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Monday, April 02, 2007

CSS ROCKS!


Desde os anos 80 que as bandas de rock alternativas/indies brazucas (principalmente paulistas) tentam se dar bem na inglaterra e sair no nme. muitas tentaram. um colega meu de profissão, o naporano (escrevia na ilustrada da folha e tinha a banda maria angelica não mora mais aqui) foi um dos primeiros a tentar. foi com malas e bagagens para londres, ficou por lá um tempão, e nada. a ultima vez que o vi estava vendendo cds piratas de shows na feirinha de camden town. mais recentemente a galera do wry (de piracicaba ou campinas? to na duvida) tbm fez o mesmo. assim como a dupla tetine (que ate apelou para um bonde do tetine, capitalizando na frente o hype do funk carioca, execrado pelos indies brazucas, mas, como agora é moda...). mas, a unica que realmente chegou lá foi a cansei de ser sexy/css. além de sair toda semana no nme, ganhou o publico e a critica e ainda foi empurrada pra dentro da onda new rave. resultado: esteve na turne do nme e pode ser vista no dvd que vem com a recente edição do jornal (comprei um na letras do leblon sexta passada e o css aparece até com destaque na capa!). lá estão as meninas (e o adriano) de igual pra igual com gossip, klaxons, automatic e tudo mais. e até já deram cria: o new young pony club é citada como uma banda na linha css! ou sejam deixamos de ser cópias e passamos a ser referência! a relação é diferente com o sucesso do sepultura nos anos 90. por mais que fosse metal, atingia o mainstream. o css, não. é a realização do sonho de milhares de meninos e meninas indies daqui. se vai durar um verão londrino, whatever. mas eles realmente chegaram lá, seja lá o que LÁ queira dizer. se abriram as portas pro resto, veremos...

38 comments:

Gustavo Ramos said...

No inicio, eu torcia o nariz para o Css. Neguinho babava mto o ovo, principalmente o Lucio Ribeiro. Mas depois que eu vi eles tocando "off the hook" no altas horas, acabei baixando o album e me apaixonei.
A versão do album q foi lançada pela subpop é ainda melhor do q o anterior, achei mais enxuto.

tom said...

tbm acho a versao gringa do cd melhor, pq é mais enxuta e tem um som melhor (foi remasterizado). no inicio tbm tive pe atras com eles, pq parecia modinha do mundo fashion. mas ai vi um show, vi dois e ouvi o disco e gostei. ha uma versao de let´s make love que saiu em single que é muito boa. ha quem diga que so se fala do css pela conquista deles na gringa. nao acho só isso. apesar do som tosco e das letras bobinhas, é bacana. é pop, mas nao é brega

Rocha06 said...

Vi 2 shows deles, um na Melt e o outro na Loud. É divertido mas nunca me pegou a ponto de eu baixar o cd na internet. Não sei se é preconceito meu por ser uma banda só de "meninas"(nunca curti esse tipo de banda) ou por ser muito paulista. Nunca fui fã de bandas como Cibo Matto , cujo estilo eu considero parecido, só que o CSS é mais eletrônico.
Mas uma coisa eu tenho que admitir: o clipe gringo de "Alala" é engraçado. Alguém já viu? Mostra uma briga em uma festa de trás pra frente, com as meninas todas ensanguentadas.

bnatal said...

Posso estar embolando datas (acho que não estou), mas o Tetine tava fazendo programa de rádio e o lance do Bonde antes do boom do funk lá fora, não é não?

abs,

fabio fernandes said...

acho que já até comentei em algum post anterior que acho o css a banda da década, no brasil, sem sombra de dúvida. e acho que este sucesso todo lá fora (ao contrário daqui ...) só vem comprovar esta teoria. mas tbém temo que a banda acabará logo, logo, talvez um pouco antes ou um pouco depois do segundo disco, não sei pqe tenho esta impressão.
e as outras bandas que vieram a reboque que tbém admiro tanto qto o css são: bonde do rolê, bonde das impostora, 808sex, voz del fuego. e tbém curto o bonde do tetão (a versão funk do tetine).

tom said...

alias, ja ouviram "standing in the way of control", do gossips? a gordinha canta pra carater e a musica é muito boa, tanto em versao rock qnto em mix dance. e, sim, o css deve ter vida curta, nao é o tipo de banda que vai construir uma carreira solida, isso nao acontece mais hj em dia. no maximo, uma carreira solo para a lovefoxxx, que é fofa (rs)

Rocha06 said...

Porra Fabio, banda da década? Será?

Eu ainda aguardo o dia em que uma banda brasileira de rock de verdade faça sucesso lá fora. Eu acho que o Legião tinha competência pra isso, se as letras em inglês ficassem tão interessantes quanto em português...mas acho que o Renato nunca se interessou por isso. E ele era muito feio tb, não sei se isso faria a diferença.

tom said...

rocha, so nao entendi o q vc quis dizer com rock de verdade. nao dá. o rock é dos brits e dos yankees. por melhor q a gente seja, sempre sera uma copia. o caminho é levar algo de novo, assim como estao fazendo edu k e bonde do role, um som daqui com cara de rock. ate o css chegar no nme, o maximo q nós conseguiamos era tocar no john peel, que nem existe mais...

fabio fernandes said...

bem, rocha, é opinião pessoal.
não sei se existirá, um dia, alguma banda nacional que dominará o mundo (rsrsrs), acho mais legal ir comendo pelas beiradas, ir sem muita pretensão e conquistando aos poucos. o meu primeiro contato com o css foi acachapante, qdo ouvi (e os vi pela primeira vez) achei melhor do que muito gringo que têm por aí e ainda pensei que eles não fariam feio lá fora; e não o fizeram ...
o único porém é os poucos shows que rolam no brasil, mas acho que agora a prioridade deles é realmente o mercado exterior, e de certa forma estão certos ...

fabio fernandes said...

"o único porém é os poucos": nossa que horrível ficou isso !

desculpas pelo português ...

Otaner said...

Tom vc comentou que no inicio ficou com o pé atrás com eles por parecerem modinha do mundo fashion... bom, no inicio eles eram isso mesmo, heheheh. Depois é q eles começaram a levar a sério, qdo surgiu o show no tim, eles viram q podiam chegar mais longe e as meninas começaram a aprender a tocar, antes era mais festa de fotolog.

Acho que essa materia antiga com o adriano no scream yell explica muita coisa: http://www.screamyell.com.br/musicadois/canseidesersexy_css.htm Outro dia o felipe comentou aqui sobre uma entrevista recente do adriano pro site rraurl, segue o link: http://www.rraurl.com/cena/texto.php?id=3470

Apesar de ao ler as entrevistas ficar com a impressão de que o Adriano é um deslumbrado, mta coisa que ele fala é correta, especialmente sobre estrutura de show no Brasil. E é inegável que ele é um ótimo compositor, desde o thee butchers orchestra. Gosto das musicas do css, infelizmente nunca vi show e ao que parece ele não faz a menor questão de fazer show por aqui, gostaria de assistir.

tom said...

poize, renato. eu sei que eles no começo realmente eram modinha do mundo fashion., mas nao só isso., foram em frente. alias, o thee butchers é (era?) muito bom, vi um show deles no cine iris que foi dez. qnto a tocar aqui, sei da boca de produtores que o adriano cobra 20 mil dolares agora pra tocar no brasil, foi o que ele pediu ao chemical festival...

Felipe Passarelli said...

Quem sou eu pra falar de CSS, primeiro show foi como hoje no The Evens, um cubiculo que ecoava como se fosse algo grande, eles fazem a diferença.

No começo, meio impacto pelo nome, cansei de ser sexy, não da nem vontade de ouvir ou é ligado a coisa de viado, drag, as pessoas sacaneavam quando falavam deles.

Devargazinho pegaram a sorte na Sub-Pop, fizeram milhões de shows pelo mundo todo, e tem mais ouvinte que muita banda internacional de nome.

Não acredito que seja uma coisa passagera, e sim um degrau que eles eles deram na carreira deles.

O Album foi remasterizado as pressas, e eles tocam hoje em dia bem melhor.

Resultado, eles estão: Coachella, Lollapaloosa, Glastonbury, Reading Festival, Becassin etc etc etc

Acho que ano que vem eles já podem ser headlines de Festival, o Arcitc Monkeys não estão sendo??

O unico problema da banda é o Adriano, mas sem ele elas não são nada, ele faz a barte eletronica e todos os remixes. Ele ta pra fazer um do NIN...

Amo a banda, não é um album que se enjoa, e tudo deu certo pra eles, fico muito feliz, o Brain Molko do Placebo falou que ama CSS....

Vamos ver onde isso vai parar, acho que ano que vem ninguem segura....

audim daniel said...

Oi Tom.

O wry é de sorocaba. Tem também o The Tambourines, que acabou uma tour com o Brian Jonestown Massacre. Eles vêm ao Brasil mês que vem para alguns shows.

tom said...

valeu pela lembrança, audim. eu trocava emails com eles, mas depois nos desconectamos. ha tbm aquele dirty blonde (mas quem acabou aparecendo foram os long blondes). po, felipe, que bom q vc viu o evens. eu tive pos-trabalho. e sabem quem ta vindo ai pro mada? o hot club de paris (eles nao sao de paris, esse é o nome da banda). quem sabe eles esticam rio-sp

Gustavo Ramos said...

Felipe acha mto dificil eles virarem headlines. Acredito q o css não passa do segundo disco. Não por falta de talento, mas sim pq irá aparecer uma nova cena musical(tipo um new grunge, rsrsrs) e eles ficarão fora.

Luciano said...

Tom,
o Hot Club de Paris não vem mais não. No Mada a única banda grnga é Russian Futurists, uns canadenses. Iam trazer outros nomes, mas as negociações não rolaram.

Eu também tinha um pé atrás com o CSS, quando vi o show, até fiz uam brincadeira saindo e dizendo "cansei de ser público". Ahcei sem graça, piada de paulista, forçada e sem graça. Passou um tempo e ouvi o disco, gostei mais e hoje até toco nas festinhas as vezes. Quero ver outro show hoje em dia, deve estar bem melhor.

Otaner said...

Tom, não tenho a minima noção de cachê de bandas/DJs brazucas, internacionais e mto menos de uma banda nacional com sucesso lá fora. 20.000 doletas é muito ou pouco?

Rocha07 said...

Não acho impossível, num futuro próximo, sair uma banda de rock do Brasil que faça algum sucesso lá fora. Difícil, mas não impossível.
E não sei se concordo que só os americanos e os brits sabem fazer rock. Se fosse assim não sairia bandas de lugares como Suécia, Alemanha, Argentina, etc. É que nem dizer que só os japoneses sabem fazer sushi ou só os franceses sabem jogar futebol
O que dificulta mesmo é a própria garotada, que parece que só quer fazer som ao estilo Blink 182 e derivados.
E a falta de um frontman de responsa. A maioria das bandas daqui tem bons músicos mas péssimos vocalistas.

tom said...

concordo em grande parte com vc, rocha. nao temos bons frontmans e os que temos cantam mal, nao sao carismaticos, nao se entregam. mas acho que uma coisa é fazer sucesso la fora tocando rock,sendo japones ou brasileiro, passa como exotico. mas nunca sera realmente a mesma coisa. começando do fato que rock aqui é coisa de classe media, e la fora é de white trash e proleta. mas isso da pano pra muito papo. renato, o valor do cache depende do artista e de onde sera o show e o patrocinador. 20 mil doletas pra tocar num festival onde a atracao era o psytrance, nao paga. nao havera retorno de publico e bilheteria que, digamos, teria com uma pitty ou detonautas. 20 mil doletas da 40 mil reais, o dobro de um cache basico para banda local aqui, mas normal lá fora

Onaicram said...

Tom, e aquela banda de um brazuca q anda repercutindo por aí ... se não me engano, chama-se guillmonts ou algo parecido?

Lord Vader said...

Pra mim a maior barreira pra banda brazuca acontecer lá fora é mesmo o idioma . Num mercado inflacionado como o da musica neguinho nem para pra escutar se for numa lingua estranha (duvido que alguem aqui escute banda argentina ou de sudamerica) - até banda portuga é esquisito -
Mas aí se a banda resolve gravar em ingles é logo detonada e rotulada de pretenciosa (o que em alguns casos é verdade).
Resumindo , a cada 10 anos uma banda brazuca acontece lá fora , anos 90 sepultura , anos 2000 Css , e nos anos 2010 alguma banda de algum moleque que tá começando a escutar rock agora .
Mas de verdade , mesmo não achando nada de mais no som do CSS fico bem satisfeito com o sucesso dos caras , embora tambe´m concorde com a geral e acho que o prazo de validade é mais um disco apenas .

Otaner said...

É... pedir o dobro de um cache normal é quase o mesmo que dizer: não queremos tocar.
Ao mesmo tempo que concordo que os locais pra tocar por aqui são quase precários e as bandas deveriam lutar por lugares melhores, lembro que o franz aceitou tocar no circo por um cache menor (acho eu) só pela história do lugar, lembro do trail of dead tocando no garage (eu não fui, lembro que foi numa quinta feira e acho q quase ninguem foi). Agora mesmo o Ian Mckaye tocou no audio rebel, que na verdade é um estudio, não? Se tivesse um show do css no cine iris ou no odisseia hoje eu com certeza iria e acho que muita gente também, seja pelo hype ou pela qualidade da banda. E eles estavam aí no Brasil esses dias. Pra concluir mais ou menos o que estou querendo dizer: acho que mesmo que seja uma banda voltada e planejada pro mercado internacional eles deveriam pelo menos pensar em quem curte o som e gostaria de ver um show deles.

pacheco said...

*cansei de ser sexy parece muito Le Tigre.
*cansei de ser sexy é um nome de banda EXCELENTE.
*O que é nosso e faz sucesso lá fora é apenas o que é REALMENTE nosso (com excessão do css). Garota de ipanema fez muito sucesso lá porque era bem diferente da música de lá e acabou cativando. Rock feito no brasil pra eles deve ser que nem bossa nova feita no exterior para a gente (Eu particularmente não dou muita bola pra bossa gringa).

O que deveria fazer mais sucesso lá é Nação Zumbi, Otto, Lenine, Los Hermanos, e todo o pessoal da mpb (caetano e chico, principalmente).

Quem estaria interessado em ouvir lá fora, por exemplo, o moptop, que é um clone de uma banda deles mesmos?

tom said...

marciano, guillemots é uma banda inglesa que tem um brasileiro, é diferente. pacheco, é isso ai o q quero dizer. por isso os grupos de funk-rock estao dando certo, pq nao é o mesmo rock de sempre. quem vai dar bola pro moptop, tendo zilhoes de bandas iguais? tbm tem o lance do idioma, vader. por isso o cansei virou css e lançou o cd so com as faixas em ingles, isso facilita. nos temos mais sede em conhecer o q vem de fora do q os gringos. tem que dar pra eles mastigado ou com legendas. nós somos macunaimas. ah, acho o css melhor que a matriz, o le tigre

Otaner said...

Vader, hoje eu tava ouvindo um disco do Desorden Publico, banda de ska da Venezuela. =)
E gosto mto de musicas do Molotov, Soda Stereo, Aterciopelados (mais ou menos), Charly Garcia e principalmente Cafe Tacuba. Não sei se sou minoria aqui, mas curto bem o som dos hermanitos.

Rocha06 said...

Ah mas eu tb acho que uma banda que nem o Moptop não teria chance lá fora...porque o Moptop, por mais competentes que eles sejam, é uma cópia brazuca dos Strokes. Eles podem até evoluir e melhorar o som, mas por enquanto é só isso mesmo.
Um exemplo do que eu tô falando: o The Sounds, da Suécia. Realmente eles não fazem um som muito original, mas pelo menos o suficiente pra não serem comparados com mais ninguém. E tem uma vocalista carismática e com talento. Aí funciona.
Mas acho que, pra uma banda fazer sucesso lá fora, teria que primeiro fazer sucesso aqui dentro...o CSS não se encaixa pq fazem um som mais pra eletrônico do que pra rock, e pra isso não tem mercado aqui (a não ser que eles tocassem psy-trance, argh!).

Sandman said...

a primeira vez q eu ouvi falar no css foi em 2004, no banda antes mtv.
passou um pedacinho de um show e eu pensei "pqp, os caras em sp falam mal dos hermanos e babam ovo dessa merda???"
haha
eles nem tinha um site..e sim um flog.
Eu assisti o show das meninas na loud ano passado e realmente achei a presenca de palco da Love mto boa.Porem a banda deixava a desejar.
De tanto que voces falaram, eu baixei a versao gringa do cd e achei o resultado mto bom.Musica pop pra ficar cantando junto, sem compromisso.
Como disse o gustavo, a musica "off the hook" eh uma perola.
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o irmao da minha amiga de trabalho me deu duas nme ano passado de presente e em uma delas tinha uma pagina inteira com uma entrevista da Love.
ele vai voltar de london agora e vai me dar mais revistas.espero que tenha mais materias do css.
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ps:o irmao da minha amiga nem me cobra pelas revistas, que custam uma nota aqui no brasil (a nme custa 15 pilas).Ela me disse que é tao barata, que fica sem graca de me cobrar rss.
eu vi q a nme vende 70 mil exemplares por semana.Em termos editoriais, acredito que seja mta coisa, ainda mais pelo assunto que ela trata.

tom said...

o nme custa duas libras (uma passagem de metro) e vende mais de 50 mil edições por semana. para se ter uma ideia, uma revista tipo a bizz vendia 70 mil por mes nos bons tempos, hj deve chegar a menos da metade disso, acho. e o reino unido, proprocionalmente, é um terço do brasil. o diferencial é que la a cultura musical é forte e, apesar da internet, nada como ler e ver num bom jornal/revista. sobre musica hermana, qndo tinha mtv latino na directv eu via direto e aprendi a gostar de nomes como erica garcia, amaral, plastilina mosh, los autenticos decadentes e outros. agora nao tem mais, o que é uma pena...

vmvieira said...

não sei se esse lance de imagem de gringo sobre o brasil ainda tem a mesma validade de tempos atrás pq estamos falando de um grupo especificio. hoje com o esquema blog/download conta mais a própria musica do que a origem da banda, o css fez sucesso simplesmente porque é bom e divertido, coisa q a maioria das bandas indies brazucas nao conseguem ser, sao muito ""chatooos e sem graça e sem presença e repetitivos, inclusive esses nomes como moptop e superguidis, los hermanos entao a galera indie cortaria os pulsos, rs

e realmente o css sao respeitados, esse mes a mojo dedicou uma página elogiosa a eles contrapondo com a chatice do bloc party

sensacional uma reportagem da uncut comentando sobre essa "nova onda" rock-blog, que em teoria, estaria substituindo a influencia das college radios dos anos 80 de onde surgiram rem e indies afins, hoje o esquema é outro, descentralizado e nao tem muita cena, bandas do mesmo local e perfil, esqueçam essa new rave pq foi uma idiotice q todo mundo execrou

achei bem sacada uma reportagem comentando que o som da inglaterra tá dividido entre baladas xaropes a la "radio2head" e do outro "shamble baby britpop" (finissimo trocadilho) com isso abrindo espaço para bandas fora do eixo, como arcade fire, clap, inclusive o titulo gigantesco da materia é WAKE UP

e por fim, quando ouço o blesq bloom/cabeça dinossauro/jesus, ou os mutantes sao discos que certamente cairiam no gosto indie, como o pessoal pirou com aquela coletanea nem tao boa do punk paulista,

Gustavo Ramos said...

Sobre musica latina... Tirando o jorge Drexler não conheço nada. Não tenho nenhum tipo de preconceito contra a lingua, não é isso. O problema é só a dificuldade de acesso. Eu tenho net, mas não tem mtv latina na grade.

ricabel said...

o show do css é bem divertido, mas pra mim não passa disso. é um som que raramente sinto vontade de ouvir em casa ou noutros lugares.

alguem aí mencionou o trail of the dead no garage. eu era um dos poquíssimos (acho que uns 70, 80) felizardos naquilo que parecia mais um ensaio do que um show e foi destruidor.

los muchachos vizinhos têm coisas muito foda, como motosierra (uruguai) e los natas (argentina).

aqui no rio tá faltando lugar pra shows pequenos e underground (pra 300, 400 pessoas). tanto que o motosierra acabou de fazer uma tour por umas cinco cidades e não passou por aqui. também já ouvi dizer que o espetacular bellrays vem pra são paulo, mas não pro rio. triste, muito triste.

iga_rio said...

Fala Tom,
Me amarro em musica hermana.. quer dizer sou fã de algumas bandas como Café Tacuba, Ataque 77...
essa é uma cultura que aqui no Brasil é muito dificil de dar certo... as vezes que fui a Buenos Aires pude conhecer de perto a cena de lá... e me amarrei.. porem aqui no Brasil é mais fácil fazer sucesso uma banda que cante em japones do que uma que cante em espanhol... é um preconceito besta nosso !!!
As exceções são bandas/artistas bregas como maná, alejandro sanz... que tem suas músicas tocadas 24h por dia nas fms bregas daqui..
vai entender...

Abraços,

fabio fernandes said...

acho que quem curte música, quem realmente se sensibiliza com sons, não liga para a barreira do idioma ... em relação aos países vizinhos, uma das minhas bandas favoritas é e sempre será o aterciopelados. soda stereo tbém é legal. agora, o maná é dose !

__

eu já ouvi comentários de que a nação zumbi tem um bom público lá fora (especificamente na europa), desde a época em que chico science era vivo. dizem que toca em rádios com perfil mais alternativo e tudo ...

Rocha06 said...

Eu até comentei isso há uns tópicos atrás, o Nação tocou no Later do Jools Holland...fiquei chocado quando vi eles lá, mas o Jools sempre se esforça pra colocar bandas bem ecléticas no programa.
Meu problema é que eu curto rock mesmo, não manguebeat ou samba-rock (essa péssima idéia dos Los Hermanos)...Klaxons por exemplo, pra mim, é mais eletrônico que rock. No caso do Nação, é louvável o que eles fazem e respeito os caras pq tentam fazer algo original, mas não é minha praia mesmo.
Às vezes eu acho que essa pobreza no rock brasileiro tb se deve ao fato de que a gente perdeu figuras importantes do gênero...Raul, Cazuza, Renato, o Herbert (que tá vivo mas não é mais o mesmo) e porra, até os Mamonas! Aí surgiu um vácuo que até hoje não foi preenchido.

Andre said...

Eu baixei desde o dia desse post e to achando muito legal.
Estou ouvindo muito essas bandas de mulheres, eu gosto. The Donnas, Luxúria (perdi o show no Rio!)
Tudo no meu ipod ida e volta do trabalho.

Alguém aí conhece Genitorturers?
Difícil achar material dessa banda na internet, principalmente videos bons.

tom said...

off the hook do css ja pode ser encontrada em coletaneas pop da europa e estados unidos. ja ja eles vao aparecer no letterman!

tom said...

nao sei se é nesse finde ou no outro, mas o css vai fazer duas datas no london astoria como headliner. eu disse: duas datas. e parece que ja tava ficando sold out. é a consagração. lotar o astoria (onde ja vi altos shows) poe a banda na linha das indie em ascenção, ja num nivel de garbage, por exemplo. dai para um disco pop de sucesso mundial é um pulo

NA CIDADE

JULIANAS:

casas & shows: Circo Voador 18 – Metá Metá / Rakta 19 – Roberta Sá  20 – Testament (EUA) 25 – Johnny Hooker 26 – O Baú do Raul – 25 Anos: Marcelo Nova / Mauricio Baia / B.Negão / Chico Chico / Karina Buhr / Rick Ferreira / Vivi Seixas

Fundição Progresso 18 e 19 – Novos Baianos 25 - Mitchell Brunnings (HOL) / Orquestra Brasileira de Música Jamaicana 26 – Festival RapRJ 7: Cone Crew Diretoria / Luccas Carlos / Froid / 1Kilo / ADL – Participação: Ducon / Modestiaparte – Participação: Liink & Buddy Poke

Teatro Rival 18 – Festa La Cumbia 19 - Afrojazz - Participação: Larissa Luz & Jesuton 23 - Michael Sweet (Stryper) & John Schlitt (Petra) 24 - Júlia Bosco & Emerson Leal & Gustavo Macacko – Participação: Mart´nália & Simone Mazzer 25 – Alma Thomas 26 – Jay Vaquer 50 meia Setor A, 40 meia Setor B, 30 meia Lounge 30 – Cabaré Diferentão

Teatro Riachuelo 29 – Paulo Ricardo Teatro Odisseia 18 – Ordinária - Baile do Lindote: Molejo 24 - The World is a Beautiful Place & I am No Longer Afraid to Die / gorduratrans / E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante  26 - Esteban Tavares / Sheffield 

Vivo Rio 18 - Postmodern Jukebox (EUA)  19 – Barão Vermelho 20 – Roy Hargrove & Roberta Gambarini 25 - Jacob Collier (ING) 

Baratos da Ribeiro (Botafogo) 19 – Vespeiro: Marcelo Perdido / Real Sociedade / O Branco e o Índio 26 - Vespeiro: Tacy de Campos / Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Estúdio Hanói (Botafogo) 18 - Nativity in Black Fest: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  19 - Festival Nativity in Black: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  27 - Back To Hanoi Metal Fest: Forkill / Unmasked Brains / Evil Inside / Savant  30 - Rectal Smegma (HOL) / Uzômi / Baga  Audio Rebel 16 – Quintavant: Thiago França: Sambanzo 17 – Quintavant: Thiago França: Space Charanga Quarteto 18 - Jair Naves & Britt Harris / Kasparhauser 19 – Quintavant: Ava Rocha 20 - Homenagem a John Coltrane (Widor Santiago, Sergio Barrozo, Adaury Mothé, Didac Thiago, Roberto Rutigliano) 23 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Bella, Thomas Rohrer, Cadu Tenório, Antonio Panda Gianfratti 24 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Thomas Rohrer, Antonio Panda Gianfratti 30 – Quintavant: AJJA (Pedro Calmon & Alex Frias)

Espaço Sérgio Porto 18 - Marcio Lugó / Capela  24 - Mulheres de Buço 25 - Whipallas 31 - CEP 20.000

Sala Baden Powell 16 - Donatinho: Homenagem a João Donato - Participação: Ithamara Koorax, Wanda Sá, Cris Delanno, Amanda Bravo, Ricardo Silveira 19 - Quarteto do Rio 23 - Lúcia Menezes 26 - Marcel Powell - Homenagem a Baden Powell - Participação: Thais Motta, Ithamara Koorax, Gabriel Aquino, Amanda Bravo, Dilma Oliveira 27 - Dorina Canta Aldir Blanc 30 - Eliana Pittman

Theatro Net Rio 16 – Laila Garin & A Roda 22 – Paulo Miklos 12/09 Simone Mazzer

Beco das Garrafas Casa de Cultura Laura Alvim 09 e 10 – Festival Levada: Luísa Maita 15 – Katerina Polemi 16 e 17 – Festival Levada: Apanhador Só 23 e 24 – Festival Levada: Bruna Mendez 30 e 31 – Festival Levada: Tamy

Teatro Ipanema 15 - A.Nota: Sambas do Absurdo (Juçara Marçal & Rodrigo Campos & Gui Amabis) 16 - Aíla (PA) – Participação: Posada 17 - Ana Frango Elétrico / Thiago Nassif 18 - Amora Pêra 22 - A.Nota: Marcelo Vig & Marcos Suzano

Teatro Café Pequeno 17 - Lu Dantas & Natália Boere 24 - Marcos Oliveira 31 - Filtra

Metropolitan 24 – Hanson (EUA) 26 - Lindsey Stirling (EUA) Teatro Bradesco 18 – Leo Jaime 24 – Almir Sater

Teatro Municipal de Niterói 18 e 19 – Roberta Campos 22 – Clube do Choro Homenageia Noel Rosa 24 – Quarteto do Rio

Planet Music (Cascadura) 18 - Torture Squad / Hatefulmurder / Reckoning Hour / Warcursed  19 - Black Days (SP) / Sheffield / Amsterdan / LaVille  26 - Festival Invasão Underground 2: Inversa (SP) / Maieuttica / Adrift / Tormentta / The Last Whale 

Imperator 16 - Quartas Brasileiras: Tia Surica - Tributo a Clara Nunes - Participação: Nilze Carvalho, Ana Quintas, Mariene de Castro 22 – Jazz Pras Sete: Folakemi Duo 23 – Maurício Mattar – Participação: Alexandre Pires 24 - Homenagem a Dalva de Oliveira: Amelinha, Zezé Motta, Dóris Monteiro, Leny Andrade, Rita Beneditto, Áurea Martins, Agnaldo Timóteo, Simone Mazzer, Zé Renato, Eliana Pittman, Rosa Maria Colyn, Luciene Franco, Ellen de Lima, Ataulfo Alves Jr, Gottsha 30 – Agnaldo Timóteo 31 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Arlindinho

Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca) 16 – Coletivo Samba na Rua 17 – Quinta Instrumental: Jimmy Santa Cruz 18 – Victor Mus 19 – Danilo Caymmi 23 – Fábrica Nômade Sonora 24 – Quinta Instrumental: Carlos Café 25 – Laura Zennet 26 – Quarteto do Rio 30 – Projeto Vitrola

FM Hall 23 – Manu Gavassi (grátis) 29 – Illy (grátis)

La Esquina (Lapa) 17 - Red Mess / Blind Horse / Stoned Jesus 24 – Mobile Drink

Smokey Rio (Lapa) 19 – Festa Rio Vinil Clube 26 – Bel Almeida Ganjah (Lapa) 18 – Duda Brack & Thiago Ramil 23 – Festa HempFyah: Rafyah Dread & Hempfield DubLab / Lion Dornellas / André Pfefer / Tagu Selectah Vibration 25 - Azul Casu & 3 du Mar

Casa de Baco (Lapa) 17 – Gafieira Pé de Louro 19 – Relógio de Dalí 24 – Joyce Cândido

CCBB 18 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pato Fu / Céu – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 20) 19 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pedro Luís & A Parede / Tom Zé – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 10)

Quintas no BNDES 17 - Byafra: 35 Anos de Sucesso 24 - Luiza Borges 31 - Tarita de Souza

Circuito SESC 16 – Copacabana: Philippe Baden Powell & Quarteto Ludere: Baden Powell 80 Anos 18 – Niterói: Clara Gurjão 26 – Engenho de Dentro: Clara Gurjão Circuito SESI 26 – Duque de Caxias: Tiê 25 – Jacarepaguá: Tiê _____________________________________________________________

mixx: 18 - Carmen Blues – Bar Kunin / Vila Isabel 18 – Sara & Nina – Olho da Rua / Vila Isabel 18 - Ronaldo Diamante – TribOz / Glória 18 - Wake the Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Clube Mageense / Magé 18 – RaggaBrass – Boulevard Olímpico / Praça Mauá 18 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio / Duque de Caxias 19 - Insurgente Rock Festival: Maieuttica / Ágona / Born2Bleed / Melyra / Forkill / Negah – Caixa de Surpresa / Bangu 19 - Breaking Bad - A Festa: Cervical / Controle / Mau Presságio – Buffallos Bar / Méier 19 - Festa RapSoul 5 Anos: Rael – Armazém / Praça Mauá 19 - Akira Presidente – Espaço BF / Mesquita

20 - Caxias Hell Festival: Velho / Justabeli (SP) / Dark Tower / Gutted Souls / Unnature / Vicious – Lira de Ouro / Duque de Caxias 25 - Bloco Fanfarra D´Águas – Praça das Nações / Bonsucesso 25 - Rogério Caetano - Participação: Hamilton de Holanda – Eco Som / Botafogo 25 - Arraiá do Bloco Vem Cá, Minha Flor – Feira de São Cristóvão

LEO JAIME LEO "GUANABARA" JAIME Com mais de 30 anos de carreira, Leo Jaime experimenta momentos de grande intensidade em sua vida profissional. Além da obra consagrada, como cantor e compositor, o artista está sempre atuando em novos projetos. Humor, interpretações arrebatadoras, inteligência e versatilidade são as marcas deste artista que apresenta ao publico carioca, no dia 18 de agosto, no Teatro Bradesco Rio, o espetáculo “Leo “Guanabara” Jaime”. No show ele relembra seus grandes sucessos musicais e as histórias por trás das canções e dos bastidores do Rock Brasil

PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   07/09 - Quinta-feira 20:00 Maceo Parker 22:30 Maceo Parker   08/09 – Sexta-feira 21:00 Maceo Parker 23:30 Maceo Parker   09/09 – Sábado 21:00 Sergio Mendes 23:30 Sergio Mendes   10/09 – Domingo 20:00 Sergio Mendes 22:30 Sergio Mendes   13/09 - Quarta-feira 20:00 Jaques Morelenbaum convida   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ CURSOS DE AGOSTO no Estação NET Botafogo    - História do Cinema Independente Brasileiro, com Cavi Borges    - Ancine e o fomento ao audiovisual brasileiro, com Julio Augusto Zucca    - Cinema Afrodisíaco? O sexo na tela, com Dodô Azevedo

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

DISTOPIAS BRASILEIRAS NO CINEMA A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 a 27 de agosto de 2017, a mostra cinematográfica Brasil Distópico, que traça um panorama da produção nacional sobre as distopias. Para a programação, os curadores Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida selecionaram 37 curtas e longas-metragens que imaginam diferentes futuros sombrios para o país, entre clássicos da ficção-científica brasileira e obras menos conhecidas.  Na programação, filmes como O quinto poder (1962), de Alberto Pieralisi, e Brasil ano 2000 (1969), de Walter Lima Júnior. Outras incorporam as convenções da ficção científica, encenando a ameaça nuclear e o colapso do planeta, como Parada 88: o limite de alerta (1978), de José de Anchieta; e Oceano Atlantis (1993), de Francisco de Paula. Há, ainda, aqueles que instalam o cinema de gênero em imaginários locais do Brasil, como é o caso de Abrigo nuclear (1981), de Roberto Pires; e Areias Escaldantes (1985). ESTE ULTIMO, TRAZ NO ELENCO, VARIOS NOMES E BANDAS DO ROCK BRASIL DOS ANOS 80, COMO LOBÃO, TITÃS, E TEMA-TITULO DE LULU SANTOS.

DEIXA NA RÉGUA: O filme estreia no dia 10 de Agosto no INSTITUTO MOREIRA SALLES com sessões às 16h e 20h e no CINE SANTA com sessão às 17h10. Deixa Na Régua. Direção: Emílio Domingos. Produção: Osmose Filmes. Documentário. Brasil. 73 minutos.

COM SESSÕES LOTADAS EM ALGUMAS CIDADES, UCI ABRE MAIS SALAS PARA “DAVID GILMOUR: LIVE IN POMPEII” E AGORA APRESENTA A EXIBIÇÃO EM XPLUS  Ingressos já estão à venda e o público poderá conferir o show também com o poderoso som Dolby Atmos em 360º



BLITZ AO VIVO: No embalo do lançamento do álbum 'Aventuras 2', Evandro Mesquita e sua Blitz finalizam seu quarto DVD, gravado no Circo Voador em abril, para lançamento em outubro. A banda está a todo vapor, com presença confirmada no próximo Rock In Rio e tem turnê pelos Estados Unidos confirmada em fevereiro de 2018

FESTIVAL DE CINEMA DA NOVA ZELANDIA

(colaborou @DonnieDarko73);

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