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Saturday, May 31, 2008

a primeira vez

Tava vendo uma reprise do show do Jools Holland no Film&Arts, quando ele perguntou pra KT Tunstall qual foi a primeira coisa que ela ouviu que a fez tomar gosto pela música (ela tinha dito antes ao Jools que nunca teve influencia caseira na carreira, ja que ninguém em sua casa ouvia música de especie alguma, diferentemente de Amy Winehouse, p ex, que foi influenciada pelos discos de jazz e soul do pai). Então, ela pensou e tascou: uma fita da Ella Fitzgerald, quando tinha uns 8 ou 9 anos. Ela disse que até hj imita a cantora, embora a sua voz não seja parecida.

Enquanto ela respondia, pensei: qual foi a música que me despertou e me levou a esse caminho? Não consegui lembrar, já que, desde cedo, acho que até ainda no útero, Beatles sempre foi a trilha sonora de minha mãe. Meu pai ouvia mpb, mas não com tanto afinco quanto mama devorava os fab four, bem como tbm Elvis e Jovem Guarda. Mas eu acho que o(s) primeiro(s) disco(s) que me deram um sacode foram: o primeiro do Clash, Led Zeppelin II, It´s alive dos Ramones, quando eu devia ter uns 12 ou 13 anos (até então, TV e cinema me ocupavam mais, embora sempre tivesse um radinho por perto onde ouvia de tudo, mas sem a noção de álbum, banda, som que mudaria a minha vida). E, antes deles, uns compactos de Elton John (by mama), com "Benny & the jets" e aquele junto com o The Who, "Pinball wizard". Adorava girar esses disquinhos...

E vcs aí, lembram qual foi o som que os despertou pra essa vida der amantes do rock pop? Hj em dia é mais dificil, já que se baixa milhares de arquivos ao mesmo tempo e mal se tem tempo de aprecia-los devidamente. Eu, p ex, levei varios meses ouvindo e tirando as letras urgentes do Clash, achando fabuloso o som que saia do vinil do Led Zeppelin (que maravilha era ouvir a "moby dick" no talo!) e tocando até arrebentar a fita com os Ramones nas pistas de skate. E, depois disso, as comportas se abriram (Devo, Kraftwerk, b52s, DK e todo o punk rock).
Tuesday, May 27, 2008

Altoids! Altoids!


Conheci os Altoids em 2001, em Los Angeles. Meu amigo que mora lá nunca deixa faltar uma latinha no console do carro. Na volta, comprei um pack com tres sabores básicos (peppermint, o vermelho; wintergreen, o azul; e spearmint, o verde). Basicamente é uma balinha de sabor forte (e curioso) para dar um alô no bafo, na garganta, ou, para quem fuma, substituir o cigarro até a próxima chance de acender um. A verde tem gosto de pasta de dente. A azul lembra o drops garoto, só que mais forte. O vermelho é o melhor. queima na língua.

Só que, de lá pra cá, o consumo do Altoids virou febre. Eles começaram a anunciar maciçamente na mídia (principalmente nas revistas de música e comportamento), deram um trato geral no site, criaram milhares de novos sabores (o de canela é ótimo, o de aniz/liquorice é horrível, tem uns azedos que vem em latas redondas, e até mesmo uns revestidos de chocolate, mais difíceis de achar, e até mesmo umas versões mini chiclets), passaram a vender em tudo quanto é ponto (do target ao aeroporto) e, finalmente, já podem ser achados tbm por aqui, em lugares como livrarias e lojinhas variadas, e até mesmo no site das americanas, pelo preço de dez contos (!) a latinha (em doleta, variam entre $ 2 e 3, dependendo do lugar, o pack com tres custa $ 5).

E então, tem algum coveiro aí viciado em Altoids e q tbm coleciona as latinhas diferentes como esse freak aqui? :-))
Sunday, May 25, 2008

Cosplay e coasmina

Já me chamaram duas vzs pra ser jurado de concurso de cosplay, mas nas duas nao deu pq eu tava trabalhando nos domingos. Agora, nao hesitei em aceitar a oferta de ser jurado do cosplay da mostra de anime e mangá do oi futuro, que foi neste domingo. Pra começar, a galera da oi nao devia ter acreditado na força da parada. Tanto que só programaram pra um dia, mas tiveram que começar no sábado, pela demanda. Quando cheguei la, por volta das 15h, a estreita rua dois de dezembro tava intransitavel, ninguem entrava mais no predio (tiveram que me buscar com segurança) e do lado de fora uma fila imensa ia quase ate a praia do flamengo. O produtor disse que ja tinham contabilizado mais de tres mil pessoas, sendo que uma galera chegou cedo, antes da parada abrir, as 8 da manhã! vale lembrar que no lugar os eventos são gratuitos.

O lance em si é um divertido festival de bizarrices e humor, quase um desfile carnavalesco trash, com as pessoas empenhadas em representar da melhor maneira possivel o seu personagem favorito de anime e manga (existem outros eventos que aceitam personagens de outros universos, com um só para princesas disney, por exemplo). alem de desfilar o modelito, na segunda parte rola uma encenação, com direito a fala e atuação sincronizada com áudio. O concurso daqui tava meio pobre, se comparado com os grandes que acontecem em sao paulo (e levam o vencedor até a mundial no japão), mas pela disposição da galera da pra ver que, com mais incentivo e eventos do genero, a parada vai longe. Publico, pelo visto, é o que não falta. Só faltou a rainha popota :-)

E eles se divertiram a valer, seja chamando alguns concorrentes de gay, uma menina mais gordinha de Willy (aliás, foi esta que ganhou, vestida de Sailor Moon, otima sincronia e empenho em fazer o tipo) e tentando achar defeito nas roupas e atuações de alguma forma. O que deixava os concorrentes mais nervosos no palco. Nos intervalos, um hors concours vestido de seu Madruga do chaves arrancou gargalhadas gerais com suas falas e danças malucas. Enquanto isso, os saloes futuristas do lugar abrigavam mostras de animes em videos, mangás estavam a disposição e outros objetos ligados a cultura pop japonesa em exibição. Pelo visto, em breve teremos outro evento desse mais caprichado por lá.
Friday, May 23, 2008

A ERA DA POSE

Da série, mais uma letra que vale conhecer, a de "Time to pretend" (tempo de fingir), do MGMT, que sintetiza bem o atual estado da pop music mundial, de um modo bem ironico, claro:

I'm feeling rough, I'm feeling raw, I'm in the prime of my life.//Let's make some music, make some money, find some models for wives.//I'll move to Paris, shoot some heroin, and fuck with the stars.//You man the island and the cocaine and the elegant cars.//This is our decision, to live fast and die young.//We've got the vision, now let's have some fun.//Yeah, it's overwhelming, but what else can we do.//Get jobs in offices, and wake up for the morning commute.//Forget about our mothers and our friends//We're fated to pretend//To pretend//We're fated to pretend//To pretend.

I'll miss the playgrounds and the animals and digging up worms//I'll miss the comfort of my mother and the weight of the world//I'll miss my sister, miss my father, miss my dog and my home//Yeah, I'll miss the boredem and the freedom and the time spent alone.//There's really nothing, nothing we can do//Love must be forgotten, life can always start up anew.//The models will have children, we'll get a divorce//We'll find some more models, everyting must run it's course.//We'll choke on our vomit and that will be the end//We were fated to pretend//To pretend//We're fated to pretend//To pretend//Yeah, yeah, yeah//Yeah, yeah, yeah//Yeah, yeah, yeah//Yeah, yeah, yeah

E o melhor: a banda está cotadíssima para vir no próximo TIM Festival! Quem é fã de Spacemen 3 e do spiritualized vai gostar do som...

*agora, vejam-nos no jools holland:

Thursday, May 22, 2008

Warsaw Division

Chegam aqui, quase simultâneamente, o filme "Control", baseado em biografia escrita pela mulher do cantor Ian Curtis, do Joy Division; e também o documentário "Joy Division", obviamente sobre a banda. Ambos iam estrear juntos, essa semana, mas o doc acabou passando para 6 de junho. Vi "Control" na última mostra de cinema e depois revi baixado. Achei bacana, mas não me empolgou tanto. Como é baseado em fatos vivenciados pela esposa de Curtis, Deborah (interpretada pela ótima Samantha Morton), ele mostra mais o lado dela, claro, da mulher que casou cedo e que viveu à margem do sucesso efêmero da banda, já que não acompanhava as turnês, pois tinha uma filha bebê para cuidar. E ainda teve que dividir Ian com uma amante belga. Também vale pela curiosidade de conferir a estréia na direção do fotógrafo e diretor de clipes holandês Anton Corbjin, um dos primeiros a clicar o Joy (que começou como Warsaw) e o responsável pela identidade visual de bandas como Depeche Mode e até mesmo U2, por exemplo.

Já o documentário "Joy Division", de Grant Gee, é o complemento perfeito do filme, já que mostra justamente o lado que não há na biografia, e ainda situa a cidade de Manchester como personagem importantíssimo para que uma banda como Joy Division tivesse surgido, em plena era punk. Além disso, há cenas nunca antes mostradas da banda e depoimentos da própria Annik Honoré, a tal amante, e, no final, uma fala de Curtis, gravada poucos dias antes dele se suicidar, em 18 de maio de 1980, antes do segundo disco da banda, "Closer", ser lançado. É também a última aparição do criador da Factory, Tony Wilson, falecido recentemente. Juntando com "24 hour party people", forma UM painel sobre a cena musical de Manchester (que explodiu nos anos 80 com Happy Mondays, New Order, o clube Haçienda e a rave culture).

O que fica? Que o JD foi, talvez, uma das últimas bandas legítimas da história, que aconteceu por si só, e acabou antes que se tomasse conhecimento dela de fato (eu mesmo só ouvi o 'unknown pleasures' pouco antes da morte de Ian, o que soou mais sinistro). A beleza disso tudo é que daí saiu o New Order, uma das bandas mais influentes dos últimos 20 anos. Isso éque é volta por cima...

SPECTACULAR! SPECTACULAR!

Alguns posts abaixo falei pra vcs da comédia musical "Os produtores". Não sou fã de musicais, não daqueles brega espalhafatosos (minha escola é mais ópera-rock, tipo "Tommy", "Hair" e "Jesus Christ superstar"), mas gosto das versões mais pop do gênero, como "The producers" (de Mel Brooks, tô louco pra ver a versão da Broadway de "Jovem Frankenstein"), o "Spamalot" do Monty Python e o "Hairspray" (baseado em filme trash/cult de John Waters), pq tocam no meu lado de cinéfilo/fã de música, e envolvem canções menos grandiosas e com um pé no pop/rock.

Mas há uma exceção nessa regra: "The sound of music", ou, "A noviça rebelde". Qndo criança, odiava esse filme. Freiras, violão, criancinhas, gente cantando em vez de falar? Que saco! (rsrsr) Mas, com o tempo, fui aprendendo a (des)gostar. Primeiro, pela historia de superação (real) da família von Trap, que fugiu do nazismo na Áustria e se estabeleceu depois como uma famosa trupe de cantores nos EUA. Depois, pelas incríveis letras e músicas originais, que ficam para sempre em nossos corações e mentes. O filme acabou me ganhando, aos poucos, como já havia conquistado toda a minha familia, da vovó ao filhinho, três gerações.

Agora, chegou a peça musical, que estreou no Rio (que não é igual ao filme, está mais próxima da versão teatral original, ora em cartaz em Londres). A única coisa que posso dizer pra sintetizar é o que o mestre de cerimônias de "Moulin rouge" diz: Spectacular! Spectacular! Nunca se viu nada igual em termos de qualidade de produção num palco brasileiro (bom, não vi as montagens paulistanas de musicais estrangeiros). Não só o novo Casa Grande é de nível internacional, como a montagem tbm. Som cristalino, luz fantástica, elenco afiado e afinado, e a história é ainda mais forte que na versão mais açucarada do cinema. Não há quem resista.

É provável que, com as montagens cada vez mais freqüentes desse tipo de show por aqui, leve ao surgimento de uma nova linha de profissionais, atores que cantam e dançam, e parte técnica, o que só vai elevar o nível geral, e estimulará até mesmo a criação de mega musicais locais, tipo exportação. Sem contar que o novo teatro pode receber shows musicais de qualquer estilo e porte. Dá um banho, em termos de acústica, em qq casa de espetáculos da cidade. Aplausos mais do que merecidos para todos os envolvidos nessa empreitada (do ator mais coadjuvante à orquestra, tudo é perfeito) e pela aposta neles. Bravo! Bravíssimo!

*nas fotos, a noviça original do cinema, Julie Andrews (acima); e, abaixo, a brasileira Kiara Sasso e as crianças (foto de Aveda)
Tuesday, May 20, 2008

SLAPT!

Não é melhor do que o primeiro, o imbatível "Os caçadores da arca perdida". Nem tão sombrio e pesado quanto o segundo, "No templo da perdição". Mas, com certeza, é bem mais quente e animado do que o último, "A última cruzada". Então, podem ficar sossegados que "Indiana Jones e o reino da Caveira de Cristal" é um filme que diverte e vale à pena, tanto para fãs, quanto para novatos.

Assisti hoje cedo, numa cabine, meio reticente. Tinha medo que George Lucas cometesse um novo "A ameaça fantasma", aquele filme merda que retomou a saga de "Star wars" nesse século. Mas como era o Speilberg que tava no comando do chicote, o barbudinho não apitou muito. Ainda que ambos tenham mentido quando disseram que iam fazer um filme à moda antiga, sem o uso de muitos efeitos CGI. Mentira. Tem. E muito. Desde a primeirísisma cena. Mas estão a serviço da história. Também não faltam muitas (e boas) cenas de stunts. É o que se espera.

A trama é absurda e cheia de lances inverossímeis como todos os filmes do Indy. Só que, dessa vez, há um leve toque sci-fi (mais do que isso não digo). Ele se passa 20 anos depois do último, que era nos anos 30, e vai para os anos 50 (assim como os fãs da série que esperaram 20 anos por este novo) e Indy meio que dá a entender que vai passar seu chapéu e chicote para um herdeiro. Quem não conhece a trilogia, é bom (mas não necessário) que se assista, pelo menos, ao primeiro e terceiro filmes da série, para captar citações, piadinhas e referências...


Saturday, May 17, 2008

BROOKLYN SOCIAL SCENE

DE TEMPOS EM TEMPOS ACONTECE, QUASE MAGICAMENTE, O SURGIMENTO DE UMA LEVA DE ARTISTAS E BANDAS NOVAS, QUE VEM DA MESMA PARTE E CRIAM UMA CENA, UM MOVIMENTO ARTISTICO/MUSICAL. NO MOMENTO, O LUGAR MÁGICO DA VEZ É O BROOKLYN, EM NOVA YORK. ISSO ACONTECE, EM PARTE, PORQUE A GALERA CRIATIVA QUE HABITAVA O EAST VILLAGE, EM MANHATTAN, SE MUDOU PRO OUTRO LADO DA PONTE, PEGANDO O TREM F. APENAS UMA ESTAÇÃO E VC ESTÁ NO MEIO DO BROOKLYN DO AGITO, BEDFORD-STUYVESANT, WILLIAMSBURGH. PASSEI UM DIA LÁ NA MINHA ULTIMA ESTADA EM GOTHAM CITY E O CLIMA É CONTAGIANTE, VOCE ATÉ SENTE NO AR: AS MELHORES LOJAS DE DISCOS, CLUBES, GALERA, CAFÉS, TÁ TUDO LÁ NA ÁREA ABAIXO DO QUEENS, QUE JÁ TÁ ATÉ HYPADA. E A PARTIR DO LCD SOUNDSYSTEM E DA DFA RECORDS, NO COMEÇO DA DÉCADA, SEGUIU-SE UMA LISTA DE NOMES CRIATIVOS, COMO VAMPIRE WEEKEND, MGMT, HERCULES & LOVE AFFAIR, SANTOGOLD E MUITOS OUTROS, TODOS COM DISCOS EXCELENTES JÁ LANÇADOS, E AINDA O DUO MUSICAL DE HUMOR FLIGHT OF THE CONCHORDS, IGUALMENTE GENIAL. COMO JÁ DIZIAM OS BEASTIE BOYS, QUE SÃO DE LÁ: NO SLEEP ´TIL BROOOKLYN!

*chequem o clipe oficial de "L.E.S. artistes":

Thursday, May 15, 2008

body count


Como a gente aqui gosta muito de música, aqui vai uma geral nos gadgets de mp3 que usei e testei nos últimos dois anos. Poizé, antes, a gente usava um walkman só por anos a fio...

iPod mini = minha entrada e provável saída no mundo dos iPods. não achava legal carregar aqueles tijolos e esperei aparecer algo menor e mais style. Esse parecia um sonho. Lindo, na medida certa, com acabamento em alumínio, embora com apenas 4 giga (logo depois saiu o de 8, claro). ponto fraco: bateria. mal durava cinco horas (prometiam oito) e, com alguns meses de uso, chegava a 4hrs no sufoco. além disso, dava tilt á tôa (uma amiga perdeu o dela com dois meses). resultado, em pouco mais de seis meses virou peso de papel. e a apple, claro, pra sacanear seus fiéis lançou o menor e mais estiloso nano, que, a essa altura, tbm já capengou (e a natureza que se dane com tanto lixo tecnológico produzido pelo evil Jobs). nota: 1 (só pelo visual)

Creative zen Video = uma maravilha. com resolução 4vzs melhor do que a do iPod video (mas os cegos pelos ipods nao repararam isso), essa maravilha de 30 giga é bem mais facil de carregar e aceita mais padroes de video (vejo series baixadas acoplando ele na tv, imagem nota mil). só peca pelo visual meio bruto, mas que, no entanto, o faz duro na queda. Ele tem fm, gravador e outros recursos que a apple não poe em seus modelos para poder vender mais perifericos caros para os fiéis otários de evil Jobs, embora custe mais barato que qq ipod básico. nota: 5

Sony (aquele tubo que parece um detonador de explosivos que mostrei pra vcs ano passado) = leve, bacana, com os melhores graves do mercado (nisso, ninguém bate a sony, meu md que o diga), excelente para usar em atividades fisicas ou que exijam mobilidade. e ainda traz fm, pedometro, cronometro, visor oled alaranjado, é durável, tem boa bateria (dura uns 4 dias, mole) e uma braçadeira ou clipe. Saiu agora um que é menorzinho e vira pen drive. nota: 5

iPod clip = esse ganhei de presente. usei um tempo na ginástica e pra pedalar, e depois esqueci. porque, além do som ser fraco (e os fones da apple serem abaixo da média, sempre troco por outros, recomendo os jvc de plugar nos ouvidos), nao consigo usar um troço onde nao dá pra ver o nome da música que tá tocando. nota: 2 (pela leveza, dá pra pendurar na camiseta, é o único produto com a marca ipod que uma pessoa com pouca grana pode comprar, daí o apelido de ipobre)

piratão = ma babe ganhou numa rifa um que é igualzinho ao ipod nano (inclusive racha o visor da mesma forma :-)). tem 4 giga, fm, toca video, custa pouco (uns 200 contos), facil de carregar, pq vira um pen drive pela usb, nada de programas proprietários (o que enfraquece os sony, apple e creative em geral). mas a interface gráfica é bem feia. deve ser usada em vários outros modelos made in china. uso no buzum, pq, se me roubarem, nao fará a menor falta. nota: 4

creative v plus = por fim, mas não por último, meu xodó. Já uso ha um ano (uma eternidade se comparado com algum produtor da apple!). cabe no bolso de moedas! tem 8 giga, fm, grava voz, entrada line (uso pra capturar meus vinis sem passar pelo pc!), toca video (pequeno demais, so pra ver uns clipes e capas q vem junto com os torrents). bateria bastante duravel (ate esqueço de recarregar). nada a reclamar, exceto que é todo controlado por um mini joystick, o que, para quem tem dedos gordos, pode ser dificil. como nao é da apple, quse ninguém usa ou sabe da existencia. os fones sao bacanas. e nao foi trocado seis meses depois, pq continua valendo até hj (aliás, foi a creative quem lançou alguns dos primeiros mp3 players portáteis). nota: 5
Tuesday, May 13, 2008

MORDENDO O TERROR


Minha última leva de filmes baixados foi temática: só terror

DIARY OF THE DEAD = mais um filme de zumbi do mestre George Romero. Talvez o seu pior. É como um Cloverfield capenga. toda a ação é registrada por cameras digitais amadoras. Mas amador mesmo é o elenco. Passou no RioFan e vai direto pra vídeo. * 1/2

THE SIGNAL = ondas emitidas por sinais de TV e celular transformam as pessoas, do nada, em ferozes assassinos. parece filme japones, mas não é. é meio cabeça, mas dá para o gasto ** 1/2

THE COTTAGE (cabana macabra) = comédia inglesa de terror, com cenas escabrosas e uma trama que começa de um jeito e termina de outro totalmente diferente. Não chega perto de "shaun of the dead", mas tem lá seus momentos. Com o gollum Andy Serkis. **

TEETH (VAGINA DENTATA) = filminho muito bacana que veio de Sundance e pode virar cult. Garota religiosa e celibatária descobre que sua vagina tem dentes e arranca fora os membros de quem come ela forçadamente. elenco legal (só galerinha desconhecida), bem feito, equilibra bem a satira, o humor negro e o terror moralista (tipo, só libere sua vagem para quem voce ama e te ama também, de verdade) ****

DOOMSDAY = o filme mais exagerado e com grana do ingles Neil Marshall, que fez o filme de lobisomen mais legal dos ultimos anos (dog soldiers) e o assustador descent/abismo do terror. Virus misterios dizima a Escocia nos dias de hoje, que é cercada e vira terra de ninguém. 20 anos depois, o virus volta e pode fazer o mesmo com Londres. Antes que isso role, garota marrenta (Rhona Mitra, kicking ass legal) vai lá na antiga terra dos scots pra trazer um antídoto. Mix de 28 days later com mad max 2 e mais um monte de sci-fi de terror. Rola muito sangue, cabeças e cenas nojentas, bem explicitas. Excessivo e cartunesco. Mas diverte. ***


Sunday, May 11, 2008

UPDATE/UPGRADE


AÍ, QNDO, FINALMENTE VC:

- COMPROU UM PS2, SAIU O PS3 COM BLU-RAY...
E VEM AI O PSP MAIS FINO E COM MAIS RECURSOS

-TROCOU A TV COMUM POR UMA WIDESCREEN 32,
SAIU A EQUIVALENTE EM LCD E MAIS BARATA

- COMPROU UM DVD GRAVADOR, SAIU UM COM HD,
E TOCANDO DVIX, QUE NAO ROLA NOS ANTIGOS

- TROCOU SEU IPOD POR UM MAIOR, SAIU AQUELE
COM CARA DE IPHONE E MAIS CAPACIDADE

-MONTOU UM HOME THEATER, SAIU UM MODELO
SEM FIO COM UPSCALING, DVIX E HDMI

-COMPROU UM TOCADOR HD-DVD, ESTE MORRE
E VENCE O BLU-RAY, E VC FICA NO PREJU

- QUANDO É QUE FICAREMOS DESCARTÁVEIS?
Saturday, May 10, 2008

INDY ROCKS!!!

POR CONTA DA IMINENTE ESTRÉIA DE "INDIANA JONES AND THE KINGDOM OF THE CRYSTAL SKULL", PEGUEI A MINHA CAIXA COM A TRILOGIA (QUE ESTAVA INTACTA, SÓ HAVIA VISTO OS EXTRAS E FEITO O TESTE THX) E REVI OS TRÊS FILMES EM DOIS DIAS: RAIDERS OF THE LOST ARK (CAÇADORES DA ARCA PERDIDA), "THE TEMPLE OF DOOM" (O TEMPLO DA PERDIÇÃO) E THE LAST CRUSADE/A ÚLTIMA CRUZADA.

ELES SÃO A SINTESE DO BOM FILME DE AVENTURA. GEORGE LUCAS CRIOU O PERSONAGEM BASEADO NOS ANTIGOS SERIADOS SEMANAIS QUE ELE VIA NO CINEMA QUANDO PEQUENO, QUE SEMPRE ACABAVAM COM UMA CENA INCRIVEL, OS TAIS CLIFFHANGERS (ALIAS, FOI VENDO FLASH GORDON QUE ELE SE INSPIROU PRA FAZER STAR WARS, SÓ NÃO FEZ FLASH PQ NAO TINHA GRANA PROS DIREITOS, DAÍ, IMPROVISOU). O INDIANA JONES DE HARRISON FORD É FORMIDÁVEL, BEM COMO AS SITUAÇÕES, A DIREÇÃO DE SPIELBERG E A TRILHA DE JOHN WILLIAMS. TUDO FUNCIONA À PERFEIÇÃO. E VISTOS NO CINEMA, COMO EU VI, NO METRO, TELÃO DE 150 GRAUS E CÓPIAS 70 M/M, ERAM INCRIVEIS AOS OLHOS TANTO DE CRIANÇAS QUANTO DE ADULTOS.

MAS O PRIMEIRO É O MELHOR DE TODOS. ATÉ PQ, É SEMPRE ONDE SE APOSTA TUDO E, CASO FALHE, VALEU. O SEGUNDO, SE FEITO HJ, TERIA QUE CORTAR ALGUMAS CENAS PARA NÃO GANHAR O CERTIFICADO R (NA ÉPOCA, FOI CENSURA 14 ANOS), É MUITO VIOLENTO. O TERCEIRO É MAIS LEVE E HUMORADO, NÃO EMPOLGA TANTO, MAS TEM LÁ O SEU CHARME, PRINCIPALMENTE PELA CENA DE ABERTURA, QUE EXPLICA VÁRIOS DETALHES QUE MARCARAM O PERSONAGEM.

AGORA FICA A GRANDE EXPECTATIVA PELO NOVO, QUE APARECE 20 ANOS DEPOIS DO ÚLTIMO, INCLUSIVE, NO TEMPO DO FILME, SE PASSARAM 19 ANOS (OS OUTROS ERAM NOS ANOS 30, ÉPOCA DA ASCENÇÃO NAZISTA, O NOVO SERÁ NOS ANOS 50), ATÉ PQ, O FORD JA TA COM 66 ANOS, POR AÍ, ENTÃO VÃO INTRODUZIR O SHIA LEBOUF COMO UMA ESPÉCIE DE APRENDIZ DE INDY, QUEM SABE SAI UMA NOVA SÉRIE DAÍ? QUAIS AS EXPECTATIVAS DE VCS QUANTO AO NOVO?
Wednesday, May 07, 2008

MÉDI


JÁ QUE FALAMOS EM VÍCIOS, GOSTARIA DE REVELAR O MEU ÚNICO, QUE TENHO DESDE GAROTINHO: A REVISTA "MAD". ACHO QUE JÁ FALEI DELE NA ANTIGA ENCARNAÇÃO DESSE BROGUE, MAS COMO A REVISTA VOLTOU, PELA QUARTA VEZ, NÃO RESISTI.

FOI A "MAD", JUNTO COM OS FILMES DE MEL BROOKS, QUE AJUDOU A DESENVOLVER O MEU ESPIRITO CRITICO/SATIRICO. TODO O RESTO FOI CONSEQUENCIA. ADORAVA LER AS SATIRAS DE CINEMA E AS CHARGES QUE, PARA A ÉPOCA, ERAM BEM OUSADAS. TIPO, LER A "MAD" NA ESCOLA PODIA DAR ATE SUSPENSÃO. ERA ALGO SUBVERSIVO.

A REVISTA VOLTA A SER PUBLICADA NO BRASIL PELA QUARTA VEZ, DESDE 1974, DESTA VEZ PELA PANINNI COMICS (JA FOI DA EXTINTA VECCHI, RECORD E MYTHOS). E, MAIS UMA VEZ, NÃO CONSIGO PARAR DE COMPRAR ESSA JOÇA. NEM QUE SEJA PARA PASSAR O TEMPO QUANDO ESTOU DESPACHANDO COM O SR. BARROSO. É PRA ISSO QUE ELA SERVE, NA MAIORIA DAS VZS (RS)

*NA "FOTO", O MASCOTE DA REVISTA DESDE QUE ELA SURGIU NOS EUA, NOS ANOS 50, O PRIMO PERDIDO DE GEORGE W. BUSH, ALFRED E. NEUMAN, Q N SE PREOCUPA COM NADA...
Tuesday, May 06, 2008

24 anos...


...foi o tempo que aquela garota austríaca ficou presa num porão...

Quando ela entrou na cela:

-não existia telefone celular
-ainda não tinha rolado o rockinrio
-não tinhamos tv a cabo ou pc em casa.
-muito menos internet, mp3 etc...
-eu nem imaginava que ia ser pai
-sequer conhecia ma babe
-o rio fanzine não era nem uma idéia
-o muro de berlim ainda estava de pé
-alguns de vcs nem tinham nascido
-completem os pontinhos................
Monday, May 05, 2008

Go Mifune, go?

Acabei de chegar da pré de "Speed Racer", a adaptação dos irmãos Wachowski pro clássico anime dos anos 60. Direto ao assunto? Não me impressionou muito, talvez só às minhas retinas. Pq o filme é um caleidoscópio, quase uma acid trip, muita cor e piscação e pouco conteudo. Sei lá, me deu até um certo sono...


O começo é lento e meio chato e a gente demora um pouco a entrar naquela trip. As corridas em si não são muito emocionantes, pq são tão artificiais que não nos toca, talvez só mesmo a die hard fãs de games de última geração ou garotinhos. Só gostei mesmo de um rali que rola no meio do filme, totalmente inspirado num episódio em três capítulos do desenho. Essa parte foi bem fiel, e mesmo bem cartunesca, tem um pouco mais de emoção. Já na parte das atuações, como todo mundo tá contracenando com tela azul, ninguém se destaca. Emile Hirsch, que é um bom ator, não passa muita empatia como Speed. O macaco chim chim (zequinha) é bem mais simpático que os humanos.


Bom, vou remoer mais o filme no cérebro. Mas valeu, pq vi a cópia do Mach5, que tava exposta lá na porta do Odeon. Acho que esse filme não vai arrebentar tanto na bilheteria como o do iron man...
Sunday, May 04, 2008

Preto no branco

Vc é do tipo de pessoa que deixa de ver um filme só pq ele é em preto e branco? Certa vez estava numa maratona do Estação e, quando chegou a hora do filme surpresa (que foi "Rumble fish"), os camaradas que tavam na minha frente, mal o filme começou, comentaram: "ih, é em p-b". Dito isso, foram embora. Deixaram de ver um dos maiores pequenos filmes de Coppola. Por puro preconceito. Nunca esqueci isso, pq fiquei muito revoltado com essa atitude imbecil.

Digo isso pq, num espaço de poucas semanas, vi dois filmes em pb, lançados na safra 1950/51, que são dos melhores que já vi na vida: "A streetcar named desire/Uma rua chamada pecado" (o filme que fez a fama de Marlon Brando) e "All about eve/A malvada". Ambos os filmes são bons em todos os aspectos: roteiros soberbos, atuações incriveis, direção impecável, e tudo sem cor. "A malvada" até passa na TV a cabo colorizado, mas eu prefiro ver na fotografia original. Tbm vale destacar que, no caso do primeiro, não há atriz que pudesse fazer a protagonista Blanche, só a Cate Blanchett. Pro papel de Brando, não haveria ninguém. Salta aos olhos a diferença de atuação de então com as carinhas bonitas de hoje. Não há nem comparação. É incrível.

Da mesma safra tbm faz parte um de meus cult movies, "Sunset boulevard/Crepúsculo dos deuses". Este, mesmo q feito hj, tinha q ser em p-b. É lúgubre, dark, meio expressionista, e isso ajuda bastante o tom do filme. Mas, por não ter cor, mal passa na TV, os DVDs estão nas bancas de promoção das lojas a 10 contos. Sinceramente, acho um preconceito pra lá de estupido não ver um filme só pq ele não tem cor, independentemente de sua qualidades (e alguns nem são tão antigos assim, pq tem gente que associa: filme p-b = velharia). Nem se trata de cada um vê o que quer, já que "Psicose" de Hitchock também é monocromático, e é um filmaço, bem como o "Dr strangelove", do Kubrick. Imagine se a música tivesse cor, o que seria dos Beatles?! ?
Saturday, May 03, 2008

o som do som


Já comentei aqui com vcs algumas vzs, e acho que até ja falei disso no Rio Fanzine, sobre a péssima qualidade do som atualmente, por causa das compressões para tocadores de mp3 e pelo uso que a galerinha faz disso, ouvindo em caixas de som do pc e fones de ouvido, sem contar que alguns djs ainda tem a coragem de tocar cds com arquivos mp3 em suas festas, resultando em som lixo na pista (e ainda cobram entrada por isos, sequer compraram os discos). E, claro, ninguém reclama pq já estão acostumados com esse baixo padrão em casa.

A mais recente edição da "Rolling stone" americana traz uma materia comprovando que a própria industria fonográfica está nivelando por baixo a qualidade dos cds (que, por si só, já tem o som pior do que o dos vinis, perdendo nas frequências mais graves). Ou seja: as gravadoras estão equiparando, equalizando os cds em taxas mais baixas, para que, qndo estes forem ripados para mp3, não darem tanta diferença para o ouvinte atual, que já está acostumado com o som porcaria mesmo. Vale lembrar que o mp3 reduz em quase 80% o som real de um disco, cortando um monte de frequências e comprimindo canais, sumindo com detalhes e nuances do som, que, dizem, nosso ouvido não capta.

Não sou purista por nada, mas em termos de som sempre quero o melhor e não abro mão de uma boa aparelhagem (o que incui tbm caixas de som adequadas) para ouvir meus discos. Ainda mantenho pickup para vinil, com agulha profi e tudo, pq prezo a qualidade. Há uns dois meses toquei numa festa de rock e, antes, tava rolando um som em cd (cd áudio, não mp3) e qndo abri meu set com "People are strange" com Echo & the Bunnymen, num vinil que comprei há uns 20 anos em Londres, o som "abriu" geral! Impressionante a diferença. No teste da RS, o repórter comparou um disco em vinil original do Led Zeppelin, com uma versão em cd, e mais uma versão em cd lançada recentemente. Adivinhe qual tinha o melhor e o pior som? O vinil ganhou longe e o cd lançado mais recentemente (o de "remasters") perdeu dos cds anteriores. E aí?

*o aparelho da foto parece reunir o melhor dos dois mundos, amplificador valvulado com dock para ipod e um tocador de cd que deve ser bom...

I scream for ice cream!



Se tem uma coisa que me tira do sério, no bom sentido, é sorvete. Adoro sorvete, assim como tem gente que é viciada em chocolate. Pra mim, não tem dia, hora ou clima que me impeça de sorver um bom creme congelado (aliás, sorvete no frio é o fino). E, recentemente, descobri dois aqui na cidade que me fazem mudar de caminho só para passar perto de uma loja que os venda: o coreano Melona e o angeleno-coreano de origem, e agora abrasileirado, Yogoberry.

Explico: o Melona (que, além do sabor melão, que é sensacional, tem tbm banana e morango) chegou ao Brasil através de um empresário japa de São Paulo (lá, vende no bairro da Liberdade e custa $ 3,50), via Havaí. Já o Yogoberry é uma versão carioca do super hypado PinkBerry (as filas nas lojinhas de Los Angeles, que conferi in loco ano passado, são imensas), sorvete à base de iogurte com uma versão chá verde, criado por uma empresária coreana. O lance são os toppings: vc enche o copinho de berries variados e outras frutas e doces, de babar e pedir bis.

O Melona se acha aqui numa loja multimarca do shopping da Gávea e também num restaurante japa no começo da Dias Ferreira, no Leblon, com preço agiado de $ 5. Já o Yogoberry tem loja única na Visconde de Pirajá, do lado da Letras & Expressões de Ipanema. Custa a partir de $ 6, dependendo do tamanho do copinho e dos toppings (pequeno, médio, gramde e de um a três toppings, custando, na versão maior com tudo, dez contos). Fiquei viciado nesse último e arranjo qualquer desculpa para passar na vizinhança, que nem é no meu caminho :-))
*post dedicado a Cindy e Popota, as rainhas do "grito" (rs)
Thursday, May 01, 2008

Legalize?

Neste domingo (4/maio) rola no Rio a marcha da maconha, e também a sua contra-marcha, a da família contra a legalização. De qual lado vc fica? No meu caso, nunca fui fã de cigarros e fumaças. Ali pelos 13 anos experimentei nicotina no banheiro da escola e não gostei do sabor. Tentei por um fim de semana os mentolados, mas me faziam tossir, ficar com mau hálito. E pensei: com a grana que gasto nisso dá pra ir ao cinema, comprar um disco, uma revista... Alguns anos depois chegou o cigarrinho verde. Tava fazendo trilha nas paineiras e alguém sacou um. Como não sou político, não vou dizer que fumei mas não traguei q isso é ridículo. Traguei até demais, o que me deixou pra lá de bagdá. No começo, a sensação foi boa, mas depois, tive um piripaque tremendo, passei mal um dia inteiro. Tentei mais uma vez numa festinha, mas, novamente, não rolou. Não gosto de nada que me deixe mole ou com taquicardia (não tomo nem red bull), ou me tire da real. Mas reconheço que a erva não é tão danosa à saúde, tanto que tem uso medicinal em alguns países. Já o cigarro comum, não te dá nada em troca, a não ser câncer. Na duvida, continuo usando meu dinheiro pra comprar coisas que me dão prazer, não problemas de saúde. Mas cada um na sua, contanto quer não encha o saco do vizinho. Pior é a hipocrisia, é mais nociva e não tem cura...

NA CIDADE

SETEMBRINAS:

CASAS/SHOWS: Circo Voador 08 – Forró do Kiko / Agytoê / DJ Lencinho 09 – Otto / Duda Brack / Festa Tupiniquim  15 – Eu Amo Baile Funk: DJ Grandmaster Raphael / Ritmo de Favela / Velha Guarda do Funk 16 – Forró de Santa: Conterrâneos / Ó do Forró (SP) / DJ Sérgio Feijó 22 – Haikaiss / DJs Nicole Nandes & Diana Bouth 29 – Mariene de Castro 30 - Francisco, El Hombre / Tom Zé

Teatro Rival 08 – André Frateschi: BRock is Back – Participação: Dado Villa-Lobos 09 - Júlia Vargas - Participação: Simone Mazzer & Não Recomendados 13 –  Duda Brack & Júlia Vargas & Juliana Linhares: Iara Ira 14 – Arlindinho Canta Arlindo Cruz 15 – Banda do Síndico – Participação: Fábio Stella & Marina Íris  16 – Mulheres de Chico 18 – Nelson Sargento 20 – Daira Canta Belchior 21 – Moyseis Marques Canta Chico Buarque 22 – Ellen Oléria 30 – Angela Ro Ro

Vivo Rio 09 – Festa Ploc 13 Anos: Rádio Táxi / João Penca & Seus Miquinhos Amestrados / Sempre Livre / Sylvinho Blau Blau 23 – Padre Fábio de Melo 28 – Il Volo (ITA)

Coordenadas Bar (Botafogo) 12 – Pimenta Jazz Trio 14 – Astro Venga / DJ Tito Figueiredo 19 – Flávio Guimarães 26 – Relógio de Dalí Estúdio Fórum (Botafogo) 08 - Sexta Infame: Flipout A.A. (JAP) / Egocentric Molecules / Kröstah Crust / Pot Zombies / Bongatron 30 – Kosmus / Solifvgae Etnohaus (Botafogo) 10 – Rafael Rocha 14 – Juliano Rabujah &Brunno Monteiro 15 – Doralyce Solar de Botafogo 14 - Zanna 20 – Clarissa Burns 30 – Veludo

Audio Rebel 08 - Quarteto Rutigliano, Ferté, Carvalho e Barrozo 09 - Amsteradio / Mario Maria  09 - Antonio Dantas 12 - Lourenço Vasconcellos  13 - Clayton Fábio Oliveira 14 – Juliana Perdigão  16 - BacaFest: Drápula / Pedras Pilotáveis 19 - Trium (Glaucus Linx, Yann Vathelet, Pedro Leão) 20 – Frederico Demarca 24 – Flavio Tris

Theatro Net Rio 12 – Simone Mazzer 27 – Rael Canta Vinícius de Moraes Sala Baden Powell 10 - Choro Reduto Pixinguinha 16 - Leny Andrade & Quarteto do Rio

Festival Bossa Nova 60 Anos Rio Othon Palace - Salão Bossa Café (Copacabana) 08 – Claudia Telles 15 – Doris Monteiro 22 – Chico Batera 29 – Andrea Montezuma

Teatro Ipanema 08 – Letícia Novaes 12 - A.Nota: Bondesom & B.Negão  19 - A.Nota: Kassin & Wado  26 - A.Nota: Vulgue Tostói & Ventre

Teatro Café Pequeno 14 – Julia Mestre 21 - Lilian Menezes Trio 28 - Marcelo Fedrá 29 - CCMP Fest 2: Montechiari Project / Anjos de Vidro  30 - CCMP Fest 2: Blind Horse / Arcpelago Teatro XP Investimentos (Jockey Club) 13 - Dori Caymmi 20 - Pedro Luís

Imperator 08 – Jorge Aragão 10 – Olivia & Francis Hime 13 – Márcio Gomes 19 – Jazz Pras Sete: Vitor Karyello 4Teto 27 – Alaíde Costa & Áurea Martins: Elizethíssima 30 – Forró Lánalaje: Ustrês / DJ Edna Carvalho

Cidade das Artes 07 - Semana Internacional de Piano: Duo Miroirs (Antonello d’Onofrio & Claudio Soviero) (ITA) 08 - Semana Internacional de Piano: Simon Ghraichy (FRA) 14 - Philip Glass - 80 Anos

Teatro Municipal de Niterói 13 - Nelson Sargento & Paulão 7 Cordas: Sambas & Histórias 14 – Focus (HOL) 29 e 30 – João Bosco

Planet Music (Cascadura) 09 - Nove Zero Nove / Venice / Triunfe  15 - D.P.R. / Fokismo / Força & Honra / Born2Bleed / Norte Cartel Casa Aberta (Rocha) 09 - Zé Bigode y Clara Anastácia Rota 65 (Olaria) 02 - Plebe Rude 16 - Finis Africae

Centro de Referência da Música Carioca (Tijuca) 08 - André Grabois & João Brasileiro - Homenagem a Elomar 09 - Duo Manu Santos & Tuca Alves 13 - Juliana Maia 15 - Marcello Furtado - Homenagem a Benito de Paula 16 - Alice Passos & Breno Ruiz & Miguel Rabello 20 - Eduardo Canto 22 - Paulo Bi 23 - Gabi Buarque 27 - Alice Sales 30 - Roda de Rock: Cássia Novello (16h) 30 - Laura Finocchiaro (19h30)

Festival Harmonia (Parque das Figueiras / Lagoa) grátis 07 – DJ Camilla Brunetta / DJ Thay Girão / Bianca Chami / Luckas Lins / DuoBiarritz (entre 12h e 22h) 08 – DJ Camilla Brunetta / Orquestra de Cordas da Grota / DJ Thay Girão / DJ Dakid / Tom Rezende / Pedro Marzano 09 – DJ Camilla Brunetta / DJ Luckas Lins / Banda Quarto e Cozinha / DJ Thay Girão / DJ RV / Lica Tito / DJ Dakid 10 – DJ Larissa Busch / DJ Camilla Brunetta / DJ Thay Girão / AMescla / DJ Dakid / GilSoul / DJ Tucho

Festival Sonora 08 - Parque das Ruínas: Bel / Aline Gonçalves Convida Susanne Paul  09 - Etnohaus: Luisa Correa / Marcela Velon - Participação: Andreia Mota & André Grabois  10 - Donninha Delivery: Ana Frango Elétrico / Luiza Brina  14 - Centro da Música Carioca: Ivy Morais / Claudia Castelo Branco - Participação: Michele Leal  15 - Parque das Ruínas: Angélica Duarte / Carol Panesi - Participação: Luísa Lacerda 16 - Etnohaus: Claudia Dantas / Carcaju  17 - Donninha Delivery: Cleo MC / Laura Lagub  21 - Centro da Música Carioca: Natalia Carrera / Andrea Dutra  22 - Parque das Ruínas: Lazir Sinval / Selma Mendes  23 - Etnohaus: Amora Pêra / Cacala Carvalho - Participação: Bow Bow Cogumelo  24 - Donninha Delivery: Elisa Queiroz / Gabi Buarque  28 - Centro de Música Carioca: Belliza Luar / Ilessi  29 - Parque das Ruínas: Yasmin Alves / Maytê Corrêa  30 - Etnohaus: Diana Nascimento / Iara Ferreira / Luana Dias / Manu Cavalaro / Ignez Perdigão & Mariana Bernardes

Festival Playing For Change grátis 23 - Casa da Cultura de Belford Roxo: Sangue Rasta Convida Mathias & Panela Zen, Amani Kush, Seea Rasta, Original Raiz, Roger Hitz, Louise Naturize (09h) 23 - PEGA Duque de Caxias: Corcel Mágico / Sudra / Renata Gomes / Passinho BF (14h) 23 - Rede Funk Social São Gonçalo: Dia Dos Loucos / MC Douglas Vieira / MC Renato Patrão / Analu Custódio (14h) 23 - Food Park Carioca Maracanã: Bel Almeida / Indian Brothers / FishEye (17h) Parque das Ruínas (Santa Teresa) 03 - Orquestra de Sopros Pró-Arte - Participação: Kiko Horta & Marcelo Caldi 09 - Feira Vegannezando: Melodica Vibezz / Laura & Luísa / Kerubim (10h) 09 - Victor Mus (17h30) 10 - Matheus Schneider Quartett 17 - MEB - Boca do Mundo 30 - Laura Zannet

Motim (Centro) 15 – Chico de Barro / Papisa (SP) 22 - 5 Anos da Hi Hat Girls! Escritório (Centro) 07 - Matinê Tropical Fuzz: Carbo / McGee & The Lost Hope 09 - Os Vulcânicos / Blastfemme 16 – Dedo / Tantão & Os Fita 30 – Lê Almeida Casa de Baco (Lapa) 01, 15 e 29 - Ana Costa 02, 16 e 30 - Primavera das Mulheres 05, 12, 19 e 26 - Bondesom 06, 13, 20 e 25 - Hermenegildo59 07 - Mussa 08 - Pietá 14 - Gastão Villeroy 21 - Badi Assad 22 - Dudu Oliveira Ganjah (Lapa) 12 - Samba Independente dos Bons Costumes  15 - Tyaro Maia 16 - Dub Ataque 18 - Chico Chico & João Mantuano  21 - De Leve & DJ Erik Skratch

FM Hall/AEROPORTO SANTOS DUMONT 19h – grátis 12 – Faro MPB: Marcelo Jeneci 13 - Banda 15 Dias 26 – Faro MPB: ? Museu de Arte do Rio (Centro) 29 - MAR de Música: Black Alien / Baile da Ademafia CCBB (Sala 26 / 4º andar) 19h30 – grátis 15 - Festival Espaço Sideral - Cidades Criativas: Negro Leo & Felipe Neiva (pocket show)

Espaço BNDES 19h – grátis 13 – Ithamara Koorax 14 - Luísa Lacerda & Quarteto Geral 21 – Coralito 27 – Quaterna Réquiem 28 - Roberto Menescal Casa do Choro (Centro) 13 - Déo Rian - Homenagem a Jacob do Bandolim  14 - Quarteto de Bandolins  20 - Pedro Amorim  27 e 28 - Pedro Miranda

Circuito SESI 13 - Centro: Laura Lagub 15 - Jacarepaguá: Paulinho Moska 20 - Centro: Paulinho Moska Circuito SESC 09 - Duque de Caxias: Da Ghama (15h - grátis) 13 - Ramos: Autoramas (15h - R$ 20) 14 - Tijuca: Autoramas (20h - R$ 20) 15 - Niterói: Autoramas (19h - R$ 20) 16 - Engenho de Dentro: Bagunço (16h - grátis) 17 - São João de Meriti: Da Ghama (19h - R$ 20) 17 - São Gonçalo: Autoramas (19h - R$ 20) 26 - Ginástico: Joyce (19h30 - R$ 25) 26 - Copacabana: Primavera nos Dentes (Charles Gavin, Duda Brack, Paulo Rafael, Pedro Coelho - Homenagem ao Secos & Molhados) (20h30 - R$ 25) 27 - Copacabana: João Donato & Donatinho (20h30 - R$ 25) 28 - Tijuca: João Donato & Donatinho (20h - R$ 20)

MIXX: 08 e 15 – Banda Neuttra – Shopping Grande Rio / São João de Meriti (19h – grátis) 08 - Festival From Hell: Nunslaughter (EUA) / Velho / Farscape / Creptum (SP) – Sport Clube Mackenzie / Méier 08 - Miss Kittin (FRA) – Hostel Canoas / São Conrado 08 - Giovana Adoracion – Bar Itália / Niterói 08 - Rio Na Rua: Matheus VK – Praça Nelson Mandela / Botafogo (20h30 – grátis) 08 - Bike (SP) / Oruã / DJ Gordinho – Aparelho / Praça Tiradentes 08 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio 08 - Djonga / Sant / Lado A / Kayuá – Bar do Blues / São Gonçalo 08 - Segura O Grave / Bloco do S – City Lab / Santo Cristo 08 - Festa Batekoo: Blackyva – Viaduto de Madureira 09 - Punching Namard / Vulppe / Punk AnimalZ / Filhos do Totem / MC JPunk / Ocupa Sound – Centro Cultural Paschoal Carlos Magno / Niterói (10h – grátis) 09 - Regorge / Hellmen / Hurt / Indigestu – Usina do Metal / Nilópolis (17h – contribuição voluntária) 09 - RockZone Fest: Romeu / Solve / Reverb – Hashtag Bar / Vista Alegre (19h – grátis) 09 - Insanity Rock Fest: Moby Dick Rock Club / Cateto Oposto – Lona Elza Osbourne / Campo Grande 09 - Semana Internacional de Piano: Encerramento – Sala Cecília Meireles / Lapa 09 - Zambrotta Lo-Fi (PE) / Pessoas Como Nós – Rock´N Beer Pub / São Gonçalo (21h – grátis) 09 - Blind Horse / Gods & Punks – Néctar / Vargem Grande 10 - MIG - Movimento Independente Grunge: Séquito / Frogslake / Canella Seca / Dive – Rock´N Beer Pub / São Gonçalo (14h – grátis) 10 - Jamevú Sessions: Saulo Duarte (PA) – Casa Francisco / Santa Teresa  10 - MorMaÇo 07: Biltre - Praça dos Direitos Humanos / Nova Iguaçu (17h – grátis) 10 - Orquestra Petrobras Sinfônica – Carioca Shopping (17h – grátis) 12 - Lúcia Helena Weiss & Pedro Franco - Participação: Flora Purim & Marfa Kourakina – Centro Cultural da Justiça Federal / Centro 13 - Quintavant: Terry Riley & Gyan Riley – Sala Mário Tavares / Centro 14 – Chico Batera - Casa Julieta de Serpa / Flamengo

16 - Roda Cultural: Zona Restrita BXD / Banda Defon – Praça da Ponte Enviesada / Belford Roxo (11h – grátis) 16 - Alternativo Rock Club: Hawaii Carioca / Dois ou Dez / Jerry Matarazzo – Food Park Carioca / Maracanã (17h – grátis) 16 - Hip Hop Conhecimento: DJ Dree – Soma Hub / Duque de Caxias (19h – grátis) 16 - Festival Sounds: Kapitu / Vulppe – Clube Naval / Niterói 16 - Mulheres de Buço - Participação: Biltre / Minha Luz É De Led DJ Set – Estúdio Floresta / Cosme Velho 17 - Ensaio do Tambores de Olokun – Altura do Belmonte / Praia do Flamengo (16h – grátis) 17 - Lumus: Guaporés / Choclo / Filtra / Fábrica Nômade Sonora – Galpão Ladeira das Artes / Cosme Velho 17 - Orquestra Petrobras Sinfônica – Theatro Bangu Shopping (19h – grátis) 17 – Azymuth - Casa Julieta de Serpa / Flamengo 20 - Cintia Graton & Marina Cyrino: Le Chant Oublié – Maison de France 22 - Jazz Out: Tim Maia in Jazz – Hotel Vila Galé / Lapa 23 - El Toro Fuerte / gorduratrans / Fábio de Carvalho – Buda Burger / Duque de Caxias 23 - Victor Biglione & Bárbara Mendes – Bangalô / Barra da Tijuca 23 - Dream Team do Passinho Canta e Dança Jackson Five – Lona Carlos Zéfiro / Anchieta 24 - Lona Rock Sunday: Homobono / Diogo Gameiro / Jomar Schrank / Xha de Folhas Experimentais – Lona Terra / Guadalupe (14h – contribuição voluntária) 24 - Festival Headbanger Force: Dixie Heaven / Decifra-me / Ceiffador / Sentido Oposto / Arena / 7HE A77IC – Lira de Ouro / Duque de Caxias 27 - Baculeju da Sandra de Sá – Teatro Glaucio Gill / Copacabana 28 - Rael Canta Vinícius de Moraes – Theatro Bangu 30 - Hip Hop Conhecimento: Yas Werneck – Instituto Enraizados / Nova Iguaçu (16h – grátis) 30 – Leila Maria - Moviola Bistrô / Laranjeiras 30 - Matheus VK – Galpão Gamboa

Mostra Rússia: Um quarto de século através do cinema: traz o que há de mais relevante no cinema russo contemporâneo para a CAIXA Cultural Rio de Janeiro. A programação inclui, dentre outros destaques, três estreias em território nacional: Fábrica “Esperança” (2014), de Natália Meshaninova; Blues de Grozny (2015), de Nicola Belucci; e o premiado Algo Melhor por Vir (2014), da jovem diretora Hanna Polak. 19 de setembro a 1º de outubro (terça a domingo)

PROGRAMAÇÃO DO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO



MIMO FESTIVAL 2017: os principais destaques do line-up. A edição de Paraty é inteiramente dedicado a mulheres, e traz representatividade trans. Teremos artistas como Oumou Sangaré,, Teresa Salgueiro, Liniker e Os Caramelows, As Bahias e a Cozinha Mineira, entre outros. No Rio e em Olinda teremos Emir Kusturica, Ondatropica, Nouvelle Vague

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo recebe a 8ª edição do Festival Assim Vivemos com 32 filmes com temática sobre deficiência de 19 países COM ENTRADA FRANCA, A SEDE DO CCBB SP RECEBE O EVENTO ENTRE 20 DE SETEMBRO E 1º DE OUTUBRO

SOM: A HISTÓRIA QUE NÃO VEMOS                   CCBB Rio de Janeiro – 13 de setembro a 2 de outubro                    CCBB São Paulo – 4 a 23 de outubro     O som sempre esteve presente nas nossas vidas. Desde o quarto mês de gestação, é o primeiro sentido que desenvolvemos. É por meio do som que se dá nosso primeiro contato com o mundo exterior. Com ele, nossa personalidade ganha seus contornos iniciais. Mas, na sala escura do cinema, muitas vezes, ele não tem o seu valor reconhecido

Após sucesso de público e crítica em São Paulo, o espetáculo teatral “Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar”  realiza curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 22 de setembro a 1º de outubro (sexta a domingo). sempre as 19h

HAPPY LAPA: nova happy hour estreia no Teatro Odisséia, dia 22 de setembro, sexta-feira   De 19h às 22h, evento apresenta shows da banda Zé de Albuquerque (SP) e da dupla Chico Chico e João Mantuano (RJ), com o comando da experiente DJ TataOgan nas picapes. Produzido por Leonardo Rivera, da Astronauta Discos, e com entrada a R$10,00, os 100 primeiros que chegarem não pagam  

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 9 de setembro a 12 de novembro de 2017, a exposição Natureza Concreta, que discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias, vídeos e instalações em formatos variados, serão apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros. O projeto tem curadoria de Mauro Trindade e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

VIMIC ABRIRÁ SHOWS DO MEGADETH NO BRASIL EM NOVEMBRO   Banda de Joey Jordison, ex-baterista do Slipknot, se apresenta no país pela primeira vez

EXPO TOZ: O ARTISTA GRÁFICO TOZ, é o convidado do projeto “Os Amigos da Gravura”, que está completando 25 anos. A inauguração é no dia 14 de setembro (para convidados) e 15 (para o público), NO MUSEU DA CHÁCARA DO CÉU/SANTA TERESA

(colaborou @DonnieDarko73);

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