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Wednesday, January 07, 2009

churrasco de iguana


Mesmo com as facilidades que a internet nos dá, até pouco tempo era bem dificil achar algo do Wall of Voodoo na rede pra baixar. Tentei varias vzs nos últimos anos e o máximo que rolava era o single de "mexican radio", que tornou a banda one hit wonder na new wave dos anos 80 (isso pq o selo deles, irs, faliu e o material ficou retido). Agora, ja da pra achar os dois primeiros discos da banda, que sairam la fora num cd só: dark continent e call of the west. O conjunto de obra do wall of voodoo era muito interessante: vocais esquisitos e épicos de stan ridgeway (excelente letrista/poeta), guitarras a la ennio morricone de marc moreland (os melhores fraseados desde ricky wilson dos b-52s), e acompanhamento de bateria eletronica e teclados, que lhes dava um certo clima sci-fi b (ja usavam theremin muito antes do hype). Se musica tem cheiro e cor, a do WOV soava a deserto da fronteira mexicali, era suja, poeirenta, quente. vc quase via o iguana passar na pedra, o tumbleweed passar rolando. É da banda tbm a melhor versao já feita para wheels of fire, de johnny cash (tenho isso num vinil ep q hj vale uma fortuna, na amazon sai por US$ 83 o CD!; bem como um ep gravado ao vivo na australia, com capa do robert williams, tbm no meu cofre, sem preço). pena que jamais teremos um revival de WOV, ja que marc morreu, em 2002, aos 44, por conta de um transplante de figado mal sucedido (o batera joe naninni foi dois anos antes por hemorragia cerebral!). será que foi muita tequila? yyipie-kay-yey, mothafucka! it´s the call of the west...

*e agora, back in flash ao vivo:


e a letra de "The paseenger"? hj seria proibida:

A telepathic line to a shadow
On the wall, just a passenger and that is all
Taking off on a midnight flight
The airline ticket in his hand held tight
Polar route, destination: oblivion
"Can I take that little box that you're sitting on, sir?"
"No, that's alright, miss, I'll hold it right here
I'll need it later on when I go up in the air"
And one false move will give it all away
Just one false move will give it all away
Long distance calling everyone around
Bad connection, better let the operator dial
I feel the speed of the traffic zoom
A train in a tunnel and an empty room
Time for take-off, extinguish all cigarettes
In emergency, you know where the exits are
His hands are white on the box he grips
No one knows but it's their last trip
And one false move will give it all away
Just one false move will give it all away
Long distance calling everyone around
Bad connection, better let the operator dial
Taking off on a midnight flight
The airline ticket in his hand held tight
And one false move will give it all away
Just one false move will give it all away

26 comments:

PEDRO BAMBAATAA said...

tom, nenhuma manda me lembra mais o falecido vibração do que o WALL OF VODOO... eu achava realmente os caras muitos esquisitos... rs... acho que por isso não conseguia digerir muito os caras... nesta praia ainda fico com o DEVO, agora que os caras eram bem originais isso não se pode negar...
a propósito, o stan rideway não teve uma musica solo estourada nas radios da época ou estou fazendo confusão...

beijos

PEDRO BAMBAATAA said...

teclei errado... rs... no lugar de beijos são abraços... rs... foi mal... rs...

Felipe Passarelli said...

Bacana heim???

poxa nunca tinha ouvido falar nessa banda, e me amarro em post punk, sempre acabo descobrindo uma obscura pela internet.

tom, como vc antigamente ouvia música e pesquisava, antes de internet, antes do CD importado, MTV etc??

imagino que antigamente era muito dificil ter essa enchurrada de coisas como hoje, e ainda por cima ter que escolher qual é a melhor dentre um grupo de bandas que não era infinito como hoje.

pelo que vc já comnetou aqui, vc já viajou bastante, deve ter suas histórias de bandas conhecidas que vc conheceu lá fora e trouxe.

vc tb era loucutor da fluminense fm né?? queria saber como rolava esse programa, se tiver audios desses programas armazenados em algum site fala ai, deve ser uma raridade.

Pylon é uma banda que conheci a pouco tempo, muito bom

abs

tom said...

felipe, nao fui locutor da flu fm, nao, só tive um pgm lá com andre x da plebe rude, o hellradio, que era tao radical que foi tirado do ar pela diretoria e voltou a pedidos do publico, uma enxurrada de cartas e telefonemas, alguns ameaçadores (rs). era legal pq era no vacuo das 20 as 22h, qndo "ninguem" ouve, entao a gente falava e tocava o q queria. ou seja, a maldita nao era tao maldita assim, no fundo era careta

tom said...

antes (nao tao antigamente assim, lembre-se que o p2p como conhecemos nao tem dez anos) eu corria atras. era mais divertido, nao tao facil como hj, o q torna tudo meio descartavel. vc tinha q gostar muito de uma banda pra pagar 100 contos num vinil importado. e ouvia ele por meses. no mais, era ler revistas importadas e trocar ideias com amigos gringos, alem de viajar e garimpar muito nas lojas. tinha esse clima de descoberta, meio que nem em high fidelity. em certas lojas nos eua e uk se vc tinha cara de mane ou pedia disco errado te expulsavam (rs)

tom said...

por isso, nao acho graça em ouvir trocentas bandas que o nme diz que sao cool, se na semana seguinte vc ja esqueceu (e mais da metade sao posers). o legal é pegar um disco do wall of voodoo e ver como os caras eram, REALMENTE bons, sem enganação, sem pose, sem hype. o stanard ridgeway pra mim é o leonard cohen dos freaks, escreve bem pra caralho, vc retira montes de frases legais de suas musicas e sai citando por ai. esse clipe do youtube tem uns 25 anos, poe no chinelo porrada de bandas atuais, que se acham o maximo, mas so repetem o que ja fo feito antes e ainda tiram onda de "novos"

tom said...

o lado bom de baixar (e de graça) eh q vc conhece tudo da musica pop mundial em semanas. mas o legal é, depois disso, peneirar e separar, ter uma opiniao. mas, isso inviabiliza um pgm de radio hj, pq todo mundo tem tudo. por isso o mauval no ronca so toca coisas mais antigas e obscuras, senao nao faz a diferença. ja a conquista, a descoberta da musica por vc proprio é mais gostoso. é que nem conquistar uma mulher em vez de pagar por prostitutas

PEDRO BAMBAATAA said...

OFF TOPIC
Tom, estou numa trip de ouvir bandas dos anos 70, e hoje terminei de baixar uma, que em especial acho muito louca. Era o HAWKWIND, criadores do space rock, faziam um som mucho loco. Baixei o album dos caras de 1971 "in search of space", e recoomendooo para a galera conhecer um pouco do que se já fazia naquela época e influenciou muito gente depois...

um abraço!!

tom said...

tipo, que valor tem o mp3 que vc baixou e meio mundo tem igual? mas qual o valor de um picture disc do bauhaus com bela lugosi´s dead? ou do primeiro single do jesus & mary chain que veio num saco plastico com a capa em papel aberto sem cola? (tipo, foram embalados um a um manualmente)é por isso que o vinil ta voltando com força total na europa (onde nunca acabou), principalmente as reediçoes de singles originais em fac-simile (ja sairam dos smiths e do clash, TODOS os singles!). só realmente pra quem ama musica

atlantic said...

Cara, que engraçada essa pergunta sobre "como era antigamente". Essa semana pensei nisso por ter ido à Tracks, loja de discos cascuda que fica na Gávea.

O lugar é ótimo pra trocar idéia com um vendedor que ama música e tem sempre uma recomendação certeira na manga. Lá você encontra coisas batidas, coisas raras (algumas você não acha nem em torrent). Muito disco importado. O preço, claro, compatível com a grau de raridade dos singles, LPs ou cds.

A loja fica na Praça Santos Dumont, 140. Gávea, Rio de Janeiro (sempre bom lembrar, né...).

tom said...

uma banda atual que faço questao de ter os discos é o mars volta. os caras sao muito fodas e dao valor a arte dos discos. consegui o vinil de francis the mute, que é duplo, e cujo quarto lado vem sem faixas, mas com um desenho alucinado, um rabisco feito diretamente na matriz antes de prensar. outra banda boa de colecionar os cds e vinis é o system of a down. estes, eu baixo antes, mas compro os discos, realmente vale a pena pelo todo

tom said...

foi na tracks que eu comprei os dois ultimos cds do nine inch nails, com as capas em digipack e encartes nota dez. acho legal apoiar monetariamente uma banda que vc gosta e que nao é mainstream e o trent reznor ainda deixa a gente pegar de graça no site deles. tipo, a musica do nin nao é um "produto" de gravadora, é livre. tbm vale a pena passar na modern sound qndo o amandio ta la, a tarde, ele saca TUDO, do pop ao rock obscuro, sempre levo amigos gringos lá e eles saem maravilhados com o que acham

Felipe Passarelli said...

Teve um post da Ilustrada no Blog da Folha há um tempo atrás do amigo Thiago Ney e do Marco Aurélio Canônico sobre o Jornalismo cultural que lembra muito o nosso papo aqui, não sei se vcs já leram, leiam o link abaixo:

http://tinyurl.com/62c2eb

É interessante perceber como os antigos criticos músicais não tem noção de como um jornalista cultural pode se virar nos dias de hoje, ainda tem uma idéia retrógada das coisas.

Mas é isso mesmo tom, vem aquela enchurrada de coisas mas nem tudo que vc ouve é tão interessante ou marcante, as vezes descartável, vc ouve e joga fora, rola uma indústria de "vazamentos" pela internet, é realmente muito gostoso vc ouvir um album esperado meses antes dele sair, e já ter uma opnião formada antes do lançamento.

Mas como no próprio texto diz é o jornalista que saberá fazer uma boa resenha, com informações mais específicas, argumentos profissionais, não é qualquer um que consegue fazer uma critica detalhada e coerente.

A nota da pitchfork pra mim é um termômetro na maioria das vezes, sofro quando eles dão uma nota baixa a algum album que eu tenha gostado, mas se vc le as criticas deles tem todo um sentido, detalhadíssimo, lógico que as vezes não concordo mesmo, esse ano Metallica 4,9 e Kings of Leon 3,5, dois dos melhores discos do ano pra mim.

Mas eles são assim, qnd não gostam da banda eles malham mesmo, mas a qualidade das indicações de lá são bem mais firmes do que da NME por ex, Fleet Foxes eles já endeusavam desde o começo do ano, achei um bom album, mas não com tanto "praise" que recebeu em 2008.

Enfim, como próprio texto diz é a "Masturbação Cultural" hehehe

Eu tb peguei fase de vinil, fitas e cds, era um comprador assíduo mesmo (as gravadoras se ferraram comigo heheh), tinha até a frescura de comprar só CD importado na Gramophone, apesar de ter quase mil CDs, foi uma década de compras, e com certeza nessa época eu era muito mais seletivo nessas compras, hj é so passar o dedo no ipod e escolher o q vc quer....

quando acabar jornalismo vou fazer produção musical tb, music is hot hot sex rs

abs

tom said...

mas esse lance de ouvir um cd dois meses antes de sair ja existia antes do mp3, era o cd advanced. geralmente ele chegava em radios ou para jornalistas que iam entrevistar a banda. dai, esses camaradas gravavam (me included) pros amigos ou vazavam nas radios e geral gravava, principalmehnte poraqui, longe dos olhos e ouvidos da europa e dos eua. eu toquei hey boy hey girl dos chem bros na bunker uns dois meses antes de sair e nao fez sucesso! (rs) agora, so vou realmente amar baixar qndo a qualidade do audio melhorar. mp3 é apenas passavel (e o flac lossless nao toca/aceita em qq player). tipo, so baixo filme em dvd rip e com som 5.1

tom said...

vou ler a parada, felipe. mas nao entendi essa dos criticos das antigas nao entenderem a parada. como? eh tao simples. jornalismo curturtal hj pode ser facil, mas o nivel caiu muito, todos tem acesso a tudo, mas nao tem estofo, por isso essa enxurrada de fofocas com celebridades, eh mais facil. tipo, quando entrevistei o justice falei aquela parada do sample do devo e eles gelaram e pediram preu nao escrever no jornal. sera que foi so eu no mundo que sacou isso pq ouvi os discos do devo direito? fora isso, esperei anos pelo que temos hj, vivo colado no pc, no laptop, na rede, é um upgrade do que fazia antes de forma analogica. vi uma serie no discovery turbo que mostra que tudo o que usamos hj foi inventado nos anos 60 e 70 e ja existia de forma mais tosca (mas no brasil levava mais tempo pra chegar q nos eua, hj nao mais). proxima parada: chip neural

Felipe Passarelli said...

é nesse ponto que quis tocar, o porquê e como o jornalista cultural formado de grandes empresas pode ter melhores idéias e se destacar naquilo que sempre fez, utilizando a internet como ferramenta e não viver só de anos 80 e matérias frias como vários lá do o globo.

Um blog qualquer pode ter mais respaldo que um critico da Bizz ou Rolling Stone por exemplo, hoje qualquer um poder ser crítico de musica se quiser, mas acho que o jornalista cultural tem esse felling do que ta rolando e do que é bom pra passar pro público, tipo da a peneirada antes de escrever e bem escrito como aprendido na faculdade, claro que a internet é obrigatório na profissão, mas é mais uma ferramenta do trabalho do qual estamos lidando, até pra pesquisar mais a fundo sobre a matéria que escrevemos.

bem ou mal o blog já é até matéria de faculdade. tem gente que vive só de blog.

quis mais ou menos mostrar que o jornalismo cultural não está em decadência como todos dizem, ou se os blogs vão acabar com jornalismo musical, por exemplo.

tom said...

esse lance que vc diz, felipe, das materias frias e velhas se deve a linha editorial, eh o editor do caderno quem pauta o que sai e ai os reporteres tem que seguir isso (a ilustrada, p ex, eh muito mais antenada, como o globo ja foi nos anos 90, pq os editores regulavam com a idade dos reporteres, hj nao mais). felizmente tenho o rio fanzine, que me livra disso. mas a galera das antigas la (o antonio miguel, p ex, que tem uns dez anos mais que eu) explora bastante o blog e usa todos os recursos atuais e pautas diferentes. nos blogs vc pode ser livre e criativo. mas uma coisa nao anula a outra. e gente com mais de 60, como ruy castro e joao ubaldo, sabem usar os novos recursos? acho q sim, o ubaldo fala muito disso em suas cronicas. mas deve existir ainda por ai quem prefira a maquina de escrever, escritores classicos, poetas, cada um na sua...

tom said...

adendo: nao sei se vcs ja notaram, justamente por isso, pelo caderno estar muito envelhecido, eu tenho feito cada vez mais materias para o globo da internet, pq la as coisas mais quentes eh que dao leitura e da para criar pautas fora do dia a dia. particularmente, eu ja nem leio mais o jornal direito, so dou uma olhada na capa e em algumas colunas, ja li tudo antes na rede ou ouvi na bandnews fm, o jornal nao vai acabar, mas acho que vai ser so uma coisa para assinantes, vai sair das bancas, vao sobrar as versoes expressas e curtas, como estes que rolam de graca nos sinais de manha

atlantic said...

Eu não sei qual vai ser o futuro do jornal, mas é fato que eles estão numa sinuca. Há um mês liguei pra cancelar minha assinatura do Globo (afinal, leio tudo na internet) e acabei renegociando minha permanência a um preço bem baixo.

E só fiquei porque minha mãe não se adaptou à internet e prefere ler o jornal sentada na varanda... mas já estou forçando a entrada dela no mundo digital. Há pouco ela descobriu as vantagens de pagar contas sem ir ao banco. Mas demorou um século pra acreditar que era seguro.

Marcelo said...

voltando um pouco ao wall of woodoo, eu também conheci a banda através do vibração.

a música solo que estourou nas rádios eu acho que na verdade era a do stewart copeland, don't box me in, que fazia parte da fantástica trilha do filme rumble fish.
o stan faz o vocal.
aliás, irs era o selo do irmão do stew, o miles copeland.

chicodub said...

bem legal, tom. não conhecia essa banda e vou procurar mais sons dela. fica aqui o pedido de mais dicas desse tipo - pós punk/ no wave.

abs,

chicodub

tom said...

poize, a gente acabou se desviando do assunto, o que sempre eh legal tbm. a musica que estourou o wall of voodoo foi mexican radio. dois anos apos stan sair da banda ele compos junto com copeland a trilha de rumble fish (sim, era o selo do mano, bancado pelo sucesso do police, basicamente), dont box me in, que, alias, é sensacional. soube q stan fez ano passado uma mini tour de volta do wov nos eua, so com ele da turma original, qq dia eles estao no coachella junto com o germs

iga_rio said...

Fala Tom,

Tom vc não fez parte também daqueles programas que rolaram numa radio se não me engano de Itaguai, depois que a Flu FM saiu do ar em 94 ?? Todos os dias de 20:00 as 22:00 tinha uns programas que rolavam na Flu.. tipo o No Alternative, um outro de Metal que quem apresentava era o cara do Garage...
Mas esses programas não duraram muito tempo... acho que uns 2 meses.. essa radio de Itaguai é que não lembro o nome.

Abraços,

Tiago Velasco said...

Só voltando para o assunto do jornalismo musical...
Justamente por todos terem acesso às bandas que tenho cada vez mais me interessado em pautas sobre as transformações do mercado/indústria cultural.
A crítica é legal, sempore rolam dicas bacanas, como essa do Wall of Voodoo, mas que as mudanças no mercado são bastante interessantes e ainda não são bem exploradas pelos veículos de comunicação.
Como o Tom explicou, a linha editorial do Segundo Caderno é que faz terem uns tipos de matérias em detrimento de outras, mas ainda não vi um veículo no Brasil falar com frequência sobre indústria cultural.
Eu, de alguma forma, tentava encaixar minhas pautas do gênero na finada Outracoisa, mas ainda não era na quantidade/profundidade necessária.

:: Fräulein :: said...

Agora que deu pra eu conferir o vídeo, e descobri q tinha exatamente essa musica, soltinha no meu pc, rsrs. Gostei logo de cara q baixei, ja a uns meses, vou procurar mais som deles. Também já conhecia o hit deles, ouvi em alguma festa darque...
Eu amo esse tipo de musica.
Abç,

tom said...

poizé, iga, o hellradio, bem como varios outros pgms da flu e ate mesmo um com o thunderbird da mtv migraram pra essa radio de itaguai, a costa verde (acho q era esse o nome), pq o cara la nos deu a ideia de que em breve eles iam expandir o raio de ação e pegar alem daquela area, da zona oeste e costa verde, pois estavam dando muito ibope e o dono queria crescer e competir com as radios do rio. acontece q isso nao rolou e a radio logo bregou e todo mundo caiu fora. mas valeu pq foi la q conheci a cerveja itaipava qndo nao tinha aqui no rio ainda (rs). po, tiago, achei que a outracoisa tinha hibernado, nao q tinha acabado oficialmente. pena

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HANSON CHEGA AO BRASIL COM A MIDDLE OF EVERYWHERE 25th ANNIVERSARY WORLD TOUR   24 de Agosto no Km de Vantagens Hall RJ (antigo Metropolitan), no Rio de Janeiro; 25 de Agosto no Km de Vantagens Hall BH (antigo BH Hall), em Belo Horizonte; e 26 de Agosto no Citibank Hall, em São Paulo


1ª Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo Especial Mohamed Khan Homenagem a um dos mais aclamados cineastas do país Exibição de 13 longas-metragens e realização de um debate com a presença de Wessam Soliman, viúva de Mohamed Khan e roteirista de A menina da fábrica, Meninas do Centro e No apartamento de Heliópolis CCBB Rio de Janeiro – 14 a 26 de junho



(colaborou @DonnieDarko73);

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