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Saturday, May 31, 2008

a primeira vez

Tava vendo uma reprise do show do Jools Holland no Film&Arts, quando ele perguntou pra KT Tunstall qual foi a primeira coisa que ela ouviu que a fez tomar gosto pela música (ela tinha dito antes ao Jools que nunca teve influencia caseira na carreira, ja que ninguém em sua casa ouvia música de especie alguma, diferentemente de Amy Winehouse, p ex, que foi influenciada pelos discos de jazz e soul do pai). Então, ela pensou e tascou: uma fita da Ella Fitzgerald, quando tinha uns 8 ou 9 anos. Ela disse que até hj imita a cantora, embora a sua voz não seja parecida.

Enquanto ela respondia, pensei: qual foi a música que me despertou e me levou a esse caminho? Não consegui lembrar, já que, desde cedo, acho que até ainda no útero, Beatles sempre foi a trilha sonora de minha mãe. Meu pai ouvia mpb, mas não com tanto afinco quanto mama devorava os fab four, bem como tbm Elvis e Jovem Guarda. Mas eu acho que o(s) primeiro(s) disco(s) que me deram um sacode foram: o primeiro do Clash, Led Zeppelin II, It´s alive dos Ramones, quando eu devia ter uns 12 ou 13 anos (até então, TV e cinema me ocupavam mais, embora sempre tivesse um radinho por perto onde ouvia de tudo, mas sem a noção de álbum, banda, som que mudaria a minha vida). E, antes deles, uns compactos de Elton John (by mama), com "Benny & the jets" e aquele junto com o The Who, "Pinball wizard". Adorava girar esses disquinhos...

E vcs aí, lembram qual foi o som que os despertou pra essa vida der amantes do rock pop? Hj em dia é mais dificil, já que se baixa milhares de arquivos ao mesmo tempo e mal se tem tempo de aprecia-los devidamente. Eu, p ex, levei varios meses ouvindo e tirando as letras urgentes do Clash, achando fabuloso o som que saia do vinil do Led Zeppelin (que maravilha era ouvir a "moby dick" no talo!) e tocando até arrebentar a fita com os Ramones nas pistas de skate. E, depois disso, as comportas se abriram (Devo, Kraftwerk, b52s, DK e todo o punk rock).
Tuesday, May 27, 2008

Altoids! Altoids!


Conheci os Altoids em 2001, em Los Angeles. Meu amigo que mora lá nunca deixa faltar uma latinha no console do carro. Na volta, comprei um pack com tres sabores básicos (peppermint, o vermelho; wintergreen, o azul; e spearmint, o verde). Basicamente é uma balinha de sabor forte (e curioso) para dar um alô no bafo, na garganta, ou, para quem fuma, substituir o cigarro até a próxima chance de acender um. A verde tem gosto de pasta de dente. A azul lembra o drops garoto, só que mais forte. O vermelho é o melhor. queima na língua.

Só que, de lá pra cá, o consumo do Altoids virou febre. Eles começaram a anunciar maciçamente na mídia (principalmente nas revistas de música e comportamento), deram um trato geral no site, criaram milhares de novos sabores (o de canela é ótimo, o de aniz/liquorice é horrível, tem uns azedos que vem em latas redondas, e até mesmo uns revestidos de chocolate, mais difíceis de achar, e até mesmo umas versões mini chiclets), passaram a vender em tudo quanto é ponto (do target ao aeroporto) e, finalmente, já podem ser achados tbm por aqui, em lugares como livrarias e lojinhas variadas, e até mesmo no site das americanas, pelo preço de dez contos (!) a latinha (em doleta, variam entre $ 2 e 3, dependendo do lugar, o pack com tres custa $ 5).

E então, tem algum coveiro aí viciado em Altoids e q tbm coleciona as latinhas diferentes como esse freak aqui? :-))
Sunday, May 25, 2008

Cosplay e coasmina

Já me chamaram duas vzs pra ser jurado de concurso de cosplay, mas nas duas nao deu pq eu tava trabalhando nos domingos. Agora, nao hesitei em aceitar a oferta de ser jurado do cosplay da mostra de anime e mangá do oi futuro, que foi neste domingo. Pra começar, a galera da oi nao devia ter acreditado na força da parada. Tanto que só programaram pra um dia, mas tiveram que começar no sábado, pela demanda. Quando cheguei la, por volta das 15h, a estreita rua dois de dezembro tava intransitavel, ninguem entrava mais no predio (tiveram que me buscar com segurança) e do lado de fora uma fila imensa ia quase ate a praia do flamengo. O produtor disse que ja tinham contabilizado mais de tres mil pessoas, sendo que uma galera chegou cedo, antes da parada abrir, as 8 da manhã! vale lembrar que no lugar os eventos são gratuitos.

O lance em si é um divertido festival de bizarrices e humor, quase um desfile carnavalesco trash, com as pessoas empenhadas em representar da melhor maneira possivel o seu personagem favorito de anime e manga (existem outros eventos que aceitam personagens de outros universos, com um só para princesas disney, por exemplo). alem de desfilar o modelito, na segunda parte rola uma encenação, com direito a fala e atuação sincronizada com áudio. O concurso daqui tava meio pobre, se comparado com os grandes que acontecem em sao paulo (e levam o vencedor até a mundial no japão), mas pela disposição da galera da pra ver que, com mais incentivo e eventos do genero, a parada vai longe. Publico, pelo visto, é o que não falta. Só faltou a rainha popota :-)

E eles se divertiram a valer, seja chamando alguns concorrentes de gay, uma menina mais gordinha de Willy (aliás, foi esta que ganhou, vestida de Sailor Moon, otima sincronia e empenho em fazer o tipo) e tentando achar defeito nas roupas e atuações de alguma forma. O que deixava os concorrentes mais nervosos no palco. Nos intervalos, um hors concours vestido de seu Madruga do chaves arrancou gargalhadas gerais com suas falas e danças malucas. Enquanto isso, os saloes futuristas do lugar abrigavam mostras de animes em videos, mangás estavam a disposição e outros objetos ligados a cultura pop japonesa em exibição. Pelo visto, em breve teremos outro evento desse mais caprichado por lá.
Friday, May 23, 2008

A ERA DA POSE

Da série, mais uma letra que vale conhecer, a de "Time to pretend" (tempo de fingir), do MGMT, que sintetiza bem o atual estado da pop music mundial, de um modo bem ironico, claro:

I'm feeling rough, I'm feeling raw, I'm in the prime of my life.//Let's make some music, make some money, find some models for wives.//I'll move to Paris, shoot some heroin, and fuck with the stars.//You man the island and the cocaine and the elegant cars.//This is our decision, to live fast and die young.//We've got the vision, now let's have some fun.//Yeah, it's overwhelming, but what else can we do.//Get jobs in offices, and wake up for the morning commute.//Forget about our mothers and our friends//We're fated to pretend//To pretend//We're fated to pretend//To pretend.

I'll miss the playgrounds and the animals and digging up worms//I'll miss the comfort of my mother and the weight of the world//I'll miss my sister, miss my father, miss my dog and my home//Yeah, I'll miss the boredem and the freedom and the time spent alone.//There's really nothing, nothing we can do//Love must be forgotten, life can always start up anew.//The models will have children, we'll get a divorce//We'll find some more models, everyting must run it's course.//We'll choke on our vomit and that will be the end//We were fated to pretend//To pretend//We're fated to pretend//To pretend//Yeah, yeah, yeah//Yeah, yeah, yeah//Yeah, yeah, yeah//Yeah, yeah, yeah

E o melhor: a banda está cotadíssima para vir no próximo TIM Festival! Quem é fã de Spacemen 3 e do spiritualized vai gostar do som...

*agora, vejam-nos no jools holland:

Thursday, May 22, 2008

Warsaw Division

Chegam aqui, quase simultâneamente, o filme "Control", baseado em biografia escrita pela mulher do cantor Ian Curtis, do Joy Division; e também o documentário "Joy Division", obviamente sobre a banda. Ambos iam estrear juntos, essa semana, mas o doc acabou passando para 6 de junho. Vi "Control" na última mostra de cinema e depois revi baixado. Achei bacana, mas não me empolgou tanto. Como é baseado em fatos vivenciados pela esposa de Curtis, Deborah (interpretada pela ótima Samantha Morton), ele mostra mais o lado dela, claro, da mulher que casou cedo e que viveu à margem do sucesso efêmero da banda, já que não acompanhava as turnês, pois tinha uma filha bebê para cuidar. E ainda teve que dividir Ian com uma amante belga. Também vale pela curiosidade de conferir a estréia na direção do fotógrafo e diretor de clipes holandês Anton Corbjin, um dos primeiros a clicar o Joy (que começou como Warsaw) e o responsável pela identidade visual de bandas como Depeche Mode e até mesmo U2, por exemplo.

Já o documentário "Joy Division", de Grant Gee, é o complemento perfeito do filme, já que mostra justamente o lado que não há na biografia, e ainda situa a cidade de Manchester como personagem importantíssimo para que uma banda como Joy Division tivesse surgido, em plena era punk. Além disso, há cenas nunca antes mostradas da banda e depoimentos da própria Annik Honoré, a tal amante, e, no final, uma fala de Curtis, gravada poucos dias antes dele se suicidar, em 18 de maio de 1980, antes do segundo disco da banda, "Closer", ser lançado. É também a última aparição do criador da Factory, Tony Wilson, falecido recentemente. Juntando com "24 hour party people", forma UM painel sobre a cena musical de Manchester (que explodiu nos anos 80 com Happy Mondays, New Order, o clube Haçienda e a rave culture).

O que fica? Que o JD foi, talvez, uma das últimas bandas legítimas da história, que aconteceu por si só, e acabou antes que se tomasse conhecimento dela de fato (eu mesmo só ouvi o 'unknown pleasures' pouco antes da morte de Ian, o que soou mais sinistro). A beleza disso tudo é que daí saiu o New Order, uma das bandas mais influentes dos últimos 20 anos. Isso éque é volta por cima...

SPECTACULAR! SPECTACULAR!

Alguns posts abaixo falei pra vcs da comédia musical "Os produtores". Não sou fã de musicais, não daqueles brega espalhafatosos (minha escola é mais ópera-rock, tipo "Tommy", "Hair" e "Jesus Christ superstar"), mas gosto das versões mais pop do gênero, como "The producers" (de Mel Brooks, tô louco pra ver a versão da Broadway de "Jovem Frankenstein"), o "Spamalot" do Monty Python e o "Hairspray" (baseado em filme trash/cult de John Waters), pq tocam no meu lado de cinéfilo/fã de música, e envolvem canções menos grandiosas e com um pé no pop/rock.

Mas há uma exceção nessa regra: "The sound of music", ou, "A noviça rebelde". Qndo criança, odiava esse filme. Freiras, violão, criancinhas, gente cantando em vez de falar? Que saco! (rsrsr) Mas, com o tempo, fui aprendendo a (des)gostar. Primeiro, pela historia de superação (real) da família von Trap, que fugiu do nazismo na Áustria e se estabeleceu depois como uma famosa trupe de cantores nos EUA. Depois, pelas incríveis letras e músicas originais, que ficam para sempre em nossos corações e mentes. O filme acabou me ganhando, aos poucos, como já havia conquistado toda a minha familia, da vovó ao filhinho, três gerações.

Agora, chegou a peça musical, que estreou no Rio (que não é igual ao filme, está mais próxima da versão teatral original, ora em cartaz em Londres). A única coisa que posso dizer pra sintetizar é o que o mestre de cerimônias de "Moulin rouge" diz: Spectacular! Spectacular! Nunca se viu nada igual em termos de qualidade de produção num palco brasileiro (bom, não vi as montagens paulistanas de musicais estrangeiros). Não só o novo Casa Grande é de nível internacional, como a montagem tbm. Som cristalino, luz fantástica, elenco afiado e afinado, e a história é ainda mais forte que na versão mais açucarada do cinema. Não há quem resista.

É provável que, com as montagens cada vez mais freqüentes desse tipo de show por aqui, leve ao surgimento de uma nova linha de profissionais, atores que cantam e dançam, e parte técnica, o que só vai elevar o nível geral, e estimulará até mesmo a criação de mega musicais locais, tipo exportação. Sem contar que o novo teatro pode receber shows musicais de qualquer estilo e porte. Dá um banho, em termos de acústica, em qq casa de espetáculos da cidade. Aplausos mais do que merecidos para todos os envolvidos nessa empreitada (do ator mais coadjuvante à orquestra, tudo é perfeito) e pela aposta neles. Bravo! Bravíssimo!

*nas fotos, a noviça original do cinema, Julie Andrews (acima); e, abaixo, a brasileira Kiara Sasso e as crianças (foto de Aveda)
Tuesday, May 20, 2008

SLAPT!

Não é melhor do que o primeiro, o imbatível "Os caçadores da arca perdida". Nem tão sombrio e pesado quanto o segundo, "No templo da perdição". Mas, com certeza, é bem mais quente e animado do que o último, "A última cruzada". Então, podem ficar sossegados que "Indiana Jones e o reino da Caveira de Cristal" é um filme que diverte e vale à pena, tanto para fãs, quanto para novatos.

Assisti hoje cedo, numa cabine, meio reticente. Tinha medo que George Lucas cometesse um novo "A ameaça fantasma", aquele filme merda que retomou a saga de "Star wars" nesse século. Mas como era o Speilberg que tava no comando do chicote, o barbudinho não apitou muito. Ainda que ambos tenham mentido quando disseram que iam fazer um filme à moda antiga, sem o uso de muitos efeitos CGI. Mentira. Tem. E muito. Desde a primeirísisma cena. Mas estão a serviço da história. Também não faltam muitas (e boas) cenas de stunts. É o que se espera.

A trama é absurda e cheia de lances inverossímeis como todos os filmes do Indy. Só que, dessa vez, há um leve toque sci-fi (mais do que isso não digo). Ele se passa 20 anos depois do último, que era nos anos 30, e vai para os anos 50 (assim como os fãs da série que esperaram 20 anos por este novo) e Indy meio que dá a entender que vai passar seu chapéu e chicote para um herdeiro. Quem não conhece a trilogia, é bom (mas não necessário) que se assista, pelo menos, ao primeiro e terceiro filmes da série, para captar citações, piadinhas e referências...


Saturday, May 17, 2008

BROOKLYN SOCIAL SCENE

DE TEMPOS EM TEMPOS ACONTECE, QUASE MAGICAMENTE, O SURGIMENTO DE UMA LEVA DE ARTISTAS E BANDAS NOVAS, QUE VEM DA MESMA PARTE E CRIAM UMA CENA, UM MOVIMENTO ARTISTICO/MUSICAL. NO MOMENTO, O LUGAR MÁGICO DA VEZ É O BROOKLYN, EM NOVA YORK. ISSO ACONTECE, EM PARTE, PORQUE A GALERA CRIATIVA QUE HABITAVA O EAST VILLAGE, EM MANHATTAN, SE MUDOU PRO OUTRO LADO DA PONTE, PEGANDO O TREM F. APENAS UMA ESTAÇÃO E VC ESTÁ NO MEIO DO BROOKLYN DO AGITO, BEDFORD-STUYVESANT, WILLIAMSBURGH. PASSEI UM DIA LÁ NA MINHA ULTIMA ESTADA EM GOTHAM CITY E O CLIMA É CONTAGIANTE, VOCE ATÉ SENTE NO AR: AS MELHORES LOJAS DE DISCOS, CLUBES, GALERA, CAFÉS, TÁ TUDO LÁ NA ÁREA ABAIXO DO QUEENS, QUE JÁ TÁ ATÉ HYPADA. E A PARTIR DO LCD SOUNDSYSTEM E DA DFA RECORDS, NO COMEÇO DA DÉCADA, SEGUIU-SE UMA LISTA DE NOMES CRIATIVOS, COMO VAMPIRE WEEKEND, MGMT, HERCULES & LOVE AFFAIR, SANTOGOLD E MUITOS OUTROS, TODOS COM DISCOS EXCELENTES JÁ LANÇADOS, E AINDA O DUO MUSICAL DE HUMOR FLIGHT OF THE CONCHORDS, IGUALMENTE GENIAL. COMO JÁ DIZIAM OS BEASTIE BOYS, QUE SÃO DE LÁ: NO SLEEP ´TIL BROOOKLYN!

*chequem o clipe oficial de "L.E.S. artistes":

Thursday, May 15, 2008

body count


Como a gente aqui gosta muito de música, aqui vai uma geral nos gadgets de mp3 que usei e testei nos últimos dois anos. Poizé, antes, a gente usava um walkman só por anos a fio...

iPod mini = minha entrada e provável saída no mundo dos iPods. não achava legal carregar aqueles tijolos e esperei aparecer algo menor e mais style. Esse parecia um sonho. Lindo, na medida certa, com acabamento em alumínio, embora com apenas 4 giga (logo depois saiu o de 8, claro). ponto fraco: bateria. mal durava cinco horas (prometiam oito) e, com alguns meses de uso, chegava a 4hrs no sufoco. além disso, dava tilt á tôa (uma amiga perdeu o dela com dois meses). resultado, em pouco mais de seis meses virou peso de papel. e a apple, claro, pra sacanear seus fiéis lançou o menor e mais estiloso nano, que, a essa altura, tbm já capengou (e a natureza que se dane com tanto lixo tecnológico produzido pelo evil Jobs). nota: 1 (só pelo visual)

Creative zen Video = uma maravilha. com resolução 4vzs melhor do que a do iPod video (mas os cegos pelos ipods nao repararam isso), essa maravilha de 30 giga é bem mais facil de carregar e aceita mais padroes de video (vejo series baixadas acoplando ele na tv, imagem nota mil). só peca pelo visual meio bruto, mas que, no entanto, o faz duro na queda. Ele tem fm, gravador e outros recursos que a apple não poe em seus modelos para poder vender mais perifericos caros para os fiéis otários de evil Jobs, embora custe mais barato que qq ipod básico. nota: 5

Sony (aquele tubo que parece um detonador de explosivos que mostrei pra vcs ano passado) = leve, bacana, com os melhores graves do mercado (nisso, ninguém bate a sony, meu md que o diga), excelente para usar em atividades fisicas ou que exijam mobilidade. e ainda traz fm, pedometro, cronometro, visor oled alaranjado, é durável, tem boa bateria (dura uns 4 dias, mole) e uma braçadeira ou clipe. Saiu agora um que é menorzinho e vira pen drive. nota: 5

iPod clip = esse ganhei de presente. usei um tempo na ginástica e pra pedalar, e depois esqueci. porque, além do som ser fraco (e os fones da apple serem abaixo da média, sempre troco por outros, recomendo os jvc de plugar nos ouvidos), nao consigo usar um troço onde nao dá pra ver o nome da música que tá tocando. nota: 2 (pela leveza, dá pra pendurar na camiseta, é o único produto com a marca ipod que uma pessoa com pouca grana pode comprar, daí o apelido de ipobre)

piratão = ma babe ganhou numa rifa um que é igualzinho ao ipod nano (inclusive racha o visor da mesma forma :-)). tem 4 giga, fm, toca video, custa pouco (uns 200 contos), facil de carregar, pq vira um pen drive pela usb, nada de programas proprietários (o que enfraquece os sony, apple e creative em geral). mas a interface gráfica é bem feia. deve ser usada em vários outros modelos made in china. uso no buzum, pq, se me roubarem, nao fará a menor falta. nota: 4

creative v plus = por fim, mas não por último, meu xodó. Já uso ha um ano (uma eternidade se comparado com algum produtor da apple!). cabe no bolso de moedas! tem 8 giga, fm, grava voz, entrada line (uso pra capturar meus vinis sem passar pelo pc!), toca video (pequeno demais, so pra ver uns clipes e capas q vem junto com os torrents). bateria bastante duravel (ate esqueço de recarregar). nada a reclamar, exceto que é todo controlado por um mini joystick, o que, para quem tem dedos gordos, pode ser dificil. como nao é da apple, quse ninguém usa ou sabe da existencia. os fones sao bacanas. e nao foi trocado seis meses depois, pq continua valendo até hj (aliás, foi a creative quem lançou alguns dos primeiros mp3 players portáteis). nota: 5
Tuesday, May 13, 2008

MORDENDO O TERROR


Minha última leva de filmes baixados foi temática: só terror

DIARY OF THE DEAD = mais um filme de zumbi do mestre George Romero. Talvez o seu pior. É como um Cloverfield capenga. toda a ação é registrada por cameras digitais amadoras. Mas amador mesmo é o elenco. Passou no RioFan e vai direto pra vídeo. * 1/2

THE SIGNAL = ondas emitidas por sinais de TV e celular transformam as pessoas, do nada, em ferozes assassinos. parece filme japones, mas não é. é meio cabeça, mas dá para o gasto ** 1/2

THE COTTAGE (cabana macabra) = comédia inglesa de terror, com cenas escabrosas e uma trama que começa de um jeito e termina de outro totalmente diferente. Não chega perto de "shaun of the dead", mas tem lá seus momentos. Com o gollum Andy Serkis. **

TEETH (VAGINA DENTATA) = filminho muito bacana que veio de Sundance e pode virar cult. Garota religiosa e celibatária descobre que sua vagina tem dentes e arranca fora os membros de quem come ela forçadamente. elenco legal (só galerinha desconhecida), bem feito, equilibra bem a satira, o humor negro e o terror moralista (tipo, só libere sua vagem para quem voce ama e te ama também, de verdade) ****

DOOMSDAY = o filme mais exagerado e com grana do ingles Neil Marshall, que fez o filme de lobisomen mais legal dos ultimos anos (dog soldiers) e o assustador descent/abismo do terror. Virus misterios dizima a Escocia nos dias de hoje, que é cercada e vira terra de ninguém. 20 anos depois, o virus volta e pode fazer o mesmo com Londres. Antes que isso role, garota marrenta (Rhona Mitra, kicking ass legal) vai lá na antiga terra dos scots pra trazer um antídoto. Mix de 28 days later com mad max 2 e mais um monte de sci-fi de terror. Rola muito sangue, cabeças e cenas nojentas, bem explicitas. Excessivo e cartunesco. Mas diverte. ***


Sunday, May 11, 2008

UPDATE/UPGRADE


AÍ, QNDO, FINALMENTE VC:

- COMPROU UM PS2, SAIU O PS3 COM BLU-RAY...
E VEM AI O PSP MAIS FINO E COM MAIS RECURSOS

-TROCOU A TV COMUM POR UMA WIDESCREEN 32,
SAIU A EQUIVALENTE EM LCD E MAIS BARATA

- COMPROU UM DVD GRAVADOR, SAIU UM COM HD,
E TOCANDO DVIX, QUE NAO ROLA NOS ANTIGOS

- TROCOU SEU IPOD POR UM MAIOR, SAIU AQUELE
COM CARA DE IPHONE E MAIS CAPACIDADE

-MONTOU UM HOME THEATER, SAIU UM MODELO
SEM FIO COM UPSCALING, DVIX E HDMI

-COMPROU UM TOCADOR HD-DVD, ESTE MORRE
E VENCE O BLU-RAY, E VC FICA NO PREJU

- QUANDO É QUE FICAREMOS DESCARTÁVEIS?
Saturday, May 10, 2008

INDY ROCKS!!!

POR CONTA DA IMINENTE ESTRÉIA DE "INDIANA JONES AND THE KINGDOM OF THE CRYSTAL SKULL", PEGUEI A MINHA CAIXA COM A TRILOGIA (QUE ESTAVA INTACTA, SÓ HAVIA VISTO OS EXTRAS E FEITO O TESTE THX) E REVI OS TRÊS FILMES EM DOIS DIAS: RAIDERS OF THE LOST ARK (CAÇADORES DA ARCA PERDIDA), "THE TEMPLE OF DOOM" (O TEMPLO DA PERDIÇÃO) E THE LAST CRUSADE/A ÚLTIMA CRUZADA.

ELES SÃO A SINTESE DO BOM FILME DE AVENTURA. GEORGE LUCAS CRIOU O PERSONAGEM BASEADO NOS ANTIGOS SERIADOS SEMANAIS QUE ELE VIA NO CINEMA QUANDO PEQUENO, QUE SEMPRE ACABAVAM COM UMA CENA INCRIVEL, OS TAIS CLIFFHANGERS (ALIAS, FOI VENDO FLASH GORDON QUE ELE SE INSPIROU PRA FAZER STAR WARS, SÓ NÃO FEZ FLASH PQ NAO TINHA GRANA PROS DIREITOS, DAÍ, IMPROVISOU). O INDIANA JONES DE HARRISON FORD É FORMIDÁVEL, BEM COMO AS SITUAÇÕES, A DIREÇÃO DE SPIELBERG E A TRILHA DE JOHN WILLIAMS. TUDO FUNCIONA À PERFEIÇÃO. E VISTOS NO CINEMA, COMO EU VI, NO METRO, TELÃO DE 150 GRAUS E CÓPIAS 70 M/M, ERAM INCRIVEIS AOS OLHOS TANTO DE CRIANÇAS QUANTO DE ADULTOS.

MAS O PRIMEIRO É O MELHOR DE TODOS. ATÉ PQ, É SEMPRE ONDE SE APOSTA TUDO E, CASO FALHE, VALEU. O SEGUNDO, SE FEITO HJ, TERIA QUE CORTAR ALGUMAS CENAS PARA NÃO GANHAR O CERTIFICADO R (NA ÉPOCA, FOI CENSURA 14 ANOS), É MUITO VIOLENTO. O TERCEIRO É MAIS LEVE E HUMORADO, NÃO EMPOLGA TANTO, MAS TEM LÁ O SEU CHARME, PRINCIPALMENTE PELA CENA DE ABERTURA, QUE EXPLICA VÁRIOS DETALHES QUE MARCARAM O PERSONAGEM.

AGORA FICA A GRANDE EXPECTATIVA PELO NOVO, QUE APARECE 20 ANOS DEPOIS DO ÚLTIMO, INCLUSIVE, NO TEMPO DO FILME, SE PASSARAM 19 ANOS (OS OUTROS ERAM NOS ANOS 30, ÉPOCA DA ASCENÇÃO NAZISTA, O NOVO SERÁ NOS ANOS 50), ATÉ PQ, O FORD JA TA COM 66 ANOS, POR AÍ, ENTÃO VÃO INTRODUZIR O SHIA LEBOUF COMO UMA ESPÉCIE DE APRENDIZ DE INDY, QUEM SABE SAI UMA NOVA SÉRIE DAÍ? QUAIS AS EXPECTATIVAS DE VCS QUANTO AO NOVO?
Wednesday, May 07, 2008

MÉDI


JÁ QUE FALAMOS EM VÍCIOS, GOSTARIA DE REVELAR O MEU ÚNICO, QUE TENHO DESDE GAROTINHO: A REVISTA "MAD". ACHO QUE JÁ FALEI DELE NA ANTIGA ENCARNAÇÃO DESSE BROGUE, MAS COMO A REVISTA VOLTOU, PELA QUARTA VEZ, NÃO RESISTI.

FOI A "MAD", JUNTO COM OS FILMES DE MEL BROOKS, QUE AJUDOU A DESENVOLVER O MEU ESPIRITO CRITICO/SATIRICO. TODO O RESTO FOI CONSEQUENCIA. ADORAVA LER AS SATIRAS DE CINEMA E AS CHARGES QUE, PARA A ÉPOCA, ERAM BEM OUSADAS. TIPO, LER A "MAD" NA ESCOLA PODIA DAR ATE SUSPENSÃO. ERA ALGO SUBVERSIVO.

A REVISTA VOLTA A SER PUBLICADA NO BRASIL PELA QUARTA VEZ, DESDE 1974, DESTA VEZ PELA PANINNI COMICS (JA FOI DA EXTINTA VECCHI, RECORD E MYTHOS). E, MAIS UMA VEZ, NÃO CONSIGO PARAR DE COMPRAR ESSA JOÇA. NEM QUE SEJA PARA PASSAR O TEMPO QUANDO ESTOU DESPACHANDO COM O SR. BARROSO. É PRA ISSO QUE ELA SERVE, NA MAIORIA DAS VZS (RS)

*NA "FOTO", O MASCOTE DA REVISTA DESDE QUE ELA SURGIU NOS EUA, NOS ANOS 50, O PRIMO PERDIDO DE GEORGE W. BUSH, ALFRED E. NEUMAN, Q N SE PREOCUPA COM NADA...
Tuesday, May 06, 2008

24 anos...


...foi o tempo que aquela garota austríaca ficou presa num porão...

Quando ela entrou na cela:

-não existia telefone celular
-ainda não tinha rolado o rockinrio
-não tinhamos tv a cabo ou pc em casa.
-muito menos internet, mp3 etc...
-eu nem imaginava que ia ser pai
-sequer conhecia ma babe
-o rio fanzine não era nem uma idéia
-o muro de berlim ainda estava de pé
-alguns de vcs nem tinham nascido
-completem os pontinhos................
Monday, May 05, 2008

Go Mifune, go?

Acabei de chegar da pré de "Speed Racer", a adaptação dos irmãos Wachowski pro clássico anime dos anos 60. Direto ao assunto? Não me impressionou muito, talvez só às minhas retinas. Pq o filme é um caleidoscópio, quase uma acid trip, muita cor e piscação e pouco conteudo. Sei lá, me deu até um certo sono...


O começo é lento e meio chato e a gente demora um pouco a entrar naquela trip. As corridas em si não são muito emocionantes, pq são tão artificiais que não nos toca, talvez só mesmo a die hard fãs de games de última geração ou garotinhos. Só gostei mesmo de um rali que rola no meio do filme, totalmente inspirado num episódio em três capítulos do desenho. Essa parte foi bem fiel, e mesmo bem cartunesca, tem um pouco mais de emoção. Já na parte das atuações, como todo mundo tá contracenando com tela azul, ninguém se destaca. Emile Hirsch, que é um bom ator, não passa muita empatia como Speed. O macaco chim chim (zequinha) é bem mais simpático que os humanos.


Bom, vou remoer mais o filme no cérebro. Mas valeu, pq vi a cópia do Mach5, que tava exposta lá na porta do Odeon. Acho que esse filme não vai arrebentar tanto na bilheteria como o do iron man...
Sunday, May 04, 2008

Preto no branco

Vc é do tipo de pessoa que deixa de ver um filme só pq ele é em preto e branco? Certa vez estava numa maratona do Estação e, quando chegou a hora do filme surpresa (que foi "Rumble fish"), os camaradas que tavam na minha frente, mal o filme começou, comentaram: "ih, é em p-b". Dito isso, foram embora. Deixaram de ver um dos maiores pequenos filmes de Coppola. Por puro preconceito. Nunca esqueci isso, pq fiquei muito revoltado com essa atitude imbecil.

Digo isso pq, num espaço de poucas semanas, vi dois filmes em pb, lançados na safra 1950/51, que são dos melhores que já vi na vida: "A streetcar named desire/Uma rua chamada pecado" (o filme que fez a fama de Marlon Brando) e "All about eve/A malvada". Ambos os filmes são bons em todos os aspectos: roteiros soberbos, atuações incriveis, direção impecável, e tudo sem cor. "A malvada" até passa na TV a cabo colorizado, mas eu prefiro ver na fotografia original. Tbm vale destacar que, no caso do primeiro, não há atriz que pudesse fazer a protagonista Blanche, só a Cate Blanchett. Pro papel de Brando, não haveria ninguém. Salta aos olhos a diferença de atuação de então com as carinhas bonitas de hoje. Não há nem comparação. É incrível.

Da mesma safra tbm faz parte um de meus cult movies, "Sunset boulevard/Crepúsculo dos deuses". Este, mesmo q feito hj, tinha q ser em p-b. É lúgubre, dark, meio expressionista, e isso ajuda bastante o tom do filme. Mas, por não ter cor, mal passa na TV, os DVDs estão nas bancas de promoção das lojas a 10 contos. Sinceramente, acho um preconceito pra lá de estupido não ver um filme só pq ele não tem cor, independentemente de sua qualidades (e alguns nem são tão antigos assim, pq tem gente que associa: filme p-b = velharia). Nem se trata de cada um vê o que quer, já que "Psicose" de Hitchock também é monocromático, e é um filmaço, bem como o "Dr strangelove", do Kubrick. Imagine se a música tivesse cor, o que seria dos Beatles?! ?
Saturday, May 03, 2008

o som do som


Já comentei aqui com vcs algumas vzs, e acho que até ja falei disso no Rio Fanzine, sobre a péssima qualidade do som atualmente, por causa das compressões para tocadores de mp3 e pelo uso que a galerinha faz disso, ouvindo em caixas de som do pc e fones de ouvido, sem contar que alguns djs ainda tem a coragem de tocar cds com arquivos mp3 em suas festas, resultando em som lixo na pista (e ainda cobram entrada por isos, sequer compraram os discos). E, claro, ninguém reclama pq já estão acostumados com esse baixo padrão em casa.

A mais recente edição da "Rolling stone" americana traz uma materia comprovando que a própria industria fonográfica está nivelando por baixo a qualidade dos cds (que, por si só, já tem o som pior do que o dos vinis, perdendo nas frequências mais graves). Ou seja: as gravadoras estão equiparando, equalizando os cds em taxas mais baixas, para que, qndo estes forem ripados para mp3, não darem tanta diferença para o ouvinte atual, que já está acostumado com o som porcaria mesmo. Vale lembrar que o mp3 reduz em quase 80% o som real de um disco, cortando um monte de frequências e comprimindo canais, sumindo com detalhes e nuances do som, que, dizem, nosso ouvido não capta.

Não sou purista por nada, mas em termos de som sempre quero o melhor e não abro mão de uma boa aparelhagem (o que incui tbm caixas de som adequadas) para ouvir meus discos. Ainda mantenho pickup para vinil, com agulha profi e tudo, pq prezo a qualidade. Há uns dois meses toquei numa festa de rock e, antes, tava rolando um som em cd (cd áudio, não mp3) e qndo abri meu set com "People are strange" com Echo & the Bunnymen, num vinil que comprei há uns 20 anos em Londres, o som "abriu" geral! Impressionante a diferença. No teste da RS, o repórter comparou um disco em vinil original do Led Zeppelin, com uma versão em cd, e mais uma versão em cd lançada recentemente. Adivinhe qual tinha o melhor e o pior som? O vinil ganhou longe e o cd lançado mais recentemente (o de "remasters") perdeu dos cds anteriores. E aí?

*o aparelho da foto parece reunir o melhor dos dois mundos, amplificador valvulado com dock para ipod e um tocador de cd que deve ser bom...

I scream for ice cream!



Se tem uma coisa que me tira do sério, no bom sentido, é sorvete. Adoro sorvete, assim como tem gente que é viciada em chocolate. Pra mim, não tem dia, hora ou clima que me impeça de sorver um bom creme congelado (aliás, sorvete no frio é o fino). E, recentemente, descobri dois aqui na cidade que me fazem mudar de caminho só para passar perto de uma loja que os venda: o coreano Melona e o angeleno-coreano de origem, e agora abrasileirado, Yogoberry.

Explico: o Melona (que, além do sabor melão, que é sensacional, tem tbm banana e morango) chegou ao Brasil através de um empresário japa de São Paulo (lá, vende no bairro da Liberdade e custa $ 3,50), via Havaí. Já o Yogoberry é uma versão carioca do super hypado PinkBerry (as filas nas lojinhas de Los Angeles, que conferi in loco ano passado, são imensas), sorvete à base de iogurte com uma versão chá verde, criado por uma empresária coreana. O lance são os toppings: vc enche o copinho de berries variados e outras frutas e doces, de babar e pedir bis.

O Melona se acha aqui numa loja multimarca do shopping da Gávea e também num restaurante japa no começo da Dias Ferreira, no Leblon, com preço agiado de $ 5. Já o Yogoberry tem loja única na Visconde de Pirajá, do lado da Letras & Expressões de Ipanema. Custa a partir de $ 6, dependendo do tamanho do copinho e dos toppings (pequeno, médio, gramde e de um a três toppings, custando, na versão maior com tudo, dez contos). Fiquei viciado nesse último e arranjo qualquer desculpa para passar na vizinhança, que nem é no meu caminho :-))
*post dedicado a Cindy e Popota, as rainhas do "grito" (rs)
Thursday, May 01, 2008

Legalize?

Neste domingo (4/maio) rola no Rio a marcha da maconha, e também a sua contra-marcha, a da família contra a legalização. De qual lado vc fica? No meu caso, nunca fui fã de cigarros e fumaças. Ali pelos 13 anos experimentei nicotina no banheiro da escola e não gostei do sabor. Tentei por um fim de semana os mentolados, mas me faziam tossir, ficar com mau hálito. E pensei: com a grana que gasto nisso dá pra ir ao cinema, comprar um disco, uma revista... Alguns anos depois chegou o cigarrinho verde. Tava fazendo trilha nas paineiras e alguém sacou um. Como não sou político, não vou dizer que fumei mas não traguei q isso é ridículo. Traguei até demais, o que me deixou pra lá de bagdá. No começo, a sensação foi boa, mas depois, tive um piripaque tremendo, passei mal um dia inteiro. Tentei mais uma vez numa festinha, mas, novamente, não rolou. Não gosto de nada que me deixe mole ou com taquicardia (não tomo nem red bull), ou me tire da real. Mas reconheço que a erva não é tão danosa à saúde, tanto que tem uso medicinal em alguns países. Já o cigarro comum, não te dá nada em troca, a não ser câncer. Na duvida, continuo usando meu dinheiro pra comprar coisas que me dão prazer, não problemas de saúde. Mas cada um na sua, contanto quer não encha o saco do vizinho. Pior é a hipocrisia, é mais nociva e não tem cura...

NA CIDADE

NOVEMBERINAS:

Teatro Odisseia 17 – Siriun / Gutted Souls / Obituary (EUA)  21 – Delain (HOL) 26 - Vanguart / Ariella

Teatro Rival 16 – Tempero Carioca 17 - Eddie 22 – Rival Rebolado 23 – Nelson Sargento 25 – Festa Batmakumba: Abayomy 30 - Festival Norueguês: Sondre Lerche / Greni

Teatro Riachuelo 22 – Golden Boys

Casa Julieta de Serpa (Praia do Flamengo) 19 - Paris Jazz & Blues: Marcio Lott & Charles Marot Trio  26 - Paris Jazz & Blues: Carol Fazu

Coordenadas Bar (Botafogo) 05, 12, 19 e 26 – Pedro Baby & Convidados 21 - Sérgio Rocha Blues Band: Homenagem a Celso Blues Boy Estúdio Fórum (Botafogo) 24 - Sexta Infame: PxExNxE (COL) / Blaspherion / Lástima / Baga

Solar de Botafogo 16 – Paulo Malaguti 22 - Andrea Dutra & Cacala Carvalho & Elisa Queirós: Salto Triplo 24 - Kosmus / Aura / Psilocibina 29 – Gabriel Calisman Audio Rebel 17 - Ostra Brains / ‎Whatever Happened to Baby Jane (ES) 18 - Os Chás / Ente 19 - Altair Martins & Widor Santiago & Marcelo Magalhães Pinto & Didac Tiago & Roberto Rutigliano: Homenagem a Miles Davis & John Coltrane

Theatro Net Rio 27 -  Alessandra Verney  29 – Silva Canta Marisa Monte 

Blue Note 16 - Didier Lockwood Trio (FRA)  17 - Antônio Carlos & Jocafi Convidam Ithamara Koorax (20h)  17 e 18 - Amaro Freitas (22h30) 22 - Banda Zil (20h) 22 - Lina Nyberg (SUE) – Participação: Ilessi (22h30) 23 – Quarteto do Rio & Roberto Menescal – Participação: Joyce & Wanda Sá & Pedro Miranda (20h) 23 – Insula (22h30) 24 e 25 - Kenny Garret Quartet  29 e 30 - Ed Motta: Baile do Flashback

Ganjah Lapa 16 - Samba Que Elas Querem 17 - Anjos de Vidro / Mara Rúbia 22 - Conterrâneos 28 – Theozin

Sala Baden Powell 18 – Boca Livre 19 - Fhernanda Fernandes - Participação: Andréa França, Clarisse Grova, Nana Kozak, Ninah Jo, Sandra Duailib 22 – Doralyce & Maracutaia 25 - Augusto Martins & Paulo Malaguti 26 - João Carlos Assis Brasil & Carlos Navas

KM de Vantagens Hall 17 e 18 – Marisa Monte & Paulinho da Viola

Praça da Apoteose 18 e 19 - DNCE / Bruno Mars

Teatro da UFF (Niterói) 24 a 26 – MPB – a Era dos Festivais: Soraya Ravenle & Edu Krieger & Marcelo Caldi & Fabiano Salek & PC Castilho

Planet Music (Cascadura) 18 - Fugindo da Realidade / De Outono / Fall Back / Visceral Fear / We Are The Revenge  25 - For Annie / Ollie / Colorado / Visceral Fear

Imperator 19 - Folakemi / Jesuton / DJ Marcello MBGroove 20 – Mariene de Castro 21 – Terraço do Imperator: Jazz Pras Sete: Pimenta Jazz Trio 22 – Marcio Gomes 23 – Humberto Gessinger: “A Revolta dos Dândis – 30 Anos” 24 – Cidade Negra Canta Gilberto Gil 25 – Terraço do Imperator: Forró Lánalaje: Trio Ventura / DJ Edna Carvalho 25 – Paulinho Moska 26 - Fafá de Belém (com Manoel & Felipe Cordeiro): Guitarradas do Pará 28 – Coral Imperator

Centro de Referência da Música (Tijuca) 16 – Magali 17 – Carlos Uzêda 18 – Ana Costa & Carrapicho Rangel 21 - Dagô 23 – Felipe Adetokunbo 24 – Nina Rosa & Thiago Kobe 25 – Rodrigo Maranhão & Pretinho da Serrinha 29 – Joyce Cândido Canta Elis Regina  30 – Michel Taski O Pecado Mora Ao Lado (Praça da Bandeira) 15 - Acidez (MEX) / Pós-Sismo / Juventude Maldita (SP) / Dissgrama  18 - Sétimo Andar / Circus / Roterdan / Pilfer

Aparelho (Centro) 18 - Second Come 24 - Felipe Zenicola / Marcos Campello / Lucas Pires  Motim (Centro) 24 - Gragoatá / Vitor Milagres / Daniel Villares

Quintas no BNDES 19h - grátis 16 - Karla da Silva 23 - CDR Style 30 - Sergio Santos

Teatro Glauce Rocha (Centro) 16 - Fábrica Orquestra  23 - Alice Passos & Maurício Carrilho  30 - Olivia & Francis Hime CCBB 18 - Madrugada no Centro: Larissa Luz - Participação: MV Bill & Caio Prado / Festas Soul de Santa, Trap'in, QXO  Museu de Arte do Rio 24 - Sarau do Alemão / Rincon Sapiência

Som no Deck T.T. Burger - Leblon 19h - grátis 16 - Os Camelos 23 - Pimenta Jazz Trio 30 - Qinho

BRASIL EM TRANSE: Com curadoria de Ismail Xavier e coordenação da Sociedade Amigos da Cinemateca, em parceria com a Cinemateca Brasileira e o Cinusp, esta Mostra reúne mesas de debate e exibição de filmes que acontece de 16 de novembro a 1º de dezembro, em São Paulo. CINEMATECA BRASILEIRA

Circuito SESC 17 - São Gonçalo: Cassiano & Trio Beija Flor (16h - grátis) 18 - Copacabana: Guilherme Pimenta Trio (16h - grátis) 19 - São Gonçalo: Monarco (16h - R$ 20) 20 - São João de Meriti: Ed Motta SOLO (16h - R$ 20) 24 - Niterói: De Leve (19h - R$ 20) 25 - Madureira: De Leve (17h - R$ 20) 25 - Ramos: Cassiano & Trio Beija Flor (17h - grátis) 25 - São Gonçalo: Bebeto (17h - R$ 20) 26 - Madureira: Dorina (17h - grátis) 26 - São Gonçalo: De Leve (19h - R$ 20) 29 - Tijuca: Marcelo D2 & SambaDrive (19h30 - R$ 20) 30 - Tijuca: De Leve (20h - R$ 20) ______________________________

MIXX: 17 – Santos – Praça XV 17 - Victor Bertrami Quarteto - Participação: Azymuth, Arthur Maia, Robertinho Silva, Kiko Continentino – Casa com a Música / Lapa 17 - Aether / Tempus Fugit – Lona Elza Osborne / Campo Grande 18 - Festival Rock no Parque: Bala N'Agulha / Dona Penha – Arena Dicró / Penha 18 - Wake The Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Magé Futebol Clube 19 - Surra (SP) / Plastic Fire / Halé / Triunfe – La Esquina / Lapa

25 – Qinho - Ahlma.CC / Leblon 25 - AcaraJazZ: Bondesom / Juliana Linhares / Doralyce – Rio City Lab / Santo Cristo 26 - Alaska (SP) / Hover / Whipallas – La Esquina / Lapa 26 - Cervical / Mari & The GoodFellas / Facing Fear – Calabouço / Vila Isabel 29 - Baculeju da Sandra de Sá – Teatro Glaucio Gill / Copacabana

o MIMO, que chega a Olinda nesse fim de semana (17 a 19 de novembro).   É a última etapa de 2017 do festival – depois de passar por Portugal, Tirandentes, Ouro Preto, Paraty e Rio de Janeiro –, com 44 atrações gratuitas de música, cinema e educação.

Abertura da exposição de fotografias de Raymond Depardon, “Un moment si doux”, no dia 1º de novembro. Depois de passar por Paris e Buenos Aires, o CCBB Rio recebe as 170 fotografias de diferentes cores e formatos tiradas na Europa, África e América Latina, incluindo o Brasil. Ate 22 de janeiro. qua-seg 9am-21pm. Grátis.

SHOW SOBREGAL - MARCELA MANGABEIRA Dia: 16 de novembro (quinta-feira) Horário: 20h Local: Teatro Municipal Café Pequeno Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon - Rio de Janeiro, RJ Tel.: 2294-4480

50 ANOS DE CARREIRA: Antônio Carlos e Jocáfi convidam Ithamara Koorax Dia 17 de novembro (sexta) Blue Note Rio – Av. Borges de Medeiro, 1424 - Lagoa   SESSÃO: Sessão: 20 horas

Tropicália ganha exposição tech com livre reinterpretação conceitual Nos 50 anos do movimento, na Galeria BNDES   Os artistas Barbara Castro e Luiz Ludwig, do estúdio Ambos&&, apresentam uma livre reinterpretação dos conceitos do movimento tropicalista à luz da arte e da tecnologia. Com a exposição Vamos Comer, estimulam o público a “devorar” experiências sensoriais e orgânicas, incluindo quatro instalações de arte computacional. Ela está aberta a visitações na Galeria BNDES, no Rio, entre os dias 18 de outubro e 1º de dezembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h

Parque Villa-Lobos/SP recebe SlowKids em 18 de novembro     Evento gratuito busca desacelerar as crianças do universo tecnológico com um dia inteiro de brincadeiras tradicionais, teatro, literatura e música; “Kombi dos sonhos” será uma das novidades desta nona edição

MOSTRA DE CINEMA ARGENTINO CONTEMPORÂNEO VOLTA À CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EM SUA SEGUNDA EDIÇÃO   Histórias extraordinárias apresenta uma seleção com os melhores filmes recentes do país vizinho. Debates com cineastas e especialistas completam a programação Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2 Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro  (Metrô e VLT: Estação Carioca) Telefone: (21) 3980-3815 Data: de 07 a 19 de novembro de 2017 (terça-feira a domingo)

'Cria', novo espetáculo de Alice Ripoll no grupo Suave, traz 'dancinha', dança contemporânea e funk ao Sergio Porto/HUMAITÁ e ao Centro Coreográfico. o trabalho estreia dia 17 com 10 dançarinos em uma mistura inovadora que também traz a dança afro, o afrofunk, o passinho, contato- improvisação e linguagem teatral de 17 a 20 de novembro de 2017 Horários: Sexta-feira - 21h                 Sábado - 21h                 Domingo - 20h                 Segunda-feira - 21h

O espetáculo “Kid Morengueira – Olha o breque!” homenageia Moreira da Silva (1902 – 2000), o cantor que popularizou o samba de breque, tornando-se um ícone da música brasileira. O samba permitiu a ele criticar, sempre com muito bom humor, os poderosos com seus desmandos, os malandros que conheceu na noite, e os compositores que ajudou a tornar conhecidos. A peça estreia para uma curta temporada no Teatro I do Sesc Tijuca - de 03 de novembro a 03 de dezembro, de sexta a domingo, sempre às 20:00.

Após o sucesso da temporada nos meses de abril e maio desse ano, que passou por sete cidades brasileiras e esgotou em todas as praças, o espetáculo “STOMDUP” de Tom Cavalcante volta para novas apresentações no Rio de Janeiro (dia 01 de novembro, no Teatro Bradesco Rio); Natal (dia 30 de novembro, no Teatro Riachuelo); Fortaleza (dia 01 de dezembro, no Teatro RioMar Fortaleza).

SOLID ROCK: a participação da banda Lynyrd Skynyrd no Solid Rock (Curitiba, Pedreira Paulo Leminski, dia 12/12; São Paulo, Allianz Parque, dia 13/13; e Rio de Janeiro, Jeunesse Arena, dia 15/12) acaba de ser CANCELADA por motivos pessoais da banda. No lugar, Cheap Trick será a banda que fará parte do lineup, junto do Deep Purple e Tesla. Mais informações sobre devolução de ingressos serão divulgadas em breve.

(colaborou @DonnieDarko73);

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