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Saturday, July 14, 2007

WELCOME TO CONGO!

ENQUANTO ESPERAVA A GRAVAÇÃO DO PROGRAMA DO GNT NA SEXTA A TARDE, VI PELA TV NUMA SALINHA/CAMARIM A ABERTURA DOS JOGOS PAN-AMERICANOS. E O QUE FOI AQUILO? DIGO, ATE TAVA LEGAL E COISA E TAL. MAS PARECIA QUE EU TAVA NA AFRICA. DESDE A ABERTURA COM O MENINO DO TAMBOR ATE A APRESENTAÇÃO DE UM GRUPO AFRO QUE VEIO DEPOIS, NADA ALI DIZIA QUE SE TRATAVA DO BRASIL. NAO HAVIA UM SO PINGO DE VERDE E E AMARELO NAS VESTIMENTAS, NEM SEQUER UM VESTIGIO DE SAMBA OU BOSSA-NOVA NO SOM. PARECIA MAIS UMA CENA DO REI LEAO DA BROADWAY. PQ AQUELAS DANÇAS? PQ AQUELAS CORES? SE HA UM MOTIVO, ME EXPLIQUEM, PF. SENÃO TEREI QUE DAR RAZÃO AO AMERICANO ARROGANTE (OU DONO DE UMA VEIA DE HUMOR NEGRO?) QUE FOI BANIDO DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DE SEU PAÍS PQ BOTOU UMA PLACA NA SALA AVISANDO "WELCOME TO CONGO" (ELE ALEGOU QUE FOI POR CAUSA DO CALOR QUE FAZIA NO RIO). PELO QUE VI ONTEM A TARDE, O CARA TAVA PROFETIZANDO O QUE VIRIA...

18 comments:

pacheco said...

Tom, eu adorei profundamente a abertura do pan. Seria legal vc até arranjar um videozinho da grobo mostrando, porque foi lindíssimo. Achei MUITO Brasileiro.
A parte "africana" é essencial, a cultura brasileira é 50% africana...

E eles exploraram todos os tipos de música, dança... fizeram a praia de copacabana no maracanã, os atletas entraram ao som de chorinho, tocou até cordel do fogo encantado ao vivo!

As coreografias estavam espetaculares, a música éra lindíssima, composições orquestrais que uniam villa-lobos, tom jobim e Carlos Gomes.

Enfim, foi ótimo. Teve até arnaldo antues =)

Outra coisa bem brasileira foi a falta de educação e respeito do povo.

Abraços!

Pedro said...

eu vi mto por alto a apresentacao.
me lembro que estava longe da tv e escutei uma musica do villa lobos.
Otima escolha.

so nao gostei das vaias, achei que aquilo nao tinha nada a ver.
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qto a parte africana, entendo que isso faz parte da nossa cultura.Mas eu tb me lembro de ter reparado em algo que parecia uma tribo africana.Po, isso nao tem nada a ver com a gente.Nem na epoca dos quilombos, os negros usavam aquelas roupas e faziam aquelas dancas.Ate nas religioes afro- brasileiras, é frenquente o "mix" entre europa e africa.
E eu amo isso no brasil.
Mas eu concordo com o tom.Fico de saco cheio qd tem desfile de escola de samba e os caras so falam da africa.Po, nos nao somos africanos.

um cara gaucho com um visual farroupilha é mto mais brasileiro do que um cara batendo tambor e vestindo uma pele de leao.

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mas tecnicamente, nao posso negar, foi uma festa feita com mta competencia.Parabens a equipe da abertura do Pan.

gustavo said...

Como vc Tom, não entendi certos simbolos usados na cerimonia de abertura.
Não entendi, por exemplo, o pq de os ritmistas estarem vestidos com aquelas roupas q lembram tribos africanas.
Outro ponto, foi a escolha dos artistas q cantaram na festa. Algumas pessoas podem reclamar do q vou dizer - e podem falar q o Pan do Rio é o Pan do Brasil - mas senti a falta de artistas q se identificassem mas com a cidade. Daniela Mercury é f....
sobre as vaias ao presidente na abertura do pan, acho q vivemos numa democracia, e por isso, todos tem o direito de expressar a sua insatisfação com os seus governantes.Mas mtos acham q aquele não era o momento, por ser a abertura de uma competição internacional, onde as atenções estão voltadas para o nosso país.
Mas infelizmente são poucas as oportunidades onde o povo de verdade pode se manifestar e assim ser notado pelo presidente, já q ele, dificilmente, chega tão perto de nós, povo de verdade.

tom said...

pacheco, consegui fazer vc falar (escrever) mais de duas linhas!!!
entendo seu ponto e nem vi a parada toda (ate gostaria de ver), mas, herança afro a parte (e nós temos muita) achei exagerado nao ter nada do brasil no primeiro numero e nem o solzinho que é simbolo do lance apareceu em nenhuma parte do desfile. os eua tbm tem boa herança afro e jamais abririam um evento oficial deles com tambores do burundi. se fosse assim, e como estamos no rio, tinha q ter funk. por isso os estereotipos com os brasileiros fora daqui continuam

Rocha07 said...

Não vou comentar sobre a cerimônia porque, apesar de não ser fã de carnaval, acho que qualquer coisa que eleve o espírito do brasileiro tá valendo.
Mas achei ridículo as vaias. É meio hipocrisia...o povo se emociona com a cerimônia e se enche de patriotismo, mas vaia o chefe de Estado, que nos representa pelo mundo a fora. Não sou fã do Lula, mas tem que rolar uma educação. Não era o lugar pra isso.
Também acho babaca vaiar as outras delegações, sejam elas quais forem. É falta de respeito. E porque aplaudir tanto Cuba?

Lord Vader said...

Descordo que a vaia ao Lula tenha sido " ridícula " . Nada mais normal do que a insatisfação popular com um cara que abriga em seu primeiro escalão mais de uma duzia de sujeitos envolvidos em corrupção desenfreada , sem contar a maré de sujeira que inunda Brasília nesse momento , ou melhor , veio a tona nesse momento pois sempre esteve por lá. Embora o cara tenha conseguido se esquivar de todos os rolos , ele é o chefe de estado , representa a Republica , e sim , mereceu a vaia , que espero tenha tocado fundo em sua empáfia e falta de semancol , porque a máscara dele caiu pro mundo todo ver (lá foram pensam que ele é idolatrado e unanimidade por aqui)
Não acho que patriotismo não tenha a ver com vaias (ou mesmo desobediência civil !)

tom said...

a vaia é valida, ate pq essa gente vive longe do povo, enfurnada em brasilia, se achando semi-deuses, ai, qndo toma contato direto com as pessoas, nao aceita a critica. o lula ta muito acomodado. se ele fosse quem pensa que é fazia uma faxina em seu ministerio sem pena e, ai sim, seria aplaudido pelos que votaram nele. o cara age e se porta igual aos que vieram antes, vai querer o que? e o rio sempre foi uma cidade de atitude e nao ia ficar calada numa hora dessas, so por causa do pan. depois que a parada acabar vai voltar a ser a mesma merda, é tudo fachada...

Otaner said...

Acho que o Lula merece vaias, mas ali não era o momento mesmo. Agora, bem pior que vaiar o Lula foi APLAUDIREM O CÉSAR MAIA!!! Das duas, uma: ou essas vaias/aplausos foram "organizadas", por assim dizer, ou então o povo carioca é uma besta quadrada sem salvação.

E vaiar a delegação argentina e americana? Também é por conta de insatisfação popular, etc, etc? Enfim...

E ainda não entendi com essa história do Congo se era pra gente se ofender ou se os ofendidos deveriam ser os Congoleses... :)

Rocha07 said...

Sei lá, só acho foda fazer isso no meio de um evento internacional. Neguinho é bom pra vaiar no Maracanã, mas fica só nisso né? Na hora de tomar uma atitude de verdade ninguém faz nada. Pra mim é palhaçada.

pacheco said...

Desde quando vaiar é atitude? É apenas falta de respeito, não muda nada. O cara já tá há muito tempo no governo e o pessoal só protesta na comodidade de um evento desses. É muito fácil vaiar.

Graças a Deus não tivemos o solzinho do pan na abertura! hahaha

Também não acho válido falar que os EUA não usaram tambores africanos na abertura; por que isso seria relevante? Desde quando estados unidos é modelo para alguma coisa? O povo até vaiou os esportistas americanos! (falta de respeito no.2)

E essa abertura teve TUDO de brasileiro, porque as batidas africanas se transformaram em samba aos poucos, com a entrada da bateria de várias escolas... tem coisa mais simbólica e historicamente correta que isso?

E sobre o funk, ao cantarem o hino do pan (que é do arnaldão) eles colocaram uma batida de funk lá no meio que ficou sensaional.

Abraço!

(29 linhas... hihihi)

Ps: Assisti o show da Marisa monte ontem, excelente, pra quem gosta dela e tem carteira de estudante eu recomendo altamente que vá fim de semana que vem!

(34 linhas...)

tom said...

posso dizer uma coisa: gostei muito dos comments deste post. sobre o lance das vaias, se aplaudiram o maia foi escroto. por outro lado, faz parte da tradição carioca vaia no maraca. como so vi parte da parada (nem um terço), so posso falar do que vi. continuo nao gostando do lance afro. toda vez q viajo tenho q explicar pros gringos q a gente nao mora na selva. e, sim, ainda bem que nao teve o solzinho (rs), mas ele nao era o simbolo? e, sim, os congoleses mereciam pedidos de desculpas

pacheco said...

e o blue man group? ;)

Alessandro said...

Como já diziam os "antigos":
"No Maraca até minuto de silêncio é vaiado..."

Gostei da abertura, apesar de seus exageros. Na verdade não sou fã de aberturas de Olímpiadas, Copa, etc Deve ser minha hojeriza por musicais ou algo que os lembre...

Eu só fiquei meio indignado por uma coisa que acho ser muito pessoal.

Por todo o esforço daquela geração e pelo vitória incontestável no Panamericano de 1987 em cima dos "todo-poderesos" americanos LÁ NA CASA DELES, acho que quem deveria acender a pira devia ser o Oscar ou alguém daquela brilhante equipe.

Não consigo lembrar de alguém que tenha dado uma importancia a uma medalha de ouro em panamericanos como aquela seleção de basquete de 1987.

Bom esta é minha opinião, e logicamente, não foi mico algum o Joaquim Cruz ter acendido a pira panamericana...

Acho que foi uma questão de gosto...

tom said...

agora, uma coisa sobre a reação do lula as vaias: que porra de presidente é esse que vai embora magoado por tal situação, deixa de abrir os jogos e ainda diz que nao sabe se vai voltar para o final do pan? tinha que passar por cima e continuar o que veio fazer, na moral. assim ele veste a carapuça, mostra que é fraco, vaidoso e coisa e tal. po, se fosse em tempo de guerra e um presidente rival mandasse ele ir catar coquinhos o cara ia sair fora tambem? achei muito ridicula essa atitude

Otaner said...

"Desde quando vaiar é atitude? É apenas falta de respeito, não muda nada. O cara já tá há muito tempo no governo e o pessoal só protesta na comodidade de um evento desses. É muito fácil vaiar."

Perfeito, Pacheco.

E Tom, infelizmente é verdade. O nosso querido prefeito foi aplaudido efusivamente, enquanto segundos atrás o Lula tinha sido vaiado. O que, somada a tradição do carioca de vaiar qualquer político, já meio que põe por terra as teses que têm rolado de que o povo vaiou pq está insatisfeito com o governo - até está, mas mesmo que o governo fosse uma maravilha a vaia teria rolado. Mas quem tenta fazer análises sociológicas sobre a vaia pro Lula simplesmente ignora os aplausos ao César. Aí não dá pra levar a sério. Acho que nem o Brizola seria aplaudido daquela forma. Espontaneamente, nem o César.

fabio fernandes said...

não sei se ainda é tarde para comentar, mas engraçado, eu curti a abertura do pan mas a minha namorada nem tanto, justamente por causa daquele clima africano ... ela não entendia o pqe daquilo clima "selvagem" e ficava discutindo comigo rsrsrs ... a unanimidade só foi na hora de concordar que não era o melhor momento para vaiar o presidente (que realmente amarelou e só faltou fazer "biquinho") e na participação da céu, de quem somos fãs.
e a propósito, pqe que todo evento representando o brasil, tem que ter a daniela mercury ???

e uma piadinha, já está rolando por aí a versão que os cariocas fizeram do hino do pan "viva essa energia": viva a cervejinha ! :)

Rocha07 said...

A única que realmente merece vaias, não importa aonde esteja, é a Martha Suplicy.

pacheco said...

hahaha, "viva a cervejinha"...

NA CIDADE

JULIANAS:

casas & shows: Circo Voador 18 – Metá Metá / Rakta 19 – Roberta Sá  20 – Testament (EUA) 25 – Johnny Hooker 26 – O Baú do Raul – 25 Anos: Marcelo Nova / Mauricio Baia / B.Negão / Chico Chico / Karina Buhr / Rick Ferreira / Vivi Seixas

Fundição Progresso 18 e 19 – Novos Baianos 25 - Mitchell Brunnings (HOL) / Orquestra Brasileira de Música Jamaicana 26 – Festival RapRJ 7: Cone Crew Diretoria / Luccas Carlos / Froid / 1Kilo / ADL – Participação: Ducon / Modestiaparte – Participação: Liink & Buddy Poke

Teatro Rival 18 – Festa La Cumbia 19 - Afrojazz - Participação: Larissa Luz & Jesuton 23 - Michael Sweet (Stryper) & John Schlitt (Petra) 24 - Júlia Bosco & Emerson Leal & Gustavo Macacko – Participação: Mart´nália & Simone Mazzer 25 – Alma Thomas 26 – Jay Vaquer 50 meia Setor A, 40 meia Setor B, 30 meia Lounge 30 – Cabaré Diferentão

Teatro Riachuelo 29 – Paulo Ricardo Teatro Odisseia 18 – Ordinária - Baile do Lindote: Molejo 24 - The World is a Beautiful Place & I am No Longer Afraid to Die / gorduratrans / E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante  26 - Esteban Tavares / Sheffield 

Vivo Rio 18 - Postmodern Jukebox (EUA)  19 – Barão Vermelho 20 – Roy Hargrove & Roberta Gambarini 25 - Jacob Collier (ING) 

Baratos da Ribeiro (Botafogo) 19 – Vespeiro: Marcelo Perdido / Real Sociedade / O Branco e o Índio 26 - Vespeiro: Tacy de Campos / Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Estúdio Hanói (Botafogo) 18 - Nativity in Black Fest: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  19 - Festival Nativity in Black: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  27 - Back To Hanoi Metal Fest: Forkill / Unmasked Brains / Evil Inside / Savant  30 - Rectal Smegma (HOL) / Uzômi / Baga  Audio Rebel 16 – Quintavant: Thiago França: Sambanzo 17 – Quintavant: Thiago França: Space Charanga Quarteto 18 - Jair Naves & Britt Harris / Kasparhauser 19 – Quintavant: Ava Rocha 20 - Homenagem a John Coltrane (Widor Santiago, Sergio Barrozo, Adaury Mothé, Didac Thiago, Roberto Rutigliano) 23 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Bella, Thomas Rohrer, Cadu Tenório, Antonio Panda Gianfratti 24 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Thomas Rohrer, Antonio Panda Gianfratti 30 – Quintavant: AJJA (Pedro Calmon & Alex Frias)

Espaço Sérgio Porto 18 - Marcio Lugó / Capela  24 - Mulheres de Buço 25 - Whipallas 31 - CEP 20.000

Sala Baden Powell 16 - Donatinho: Homenagem a João Donato - Participação: Ithamara Koorax, Wanda Sá, Cris Delanno, Amanda Bravo, Ricardo Silveira 19 - Quarteto do Rio 23 - Lúcia Menezes 26 - Marcel Powell - Homenagem a Baden Powell - Participação: Thais Motta, Ithamara Koorax, Gabriel Aquino, Amanda Bravo, Dilma Oliveira 27 - Dorina Canta Aldir Blanc 30 - Eliana Pittman

Theatro Net Rio 16 – Laila Garin & A Roda 22 – Paulo Miklos 12/09 Simone Mazzer

Beco das Garrafas Casa de Cultura Laura Alvim 09 e 10 – Festival Levada: Luísa Maita 15 – Katerina Polemi 16 e 17 – Festival Levada: Apanhador Só 23 e 24 – Festival Levada: Bruna Mendez 30 e 31 – Festival Levada: Tamy

Teatro Ipanema 15 - A.Nota: Sambas do Absurdo (Juçara Marçal & Rodrigo Campos & Gui Amabis) 16 - Aíla (PA) – Participação: Posada 17 - Ana Frango Elétrico / Thiago Nassif 18 - Amora Pêra 22 - A.Nota: Marcelo Vig & Marcos Suzano

Teatro Café Pequeno 17 - Lu Dantas & Natália Boere 24 - Marcos Oliveira 31 - Filtra

Metropolitan 24 – Hanson (EUA) 26 - Lindsey Stirling (EUA) Teatro Bradesco 18 – Leo Jaime 24 – Almir Sater

Teatro Municipal de Niterói 18 e 19 – Roberta Campos 22 – Clube do Choro Homenageia Noel Rosa 24 – Quarteto do Rio

Planet Music (Cascadura) 18 - Torture Squad / Hatefulmurder / Reckoning Hour / Warcursed  19 - Black Days (SP) / Sheffield / Amsterdan / LaVille  26 - Festival Invasão Underground 2: Inversa (SP) / Maieuttica / Adrift / Tormentta / The Last Whale 

Imperator 16 - Quartas Brasileiras: Tia Surica - Tributo a Clara Nunes - Participação: Nilze Carvalho, Ana Quintas, Mariene de Castro 22 – Jazz Pras Sete: Folakemi Duo 23 – Maurício Mattar – Participação: Alexandre Pires 24 - Homenagem a Dalva de Oliveira: Amelinha, Zezé Motta, Dóris Monteiro, Leny Andrade, Rita Beneditto, Áurea Martins, Agnaldo Timóteo, Simone Mazzer, Zé Renato, Eliana Pittman, Rosa Maria Colyn, Luciene Franco, Ellen de Lima, Ataulfo Alves Jr, Gottsha 30 – Agnaldo Timóteo 31 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Arlindinho

Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca) 16 – Coletivo Samba na Rua 17 – Quinta Instrumental: Jimmy Santa Cruz 18 – Victor Mus 19 – Danilo Caymmi 23 – Fábrica Nômade Sonora 24 – Quinta Instrumental: Carlos Café 25 – Laura Zennet 26 – Quarteto do Rio 30 – Projeto Vitrola

FM Hall 23 – Manu Gavassi (grátis) 29 – Illy (grátis)

La Esquina (Lapa) 17 - Red Mess / Blind Horse / Stoned Jesus 24 – Mobile Drink

Smokey Rio (Lapa) 19 – Festa Rio Vinil Clube 26 – Bel Almeida Ganjah (Lapa) 18 – Duda Brack & Thiago Ramil 23 – Festa HempFyah: Rafyah Dread & Hempfield DubLab / Lion Dornellas / André Pfefer / Tagu Selectah Vibration 25 - Azul Casu & 3 du Mar

Casa de Baco (Lapa) 17 – Gafieira Pé de Louro 19 – Relógio de Dalí 24 – Joyce Cândido

CCBB 18 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pato Fu / Céu – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 20) 19 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pedro Luís & A Parede / Tom Zé – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 10)

Quintas no BNDES 17 - Byafra: 35 Anos de Sucesso 24 - Luiza Borges 31 - Tarita de Souza

Circuito SESC 16 – Copacabana: Philippe Baden Powell & Quarteto Ludere: Baden Powell 80 Anos 18 – Niterói: Clara Gurjão 26 – Engenho de Dentro: Clara Gurjão Circuito SESI 26 – Duque de Caxias: Tiê 25 – Jacarepaguá: Tiê _____________________________________________________________

mixx: 18 - Carmen Blues – Bar Kunin / Vila Isabel 18 – Sara & Nina – Olho da Rua / Vila Isabel 18 - Ronaldo Diamante – TribOz / Glória 18 - Wake the Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Clube Mageense / Magé 18 – RaggaBrass – Boulevard Olímpico / Praça Mauá 18 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio / Duque de Caxias 19 - Insurgente Rock Festival: Maieuttica / Ágona / Born2Bleed / Melyra / Forkill / Negah – Caixa de Surpresa / Bangu 19 - Breaking Bad - A Festa: Cervical / Controle / Mau Presságio – Buffallos Bar / Méier 19 - Festa RapSoul 5 Anos: Rael – Armazém / Praça Mauá 19 - Akira Presidente – Espaço BF / Mesquita

20 - Caxias Hell Festival: Velho / Justabeli (SP) / Dark Tower / Gutted Souls / Unnature / Vicious – Lira de Ouro / Duque de Caxias 25 - Bloco Fanfarra D´Águas – Praça das Nações / Bonsucesso 25 - Rogério Caetano - Participação: Hamilton de Holanda – Eco Som / Botafogo 25 - Arraiá do Bloco Vem Cá, Minha Flor – Feira de São Cristóvão

LEO JAIME LEO "GUANABARA" JAIME Com mais de 30 anos de carreira, Leo Jaime experimenta momentos de grande intensidade em sua vida profissional. Além da obra consagrada, como cantor e compositor, o artista está sempre atuando em novos projetos. Humor, interpretações arrebatadoras, inteligência e versatilidade são as marcas deste artista que apresenta ao publico carioca, no dia 18 de agosto, no Teatro Bradesco Rio, o espetáculo “Leo “Guanabara” Jaime”. No show ele relembra seus grandes sucessos musicais e as histórias por trás das canções e dos bastidores do Rock Brasil

PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   07/09 - Quinta-feira 20:00 Maceo Parker 22:30 Maceo Parker   08/09 – Sexta-feira 21:00 Maceo Parker 23:30 Maceo Parker   09/09 – Sábado 21:00 Sergio Mendes 23:30 Sergio Mendes   10/09 – Domingo 20:00 Sergio Mendes 22:30 Sergio Mendes   13/09 - Quarta-feira 20:00 Jaques Morelenbaum convida   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ CURSOS DE AGOSTO no Estação NET Botafogo    - História do Cinema Independente Brasileiro, com Cavi Borges    - Ancine e o fomento ao audiovisual brasileiro, com Julio Augusto Zucca    - Cinema Afrodisíaco? O sexo na tela, com Dodô Azevedo

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

DISTOPIAS BRASILEIRAS NO CINEMA A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 a 27 de agosto de 2017, a mostra cinematográfica Brasil Distópico, que traça um panorama da produção nacional sobre as distopias. Para a programação, os curadores Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida selecionaram 37 curtas e longas-metragens que imaginam diferentes futuros sombrios para o país, entre clássicos da ficção-científica brasileira e obras menos conhecidas.  Na programação, filmes como O quinto poder (1962), de Alberto Pieralisi, e Brasil ano 2000 (1969), de Walter Lima Júnior. Outras incorporam as convenções da ficção científica, encenando a ameaça nuclear e o colapso do planeta, como Parada 88: o limite de alerta (1978), de José de Anchieta; e Oceano Atlantis (1993), de Francisco de Paula. Há, ainda, aqueles que instalam o cinema de gênero em imaginários locais do Brasil, como é o caso de Abrigo nuclear (1981), de Roberto Pires; e Areias Escaldantes (1985). ESTE ULTIMO, TRAZ NO ELENCO, VARIOS NOMES E BANDAS DO ROCK BRASIL DOS ANOS 80, COMO LOBÃO, TITÃS, E TEMA-TITULO DE LULU SANTOS.

DEIXA NA RÉGUA: O filme estreia no dia 10 de Agosto no INSTITUTO MOREIRA SALLES com sessões às 16h e 20h e no CINE SANTA com sessão às 17h10. Deixa Na Régua. Direção: Emílio Domingos. Produção: Osmose Filmes. Documentário. Brasil. 73 minutos.

COM SESSÕES LOTADAS EM ALGUMAS CIDADES, UCI ABRE MAIS SALAS PARA “DAVID GILMOUR: LIVE IN POMPEII” E AGORA APRESENTA A EXIBIÇÃO EM XPLUS  Ingressos já estão à venda e o público poderá conferir o show também com o poderoso som Dolby Atmos em 360º



BLITZ AO VIVO: No embalo do lançamento do álbum 'Aventuras 2', Evandro Mesquita e sua Blitz finalizam seu quarto DVD, gravado no Circo Voador em abril, para lançamento em outubro. A banda está a todo vapor, com presença confirmada no próximo Rock In Rio e tem turnê pelos Estados Unidos confirmada em fevereiro de 2018

FESTIVAL DE CINEMA DA NOVA ZELANDIA

(colaborou @DonnieDarko73);

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