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Saturday, March 31, 2012

MINHA NOITE COM JELLO BIAFRA




A primeira vez em que jello biafra, dos dead kennedys -- que passou esta semana pela segunda vez no rio com sua nova banda --, veio ao brasil, nao foi para um show, mas para protestar. ele veio especialmente ao rio para acompanhar de perto a comitiva americana na eco-92, no riocentro, e protestar. contudo, ele acabou no meio de um show la no circo voador (nao me lembro de quem agora) e cantou umas duas songs do dk e se jogou na plateia, daquele seu jeito de como quem toma um choque elétrico.

dias depois, na verdade algumas noites depois, ele acabou na casa do renato russo, em ipanema. como juninho sabia q eu era fazao do dk, me deu o toque e eu apareci na area. alguem disse a jello q renato era um nome importante do punk rock e assim o encontro se deu. mas jello nao estava muito a vontade la no ape de rr, pois este estava com dois garotoes na parada e delirando demais (se nao me engano, assistindo a um vhs gringo de juventude transviada). alem de jr e os rapazes, so havia nós dois e o clima ficou meio esquisito (rs). entao, jello me pediu para leva-lo ate o apart em que estava, no leblon (talvez tenha sido hospede no ape de alguem, tbm nao lembro bem), e, como na epoca eu morava na area com ma babe, nos fomos andando pelo calçadao da praia, altas horas, ja que tambem era o meu caminho.

no trajeto, conversamos sobre a cena punk carioca e nacional, expliquei para ele as diferenças que haviam entre a daqui e a de sp, p ex, por onde ele ja tinha passado e comprado uns discos (vinil) na baratos afins -- jello andava com uma vitrolinha portatil para testar os discos que comprava, inclusive um rarisismo do modulo mil, que ele ja veio de san francisco no encalço -- ele ouviu a tudo com bastante curiosidade e, como todo gringo, se espantava com os enormes abismos sociais que existiam -- e ainda existem -- no brasil, sobretudo no rio, onde riqueza e pobreza convivem lado a lado entre as favelas e os bairros ricos da zs. ele nao entendia como os rockers daqui viviam tao bem, quando rock, basicamente, é musica de proleta, principalmente punk rock. ao fim de nossa jornada, me presenteou com uma camiseta que puxou da mochila, com um slogan pro-vinil, que, naquela epoca, meio que entrou em extinção pela acelerada popularização do compact disc.

no fim do papo/caminhada, jello achou curioso eu saber que o seu nome real era eric boucher, num tempo em que nao havia internet/google (mas eu era um garoto aplicado, rs). era um tempo em que nao havia, tambem, celular, e nao se andava com maquinas fotograficas no bolso se nao tivesse um proposito. portanto, nao ha qualquer foto de nosso encontro, nem dele na casa de renato. só nós (e agora, vcs) sabemos disso...
Thursday, March 29, 2012

RÁ-UUUL!!!



Raul Seixas nao foi de minha geração. Qndo o conheci, ele ja estava no fim. Contudo, quando guri, torci por ele, pela figura, num festival da canção, por ter me chamado a atenção com o rock-baião 'let me sing'. Era diferente de tudo o q estava no festival, fora os Mutantes. Só vi Raul de perto duas vzs: a primeira, qndo trabalhei na produção do musical mixto quente, em show na praia do pepino. Raul passou rapido, cambaleante, levado por ajudantes. Ele mal conseguia ficar de pé no palco. Alguns anos antes, havia escalado o morro da urca pra ver um show dele no noites cariocas, mas o lugar tava tao lotado que mal vi/ouvi de longe. a maioria dos meus amigos, que como eu, nao o conheciam, tinha ido lá pra ouvir o censurado 'rock das aranha'.

Conheci raul seixas, verdadeiramente, só agora, com o sensacional documentario de walter carvalho, que me levou as lagrimas no final, 'raul seixas: o inicio, o fim e o meio'. nao só é o melhor doc musical nacional q ja vi, como tbm um dos melhores em qq categoria. carvalho nao so nos revela, detalhadamente, quem foi raul, como nos mostra tudo, com riquezas de detalhes, sem evitar nenhum tema polemico ou usar de chapa branca. O grande legado do doc, a meu ver, é desfazer a imagem de maluco beleza pura e simples, que foi o q ficou de raul para quem nao o conheceu de fato. ele é muito mais do que isso: pioneiro do rock no brasil (em 1957, aos 13 anos, ja tinha uma banda, imitando elvis), pioneiro na fusao de rock com ritmos nordestinos -- para ele, luiz gonzaga e elvis tinham a mesma pegada -- alternativo de fato (nunca esteve ligado a tropicalia ou a mpb) e que usou do sistema para passar sua mensagem (sempre gravou por majors do disco), e o fazia tao bem q nem a censura captava a ironia em suas letras, vide a sensacional 'ouro de tolo', que foi top hit.

O diretor conseguiu fazer paulo coelho falar (e muito bem, inclusive numa cena curiosa, no qual aparece uma mosca na asseptica genebra, na suíça, a quem o mago chama de raul, apropriadamente), mostrou os malucos da gran ordem kavernista (um deles jamais tinha falado/aparecido), nos revela que raulzito teve cinco mulheres -- algumas ao mesmo tempo --, sendo que duas delas, coincidentemente, vivem nos eua e tem filhas que hj sao americanas (e um neto que é a cara dele, ironia, ja q ele nunca teve filho), exceto vivi seixas, q hj é dj e mora no rio; vai do começo inocente, passa pelo meio conturbado e mostra o fim melancolico/decadente, que so nao foi pior pela força q o conterraneo marcelo nova (camisa de venus) lhe deu --alguns acham q foi oportunismo, nao foi --, proporcionando os seus ultimos shows e apresentando-o a uma nova geração de fas. O doc so derrapa por ter deixado a ultima frase para caetano veloso, com quem raulzito nunca teve nenhuma conexão, fora serem baianos. Era muito melhor q este. Fora isso, está tudo la. até o nelsinho motta (rs)

Sunday, March 25, 2012

BATALHA VORAZ



Confesso que, até ver o trailer, ha cerca de um mês, nao tinha a minima ideia do que se tratava 'The hunger games' (uma serie de livros young adult, soube depois). Mas, na hora, vi que era uma especie de versao amaciada do japones batoru roiawaru (battle royale), filme que vi ha uns 12 anos, derivado de um livro e que tbm deu numa série em mangá publicado aqui (incompleto) pela conrad, e que teve continuação no japão. E, depois de ver o filme em questao, nao resta a menor duvida. copia algo, sim.

Hunger games (jogos vorazes) é a melhor estreia de todos os tempos de um filme nao continuação, e a terceira maior, atras apenas de um batman e de outro harry potter. deu u$155mi |($65 so no dia da estreia, mais do que deu o carissimo john carter em duas semanas, p ex). tive de conferir, claro. ate pq, adoro filmes passados em futuros distópicos. e, na primeira hora, hunger games me agradou. é um sci-fi a moda antiga, numa ambientação meio anos 70, que me lembrou tanto logan´s run (a cidade) qnto laranja mecanica (a fotografia e o vestuario). e tbm achei legal o fato de nao apelar para muitos efeitos especiais, e nem ser em 3D. só por isso, já valeu.

Mas, o filme em si é apenas uma versao sem gore e sem punch de battle royale. pq, na hora do 'vamo ve', nao acontece realmente nada muito forte, por causa da censura 13 anos. difere basicamente por os jovens se orgulharem de ir para a batalha da qual só restará um (em br, as vitimas sao deliquentes que vao se matar numa ilha como castigo), e tbm lembra outro filme muito bom sobre o assunto, o pre-reality the runnig man/o sobrevivente, baseado em stephen king e com schwarzza, nessa parte de ser um show televisionado. E a trilha é boa. Mas, no fundo, é romance para meninas. Garotos querem ver sangue e cabeças rolando (rs)

Tuesday, March 13, 2012

ACREDITE, SE QUISER!



Uma das maiores questoes/problemas do americano é ser popular quando no colegio/faculdade (as outras, alem de ganhar dinheiro ou nao ser um loser, é fazer sexo sem culpa). e dois bons faux reality tratam do assunto sob dois angulos completamente diferentes: chronicle/poder sem limites (em cartaz), e project x/uma festa fora de controle (a partir de 16 de março). E os lucros foram (e ainda estao sendo) bnons para seus produtores, ja que o orçamento de ambos ficou na casa dos US$ 20 milhões, e cada um ja faturou mais do que o dobro disso so nos estados unidos em poucas semanas, mostrando a industria como é que se faz.



Em chronicle, um dos melhores filmes sobre garotos comuns que adquirem super poderes, o mote sao tres rapazes marginalizados no colegio (um deles mais do que os outros), que apos incidente sem explicação, passam a desenvolver grandes poderes telecineticos. Mas, diferentemente de peter parker, que aprendeu com seu poder aranha que grandes poderes exigem grandes responsabilidades, estes garotos de hoje reagem como regiriam adolescentes normais: saem detonando e brincando com tudo e todos por conta do poder de mexer coisas do lugar (desde levantar saiais de garoats ate mudar carros de lugar em estacionamentos). O que pode trazer graves consequencias. é o melhor filme do genero desde Cloverfield -- eu excluo todos os da serie picareta atividade paranormal -- e um dos mais inventivos e bem realizados roteiros de cineasta estreante, provando que, com pouco, pode se fazer um filme mais eficiente do que certas produções multimilionárias.




ja project x mostra o plano de outros tres garotos para se tornarem populares na escola: fazer uma grande festa na casa de um deles num final de semana sem os pais. Acontece que a tal festa cai no boca a boca e nas midias sociais (dedo a dedo?) e, das esperadas 50 pessoas, eles recebem uma multidao e a festa vai, aos poucos, saindo totalmente do controle. O filme é quase uma versão jackass do genero, e com o detalhe de que as multiplas cenas vistas foram filmadas a partir de todo tipo de aparelho portatil que os extras usaram, que, junto com o material das cameras principais, da uma boa dinamica ao todo. Alem disso, como é um filme R (improprio para menores), ele vai alem do filme teen basico, com muitas cenas ultrajantes e linguajar que pode chocar os mais carolas (com acrescimo de uma legendagem em portugues que pegou bem o espirito da coisa). Uma coisa é certa: sera praticamente impossivel nao rir de nenhuma cena, ja que o filme é carregado de tipos e momentos impagaveis, alem de contar com uma trilha esperta que tem de 2live crew (o crassico do funk putaria 'we want some pussy!') a bonde do role, yyys e lcd soundsystem. Pense no clipe de 'fight for your right to party', dos beastie boys, e multiplique por mil. É mais ou menos o que te espera na sala escura.

O PRIMEIRO QUE CHEGOU POR ÚLTIMO

Escrito por edgar rice burroughs (tarzan) ha 100 anos, primeiro em capitulos, sob a forma de pulp, depois num volume completo, batizado como 'A princesa de marte', finalmente chegou as telas com o nome de John carter -- que mistura elementos de tres livros da saga marciana de Burroughs --, a adaptação desta obra pioneira. Ela inspirou desde o Superman dos primeiros tempos (que mais pulava do que voava por ser um alienigena num planeta com gravidade diferente a da terra), até obras mais completas como Duna, e também filmes como os da saga Star wars (muita coisa, cenicamente) e o mais recente Avatar. Por isso, a sensação de completo deja vu quando se assiste logo se instala, principalmente para os mais novos. E nem é um filme ruim. Longe disso. O diretor andrew stanton (roteirista dos tres toy story e diretor de wall-e, em sua primeira experiencia live action) fez de coração, e a gente nota na tela o capricho e a grana que foi gasta, cerca de us$ 300 milhoes+, incluindo verbas de publicidade. Só que é muita grana para um filme que, hoje em dia, nao acrescenta mais nada (até o 3D é comum), e que tem cara daquelas aventuras da sessao da tarde, com monstros animados por ray harryhausen, até mais animados e dinamicos. Foi boa a opção por atores pouco conhecidos para os papeis principais (o heroi e a mocinha vieram de x-mens origins: wolverine). Mas, no fim das contas, será dificil recuperar o preju, mesmo que ele venha a ser descoberto e vire cult em dvd e blu-ray, com seu estilo visual que remete as pinturas de frank frazetta na revista heavy metal. Contudo, John carter é mais satisfatório do que coisas recentes como Motoqueiro fantasma 2 e imortais, por exemplo, que sao apenas exercicios vazios e sem motivação.

NA CIDADE

NOVEMBERINAS:

Teatro Odisseia 17 – Siriun / Gutted Souls / Obituary (EUA)  21 – Delain (HOL) 26 - Vanguart / Ariella

Teatro Rival 16 – Tempero Carioca 17 - Eddie 22 – Rival Rebolado 23 – Nelson Sargento 25 – Festa Batmakumba: Abayomy 30 - Festival Norueguês: Sondre Lerche / Greni

Teatro Riachuelo 22 – Golden Boys

Casa Julieta de Serpa (Praia do Flamengo) 19 - Paris Jazz & Blues: Marcio Lott & Charles Marot Trio  26 - Paris Jazz & Blues: Carol Fazu

Coordenadas Bar (Botafogo) 05, 12, 19 e 26 – Pedro Baby & Convidados 21 - Sérgio Rocha Blues Band: Homenagem a Celso Blues Boy Estúdio Fórum (Botafogo) 24 - Sexta Infame: PxExNxE (COL) / Blaspherion / Lástima / Baga

Solar de Botafogo 16 – Paulo Malaguti 22 - Andrea Dutra & Cacala Carvalho & Elisa Queirós: Salto Triplo 24 - Kosmus / Aura / Psilocibina 29 – Gabriel Calisman Audio Rebel 17 - Ostra Brains / ‎Whatever Happened to Baby Jane (ES) 18 - Os Chás / Ente 19 - Altair Martins & Widor Santiago & Marcelo Magalhães Pinto & Didac Tiago & Roberto Rutigliano: Homenagem a Miles Davis & John Coltrane

Theatro Net Rio 27 -  Alessandra Verney  29 – Silva Canta Marisa Monte 

Blue Note 16 - Didier Lockwood Trio (FRA)  17 - Antônio Carlos & Jocafi Convidam Ithamara Koorax (20h)  17 e 18 - Amaro Freitas (22h30) 22 - Banda Zil (20h) 22 - Lina Nyberg (SUE) – Participação: Ilessi (22h30) 23 – Quarteto do Rio & Roberto Menescal – Participação: Joyce & Wanda Sá & Pedro Miranda (20h) 23 – Insula (22h30) 24 e 25 - Kenny Garret Quartet  29 e 30 - Ed Motta: Baile do Flashback

Ganjah Lapa 16 - Samba Que Elas Querem 17 - Anjos de Vidro / Mara Rúbia 22 - Conterrâneos 28 – Theozin

Sala Baden Powell 18 – Boca Livre 19 - Fhernanda Fernandes - Participação: Andréa França, Clarisse Grova, Nana Kozak, Ninah Jo, Sandra Duailib 22 – Doralyce & Maracutaia 25 - Augusto Martins & Paulo Malaguti 26 - João Carlos Assis Brasil & Carlos Navas

KM de Vantagens Hall 17 e 18 – Marisa Monte & Paulinho da Viola

Praça da Apoteose 18 e 19 - DNCE / Bruno Mars

Teatro da UFF (Niterói) 24 a 26 – MPB – a Era dos Festivais: Soraya Ravenle & Edu Krieger & Marcelo Caldi & Fabiano Salek & PC Castilho

Planet Music (Cascadura) 18 - Fugindo da Realidade / De Outono / Fall Back / Visceral Fear / We Are The Revenge  25 - For Annie / Ollie / Colorado / Visceral Fear

Imperator 19 - Folakemi / Jesuton / DJ Marcello MBGroove 20 – Mariene de Castro 21 – Terraço do Imperator: Jazz Pras Sete: Pimenta Jazz Trio 22 – Marcio Gomes 23 – Humberto Gessinger: “A Revolta dos Dândis – 30 Anos” 24 – Cidade Negra Canta Gilberto Gil 25 – Terraço do Imperator: Forró Lánalaje: Trio Ventura / DJ Edna Carvalho 25 – Paulinho Moska 26 - Fafá de Belém (com Manoel & Felipe Cordeiro): Guitarradas do Pará 28 – Coral Imperator

Centro de Referência da Música (Tijuca) 16 – Magali 17 – Carlos Uzêda 18 – Ana Costa & Carrapicho Rangel 21 - Dagô 23 – Felipe Adetokunbo 24 – Nina Rosa & Thiago Kobe 25 – Rodrigo Maranhão & Pretinho da Serrinha 29 – Joyce Cândido Canta Elis Regina  30 – Michel Taski O Pecado Mora Ao Lado (Praça da Bandeira) 15 - Acidez (MEX) / Pós-Sismo / Juventude Maldita (SP) / Dissgrama  18 - Sétimo Andar / Circus / Roterdan / Pilfer

Aparelho (Centro) 18 - Second Come 24 - Felipe Zenicola / Marcos Campello / Lucas Pires  Motim (Centro) 24 - Gragoatá / Vitor Milagres / Daniel Villares

Quintas no BNDES 19h - grátis 16 - Karla da Silva 23 - CDR Style 30 - Sergio Santos

Teatro Glauce Rocha (Centro) 16 - Fábrica Orquestra  23 - Alice Passos & Maurício Carrilho  30 - Olivia & Francis Hime CCBB 18 - Madrugada no Centro: Larissa Luz - Participação: MV Bill & Caio Prado / Festas Soul de Santa, Trap'in, QXO  Museu de Arte do Rio 24 - Sarau do Alemão / Rincon Sapiência

Som no Deck T.T. Burger - Leblon 19h - grátis 16 - Os Camelos 23 - Pimenta Jazz Trio 30 - Qinho

BRASIL EM TRANSE: Com curadoria de Ismail Xavier e coordenação da Sociedade Amigos da Cinemateca, em parceria com a Cinemateca Brasileira e o Cinusp, esta Mostra reúne mesas de debate e exibição de filmes que acontece de 16 de novembro a 1º de dezembro, em São Paulo. CINEMATECA BRASILEIRA

Circuito SESC 17 - São Gonçalo: Cassiano & Trio Beija Flor (16h - grátis) 18 - Copacabana: Guilherme Pimenta Trio (16h - grátis) 19 - São Gonçalo: Monarco (16h - R$ 20) 20 - São João de Meriti: Ed Motta SOLO (16h - R$ 20) 24 - Niterói: De Leve (19h - R$ 20) 25 - Madureira: De Leve (17h - R$ 20) 25 - Ramos: Cassiano & Trio Beija Flor (17h - grátis) 25 - São Gonçalo: Bebeto (17h - R$ 20) 26 - Madureira: Dorina (17h - grátis) 26 - São Gonçalo: De Leve (19h - R$ 20) 29 - Tijuca: Marcelo D2 & SambaDrive (19h30 - R$ 20) 30 - Tijuca: De Leve (20h - R$ 20) ______________________________

MIXX: 17 – Santos – Praça XV 17 - Victor Bertrami Quarteto - Participação: Azymuth, Arthur Maia, Robertinho Silva, Kiko Continentino – Casa com a Música / Lapa 17 - Aether / Tempus Fugit – Lona Elza Osborne / Campo Grande 18 - Festival Rock no Parque: Bala N'Agulha / Dona Penha – Arena Dicró / Penha 18 - Wake The Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Magé Futebol Clube 19 - Surra (SP) / Plastic Fire / Halé / Triunfe – La Esquina / Lapa

25 – Qinho - Ahlma.CC / Leblon 25 - AcaraJazZ: Bondesom / Juliana Linhares / Doralyce – Rio City Lab / Santo Cristo 26 - Alaska (SP) / Hover / Whipallas – La Esquina / Lapa 26 - Cervical / Mari & The GoodFellas / Facing Fear – Calabouço / Vila Isabel 29 - Baculeju da Sandra de Sá – Teatro Glaucio Gill / Copacabana

o MIMO, que chega a Olinda nesse fim de semana (17 a 19 de novembro).   É a última etapa de 2017 do festival – depois de passar por Portugal, Tirandentes, Ouro Preto, Paraty e Rio de Janeiro –, com 44 atrações gratuitas de música, cinema e educação.

Abertura da exposição de fotografias de Raymond Depardon, “Un moment si doux”, no dia 1º de novembro. Depois de passar por Paris e Buenos Aires, o CCBB Rio recebe as 170 fotografias de diferentes cores e formatos tiradas na Europa, África e América Latina, incluindo o Brasil. Ate 22 de janeiro. qua-seg 9am-21pm. Grátis.

SHOW SOBREGAL - MARCELA MANGABEIRA Dia: 16 de novembro (quinta-feira) Horário: 20h Local: Teatro Municipal Café Pequeno Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon - Rio de Janeiro, RJ Tel.: 2294-4480

50 ANOS DE CARREIRA: Antônio Carlos e Jocáfi convidam Ithamara Koorax Dia 17 de novembro (sexta) Blue Note Rio – Av. Borges de Medeiro, 1424 - Lagoa   SESSÃO: Sessão: 20 horas

Tropicália ganha exposição tech com livre reinterpretação conceitual Nos 50 anos do movimento, na Galeria BNDES   Os artistas Barbara Castro e Luiz Ludwig, do estúdio Ambos&&, apresentam uma livre reinterpretação dos conceitos do movimento tropicalista à luz da arte e da tecnologia. Com a exposição Vamos Comer, estimulam o público a “devorar” experiências sensoriais e orgânicas, incluindo quatro instalações de arte computacional. Ela está aberta a visitações na Galeria BNDES, no Rio, entre os dias 18 de outubro e 1º de dezembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h

Parque Villa-Lobos/SP recebe SlowKids em 18 de novembro     Evento gratuito busca desacelerar as crianças do universo tecnológico com um dia inteiro de brincadeiras tradicionais, teatro, literatura e música; “Kombi dos sonhos” será uma das novidades desta nona edição

MOSTRA DE CINEMA ARGENTINO CONTEMPORÂNEO VOLTA À CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EM SUA SEGUNDA EDIÇÃO   Histórias extraordinárias apresenta uma seleção com os melhores filmes recentes do país vizinho. Debates com cineastas e especialistas completam a programação Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2 Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro  (Metrô e VLT: Estação Carioca) Telefone: (21) 3980-3815 Data: de 07 a 19 de novembro de 2017 (terça-feira a domingo)

'Cria', novo espetáculo de Alice Ripoll no grupo Suave, traz 'dancinha', dança contemporânea e funk ao Sergio Porto/HUMAITÁ e ao Centro Coreográfico. o trabalho estreia dia 17 com 10 dançarinos em uma mistura inovadora que também traz a dança afro, o afrofunk, o passinho, contato- improvisação e linguagem teatral de 17 a 20 de novembro de 2017 Horários: Sexta-feira - 21h                 Sábado - 21h                 Domingo - 20h                 Segunda-feira - 21h

O espetáculo “Kid Morengueira – Olha o breque!” homenageia Moreira da Silva (1902 – 2000), o cantor que popularizou o samba de breque, tornando-se um ícone da música brasileira. O samba permitiu a ele criticar, sempre com muito bom humor, os poderosos com seus desmandos, os malandros que conheceu na noite, e os compositores que ajudou a tornar conhecidos. A peça estreia para uma curta temporada no Teatro I do Sesc Tijuca - de 03 de novembro a 03 de dezembro, de sexta a domingo, sempre às 20:00.

Após o sucesso da temporada nos meses de abril e maio desse ano, que passou por sete cidades brasileiras e esgotou em todas as praças, o espetáculo “STOMDUP” de Tom Cavalcante volta para novas apresentações no Rio de Janeiro (dia 01 de novembro, no Teatro Bradesco Rio); Natal (dia 30 de novembro, no Teatro Riachuelo); Fortaleza (dia 01 de dezembro, no Teatro RioMar Fortaleza).

SOLID ROCK: a participação da banda Lynyrd Skynyrd no Solid Rock (Curitiba, Pedreira Paulo Leminski, dia 12/12; São Paulo, Allianz Parque, dia 13/13; e Rio de Janeiro, Jeunesse Arena, dia 15/12) acaba de ser CANCELADA por motivos pessoais da banda. No lugar, Cheap Trick será a banda que fará parte do lineup, junto do Deep Purple e Tesla. Mais informações sobre devolução de ingressos serão divulgadas em breve.

(colaborou @DonnieDarko73);

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amigo dos amigos, amante de música, cinema, boa comida, de pedaladas e caminhadas
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