controverso pqe pode ser uma banda lá dos cafundós do mundo que, hj em dia graças a internet (ainda bem), todos sabem até o lado b do ep de edição limitada ... rs

tom said...

A QUEM PERGUNTOU: EMBORA NAO FIQUE CLARO, ACHO QUE O SHOW DO GOGOL BORDELLO COMEÇARÁ LOGO QUE ACABE O DO KLAXONS. PQ NA SEXTA, ASSIM QUE ACABOU O DO MGMT, ALI PELAS 2AM, IMEDIATAMENTE LA FORA COMEÇOU O SHOW DE UMA BANDA TOCANDO TIM MAIA NO PALCO QUE FICA AO AR LIVRE, IMAGINO QUE ALI SERÁ O GOGOL E OS DJS SE DISTRIBUIRAO PELAS DUAS TENDAS MENORES QUE ESTARAO VAZIAS (MAS NAO DIZEM QUEM ESTARA EM QUAL, ANO PASSADO ELES TOCARAM NA TENDA JAZZ QUANDO TUDO SE ENCERROU)

fabio fernandes said...

programação do tim após os shows principais, por volta de 1h, 1h30m

tenda 1: gogol + música magneta

tenda 2: switch + dj yoda

tenda 3: junior boys + dan deacon

village: sany pitbull + database

como sempre, o importante é ter muita disposição para ficar pulando de uma tenda para outra ... rs

espero que possa ajudar.

Jaime said...

tom, saliento que em momento algum tachei seu comentário no blog como coisa de recalcado. mas justamente essa tendência de algumas pessoas em atribuirem que as coisas eram melhores no passado pq o pessoal sabia apreciar isso ou aquilo.

bem, o led zeppelin foi várias vezes mal-entendido durante sua carreira, pelo o q podemos ler em biografias e comentários de quem viu de verdade ao vivo na época.

as viagens instrumentais deles muitas vezes eram subestimadas e eles até tiram sarro disso ao falar que o pessoal chegava a dormir quando eles começaram a incluir "stairway to heaven" nos shows.

mas concordo com vc quanto ao lance de se o lance do led zep hj estar fudido. vc pega o queens of the stone age como exemplo: o kyuss precisou acabar pro josh homme sair do underground.

Tb boa parte do "mau comportamento" da galera se dá pq a apreciação de música se dá sempre pelo viés do "consumidor" e não do "amante de música".

o cara vai ao show hj e quer ouvir exatamente como no disco, o que é um baita contrasenso, concordam?

e o aumento da importância do aspecto tecnológico na música ao vivo apenas reforça essa tendência de se querer ouvir uma reprodução do disco durante shows ao vivo.

e certamente o fosso entre "música de verdade tocada ao vivo" e "disco" ficará cada vez mais largo. e disso não há escapatória. é sinal dos tempos.

então nada mais natural irmos a estádio e ver playback estilo madonna (em alguns momentos) e achar natural ou nem "perceber o artifício".

abs

Flávio Rafael said...

Fui ver National/MGMT só pelo Nationa que conheço desde o pimeiro disco (eles tem 4 e mais um meio ao vivo e meio de covers desse ano). Para mim compensou só o National mesmo, banda segura, com técnica e tocando com garra, querendo mostrar pra que veio, vocalista ótimo, pena que eles não podiam tocar mais tempo (faltaram All the wine e Lit up q foram pedidas por uma 6 dúzia de pessoas). DO MGMT assumo que só gosto dos hits mesmo, o resto acho chato, e acho, TOm, que o pessoal não prestou atenção na viagens instrumentais (e eu fui um deles) justa e simplesmente porque (respeitando gostos, claro) em geral elas não eram boas, eles não são o Led e isso até aquelas peruas hiper arrumadas que estavam dançando em "Kids" sabem, então o lance deles seria fazer um mini sho de abertura só com os hits mesmo pro National e já estaria de bom tamanho para eles. Quanto ao som, um desastre total, somando os problemas técnicos, a escalação fraca e as ausências, realmente concordo com vc quanto a perigar não rolar festival ano que vem...

henrique kurtz said...

Caro Tom, afinal de contas, quem era aquele gordinho figuraça que participou ativamente de tudo quanto é show do Tim?
Deve ser o MAIOR hype lá de fora, super-considerado, coisa e talz!

pacheco said...

que desastre, hein? =/

VictorRib said...

Tom, eu fui às últimas edições do Tim e acho que existe uma falha estratégica por parte da produção do evento. Em 2004 a gente viu uma edição reduzida (a principal foi em SP), com Kraftwerk, Primal Scream e Libertines. Em 2006, Patti Smith, YYYs, Daft Punk e tal... No ano passado, não havia nenhuma banda de rock com tempo de estrada (eu não considero Björk rock).

O lance é que os caras abrem um palco só de rock e focam nas bandas novas, que não tocam nas rádios. A gente ouve MySpace, baixa e passa pro iPod, mas a maior parte do pessoal curte mesmo o que toca em rádio ou os classicões. Se a proposta do festival é ser alternativo, talvez fosse o caso de trazer bandas do calibre do Breeders, J&MC e misturar com os indies do KC, como o Planeta Terra fez. Parece que tentaram fazer isso com o Paul Weller, mas aí entra aquela história: quem tem um, não tem nenhum.

Não fui este ano, mas, pelo que soube, os transtornos do ano passado se repetiram, apesar do público ter sido menor: a confusão para colocar pulseirinhas fez algumas pessoas perderem o início dos primeiros shows, filas cruzando o pátio central e problemas na infra. Este ano foi no som e em 2007 era o ar-condicionado que não funcionava e nos fazia derreter naquelas tendas. Talvez esse descaso ajude a explicar a dispersão do público: fica um tempão na fila pra entrar, não dá pra beber antes do show, tem fila pro banheiro... Quando você vê, o show já acabou. Fato é que o celular é uma praga também.

Bom, acho que o custo-benefício do Planeta Terra ainda é bem melhor. Ano passado, por exemplo, a organização deles deu foi exemplar, enquanto a do Tim (em SP, principalmente) foi lamentável.

Tomara que o Tim Festival não acabe. Pra isso, algumas coisas precisarão mudar bastante no ano que vem.

PEDRO BAMBAATAA said...

boa tarde TOM,

Tom tô chegando agora, e fiquei decepcionado e meio triste pois
acho que esse foi o último TIM FESTIVAL...

Tudo tava muito fraco...
A começar pela organização, a produção da decoração, bem mais caída que nos anos anteriores, o som no palco do MGMT e NATIONAL,
pouca galera, e a que tinha, em sua maioria tava pela "social" do evento...

E outra coisa, todas essas bandas (NATIONAL, MGMT, NEON NEON e KLAXONS), não são grandes bandas...
Elas deveriam abrir os shows, e deveria ter sempre um medalhão fechando, ou então juntar as 4 numa noite só...

Por exemplo:
MGMT com FLAMING LIPS
NATIONAL com NEW ORDER(ainda na ativa?)
NEON NEON com DURAN DURAN
KLAXONS com BLONDIE (ainda na ativa?)

Vejam, bem isso foi só uma idéia, pois achei esse TIM FESTIVAL muito desânimado...

Acho que tb que SANTOGOLDE e GOSSIP fizeram falta...

Resumindo, nenhuma das bandas que vi (essas 4 citadas acima) me empolgou no show...

PS: que coisa escrota, aquela gordinho...


Abraços!!!

Eduardo Ribas said...

Gostaria de fazer um comentário sobre um trecho do seu texto: "...DEPOIS DE 15 MINUTOS DO PLAYBACK DE LUXO DO KANYE WEST".

Não sei se você já foi a algum show de rap antes, mas nesse tipo de evento há um Dj ou uma banda que tocam uma "base" musical para o MC passar a sua mensagem por meio da rima.

Não costuma funcionar igual o Block Party fez no último VMB, mas o uso de uma "base" é uma das características da música rap. Inclusive, há preconceitos musicais que questionam se rap é de fato música. É uma forma diferente de fazê-lo:organizando e reorganizando sons, é verdade.

Geralmente os MCs se utilizam de samples (trechos de músicas geralmente conhecidas) para que esses o auxiliem a passar uma idéia. Essa interação, somada ao recurso de metáforas, é o que faz muita gente acompanhar esse estilo.

No caso de West, ele costuma usar trechos de artistas conhecidos como James Brown, por exemplo. Isso, em grande parte, lhe garante algum sucesso. Parabéns pelo blog e espero ter esclarecido! Um abraço.

NA CIDADE

JULIANAS:

casas & shows: Circo Voador 18 – Metá Metá / Rakta 19 – Roberta Sá  20 – Testament (EUA) 25 – Johnny Hooker 26 – O Baú do Raul – 25 Anos: Marcelo Nova / Mauricio Baia / B.Negão / Chico Chico / Karina Buhr / Rick Ferreira / Vivi Seixas

Fundição Progresso 18 e 19 – Novos Baianos 25 - Mitchell Brunnings (HOL) / Orquestra Brasileira de Música Jamaicana 26 – Festival RapRJ 7: Cone Crew Diretoria / Luccas Carlos / Froid / 1Kilo / ADL – Participação: Ducon / Modestiaparte – Participação: Liink & Buddy Poke

Teatro Rival 18 – Festa La Cumbia 19 - Afrojazz - Participação: Larissa Luz & Jesuton 23 - Michael Sweet (Stryper) & John Schlitt (Petra) 24 - Júlia Bosco & Emerson Leal & Gustavo Macacko – Participação: Mart´nália & Simone Mazzer 25 – Alma Thomas 26 – Jay Vaquer 50 meia Setor A, 40 meia Setor B, 30 meia Lounge 30 – Cabaré Diferentão

Teatro Riachuelo 29 – Paulo Ricardo Teatro Odisseia 18 – Ordinária - Baile do Lindote: Molejo 24 - The World is a Beautiful Place & I am No Longer Afraid to Die / gorduratrans / E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante  26 - Esteban Tavares / Sheffield 

Vivo Rio 18 - Postmodern Jukebox (EUA)  19 – Barão Vermelho 20 – Roy Hargrove & Roberta Gambarini 25 - Jacob Collier (ING) 

Baratos da Ribeiro (Botafogo) 19 – Vespeiro: Marcelo Perdido / Real Sociedade / O Branco e o Índio 26 - Vespeiro: Tacy de Campos / Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Estúdio Hanói (Botafogo) 18 - Nativity in Black Fest: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  19 - Festival Nativity in Black: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  27 - Back To Hanoi Metal Fest: Forkill / Unmasked Brains / Evil Inside / Savant  30 - Rectal Smegma (HOL) / Uzômi / Baga  Audio Rebel 16 – Quintavant: Thiago França: Sambanzo 17 – Quintavant: Thiago França: Space Charanga Quarteto 18 - Jair Naves & Britt Harris / Kasparhauser 19 – Quintavant: Ava Rocha 20 - Homenagem a John Coltrane (Widor Santiago, Sergio Barrozo, Adaury Mothé, Didac Thiago, Roberto Rutigliano) 23 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Bella, Thomas Rohrer, Cadu Tenório, Antonio Panda Gianfratti 24 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Thomas Rohrer, Antonio Panda Gianfratti 30 – Quintavant: AJJA (Pedro Calmon & Alex Frias)

Espaço Sérgio Porto 18 - Marcio Lugó / Capela  24 - Mulheres de Buço 25 - Whipallas 31 - CEP 20.000

Sala Baden Powell 16 - Donatinho: Homenagem a João Donato - Participação: Ithamara Koorax, Wanda Sá, Cris Delanno, Amanda Bravo, Ricardo Silveira 19 - Quarteto do Rio 23 - Lúcia Menezes 26 - Marcel Powell - Homenagem a Baden Powell - Participação: Thais Motta, Ithamara Koorax, Gabriel Aquino, Amanda Bravo, Dilma Oliveira 27 - Dorina Canta Aldir Blanc 30 - Eliana Pittman

Theatro Net Rio 16 – Laila Garin & A Roda 22 – Paulo Miklos 12/09 Simone Mazzer

Beco das Garrafas Casa de Cultura Laura Alvim 09 e 10 – Festival Levada: Luísa Maita 15 – Katerina Polemi 16 e 17 – Festival Levada: Apanhador Só 23 e 24 – Festival Levada: Bruna Mendez 30 e 31 – Festival Levada: Tamy

Teatro Ipanema 15 - A.Nota: Sambas do Absurdo (Juçara Marçal & Rodrigo Campos & Gui Amabis) 16 - Aíla (PA) – Participação: Posada 17 - Ana Frango Elétrico / Thiago Nassif 18 - Amora Pêra 22 - A.Nota: Marcelo Vig & Marcos Suzano

Teatro Café Pequeno 17 - Lu Dantas & Natália Boere 24 - Marcos Oliveira 31 - Filtra

Metropolitan 24 – Hanson (EUA) 26 - Lindsey Stirling (EUA) Teatro Bradesco 18 – Leo Jaime 24 – Almir Sater

Teatro Municipal de Niterói 18 e 19 – Roberta Campos 22 – Clube do Choro Homenageia Noel Rosa 24 – Quarteto do Rio

Planet Music (Cascadura) 18 - Torture Squad / Hatefulmurder / Reckoning Hour / Warcursed  19 - Black Days (SP) / Sheffield / Amsterdan / LaVille  26 - Festival Invasão Underground 2: Inversa (SP) / Maieuttica / Adrift / Tormentta / The Last Whale 

Imperator 16 - Quartas Brasileiras: Tia Surica - Tributo a Clara Nunes - Participação: Nilze Carvalho, Ana Quintas, Mariene de Castro 22 – Jazz Pras Sete: Folakemi Duo 23 – Maurício Mattar – Participação: Alexandre Pires 24 - Homenagem a Dalva de Oliveira: Amelinha, Zezé Motta, Dóris Monteiro, Leny Andrade, Rita Beneditto, Áurea Martins, Agnaldo Timóteo, Simone Mazzer, Zé Renato, Eliana Pittman, Rosa Maria Colyn, Luciene Franco, Ellen de Lima, Ataulfo Alves Jr, Gottsha 30 – Agnaldo Timóteo 31 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Arlindinho

Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca) 16 – Coletivo Samba na Rua 17 – Quinta Instrumental: Jimmy Santa Cruz 18 – Victor Mus 19 – Danilo Caymmi 23 – Fábrica Nômade Sonora 24 – Quinta Instrumental: Carlos Café 25 – Laura Zennet 26 – Quarteto do Rio 30 – Projeto Vitrola

FM Hall 23 – Manu Gavassi (grátis) 29 – Illy (grátis)

La Esquina (Lapa) 17 - Red Mess / Blind Horse / Stoned Jesus 24 – Mobile Drink

Smokey Rio (Lapa) 19 – Festa Rio Vinil Clube 26 – Bel Almeida Ganjah (Lapa) 18 – Duda Brack & Thiago Ramil 23 – Festa HempFyah: Rafyah Dread & Hempfield DubLab / Lion Dornellas / André Pfefer / Tagu Selectah Vibration 25 - Azul Casu & 3 du Mar

Casa de Baco (Lapa) 17 – Gafieira Pé de Louro 19 – Relógio de Dalí 24 – Joyce Cândido

CCBB 18 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pato Fu / Céu – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 20) 19 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pedro Luís & A Parede / Tom Zé – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 10)

Quintas no BNDES 17 - Byafra: 35 Anos de Sucesso 24 - Luiza Borges 31 - Tarita de Souza

Circuito SESC 16 – Copacabana: Philippe Baden Powell & Quarteto Ludere: Baden Powell 80 Anos 18 – Niterói: Clara Gurjão 26 – Engenho de Dentro: Clara Gurjão Circuito SESI 26 – Duque de Caxias: Tiê 25 – Jacarepaguá: Tiê _____________________________________________________________

mixx: 18 - Carmen Blues – Bar Kunin / Vila Isabel 18 – Sara & Nina – Olho da Rua / Vila Isabel 18 - Ronaldo Diamante – TribOz / Glória 18 - Wake the Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Clube Mageense / Magé 18 – RaggaBrass – Boulevard Olímpico / Praça Mauá 18 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio / Duque de Caxias 19 - Insurgente Rock Festival: Maieuttica / Ágona / Born2Bleed / Melyra / Forkill / Negah – Caixa de Surpresa / Bangu 19 - Breaking Bad - A Festa: Cervical / Controle / Mau Presságio – Buffallos Bar / Méier 19 - Festa RapSoul 5 Anos: Rael – Armazém / Praça Mauá 19 - Akira Presidente – Espaço BF / Mesquita

20 - Caxias Hell Festival: Velho / Justabeli (SP) / Dark Tower / Gutted Souls / Unnature / Vicious – Lira de Ouro / Duque de Caxias 25 - Bloco Fanfarra D´Águas – Praça das Nações / Bonsucesso 25 - Rogério Caetano - Participação: Hamilton de Holanda – Eco Som / Botafogo 25 - Arraiá do Bloco Vem Cá, Minha Flor – Feira de São Cristóvão

LEO JAIME LEO "GUANABARA" JAIME Com mais de 30 anos de carreira, Leo Jaime experimenta momentos de grande intensidade em sua vida profissional. Além da obra consagrada, como cantor e compositor, o artista está sempre atuando em novos projetos. Humor, interpretações arrebatadoras, inteligência e versatilidade são as marcas deste artista que apresenta ao publico carioca, no dia 18 de agosto, no Teatro Bradesco Rio, o espetáculo “Leo “Guanabara” Jaime”. No show ele relembra seus grandes sucessos musicais e as histórias por trás das canções e dos bastidores do Rock Brasil

PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   07/09 - Quinta-feira 20:00 Maceo Parker 22:30 Maceo Parker   08/09 – Sexta-feira 21:00 Maceo Parker 23:30 Maceo Parker   09/09 – Sábado 21:00 Sergio Mendes 23:30 Sergio Mendes   10/09 – Domingo 20:00 Sergio Mendes 22:30 Sergio Mendes   13/09 - Quarta-feira 20:00 Jaques Morelenbaum convida   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ CURSOS DE AGOSTO no Estação NET Botafogo    - História do Cinema Independente Brasileiro, com Cavi Borges    - Ancine e o fomento ao audiovisual brasileiro, com Julio Augusto Zucca    - Cinema Afrodisíaco? O sexo na tela, com Dodô Azevedo

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

DISTOPIAS BRASILEIRAS NO CINEMA A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 a 27 de agosto de 2017, a mostra cinematográfica Brasil Distópico, que traça um panorama da produção nacional sobre as distopias. Para a programação, os curadores Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida selecionaram 37 curtas e longas-metragens que imaginam diferentes futuros sombrios para o país, entre clássicos da ficção-científica brasileira e obras menos conhecidas.  Na programação, filmes como O quinto poder (1962), de Alberto Pieralisi, e Brasil ano 2000 (1969), de Walter Lima Júnior. Outras incorporam as convenções da ficção científica, encenando a ameaça nuclear e o colapso do planeta, como Parada 88: o limite de alerta (1978), de José de Anchieta; e Oceano Atlantis (1993), de Francisco de Paula. Há, ainda, aqueles que instalam o cinema de gênero em imaginários locais do Brasil, como é o caso de Abrigo nuclear (1981), de Roberto Pires; e Areias Escaldantes (1985). ESTE ULTIMO, TRAZ NO ELENCO, VARIOS NOMES E BANDAS DO ROCK BRASIL DOS ANOS 80, COMO LOBÃO, TITÃS, E TEMA-TITULO DE LULU SANTOS.

DEIXA NA RÉGUA: O filme estreia no dia 10 de Agosto no INSTITUTO MOREIRA SALLES com sessões às 16h e 20h e no CINE SANTA com sessão às 17h10. Deixa Na Régua. Direção: Emílio Domingos. Produção: Osmose Filmes. Documentário. Brasil. 73 minutos.

COM SESSÕES LOTADAS EM ALGUMAS CIDADES, UCI ABRE MAIS SALAS PARA “DAVID GILMOUR: LIVE IN POMPEII” E AGORA APRESENTA A EXIBIÇÃO EM XPLUS  Ingressos já estão à venda e o público poderá conferir o show também com o poderoso som Dolby Atmos em 360º



BLITZ AO VIVO: No embalo do lançamento do álbum 'Aventuras 2', Evandro Mesquita e sua Blitz finalizam seu quarto DVD, gravado no Circo Voador em abril, para lançamento em outubro. A banda está a todo vapor, com presença confirmada no próximo Rock In Rio e tem turnê pelos Estados Unidos confirmada em fevereiro de 2018

FESTIVAL DE CINEMA DA NOVA ZELANDIA

(colaborou @DonnieDarko73);

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