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Mostrando postagens de Agosto, 2018

A NOVA ONDA DE ANIMAÇÕES

Foi lançada, neste agosto, a nova série animada de Matt Groening (o criador de ‘Os Simpsons’ e ‘Futurama’), ‘(Des)encanto’ (‘(Dis)enchantement’), pelo Netflix. Apesar das expectativas (por ser de quem é), o piloto é bastante convencional, e os episódios seguintes, não vão muito adiante: animação simplória, piadas óbvias, nem um pouco do senso de rebeldia que víamos nas primeiras temporadas dos Simpsons ou mesmo nos trabalhos pregressos de Groening (as tirinhas ‘Life in hell’). É apenas uma pouco inspirada paródia de fantasia medieval. Sem o mesmo encanto de antes.



Então, caso você queira ver outras animações direcionadas para adultos, o próprio Netflix tem algumas das melhores do momento, em seu catálogo. A começar por ‘BoJack horseman’ (em produção desde 2014) sobre um cavalo ator (!), que já teve seus dias de glória em Hollywood, e tenta reerguer sua carreira, fazendo todo o tipo de jogadas comerciais para isso.A criação de Raphael Bob-Waksberg é sombria, cruel, um bocado deprê e ba…

MEGALLODON. MAS, PODE CHAMAR DE MEG

Filmes com tubarões sempre são, no mínimo, tensos e divertidos. Tem sido assim, desde o clássico do gênero, ‘Tubarão’ (Jaws, 1975), de Steven Spielberg, passando por abordagens mais atuais, como ‘Do fundo do mar’ (Deep blue sea, 1999) e a trasheira assumida da série ‘Sharknado’, feita direto para a TV.


De tempos em tempos, surge um filme com esqualos, que tenta suplantar o anterior. E ‘Megatubarão’ (The meg), de Jon Turteltaub, se insere nessa linhagem com honra. Porque, ao mesmo tempo, dá um upgrade no bicho (trazendo uma espécie extinta, o imenso Megalodon), e  faz uma homenagem a todos os seus antecessores que merecem: o tubarão de Spielberg aparece numa camiseta, o laboratório submarino, a criancinha, a praia apinhada de gente, os ataques súbitos, está tudo lá.



O filme, se divide em: resgate, fuga, ataque e triunfo, como numa sinfonia bem azeitada, com personagens bem construídos e com arcos emocionais bem desenvolvidos. Porque é adaptado de livro, que fez sucesso na década passada.…

A TURMA DO ARCHIE SE RENOVA

No dia 26 de outubro, estreia na Netflix, a série ‘O mundo sombrio de Sabrina’. Mas, quem é Sabrina? É aquela jovem feiticeira da Turma do Archie, lembra? Não? Então, vamos recapitular:
Tudo começou com ‘The Archie show’, série em desenho animado da Filmation, que estreou em 1968, nos Estados Unidos. Na verdade, a gênese da turma é mais antiga. Vem dos gibis, com os personagens criados por Bob Montana, em 1941. Mas, foi com o desenho musical, que veio na aba do sucesso dos Beatles e dos Monkees, que a turma do Arquibaldo (como se chamava nos quadrinhos aqui) deixou de ser um segredo dos tempos de inocência americanos e se tornou conhecido mundialmente. Os desenhos para TV do Archie, foram produzidos até 1978, e, nesse meio tempo, deram origem a um spin-off (‘Josie e as gatinhas’, pela Hanna-Barbera) e lançou personagens secundários ao estrelato, o caso da feiticeira Sabrina (uma lourinha groovy).


Mas, o que fez tudo acontecer mesmo, e tornou a fictícia banda do Archie num sucesso mundi…