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Thursday, May 17, 2007

Nunca amei MPB

Eu bem que tentei. Minha mãe tinha uns discos de jovem guarda (que eram mais pop/rock) e depois seguiu roberto e descobriu simone, joanna e coisa e tal. Eu preferia rita e made in brazil. Daí veio o punk e música brasileira de qq espécie saiu do meu radar. Até chegar o rock dos 80´s com letras que falavam do nosso cotidiano. Legiao, paralamas, lobão, ultraje, ira, plebe, camisa e tantos mais. Como eram legais. Pulo de tempo e só nos 90´s algumas bandas passaram a usar elementos da musica local na mistura, tipo a galera do mangue beat. Bacana. CSNZ rules. Mas eu tava enredado na eletrônica, q era mais pulsante e curiosa, tudo novidade, e, como DJ não tocava músicas com vocais, então qq coisa brazuca tava limada. A tal da drum and bossa nunca me seduziu, era música para coroas e lounges. Até q o electro releu o som dos 80´s e a onda retrô se instalou com os vocais trazidos de volta por miss kittin e companhia. Tentaram imitar aqui, mas não deu pé. Até chegar o CSS, a coisa tava feia. As bandas de rock contemporâneas (exceções há, claro) ficam muito abaixo daquelas que embalaram minha adolescência. Sou mais a Lovefoxxx, sozinha! Não dou a mínima pro chico. O resto já morreu. MPB é só uma sigla. Nunca foi pop...

12 comments:

Vida Fuleira said...

Parece o Nelson Rodrigues que diia que MPB não era música, nem popular e muito menos brasileira...

Outro dia teve uma discussão no Globo sobre isso. Alguns artistas argumentavam que MPB era só um gênero popular no sudeste...

tom said...

que maneiro. o nersão sabia das coisas. pq, se a gente parar pra pensar no caso, realmente, a mpb é mais uma musica de zona sul, classe media ou universitarios. musica popular brasileira memso é o que se convencionou chamar de brega, como está naquele livro "eu nao sou cahorro, nao". ate os shows dessa galera dita mpb sao inacessiveis para as classes mais populares. entao, viva o reginaldo rossi!!! (rs)

jack white said...

fala tom

concordo com vc. do rock antigo, curto o roberto, o erasmo e o ronnie von (até comprei a reedição dos três cds dele). da tropicália, mutantes e o tom zé q trazia letras interessantes e sonoridades inusitadas, fora do padrão caetano-gil.

de rock anos 70 raul, rita, made in brazil, brazões, casa das máquinas e o terço.

dos oitenta eu curto todos esses citados por vc mas eu realmente sou fã incondicional dos paralamas, do lulu e do lobão.

dos 90 e 00 csnz, penélope, mundo livre s/a e o otto até um certo momento.

abs tom.

pacheco said...

Chico buarque fez algumas das músicas mais lindas que eu já ouvi; caetano consegue ser versátil, compor bem pra caramba, escrever letras fodas e ainda consegue ser experimental; tom zé é o compositor mais fearless e divertido que eu conheço.

Agora, ser popular... de jeito nenhum! Desde quando música boa é popular?

PEDRO BAMBAATAA said...

interessante o tópico...
ótimo título... já falei isso
para muita garota que queria
dar uns amassos, pois a maioria
que conhecia e conheço na noite
falava ou fala, "ha curto, djavan,
chico, Ana Carolin(blargh!!)..."
eu falava "eu odeio isso"...

porra até hoje por causa do meu
pai que é fã de bossa nova,nunca
gostei deste estilo, nem
o db nacional que vc citou tb
no tópico...

sempre gostei de artista nacionais
que tiveram uma atitude "rocker"
perante a vida...

se sempre gostei de dois em fases
específicas:

o grande tim maia nos anos 70, antes de fase brega, que ouço até
hoje e a Srª Rita na fase que tocou com, para mim a melhor banda
de rock nacional setentista, "o tutti - fruti", tanto que meu primeiro disco comprado foi fruto proibido em 1976...

fora isso só fui curtir musica
brasileira com o boom do rock brasil... no mais até hoje escuto
mais musica estrangeira...
hoje em dia não escuto nada nacional...

em geral só tenho achado coisas
interessantes na musica eletrônica...

abraços!!

tom said...

qndo eu tinha uns dez anos a musica mais legal q eu ouvia na radio era construção, do chico. e, se eu fosse hippie nos 60´s certamente teria sido fa do chaetano. mas o primeiro vem com esse discurso pro-cuba, mas mora numa mansao no alto gavea desde sempre (apoia o paredon?) e o segundo vive se metendo na vida dos novos artistas (tipo, tem que ter a benção dele) para parecer up to date. ve la se o bob dylan faz isso? tim maia era melhor q os dois juntos, mole. mas o q ta em jogo aqui é o rotulo mpb como um todo. ele nao funciona. lulu santos faz pop com qualidade e sabe se atualizar sem pelar saco.

Sandro said...

Ouço Rock desde sempre!

Ultimamente tenho buscado descobrir "velharias" e "desconhecidos/esquecidos" da época da bossa nova.

Sou fã incondicional de Tamba Trio, Tania Maria e alguns outros relegados ao segundo plano.

um amigo veio com este papo de que eu estava entrando no hall dos "apreciadores de MPB..."

MPB é o cacete! Popular aonde?
Popular para mim é o que consta nos livros "eu nao sou cahorro, nao" e "almanaque de musica brega"...

Assim como gosto de Miles Davis, ouço Tania Maria. Assim como gosto de algumas musicas do Weather Report, ouço Azimuth.

E não vejo nada de popular em nenhum deles! Muito pelo contrário...

Assim como um sociólogo falou que só acreditava em globalização quando pudesse comprar acarajé em frente ao Louvre, eu só acredito que "MPB" é popular quando ouvir no Maracanã a torcida do meu Flamengo cantar em uníssono:
"Vam' borandá
Que a terra já secou, borandá
É, borandá,
Que a chuva não chegou, borandá"

hehehehehehe...

tom said...

pacheco, tomzé é um caso a parte. ele ta a cima disso tudo. o cara se diverte, nao tira marra, faz a musica dele sem se ligar em nada do que ta rolando no mercado. e fez a capa de um disco cuja foto é um olho do cu com uma bola de gude enfiada (!). o problema no brasil é que há 40 anos ou mais os "astros" da dita mpb sao sempre os mesmos. ninguem entra no clube sem a aprovação deles. e quem ouve essa gente se acha superior...

Jaime said...

"ninguem entra no clube sem a aprovação deles. e quem ouve essa gente se acha superior..."

se isso acontece até aqui nos circuitos underground pq seria diferente no olimpo musical institucionalizado?

tom said...

o negocio é o seguinte, embora a mpb fale a nossa lingua, ela nao fala a MINHA lingua, if you what I mean. ja o cinema nacional consegue traduzir o q a musica nao. pelo menos o filme baixio das bestas, que vi hj, pega bem o clima do que é o brasil, uma parte do pais q a gente aqui do sul-deste nao conhece. e sem usar a quela fotografia de diretor paulista de publicidade, nem de videoclip. o tal do claudio assis é o bicho.

fabio fernandes said...

cláudio assis é phoda. fiquei pensando: se o cara começou com um filme como amarelo manga imagina o que vêm por aí ... e não me decepcionei, baixio é ainda mais cru, mais direto. eu li uma matéria comentando sobre isso, o nordestino que ele mostra é um contraponto aquele mostrado nas produções da globo filmes (e eu até gosto muito do guel arraes), nada nele é limpo, asséptico ...

pacheco said...

Minha irmã odiou baixio das bestas, devo ver?

Sobre o assunto,
"o primeiro vem com esse discurso pro-cuba, mas mora numa mansao no alto gavea desde sempre (apoia o paredon?) e o segundo vive se metendo na vida dos novos artistas"

Não sei o que isso tem a ver com música!
É que nem não gostar de oasis porque o liam é arrogante, não ouvir guns porque o axl é racista/preconceituoso, jogar a discografia dos beatles no fogo porque eles falaram que são mais populares que jesus, etc.

Eu sei que vc não gosta porque não gosta, porque a voz do chico é irritante, porque as letras do caetano são pseudo-intelectuais, porque o vibrato dele é forçado, sei lá...
Mas não gosto de misturar a vida dos artistas com a arte dos artistas.

Ah, e desculpa pelo soylent green que ainda está comigo!!! Eu já o salvei no computador.

Abraço!

NA CIDADE

JULIANAS:

casas & shows: Circo Voador 18 – Metá Metá / Rakta 19 – Roberta Sá  20 – Testament (EUA) 25 – Johnny Hooker 26 – O Baú do Raul – 25 Anos: Marcelo Nova / Mauricio Baia / B.Negão / Chico Chico / Karina Buhr / Rick Ferreira / Vivi Seixas

Fundição Progresso 18 e 19 – Novos Baianos 25 - Mitchell Brunnings (HOL) / Orquestra Brasileira de Música Jamaicana 26 – Festival RapRJ 7: Cone Crew Diretoria / Luccas Carlos / Froid / 1Kilo / ADL – Participação: Ducon / Modestiaparte – Participação: Liink & Buddy Poke

Teatro Rival 18 – Festa La Cumbia 19 - Afrojazz - Participação: Larissa Luz & Jesuton 23 - Michael Sweet (Stryper) & John Schlitt (Petra) 24 - Júlia Bosco & Emerson Leal & Gustavo Macacko – Participação: Mart´nália & Simone Mazzer 25 – Alma Thomas 26 – Jay Vaquer 50 meia Setor A, 40 meia Setor B, 30 meia Lounge 30 – Cabaré Diferentão

Teatro Riachuelo 29 – Paulo Ricardo Teatro Odisseia 18 – Ordinária - Baile do Lindote: Molejo 24 - The World is a Beautiful Place & I am No Longer Afraid to Die / gorduratrans / E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante  26 - Esteban Tavares / Sheffield 

Vivo Rio 18 - Postmodern Jukebox (EUA)  19 – Barão Vermelho 20 – Roy Hargrove & Roberta Gambarini 25 - Jacob Collier (ING) 

Baratos da Ribeiro (Botafogo) 19 – Vespeiro: Marcelo Perdido / Real Sociedade / O Branco e o Índio 26 - Vespeiro: Tacy de Campos / Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Estúdio Hanói (Botafogo) 18 - Nativity in Black Fest: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  19 - Festival Nativity in Black: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  27 - Back To Hanoi Metal Fest: Forkill / Unmasked Brains / Evil Inside / Savant  30 - Rectal Smegma (HOL) / Uzômi / Baga  Audio Rebel 16 – Quintavant: Thiago França: Sambanzo 17 – Quintavant: Thiago França: Space Charanga Quarteto 18 - Jair Naves & Britt Harris / Kasparhauser 19 – Quintavant: Ava Rocha 20 - Homenagem a John Coltrane (Widor Santiago, Sergio Barrozo, Adaury Mothé, Didac Thiago, Roberto Rutigliano) 23 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Bella, Thomas Rohrer, Cadu Tenório, Antonio Panda Gianfratti 24 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Thomas Rohrer, Antonio Panda Gianfratti 30 – Quintavant: AJJA (Pedro Calmon & Alex Frias)

Espaço Sérgio Porto 18 - Marcio Lugó / Capela  24 - Mulheres de Buço 25 - Whipallas 31 - CEP 20.000

Sala Baden Powell 16 - Donatinho: Homenagem a João Donato - Participação: Ithamara Koorax, Wanda Sá, Cris Delanno, Amanda Bravo, Ricardo Silveira 19 - Quarteto do Rio 23 - Lúcia Menezes 26 - Marcel Powell - Homenagem a Baden Powell - Participação: Thais Motta, Ithamara Koorax, Gabriel Aquino, Amanda Bravo, Dilma Oliveira 27 - Dorina Canta Aldir Blanc 30 - Eliana Pittman

Theatro Net Rio 16 – Laila Garin & A Roda 22 – Paulo Miklos 12/09 Simone Mazzer

Beco das Garrafas Casa de Cultura Laura Alvim 09 e 10 – Festival Levada: Luísa Maita 15 – Katerina Polemi 16 e 17 – Festival Levada: Apanhador Só 23 e 24 – Festival Levada: Bruna Mendez 30 e 31 – Festival Levada: Tamy

Teatro Ipanema 15 - A.Nota: Sambas do Absurdo (Juçara Marçal & Rodrigo Campos & Gui Amabis) 16 - Aíla (PA) – Participação: Posada 17 - Ana Frango Elétrico / Thiago Nassif 18 - Amora Pêra 22 - A.Nota: Marcelo Vig & Marcos Suzano

Teatro Café Pequeno 17 - Lu Dantas & Natália Boere 24 - Marcos Oliveira 31 - Filtra

Metropolitan 24 – Hanson (EUA) 26 - Lindsey Stirling (EUA) Teatro Bradesco 18 – Leo Jaime 24 – Almir Sater

Teatro Municipal de Niterói 18 e 19 – Roberta Campos 22 – Clube do Choro Homenageia Noel Rosa 24 – Quarteto do Rio

Planet Music (Cascadura) 18 - Torture Squad / Hatefulmurder / Reckoning Hour / Warcursed  19 - Black Days (SP) / Sheffield / Amsterdan / LaVille  26 - Festival Invasão Underground 2: Inversa (SP) / Maieuttica / Adrift / Tormentta / The Last Whale 

Imperator 16 - Quartas Brasileiras: Tia Surica - Tributo a Clara Nunes - Participação: Nilze Carvalho, Ana Quintas, Mariene de Castro 22 – Jazz Pras Sete: Folakemi Duo 23 – Maurício Mattar – Participação: Alexandre Pires 24 - Homenagem a Dalva de Oliveira: Amelinha, Zezé Motta, Dóris Monteiro, Leny Andrade, Rita Beneditto, Áurea Martins, Agnaldo Timóteo, Simone Mazzer, Zé Renato, Eliana Pittman, Rosa Maria Colyn, Luciene Franco, Ellen de Lima, Ataulfo Alves Jr, Gottsha 30 – Agnaldo Timóteo 31 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Arlindinho

Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca) 16 – Coletivo Samba na Rua 17 – Quinta Instrumental: Jimmy Santa Cruz 18 – Victor Mus 19 – Danilo Caymmi 23 – Fábrica Nômade Sonora 24 – Quinta Instrumental: Carlos Café 25 – Laura Zennet 26 – Quarteto do Rio 30 – Projeto Vitrola

FM Hall 23 – Manu Gavassi (grátis) 29 – Illy (grátis)

La Esquina (Lapa) 17 - Red Mess / Blind Horse / Stoned Jesus 24 – Mobile Drink

Smokey Rio (Lapa) 19 – Festa Rio Vinil Clube 26 – Bel Almeida Ganjah (Lapa) 18 – Duda Brack & Thiago Ramil 23 – Festa HempFyah: Rafyah Dread & Hempfield DubLab / Lion Dornellas / André Pfefer / Tagu Selectah Vibration 25 - Azul Casu & 3 du Mar

Casa de Baco (Lapa) 17 – Gafieira Pé de Louro 19 – Relógio de Dalí 24 – Joyce Cândido

CCBB 18 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pato Fu / Céu – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 20) 19 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pedro Luís & A Parede / Tom Zé – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 10)

Quintas no BNDES 17 - Byafra: 35 Anos de Sucesso 24 - Luiza Borges 31 - Tarita de Souza

Circuito SESC 16 – Copacabana: Philippe Baden Powell & Quarteto Ludere: Baden Powell 80 Anos 18 – Niterói: Clara Gurjão 26 – Engenho de Dentro: Clara Gurjão Circuito SESI 26 – Duque de Caxias: Tiê 25 – Jacarepaguá: Tiê _____________________________________________________________

mixx: 18 - Carmen Blues – Bar Kunin / Vila Isabel 18 – Sara & Nina – Olho da Rua / Vila Isabel 18 - Ronaldo Diamante – TribOz / Glória 18 - Wake the Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Clube Mageense / Magé 18 – RaggaBrass – Boulevard Olímpico / Praça Mauá 18 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio / Duque de Caxias 19 - Insurgente Rock Festival: Maieuttica / Ágona / Born2Bleed / Melyra / Forkill / Negah – Caixa de Surpresa / Bangu 19 - Breaking Bad - A Festa: Cervical / Controle / Mau Presságio – Buffallos Bar / Méier 19 - Festa RapSoul 5 Anos: Rael – Armazém / Praça Mauá 19 - Akira Presidente – Espaço BF / Mesquita

20 - Caxias Hell Festival: Velho / Justabeli (SP) / Dark Tower / Gutted Souls / Unnature / Vicious – Lira de Ouro / Duque de Caxias 25 - Bloco Fanfarra D´Águas – Praça das Nações / Bonsucesso 25 - Rogério Caetano - Participação: Hamilton de Holanda – Eco Som / Botafogo 25 - Arraiá do Bloco Vem Cá, Minha Flor – Feira de São Cristóvão

LEO JAIME LEO "GUANABARA" JAIME Com mais de 30 anos de carreira, Leo Jaime experimenta momentos de grande intensidade em sua vida profissional. Além da obra consagrada, como cantor e compositor, o artista está sempre atuando em novos projetos. Humor, interpretações arrebatadoras, inteligência e versatilidade são as marcas deste artista que apresenta ao publico carioca, no dia 18 de agosto, no Teatro Bradesco Rio, o espetáculo “Leo “Guanabara” Jaime”. No show ele relembra seus grandes sucessos musicais e as histórias por trás das canções e dos bastidores do Rock Brasil

PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   07/09 - Quinta-feira 20:00 Maceo Parker 22:30 Maceo Parker   08/09 – Sexta-feira 21:00 Maceo Parker 23:30 Maceo Parker   09/09 – Sábado 21:00 Sergio Mendes 23:30 Sergio Mendes   10/09 – Domingo 20:00 Sergio Mendes 22:30 Sergio Mendes   13/09 - Quarta-feira 20:00 Jaques Morelenbaum convida   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ CURSOS DE AGOSTO no Estação NET Botafogo    - História do Cinema Independente Brasileiro, com Cavi Borges    - Ancine e o fomento ao audiovisual brasileiro, com Julio Augusto Zucca    - Cinema Afrodisíaco? O sexo na tela, com Dodô Azevedo

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

DISTOPIAS BRASILEIRAS NO CINEMA A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 a 27 de agosto de 2017, a mostra cinematográfica Brasil Distópico, que traça um panorama da produção nacional sobre as distopias. Para a programação, os curadores Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida selecionaram 37 curtas e longas-metragens que imaginam diferentes futuros sombrios para o país, entre clássicos da ficção-científica brasileira e obras menos conhecidas.  Na programação, filmes como O quinto poder (1962), de Alberto Pieralisi, e Brasil ano 2000 (1969), de Walter Lima Júnior. Outras incorporam as convenções da ficção científica, encenando a ameaça nuclear e o colapso do planeta, como Parada 88: o limite de alerta (1978), de José de Anchieta; e Oceano Atlantis (1993), de Francisco de Paula. Há, ainda, aqueles que instalam o cinema de gênero em imaginários locais do Brasil, como é o caso de Abrigo nuclear (1981), de Roberto Pires; e Areias Escaldantes (1985). ESTE ULTIMO, TRAZ NO ELENCO, VARIOS NOMES E BANDAS DO ROCK BRASIL DOS ANOS 80, COMO LOBÃO, TITÃS, E TEMA-TITULO DE LULU SANTOS.

DEIXA NA RÉGUA: O filme estreia no dia 10 de Agosto no INSTITUTO MOREIRA SALLES com sessões às 16h e 20h e no CINE SANTA com sessão às 17h10. Deixa Na Régua. Direção: Emílio Domingos. Produção: Osmose Filmes. Documentário. Brasil. 73 minutos.

COM SESSÕES LOTADAS EM ALGUMAS CIDADES, UCI ABRE MAIS SALAS PARA “DAVID GILMOUR: LIVE IN POMPEII” E AGORA APRESENTA A EXIBIÇÃO EM XPLUS  Ingressos já estão à venda e o público poderá conferir o show também com o poderoso som Dolby Atmos em 360º



BLITZ AO VIVO: No embalo do lançamento do álbum 'Aventuras 2', Evandro Mesquita e sua Blitz finalizam seu quarto DVD, gravado no Circo Voador em abril, para lançamento em outubro. A banda está a todo vapor, com presença confirmada no próximo Rock In Rio e tem turnê pelos Estados Unidos confirmada em fevereiro de 2018

FESTIVAL DE CINEMA DA NOVA ZELANDIA

(colaborou @DonnieDarko73);

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