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O HERÓI SUBMARINO

O título deste post, é como era chamado o Aquaman, num antigo desenho animado que passava na tv, nos 80s. aí, ficava estranho encaixar o que o aqualad falava, quando chamava por ele. não cabia na boca dizer 'herói submarino' por completo. ele dizia apenas 'herói' hahaha. lembrei disso, conversando com o nerdbroder Gordirro, na saída da cabine de 'Aquaman', o filme, na ultima terça.



Este, era o filme de herói que eu menos esperava ver na vida. nunca gostei do Aquaman, ele era mané. aquele louro, meio copia do flash gordon no visual, montado num cavalo marinho, e que se comunicava com os seres submarinos por telepatia. sempre preferi outro aquático, Namor, o príncipe submarino (marvel), que era uma especie de outsider, um cara amargurado. e, que, ate por isso, emanava um certo charme para as mulheres. que o diga sue richards, que, mesmo casada com o senhor fantástico (do quarteto), arrastou asa pra ele. Namor tbm chegou junto da igualmente comprometida emma fr…
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DIÁRIO DE FÉRIAS NA PAULICÉIA

Nas minhas mini ferias de novembro, com ma babe, resolvemos explorar uma grande cidade que fica perto, mas que a gente só passa por lá, geralmente, em bate-voltas de trabalho. da ultima vez em que lá estive, mal sai dos arredores do aeroporto de congonhas. é, são paulo, tão perto, e tão longe. mas, agora, fomos pra passar uns dias, sem compromissos, ver amigos e checar as novidades. eu, que já passei muitos verões lá, na adolescência -- cheguei a morar um ano na casa de tia --, conheço bem a cidade. mais até do que muito paulistano de nascença. pq, estes, muitas vzs, nem saem de seus redutos, visto que a cidade é imensa (me lembra a cidade do méxico em vários aspectos) e auto-suficiente.



então, resolvemos checar as coisas que não estavam lá da ultima vez em que fomos a lazer: tipo, o beco do batman (área repleta de grafites, nos arredores da vila madalena), que lembra um pedaço da lapa carioca ou de santa teresa. só que sem a presença de maladrinhos a te cercar. alias, la, ouvi varias…

ATD: fazendo história no Circo

Em sua primeira (e ultima?) passada pela América do Sul, o At the Drive-in fez uma série de shows bombásticos por Argentina, Chile, o Popload fest/sp, e, sobretudo, a noite incrível no Circo voador/rj, no sábado 17/nov/18. E, pelo que ficamos sabendo, através da voz embargada de Cedric bixler-zavala, que chegou a chorar, aquela era a penúltima apresentação da banda (a seguinte, em porto alegre, seria a ultima), que iria dar um tempo. por motivos diversos, entre os quais, a recente perda da mãe do baixista Omar rodriguez-lopez, que, junto com Cedric, é o fundador do Mars Volta, banda que veio logo depois que o ATD deu um tempo, no começo da década passada.



Num show visceral e intenso, que durou cerca de uma hora, o ATD, em sua formação original, tocou um pouco de cada, de seus tres discos. e, Cedric, mostrou que é um dos últimos rockstars que dá o sangue em cena: canta como um possuído, vai do agudo mais alto ao melódico, em segundos, tem uma postura de cena digna dos maiores performe…

QUEEN: RHAPSODY IN BLUE

Um dos filmes mais esperados desta reta final do ano é 'Bohemian rhapsody', que estreia no Brasil neste feriado de primeiro de novembro. É uma semi-biografia do Queen, e de seu carismático líder, o falecido Freddie Mercury. Semi, porque não entra de fato nem na complexa persona do camarada nascido Farrouk Bulsara, nem na trajetória da banda de fato (os demais integrantes, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, são meros coadjuvantes unidimensionais). O filme se fixa num período, que vai desde o começo da banda até a consagração na sensacional performance no evento Live Aid, em 1985 (alguns meses depois de terem tocado aqui, no Rock in Rio, para a maior plateia, ao vivo, de sua carreira; já que, a do Live Aid, alcançou um público global maior, pois transmitido pela TV para mais de 100 países). Foram 20 minutos eletrizantes, que o filme mostra quase na íntegra.



Muito falou-se que o filme seria chapa branca e família demais, pela saída de Sasha Baron Cohen, que queria uma abor…

A AMIZADE QUE MUDOU UMA VIDA

Filmar biografias, não é fácil. Difícil, é achar o tom, não endeusar demais o(s) enfocado(s), não inventar muitas coisas, para não desandar – ainda que, toda cinebiografia, acrescente personagens fictícios, para ligar pontos. E, o principal: focar num recorte especifico, para não deixar o espectador perdido em citações.


‘Legalize já’, de Johnny Araujo, faz tudo isso, com segurança. Ele não pretende contar ‘a verdadeira história do Planet Hemp’ (sensacional banda carioca dos anos 90, que apareceu com uma boa mistura de rock e hip-hop e um discurso a favor da legalização da maconha). Mas, a amizade que fez tudo acontecer, entre o camelô Marcelo e o inquieto Luz Antonio, o Skunk (ótima caracterização de Ícaro Silva). Skunk, mudou a vida de Marcelo (que virou D2). Mas, infelizmente, não viveu o bastante para desfrutar da fama. Foi levado pela Aids.


Embora o diretor (que também dirigiu clips para o PH) não demonstre neste o mesmo tour de force, do que em ‘O magnata’ (2007), baseado em roteir…

MICHAEL MYERS ESTÁ DE VOLTA! E, EM BOA FORMA

E assim, se passaram 40 anos (!), desde que o assassino em série Michael Myers, estreasse no cinema, com a primeira versão de ‘Halloween’ (1978), filme que botou o nome do diretor John Carpenter no mapa, e abriu caminho para toda sorte de slashers mascarados, a começar pelo Jason, da cinessérie ‘Sexta-feira 13’.


Como forma de comemorar a data, Michael está de volta em grande estilo, nesta que é, sem dúvida, a melhor versão de todas, desde os dois primeiros (a parte 2, feita em 1982, se passa na mesma noite e começa imediatamente no final do primeiro), após sequencias e remakes/reboots sem inspiração (inclusive, uma a cargo de Rob Zombie, que decepcionou). É um filme de terror de fato. Não um manjado desfile de cenas para fazer pular na cadeira, com o truque da música alta. Neste, até o mais escolado fã do gênero, vai olhar para o lado em algumas partes. É realmente assustador.


Apesar da direção segura de David Gordon Green (que dirigiu episódios da ótima série HBO que ninguém viu, '…

O ASTRONAUTA DE MÁRMORE

Passado o verão nos EUA, começam a chegar os primeiros filmes, digamos, mais 'sérios' e que, de certa forma, tentam concorrer a indicações ao Oscar. Dois destes, já estão em cartaz aqui: a nova versão para 'Nasce uma estrela' (vide post anterior) e 'O primeiro homem' (first man), o novo de Damien Chazelle, que, ha dois anos, foi a sensação das premiações de cinema com 'La La land' (pelo qual ganhou Oscar de diretor). Deste, Chazelle trouxe de volta Ryan Gosling, que, segundo o diretor, foi a sua primeira e única opção para interpretar o astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. Aliás, o filme, é baseado em livro de mesmo nome, em inglês.



Por isso, mais do que contar a história da corrida espacial (como o excelente 'Os eleitos/the right stuff', de Philip Kauffman, baseado em livro de Tom Wolfe, o fez muito bem), este, mostra um recorte da vida de Armstrong, que se aplicou para o cargo de astronauta, na NASA, e acabou sendo o pr…