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Sunday, October 28, 2007

tim, noite 2


JULIETTE & THE LICKS = no que pese o fato de Juliette ser uma ótima performer e recitar direitinho a cartilha dos clichês do rock, sua banda é apenas ok e as músicas são monótonas e parecidas com o rock farofa dos anos 80. Qualquer banda de bar no US toca igual. Se naquele palco estivesse o Garbage as coisas teriam sido muito melhores, sem duvida.

THE KILLERS = show grandioso como os americanos sabem fazer, realçando a cafonália de Las Vegas com o lado mórmom de Brandon Flowers, que parecia um pastor. Nota dez na produção, mas fica aquele sentimento de algo burocrático. Flowers (e suas flores), ao vivo lembra o extinto Freddie Mercury. Na volta pro bis, uma versão alegrinha demais para "Shadowplay" do Joy Division (que está na trilha de "Control"). Mas as músicas do primeiro disco são melhores. E o Muse, também.



CRAIG ARMSTRONG = o maestro do massive attack fez um set atmosférico e com clima de chill out, q as vzs virava um electro de pista e acordava o povo (que só vai nessa tenda pra aparecer e bater papo). mas, qndo tava ficando bom, acabou, justamente pela falta das cobra killer, que nao vieram. se tivesse um hype em cima enchia. O lance foi voltar depois pro Spank Rock e GirlTalk, que botaram fogo na cool.

17 comments:

Henrique said...

E o Lindstrom? Alguém viu o carinha?

Henrique said...

Muito atraso para começar o Tim Festa...
Alguém aí conferiu o Lindstrom?

tom said...

fiquei na espera do lindstrom, mas qndo cheguei la ainda a levar mais de uma hora pra comecar, entao vazei pra oura tenda. quem viu?

PEDRO BAMBAATAA said...

Segunda noite ontem, enfim os caras melhoram liberaram a entrada para o palco principal, não estava chovendo, e tudo correu bem...

o show da juliette, fiquei até supreso com a primeira musica e sua performance, mas depois vieram muitos clichês, e a famosa média com a platéia empunhando
a bandeira brasileira...

bem logo, depois iniciou o show, que particularmente, eu, esperava... THE KILLERS...

realmente me impressionou bastante a produção, o visual de pastor do vocal sua postura em palco, realmente muitas das vezes lembrando freddy mercury...
mas achei que o cara canta muito
bem... e o forte do grupo, as melodias com base feita no teclado, deram um tom solene
bem interessante ao show, com
uma participação bem interessante do publico que cantou quase todas as músicas... para fechar minha
música favorita, neste ultimos 5anos, MR BRIGHTSIDE, com parcipação mais uma vez, quase religiosa, da plateia... agora relmente as musicas do HOT FUZZ,
empolgaram bem mais que, que as de
SAM'S TOWN....
mas gostei bastante e daria uma nota 9...

espero que ano que vem os caras melhorem a infra...

abraços

fabio fernandes said...

bem, amei a juliette,
curti o killers,
não tive paciência de esperar o lindstrom (acho que os atrasos este ano foram insuportáveis), diplo legal como sempre, hercovitch + johnny luxo divertídissimos,
spank rock começou capenga mas se superou,
girl talk rules !!!

achei os cenários legais, até um pouco melhores do que no ano passado. e, como sempre, tudo muito caro lá dentro e o que salva são as carroças de pipoca, cachorro-quente, churros e tapioca (!).

acho que é isso ...

Felipe Passarelli said...

todo mundo morgado né? rs to um caco. muitos erros, bem mais que acertos, mas foi intenso e o melhor veio nos 45 do 2o tempo. vamos lá:

- Antony and The Johnsons - O show em sí foi ótimo, porém em horário e palco errados. Antony tem uma voz que é realmente divina, mas não tem deus que ajude a ele fazer algo piano e voz pra um povo que falava o tempo todo ou estava só pela Bjork. Tem que ser sentado e bem confortável. (fora o calor que já estava ficando insurpotável)

- Bjork - Foi maravilhoso do começo ao fim, uma figuraça que sabe ser lírica e não deixar o show ficar chato em tempo nenhum. Vários Bloms Blips e o remix de "hyper-ballad" foi parte alta do show. Banda 10, Mike Stent tava lá, o cara é fera nos efeitos foi lindo. Depois a gente ve pq o hype em cima da lovefoxxx, que imita descaradamente ela, prum lado bom.

- Hot Chip - Cheguei um pouco atrasado pela fila la fora, daí fiquei vendo katia b, que foi legal, mas deu pra ver a metade. Nossa foi curto mais intenso (45 min e 1h pra Juliette). Hot Chip também é DFA do James Murphy e eles estão melhorando a cada dia. Finalmente um show new rave aqui, o som tava tão viajante que parecia q tinha tomado xtc, era fechar os olhos e viajar, o terceiro disco promete. O público não era o mesmo, deveriam colocar eles em outro lugar, 90% dos fãs do Arctic Monkeys viraram a cara.

- Arctic Monkeys - Show de qualidade, prova que é realmente uma das melhores do mundo, 65 minutos de pura adrenalina, pulação, gritos e roda. Todas as músicas são ótimas tanto do primeiro album quanto do segundo, estavamos precisando de um show assim, cru e intenso, adorei mas faltou mardy bum e 505.

- The Killers - Achei espetacular, talvez o melhor show no todo, me arrepiava em cada abertura de musica com os teclados, o Brandon Flowers tem uma super presença de palco e uma voz muito boa. a galera pulando o show inteiro, eu surtando mais ainda, foi o show mais completo de músicas acho, e ainda teve a cover do joy division "shadowplay" que eu acho maravilhosa. Nota 10.

Cibelle - em SP dizem que foi maravilhoso, mas aqui foi um porre, cheios de problemas tecnicos, ela reclamando toda hora, levando choques, mas no fundo é mais uma bossa-nova-bebel-gilberto-esque. Fiquei bem puto pq iria ser a CAT POWER a tocar por último, só vi ela saindo do palco, um absurdo, nisso muita gente vazou.

Spank Rock - São ótimos quando estão sem aquela percussão paraíba, fazem sons incríveis, mas esses tribalistas realmente achei fake e chato.

Girl Talk - A melhor coisa q2ue se aconteceu nesse Tim, foi histórico esse set, greg é muito crazy e geek tb, as musicas rolando ele vem fica pulando com a galera, se joga, chama a massa pra dançar junto com ele, porrada atrás de porrada, só naquela noite ele deve ter tocado uns 500 pedaços de musicas diferentes. o cara é o "now", kill your idols, ele além de dar a festa participa. uma pena não ter no jornal uma linha sobre esse show. Fantastic.

problemas: o breu daquele tuneu que ligava a saída, que pobreza, o no-ar-condicionado no show da bjork, estava insuportavel e o calor cada vez me irritava mais, a saida do palco em somente duas passagens, a demora insuportável pra começar o tim festa, cerveja péssima e não se tinha escolha.

depois me arrependi de não ter ido no tim cool, nem sabia do massive attack, era bom pra esperar até o tim festa começar.

será que o lindstrom tocou? só vi toktok q foi bem bacana. tb queria saber como foi.

buá! quero mais, até SP com CSS!

Abraços

Henrique said...

Eu pude ver bons trechos de algumas apresentações. O atraso e os palcos simultâneos me deixaram dividido. Gosto de acompanhar um set do começo ao fim. Porém, nas condições impostas pela organização, não foi possível.
Destaco o Lindstrom, com sua música espacial, mas sem ser aquela coisa viajandona. Era bem dançante. Tirava altos beats do laptop. Parecia que a Donna Summer e o Tio Moroder iam baixar no palco a qq momento...
A performance incendiária do Girl Talk vai ficar na lembrança. Muito legal!
E os sets do Sinden e do Diplo no palco Funk valeram a pena. Eles fizeram bonito. Dinamite pura. Marlboro foi apenas Ok.
Também vi alguma coisa do Spank Rock mas não me impressionei.
Quando fui embora, dia claro, tavam mandando um sambão atrás do outro naquele palco do Village onde o Johnny Luxo tinha tocado.
Queria ler as opiniões dos coveiros...

iga_rio said...

Fala Tom,

Cara concordo com sua critica no o globo !! Artic Monkeys foi do caralho !! saiu como eu esperava... banda e publico bem entrosados! já a estrutura do festival teve mais baixos do que altos... sem contar o preço das paradas... apesar de alguns criticarem, achei maneiro a parada das barraquinhas !!

Abraços,

PEDRO BAMBAATAA said...

é, pelo que estou vendo e lendo, a impressão que tenho neste segundo tim na marina, é que a
falta de estrutura e organização,
presentes no ano passado(1º ano de tim na marina)continuaram ou
pioraram este ano... acho que o
evento perdeu muuiito, quando saiu
do MAM... a produção deveria pensar em outro local, tipo jóquei-club, ou algo parecido... enfim achei, muito desorganizado...
o tal túnel tb, muito escuro e vazio... podiam colocar um dj ou algo parecido, pois, pelo preço de cobram deveriam oferecer mais coisas...
Ano que vem já não sei se irei...
Pensarei duas vezes...
o que valeu mesmo foi o show do
killers, muito legal mesmo...

abraços a todos!!

fabio fernandes said...

eu acho que o pior da segunda noite foi o atraso do tim festa ocorrido por causa do atraso do tim cool. o killers acabou bem cedo, antes da meia noite, e a produção demorou demais a colocar algo para atrair a multidão que ficou vagando para lá e para cá sem uma musiquinha para ouvir ... até o village poderia ter começado mais cedo para que as pessoas pudessem curtir/dançar mais. acho que faltou sensibilidade a produção para perceber que já estava ficando chato.

fabio fernandes said...

eu nem acho que o festival tenha que mudar de lugar, é claro que gostava mais do mam, mas a marina tem o seu charme. a questão é a organização do festival prestar atenção onde errou/erra:

- realmente, aquele espaço imenso entre entrada e palcos deveria ter um dj, um lounge, sei lá,
- mofo, devassa, espelunca chic são ótimos (e caros) lugares. só que fora de um festival que já cobra um preço exorbitante. acho que as opções para comer/beber teriam que ser mais acessíveis e por isso, viva as carroçinhas !

já tá na hora do festival descer redondo afinal já foram cinco edições do tim (três no mam, duas na marina).

algo que foi bem engraçado é o serviço de mensagens no telão. ótimo para passar o tempo enquanto aquele aguardado show não começa logo.

fabio fernandes said...

tom, o meu post anterior foi ?

Felipe Passarelli said...

achei finalmente uma notícia sobre Girl Talk! Do Daniel Tambarotti, esse entende bem de música. ele disse que lindstrom foi musicas ambiente só.

aqui, foi na G1 do globo.com, que aliás tem uma equipe excelente de jornalistas:

http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL161035-7085,00-CATARTICO+GIRL+TALK+E+O+MELHOR+ELETRONICO+DO+TIM.html

tb acho que o tunel tinha que ter uma pista, um perigo se alguem se espatifar no chão.

Lorena said...

como representante do lado negro da forca, atravesseis as largas pistas do aterro e fui pro circo ver o napalm death.

musica extrema e de qualidade unica. os caras dominam todas as velocidades e sao os mestres da rapidez demente. guitarra e bateria inconfundiveis, e o baixo distorcido sujando tudo ao fundo.

26 anos a servico da musica (um erro restringir caras tao originais ao genero metal)sem concessoes, livre de preocupacoes mercadologicas e modismos.

o frontman e uma figuraca. parece um frankenstein saido de um filme do monty phyton, tentando acompanhar o massacre sonoro com gestos e movimentos totalmente desencontrados e debiloides.

teve headbanger cascudo aos prantos na sequencia de musicas do scum, primeiro disco da banda.

noite inesquecivel.

fabio fernandes said...

pois é, comentário sobre o napalm já rolou.
e o joão penca, alguém viu ? otaner, vc foi ?

fabio fernandes said...

nem bem saímos do tim, já tem o lcd (que prá variar, será bem mais barato em sp) e carl cox (23/11, vivo rio, r$ 70 !) ...

Otaner said...

Fábio, acabei não indo no João Penca. Mas parece que devem rolar mais shows deles logo, logo.

Preço do LCD no circo: 100 reais a meia. Mais um show que eu gostaria de ir, mas não vou.

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Depois de regravar sucessos do Pop, Rock e Samba, a Orquestra Petrobras Sinfônica prepara uma homenagem ao reggae. O quarto EP da série “O Clássico é...” trará versões inéditas de “Andei só” (Natiruts), “Minha felicidade” (Roberta Campos), “Um anjo do céu” (Maskavo), “Aonde você mora” (Cidade Negra) e “Segue o baile” (Braza). A primeira apresentação do novo projeto será no Teatro Rival Petrobras, com entrada gratuita, às 20h do dia 18 de outubro (quarta-feira).

(colaborou @DonnieDarko73);

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