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Thursday, December 08, 2005

O PODER DA CAMISETA

inspirado num comentario de um coveiro no post abaixo (que viu alguem do jotaquest, blargh!, com uma camisa do hüsker-dü) parei e pensei: houve um tempo em que usar uma camisa de banda ou com uma mensagem realmente significava alguma coisa. era como um statement seu para o mundo e a sociedade. vc podia ir preso por usar uma camiseta que fizesse alusao ao comunismo ou ao consumo da canabis, conhecia pessoas por causa de uma camisa de banda, era coisa seria. nos anos 80 eu tava cruzando a augusta em sampa e um carinha parou pra falar comigo so pq eu tava com uma camisa do sid vicious (que um amigo trouxera de londra), fazendo o simbolo do foda-se com os dedos de uma mao. sempre q eu usava essa camisa provocava risos, olhares furiosos/curiosos ou entao fazia amigos. o carinha se chamava alexandre puga, tinha uma banda new wave e ficou meu amigao, dava guarida na casa dele e tudo. só por causa de uma camisa!!! e certaz vez, na mesma epoca, abordei uma garota q nunca tinha visto, na rua, so pq ela tava com uma tee dos b-52's. e sabe onde ela tinha comprado? numa lojinha da saenz-pena!!! corri la e descolei uma. hj grande parte das t-shirts fazem anuncios gratuitos de marcas gringas e vc ainda paga caro por isso. mas tem aparecido uma galera q faz camisas com atitude, tipo umas q vendem na casa da matriz, ou no babilonia (uma galera do sul, outra de teresopolis), mas tudo se diluiu, virou só uma coisa trendy. por isso, salvo engano, provavelmente o carinha do jq n dever ter a minima ideia do q tava usando. ou nao?

32 comments:

Gabriel said...

Na boa, acho que o cara conhece a banda, sim. É pouco provável que um músico de uma banda (mesmo que seja bosta quest)use a camisa de outra sem saber do que se trata. De repente o sujeito tá nessa só pela grana, termina o show e ele sai pensando: "odeio esse emprego!".
Tem umas camisetas bacanas que vendem na internet num esquema bem artesanal, se divulga só pelas boas sacadas nas estampas, como a cuma virtual, por exemplo.
Acabei de baixar o novo do Strokes, vou conferir.

tom said...

claro que a camiseta ainda tem alguma expressao em certas situacoes, como p ex, o patio de uma escola, onde se define o seu lado, a galera com as camisas de bandas metal e goth contra os plays que so usam camisas de grife ou esportivas. e pode ser que em alguma cidade do interior alguem chegando com uma camisa do led zeppelin ou strokes ainda cause alguma reacao em alguma alma perdida. mas esse meio ainda é bom de mensagem

bruno lima said...

eu tenho uma boa relação com camisetas de artistas e tal desde os 80 qd eu ia para as paradas de ensaio com uma do metallica na época do master of puppets (bons tempos.....).

eu só tive uns problemas com duas : uma do marilyn manson q reproduzia o mechanical animals e uma do rammstein na qual era uma camiseta onde aparecia partes do corpo deles e tal.

foi bem esquisito. as pessoas me olhavam com uma cara de quem comeu e não gostou.

p.s. : eu queria só dizer tom q naum queria abaixar o pessoal tecnológico, até pq eu tb curto pacas de tecnologia e tal. é pq fiquei interessado em saber e tal daquela opinião. me desculpa qualquer coisa.

abs

Felipe Maynard said...

no beavis and butthead, eles se não me engano usavam camisetas do ac/dc e metallica. o vizinho pelassaco deles vestia uma do winger :-)

ricabeleira said...

eu sinto falta da época em que camisa de banda era fonte de informação. um integrante de uma banda de que eu gostava usava uma camisa de uma banda que eu não conhecia, e então eu corria atrás pra ouvir o que tava estampado no peito do cara. fiz várias descobertas musicais asssim. agora os caras de bandas hype só usam terninhos e roupas staile e eu acho isso uma merda. quem sabe um fão do jq não descobre o husker du, joga todos os seus cds atuais no lixo e se converte pro lado negro da força.

ricabeleira said...

sinto falta da época em que as camisas eram uma fonte de informação. um cara de uma banda de que eu gostasse usava uma camisa de uma banda que eu não conhecia. então eu corria atrás pra ouvir o que tava estampado no peito do músico. fiz várias descobertas musicais assim. agora os caras de bandas hype só usam terninhos e roupas staile e eu acho isso uma merda. quem sabe um fão do jq decobre o husker du, joga todos os cds no lixo e vem pro lado negro da força. o mesmo podia acontecer com um fã do good charlotte, cujo vocalista usou uma camisa dom misfits no cqer.

Hopes and fears said...

Ganhei uma camiseta da Coca-cola do meu namorado. Fiquei mais de cara ainda porque, apesar de o modelo ser bacana (é amarrada), tinha uma guria na minha cidade com a mesma, mudando só a cor.
Ah! Fiquei muito puta! Muito puta mesmo. E foi um dos primeiros presentes que me deu.
Ai, ai! Que merda!
Ainda se fosse só a etiqueta. Mas a estampa é gigante. E bem em cima do peito.
E lá vou eu fazendo propaganda gratuita pra Coca...
:(

fabio fernandes said...

curto camisas, neste sentido, de te identificar e criar um ponto de partida para novas amizades. algo meio como as comunidades do orkut ou do my space, no nosso perfil.
e uma das mais elogiadas que tenho é o do if were a carpenter (tributo aos carpenters) que ganhei em uma promo do rio fanzine, a cavalera tbém tem umas bem legais. adoro uma que minha namorada comprou: hello kissy ! é o kiss em versão hello kitty, o máximo.
acho que o cara do j.quest até sabe quem é o hüsker dü (e pode até gostar), porém, a sony não permitiria influências deste tipo som em um produto que é nitidamente descartável, de fácil sucesso.

Felipe Passarelli said...

"mas botar uma camisa de uma banda tipo o husker-du é um statement, nao se usa impunemente. sera q o cara conhece?"

hahahahahahahahahahahahahaah

to rindo muito aqui :)

Camisa vira uma identidade em várias fases da vida, e momentos da maturidade; digo assim pois as maiorias dos colégios, só liberam o famoso "uniforme escolar" no máximo no final do primeiro grau.

Daí comecei meu segundo grau onde podia-se fumar cigarro e finalmente livre daquelas camisas horríveis.

Aí realmente meu consumo de camisas pretas, muitas do iron, nirvana e smashing pumpkins explodiram, eu podia ser eu, eu sabia que era diferente pelas camisas de rock que usava, ai ja vem varias pessoas conversar com vc - po maneira essa camisa heim, felipe, foda essa banda! (coisas assim, despertavam os olhares das pessoas em 95, 10 anos atras).

Foi la que comecei a conhecer o pessoal que gostava também das mesmas bandas que eu e fui apresentado a marijuana tb rs --^^

Acho que usar uma camisa de uma banda da um ar de conhecimento, mesmo para os leigos total, por isso eram, são e serão sempre muito famosas. (tem umas péssimas também que nao devemos descartar rs)

Abraços (parabéns para mim, 26 anos hoje afff to ficando véio!!)

Diego Mode said...

Humm..sei lá. Acho que o lance de camisetas de bandas se banalizou um pouco, mas não tanto. É claro que existem centenas de pessoas com camisas do Nirvana, Iron Maiden...mas eu ainda me surprendo quando vejo alguém com uma camisa mais, como vamos dizer, restrita.
Outro dia vi um cara com uma camisa do DM maneira na rua, quase perguntei aonde ele havia comprado, mas a vergonha não me permitiu.

Vida Fuleira said...

Antigamente era muito difícil achar camisetas de bandas. Tinha essa loja em Madureira que vendia muitas camisetas (acho que ela abastecia os roqueiros das zonas norte e oeste), mas os modelos era terríveis. Lembro que havia essa do Metallica, mas com um L só... Acho que a camiseta que mais saia era a do Exploited com uma caveira na frente...

Cadu said...

Esse negócio de camisetas é legal e estranho. Sou de Ribeirão Preto e aqui o povo nem curte muito rock alternativo e coisa e tal. É sempre o mesmo grupinho que está nas baladas. Uma vez fui com uma camiseta do Franz Ferdinand na faculdade e o pessoal ficava me olhando meio torto, mas sempre chegavam em mim e diziam: "Nossa que camisa legal onde você comprou?", mas eles nem sabiam do que se tratava. Depois que eles estouraram, sempre que me viam com a camiseta diziam: "Ah, Franz Ferdinand. Eles tão nas paradas né? Vi eles na MTV e só prestei atenção porque lembrei da sua camiseta. É aquele dos caras de terninho né?" e eu : "Você curte?", "É... eu gosto daquela música do clipe dos robozinhos (Take Me Out)". Alguns mais ligados se interessam e vão atrás. Mas a maioria só gosta dessas bandas se passar na MTV. Outro dia também estava numa balada com uma camiseta da PJ Harvey e uma menina começou a puxar assunto comigo. Perguntei porque que ela veio falar comigo e disse que só fez isso porque imaginou que alguém que usa uma camisteta da PJ "só pode ser uma pessoa inteligente". Daí ficamos trocando idéia sobre bandas e no final ela me mostrou o som de bandas que eu não conhecia, ou conhecia pouco, e vice-versa. Resumindo: camisetas podem abrir a cabeça de alguém para coisas diferentes ou no mínimo te fazer conhecer mais mulheres! ushushus

tom said...

esqueci de citar q tbm conheci algumas garotas por causa de camisetas, ainda mais pq na turma em que eu nadava, os "punkadas", a gente fazia as proprias tees, rasgava, pintava, colava, desenhava a caneta, entao chamava ainda mais a atencao. hj em dia qndo vou djing uso de proposito umas camisas que chamam a atencao com alguma frase de efeito, tipo "i love coxinha", "pum" (com o logo da puma, essa engana todo mundo) e ma gal tem uma que diz "barbie, where your pussy?"...

Felipe Passarelli said...

Tom pergunta técnica rs como vejo se o playstation esta realmente destravado? tem algum macete pra rodar os piratas? aki nao ta rodando nada! :( abraços

tom said...

ha dois modos de destravamento do ps: um é o que libera pra ele pegar cor e rodar jogos imports de qualquer parte (como se fossem os codigos de dvds de filmes). tipo, vc traz um jogo da europa e roda e pega cor. as vzs roda, mas nao pega cor, entendeu? ha tbm o uso do dvd regiao x para liberar areas para filmes. outro é um chip que é colocado no aparelho para aceitar os poratoes. acho que o seu nao deve estar com o chip. entao vc tem que ir num lugar pra fazer isso, aqui no rio (www.assel.com.br), custa entre $ 200 e 300, dependendo do chip. onde vccomporu o seu>? no camelodormo e no mercado livre geralmente ja vem com o chip que libera geral...

Carlos Guarany said...

Assim como tenho guardado TODOS os ingressos dos shows que já fui (o primeiro foi o The Cure no maracanazinho em 1987!) também guardo todas as camisetas, algumas já bem mofadas. Não dou, não troco não vendo.

Tom, volta e meia os links das matérias do RF ficam quebrados (dá 404). Agora mesmo às 19h20mim está assim. Só um toque... Abraço

Felipe Passarelli said...

valeu pelo toque tom, tipo eu não sabia que tinha que precionar o botão para desligar, agora ta tudo ok, to assistindo o DVD do WS ja joguei os incriveis, demais o controle tremendo. o engraçado é que na instrução fala que o controle é somente para ser utilizado com as mãos! hehehehe imaginam onde devem usar o controle? e tb fala que pode ter convulsão, paranoias e alucinação se ficar jogando muito rs a parada é ligar e desligar que ele aceita. brigadu tom, abraços :)

Gustavo said...

Fiz muita amizade e que já dura uns vinte anos por causa de camiseta.Nos anos 80 eu era metaleiro e era muito comum o pessoal fazer amizade por causa de camiseta, butons e acessórios diversos.
Me lembro que uma pessoa foi falar comigo na rodoviária porque eu estava com uma camiseta do Dissension(banda hardcore).E posteriormente acabamos fazendo um fanzine.
Hoje acho que se por um lado tem gente que usa camiseta de rock somente pelo aspecto estético muitas vezes sem conhecer a banda hoje temos mais e melhores opçoes de camisetas.Até porque muita marca famosa vem produzindo camisetas inspiradas no rock.
A ellus second floor tem camisetas maravilhosas do Black Sabbath e Alice Cooper, já vi uma camiseta customizada muito legal do Kreator da doc dog,uma roupa que eu nao me lembro qual era com aplicacoes do logotipo e de capa de disco do Slayer da escola de divinos e uma customizada do Ramones na Reinner que também era muito bacana.O problema é que com excessao da Reinner, os precos das camisetas sao exorbitantes. Eu sei que por uma lado esse lance de roqueiro de boutique é péssimo mas essas roupas geralmente sao tentacoes principalmente para quem gosta de rock e moda.

Felipe Passarelli said...

A camisa que tenho desde 15 anos que ainda uso é uma do White Zombie enoooorme, que tem um monstro enorme rosa na frente e atras vem escrito "More Human Than Human" (se lembram desssa msuica?).

Inclusive estava no CQÉR com ela, não sei se voce percebeu Tom, pois todos me param por esta camisa, esta rodadíssima já, mas é dakelas que batem o olho e gama, e eu adorava o Astro-Creep 2000 rs

Veio no meu PSP 2 o chip Matrix Infinity 1.4, nao sei se esse é bom e se alguém cobnhece aqui, vc sabe qualé tom?

Bom dia abraços!

fabio fernandes said...

bem, as minhas camisas-xodó, são as seguintes: joy division (toda puída, com uns dois furos ... afinal, é uma sobrevivente da década de 80, acho que de 87); uma do sugarcubes (com destaque p/björk) que minha mãe usa direto !; adoro as do hercovitch e o conceito da caveira (tenho uma apenas), aniversário de 11 anos do rio fanzine, uma do lacartae pintada pelos caras ...

tom said...

felipe, o chip q vc tem é o melhor e mais recente. vc esqueceu so de fazer o lance de ligar por cinco segundo e desligar, pro chip ser ativado... guarany, eu tbm guardo todas as minhas camisas especiais, ta tudo em sacos plasticos com talco pra nao mofar. um dia qndo tiver mais espaço facco um mostruario com elas. algumas das mais preciosas sao a de um show dos love & rockets em paris (88), a da turne de despedida do damned em ny (89) e uma dessas que eu fiz com minha galera qndo moleque, do clash. tenho tbm uma do bauhaus gringa q uma vez um cara no banheiro do madame sata (sp) quis comprar ali, na hora, qq preço (rs). as compradas em shows sao as mais especiais, mas as que viveram algum momento marcante, tbm. é como se fosse um pedaco de minha pele naquele momento, que foi trocada...

:: Fräulein :: said...

Pois é Tom, tava lá no show do NIN observando geral, as camisetas e tudo, do meu lado tinha uma mulher com seus 30 e poucos, com a camiseta do NIN "Star fuck.ink". Quando a música tocou ela ficou totalmente indiferente...

Na minha época eu usava camisa do Manson, hahaha, q derrota! Geral achava q eu era anticristo ou satanista, u ó!! Sendo q eu usava apenas pq curtia o som dos caras... Mas rolava muito de fazerem amizade por causa da blusa, outras vezes por causa de vinis do Kraftwerk, Tangerine Dream e Joy Divion q eu carregava na mão e tal.

AndreT said...

OU NÃO! Ninguém que goste de HD aceitaria tocar naquilo.

tom said...

felipe, tbm tenho essa camisa do white zombie q vc tem, era muito fa da banda numa certa epoca. no tempo do holly rock fui no rio palace entrevistar o alice in chains e desci no elevador com a sean e o robbie. sinistro! dai levei um lero com o defunto layne staley q tava com seu skate de street e quis leva-lo na pista do arpoador, ali do lado, mas ele tava chapado e n foi. ah, usei essa camisa do vez numa festa de aniversario de meu filho (tematica halloween, pq ambos adoramos terror trash) e muitos pais caretas de amiguinhos me olharam de banda :-) ela realmente choca...

Lord Vader said...

Camiseta é uma instituição ! Dá pra rolar um vínculo emocional duradouro com elas , a ponto de , assim como o Guarani , nunca me desfazer de nenhuma . Não está escrito na testa de ninguém " Quem sou eu " , mas as camisetas dão uma pista bacana ! Por isso fico muito mais a vontade para conversar com algum maluco em show ou night , puxar papo com alguma garota já sabendo o que falar e pra onde o papo vai .
Desde as que tinha que fazer , por falta de opção , até as de turne , guardo todas , e uso com carinho . Inclusive estou atrás de uma do Bloc Party ! Minhas prediletas : Pixies Bossanova , Sonic Youth 95/96 tour , Loser (da Sub pop - um crássico !) , Fuck the Police , e uma antigaça do The Clash , simplezinha mas bonitinha .

bruno lima said...

r.i.p. richard pryor

iga_rio said...

Fala Galera,

Já que rolou o papo de camiseta, não esqueço da minha primeira camiseta de banda... ganhei uma do Ramones que era a capa do Loco Live... usei aquela camiseta até gastar !!!
No ínicio dos anos 90 era realmente mais dificil de achar... me lembro quando o Dado da legião abriu uma loja do seu selo (rock it) e lá vendia camisetas bem diferentes das outras...
Hoje tem gente usando camiseta sem se quer conhecer a banda, já vi pessoas com camisetas do MC5 que sequer sabem que é uma banda...

O que me agrada mesmo é ver que hj existem várias camisetas de banda de cores diferentes do padrão, ou seja, preta... antes parecia até lei toda camisa de banda era preta... nossa cidade é muito quente para usarmos só preto rsrsrs

Abraços,

Gustavo said...

As minhas favoritas - do New York Dolls e do Stooges que eu comprei na galeria ouro fino em sampa,do T.Rex feita pelo Giulliano da Slam e do Jeff Mills também da Slam.Outra que eu gosto muito é da Miss Kittin misturada como Gene Simmons que eu mesmo fiz e as ja citadas do Black Sabbath da ellus second floor e outra escrito Destroy também da ellus second floor.

Gustavo said...

Voces viram essa matéria no caderno ella -
"Rock’n’roll agora é para filhinhas e mamães
Ruth La Ferla
Do New York Times Nova York
Pais e filhos estão compartilhando o mesmo guarda-roupa em Nova York, isto porque as lojas da Big Apple, da H&M à Barney’s, resolveram investir pesado no look rock’n’roll, reeditando camisetas com estampas de bandas dos anos 60 e 70.
Então, sair com o carão do Jim Morrison cobrindo o corpo está na moda, de novo. Deborah Dejah, nova-iorquina e mãe de duas meninas, viu-se comprando camisetas do The Doors para sua filha Olivia, de 14 anos, na loja Marsha D.D., especializada em roupas de criança. E, como se não bastasse, Olivia vai ao armário da mãe atrás de originais da época.
De dois anos para cá, a estética nostálgica ganhou as massas. E, apesar de camisetas de rock nunca terem deixado de existir, agora elas são procuradas por uma nova geração, encantada com a era de ouro do rock. Tanto que, mês passado, a Cherry, um brechó no Greenwich Village que vende peças estampadas com o tema rock antigas, abriu um ponto dentro do templo adolescente da música, a Virgin Megastore, na Times Square.
— Rock’n’roll é o uniforme de todo mundo agora — diz Jaye Hersh, dono da Intuition, uma butique de Los Angeles que vende toneladas de peças de rock em seu site, até itens para bebês com a logomarca do AC/DC.
A H&M está vendendo jaquetas justinhas de veludo — como as de Mick Jagger — e a Trunk reeditou camisetas de show. Na Bergdorf Goodman, os acessórios de rock fazem sucesso entre “consumidores de luxo que não querem parecer caretas”, explica Robert Burke, diretor de moda da loja. Mas os que procuram um visual mais autêntico, curto e grosso, vão ao brechó Resurrection, no East Village, que vende camisetas de show originais, jaquetas de couro e acessórios que podem custar de US$ 200 a US$ 1 mil. Ou pesquisam no site e-Bay, que registrou uma crescente busca por jaquetas de motoqueiro, jeans justo nas pernas e tênis Nike com o retrato do Bob Marley".

Vida Fuleira said...

Eu costumava usar no estágio uma do Ned´s Atomic Dustbin que eu pedi para um cara do Meyer fazer pra mim. Esse cara era o maior fã de Kiss que eu já vi, tinha até um penteado a gene Simmons. Uma vez uns estagiários de outro departamento me pararam para perguntar unde havia comprado pois eles gostavam do som...

Também tinha uma do Ministry, Mind´s a terrible thing to taste (lembram quando o Industrial era o "futuro") comprada lá nas banquinhas de vinil antigo da rua 13 de Maio...

Mas uma que todo mundo me parava pra perguntar era a que tinha aquele simbolo de lixo, com um bonequinho estilizado jogando uma suastica na lixeira...

Flávio Rafael said...

3 lances sobre camisetas:

Nos anos 90 eu tinha uma do L7 q era tipo um cara chupando uma mulher...era uma estampa agressiva... se não me engano comprei na 13 de Maio... e um dia fui para o trabalho com ela e de repente meu chefe me chama para explicar uns lances para um pessoal q estava numa reunião com ele, era um casal de japoneses e quando eu entro na sala, o japonês olha espantado para a camiseta do L7, o meu chefe sorrindo todo sem graça e eu idem e aí a japa quebrou o silêncio dizendo algo do tipo "oh! nice t-shirt very nice" e rindo alto e sem graça tb... depois é claro levei uma chamada do chefe...

Nos anos 90 tb... eu tinha aquela camiseta do Dirty do Sonic Youth e um dia um cara da minha rua, playboy, chegou pra mim e disse: cara de q marca é essa camisa, já procurei em tudo q é shopping e não encontro essa marca..."

e perdi a conta de quantas pessoas eu conheci só por causa das camisetas dos Ramones... uma vez na Taquara um cara estava vendendo baú da Felicidade, eu estava passando e ele virou para mim e falou Hey Ho Let´s Go e eu respondi na Lata: Blitzkrieg Bop! Era outra época... agora camisetas são só camisetas mesmo... não tem significado nenhum... só para uma minoria mesmo... embora eu ainda use algumas da Mono q é lá do Sul, mas é definitivamente outra coisa hj em dia como já foi dito antes pelo pessoal...

Mateus said...

Eu tb acho que as camisetas são como um olá. Normalmente me ligo nisso... Teve uma época que banalizou, eu ia para o bambus (bar que os underground enchem a cara hehe) em Porto Alegre e tinha umas 50 pessoas com a mesma camiseta do Nirvana que eu. Mas isso até que era bom, éramos uma turma, o pessoal dizia: - "Lá vão os Grunges." hehehe. Havia uma espécie de identidade. Certa vez fui à um show no Garagem Hermética e o cara da porta falou: -"Cara, tu não vais pagar ingresso, só por causa dessa tua camiseta!" e isentou meu ingresso! Eu tava vestindo uma camiseta do Hüsker Dü. :)

NA CIDADE

JULIANAS:

casas & shows: Circo Voador 18 – Metá Metá / Rakta 19 – Roberta Sá  20 – Testament (EUA) 25 – Johnny Hooker 26 – O Baú do Raul – 25 Anos: Marcelo Nova / Mauricio Baia / B.Negão / Chico Chico / Karina Buhr / Rick Ferreira / Vivi Seixas

Fundição Progresso 18 e 19 – Novos Baianos 25 - Mitchell Brunnings (HOL) / Orquestra Brasileira de Música Jamaicana 26 – Festival RapRJ 7: Cone Crew Diretoria / Luccas Carlos / Froid / 1Kilo / ADL – Participação: Ducon / Modestiaparte – Participação: Liink & Buddy Poke

Teatro Rival 18 – Festa La Cumbia 19 - Afrojazz - Participação: Larissa Luz & Jesuton 23 - Michael Sweet (Stryper) & John Schlitt (Petra) 24 - Júlia Bosco & Emerson Leal & Gustavo Macacko – Participação: Mart´nália & Simone Mazzer 25 – Alma Thomas 26 – Jay Vaquer 50 meia Setor A, 40 meia Setor B, 30 meia Lounge 30 – Cabaré Diferentão

Teatro Riachuelo 29 – Paulo Ricardo Teatro Odisseia 18 – Ordinária - Baile do Lindote: Molejo 24 - The World is a Beautiful Place & I am No Longer Afraid to Die / gorduratrans / E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante  26 - Esteban Tavares / Sheffield 

Vivo Rio 18 - Postmodern Jukebox (EUA)  19 – Barão Vermelho 20 – Roy Hargrove & Roberta Gambarini 25 - Jacob Collier (ING) 

Baratos da Ribeiro (Botafogo) 19 – Vespeiro: Marcelo Perdido / Real Sociedade / O Branco e o Índio 26 - Vespeiro: Tacy de Campos / Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Estúdio Hanói (Botafogo) 18 - Nativity in Black Fest: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  19 - Festival Nativity in Black: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  27 - Back To Hanoi Metal Fest: Forkill / Unmasked Brains / Evil Inside / Savant  30 - Rectal Smegma (HOL) / Uzômi / Baga  Audio Rebel 16 – Quintavant: Thiago França: Sambanzo 17 – Quintavant: Thiago França: Space Charanga Quarteto 18 - Jair Naves & Britt Harris / Kasparhauser 19 – Quintavant: Ava Rocha 20 - Homenagem a John Coltrane (Widor Santiago, Sergio Barrozo, Adaury Mothé, Didac Thiago, Roberto Rutigliano) 23 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Bella, Thomas Rohrer, Cadu Tenório, Antonio Panda Gianfratti 24 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Thomas Rohrer, Antonio Panda Gianfratti 30 – Quintavant: AJJA (Pedro Calmon & Alex Frias)

Espaço Sérgio Porto 18 - Marcio Lugó / Capela  24 - Mulheres de Buço 25 - Whipallas 31 - CEP 20.000

Sala Baden Powell 16 - Donatinho: Homenagem a João Donato - Participação: Ithamara Koorax, Wanda Sá, Cris Delanno, Amanda Bravo, Ricardo Silveira 19 - Quarteto do Rio 23 - Lúcia Menezes 26 - Marcel Powell - Homenagem a Baden Powell - Participação: Thais Motta, Ithamara Koorax, Gabriel Aquino, Amanda Bravo, Dilma Oliveira 27 - Dorina Canta Aldir Blanc 30 - Eliana Pittman

Theatro Net Rio 16 – Laila Garin & A Roda 22 – Paulo Miklos 12/09 Simone Mazzer

Beco das Garrafas Casa de Cultura Laura Alvim 09 e 10 – Festival Levada: Luísa Maita 15 – Katerina Polemi 16 e 17 – Festival Levada: Apanhador Só 23 e 24 – Festival Levada: Bruna Mendez 30 e 31 – Festival Levada: Tamy

Teatro Ipanema 15 - A.Nota: Sambas do Absurdo (Juçara Marçal & Rodrigo Campos & Gui Amabis) 16 - Aíla (PA) – Participação: Posada 17 - Ana Frango Elétrico / Thiago Nassif 18 - Amora Pêra 22 - A.Nota: Marcelo Vig & Marcos Suzano

Teatro Café Pequeno 17 - Lu Dantas & Natália Boere 24 - Marcos Oliveira 31 - Filtra

Metropolitan 24 – Hanson (EUA) 26 - Lindsey Stirling (EUA) Teatro Bradesco 18 – Leo Jaime 24 – Almir Sater

Teatro Municipal de Niterói 18 e 19 – Roberta Campos 22 – Clube do Choro Homenageia Noel Rosa 24 – Quarteto do Rio

Planet Music (Cascadura) 18 - Torture Squad / Hatefulmurder / Reckoning Hour / Warcursed  19 - Black Days (SP) / Sheffield / Amsterdan / LaVille  26 - Festival Invasão Underground 2: Inversa (SP) / Maieuttica / Adrift / Tormentta / The Last Whale 

Imperator 16 - Quartas Brasileiras: Tia Surica - Tributo a Clara Nunes - Participação: Nilze Carvalho, Ana Quintas, Mariene de Castro 22 – Jazz Pras Sete: Folakemi Duo 23 – Maurício Mattar – Participação: Alexandre Pires 24 - Homenagem a Dalva de Oliveira: Amelinha, Zezé Motta, Dóris Monteiro, Leny Andrade, Rita Beneditto, Áurea Martins, Agnaldo Timóteo, Simone Mazzer, Zé Renato, Eliana Pittman, Rosa Maria Colyn, Luciene Franco, Ellen de Lima, Ataulfo Alves Jr, Gottsha 30 – Agnaldo Timóteo 31 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Arlindinho

Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca) 16 – Coletivo Samba na Rua 17 – Quinta Instrumental: Jimmy Santa Cruz 18 – Victor Mus 19 – Danilo Caymmi 23 – Fábrica Nômade Sonora 24 – Quinta Instrumental: Carlos Café 25 – Laura Zennet 26 – Quarteto do Rio 30 – Projeto Vitrola

FM Hall 23 – Manu Gavassi (grátis) 29 – Illy (grátis)

La Esquina (Lapa) 17 - Red Mess / Blind Horse / Stoned Jesus 24 – Mobile Drink

Smokey Rio (Lapa) 19 – Festa Rio Vinil Clube 26 – Bel Almeida Ganjah (Lapa) 18 – Duda Brack & Thiago Ramil 23 – Festa HempFyah: Rafyah Dread & Hempfield DubLab / Lion Dornellas / André Pfefer / Tagu Selectah Vibration 25 - Azul Casu & 3 du Mar

Casa de Baco (Lapa) 17 – Gafieira Pé de Louro 19 – Relógio de Dalí 24 – Joyce Cândido

CCBB 18 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pato Fu / Céu – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 20) 19 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pedro Luís & A Parede / Tom Zé – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 10)

Quintas no BNDES 17 - Byafra: 35 Anos de Sucesso 24 - Luiza Borges 31 - Tarita de Souza

Circuito SESC 16 – Copacabana: Philippe Baden Powell & Quarteto Ludere: Baden Powell 80 Anos 18 – Niterói: Clara Gurjão 26 – Engenho de Dentro: Clara Gurjão Circuito SESI 26 – Duque de Caxias: Tiê 25 – Jacarepaguá: Tiê _____________________________________________________________

mixx: 18 - Carmen Blues – Bar Kunin / Vila Isabel 18 – Sara & Nina – Olho da Rua / Vila Isabel 18 - Ronaldo Diamante – TribOz / Glória 18 - Wake the Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Clube Mageense / Magé 18 – RaggaBrass – Boulevard Olímpico / Praça Mauá 18 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio / Duque de Caxias 19 - Insurgente Rock Festival: Maieuttica / Ágona / Born2Bleed / Melyra / Forkill / Negah – Caixa de Surpresa / Bangu 19 - Breaking Bad - A Festa: Cervical / Controle / Mau Presságio – Buffallos Bar / Méier 19 - Festa RapSoul 5 Anos: Rael – Armazém / Praça Mauá 19 - Akira Presidente – Espaço BF / Mesquita

20 - Caxias Hell Festival: Velho / Justabeli (SP) / Dark Tower / Gutted Souls / Unnature / Vicious – Lira de Ouro / Duque de Caxias 25 - Bloco Fanfarra D´Águas – Praça das Nações / Bonsucesso 25 - Rogério Caetano - Participação: Hamilton de Holanda – Eco Som / Botafogo 25 - Arraiá do Bloco Vem Cá, Minha Flor – Feira de São Cristóvão

LEO JAIME LEO "GUANABARA" JAIME Com mais de 30 anos de carreira, Leo Jaime experimenta momentos de grande intensidade em sua vida profissional. Além da obra consagrada, como cantor e compositor, o artista está sempre atuando em novos projetos. Humor, interpretações arrebatadoras, inteligência e versatilidade são as marcas deste artista que apresenta ao publico carioca, no dia 18 de agosto, no Teatro Bradesco Rio, o espetáculo “Leo “Guanabara” Jaime”. No show ele relembra seus grandes sucessos musicais e as histórias por trás das canções e dos bastidores do Rock Brasil

PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   07/09 - Quinta-feira 20:00 Maceo Parker 22:30 Maceo Parker   08/09 – Sexta-feira 21:00 Maceo Parker 23:30 Maceo Parker   09/09 – Sábado 21:00 Sergio Mendes 23:30 Sergio Mendes   10/09 – Domingo 20:00 Sergio Mendes 22:30 Sergio Mendes   13/09 - Quarta-feira 20:00 Jaques Morelenbaum convida   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ CURSOS DE AGOSTO no Estação NET Botafogo    - História do Cinema Independente Brasileiro, com Cavi Borges    - Ancine e o fomento ao audiovisual brasileiro, com Julio Augusto Zucca    - Cinema Afrodisíaco? O sexo na tela, com Dodô Azevedo

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

DISTOPIAS BRASILEIRAS NO CINEMA A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 a 27 de agosto de 2017, a mostra cinematográfica Brasil Distópico, que traça um panorama da produção nacional sobre as distopias. Para a programação, os curadores Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida selecionaram 37 curtas e longas-metragens que imaginam diferentes futuros sombrios para o país, entre clássicos da ficção-científica brasileira e obras menos conhecidas.  Na programação, filmes como O quinto poder (1962), de Alberto Pieralisi, e Brasil ano 2000 (1969), de Walter Lima Júnior. Outras incorporam as convenções da ficção científica, encenando a ameaça nuclear e o colapso do planeta, como Parada 88: o limite de alerta (1978), de José de Anchieta; e Oceano Atlantis (1993), de Francisco de Paula. Há, ainda, aqueles que instalam o cinema de gênero em imaginários locais do Brasil, como é o caso de Abrigo nuclear (1981), de Roberto Pires; e Areias Escaldantes (1985). ESTE ULTIMO, TRAZ NO ELENCO, VARIOS NOMES E BANDAS DO ROCK BRASIL DOS ANOS 80, COMO LOBÃO, TITÃS, E TEMA-TITULO DE LULU SANTOS.

DEIXA NA RÉGUA: O filme estreia no dia 10 de Agosto no INSTITUTO MOREIRA SALLES com sessões às 16h e 20h e no CINE SANTA com sessão às 17h10. Deixa Na Régua. Direção: Emílio Domingos. Produção: Osmose Filmes. Documentário. Brasil. 73 minutos.

COM SESSÕES LOTADAS EM ALGUMAS CIDADES, UCI ABRE MAIS SALAS PARA “DAVID GILMOUR: LIVE IN POMPEII” E AGORA APRESENTA A EXIBIÇÃO EM XPLUS  Ingressos já estão à venda e o público poderá conferir o show também com o poderoso som Dolby Atmos em 360º



BLITZ AO VIVO: No embalo do lançamento do álbum 'Aventuras 2', Evandro Mesquita e sua Blitz finalizam seu quarto DVD, gravado no Circo Voador em abril, para lançamento em outubro. A banda está a todo vapor, com presença confirmada no próximo Rock In Rio e tem turnê pelos Estados Unidos confirmada em fevereiro de 2018

FESTIVAL DE CINEMA DA NOVA ZELANDIA

(colaborou @DonnieDarko73);

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