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Thursday, January 28, 2010

RENATO COHEN GOES DISCO

O DJ paulistano Renato Cohen, conhecido por ser lenheiro (adepto do techno pesado e que estourou lá fora com o hit "Pontapé", com uma forcinha de Carl Cox), agora tem tocado disco music das antigas em seus sets na festa Cominskey Park, no clube Hot Hot (SP). E, na quinta-feira, 04/02, vem ao Rio mostrar o seu "novo" som na festa Clap!, no 00, com patrocínio do site Bitsmag. Antes disso, trocamos umas ideias com Renato, que está lançando o CD "Sixteen billions drum kicks". Primeiro, ele contou como passou a tocar disco music:
-- Eu sempre comprei 12" de disco music, principalmente na Alemanha, que tem muita re-edição com uma remasterização feita hoje em dia e com um corte muito melhor que o original. Mas nunca tinha me passado pela cabeça em tocar isso numa pista. Desde aquela onda de minimal por volta de 2006 que eu não estava mais feliz com o rumo que o techno estava tomando, cada vez mais frio, triste e duro. Os últimos 2 anos eu passei boa parte em Londres e descobri uma cena de música que me fazia sentir o mesmo frio na barriga que eu sentia com o techno nos anos 90. Aos poucos eu fui encaixando umas faixas aqui e ali e cheguei a conclusão que tudo é dance music, é muito pouco ter um repertório que só fica preso em uma coisa.

E o que seus fãs mais radicais do techno acharam disso?
-- O público hoje em dia é bem mais ecléctico do que antigamente. Até por isso que revivals como disco e acid house estão voltando, não para substituir nada como acontecia antigamente, mas para serem somados. Eu posso ter um novo universo musical em meu repertório, mas o jeito que eu coloco isso continua o mesmo, então acredito que a essência do techno continua sempre lá. Quem conhece qualquer coisa do meu trabalho, além de "Pontapé", sabe que eu não estou fazendo nada inconsequente.

Você vai alternar djing techno com disco ou o techno lenha ficou no passado?
--Eu não toco lenha já faz algum tempo, acho que você vai descobrindo novos jeitos de criar uma intensidade quando toca. Não acredito muito em cada dia tocar uma coisa. Acho que um DJ tem que ser capaz de fazer o público entrar na sua viagem musical. É claro que tem vezes que você vai mais longe e vezes que as condições nao permitem, mas é sua obrigação tentar levar a coisa mais longe. É igual você ir no restaurante de um chef famoso e ele dizer que naquela noite só vai fazer sobremesa. (*O DJ inglês Andy Blake também toca na mesma noite com Renato)

3 comments:

PEDRO BAMBAATAA said...

Engraçado tom, o renato tem a mesma opinião que eu tenho, e já vinha comentando isso há um tempo com amigos sobre o techno.

Realmente nos últimos anos, deixei muito de ouvir techno, pois achei que a coisa vinha ficando mesmo muito crua, seca e monótona.

Nem sei se já falei isso aqui, mas me considero atualmente um "houseiro" de carteirinha, às vezes acho que estou ficando velho mesmo... rs...

E esta minha ligação com a house sempre foi a lembrança que ela me trazia com relação a onda disco, principalmente a galera da deep e da garage house.

Fiquei até espantando de ele tocar disco, pois muita gente, em festas que vou torcem o nariz para este estilo

Eu sempre curti, ainda tenho meus compactos com os hits. Adorova o som, principalmente o feito pelos grupos da Philadelphia, criadores do chamado "Philly Sound", que voce pode ouvir em algumas faixa da trilha de "jakie brown".

um abraço!!

Patyestrela said...

House..house...amor( Bambata), vc só repete, tá ficando com a mesma história de que te falei dos tais "tributos"....Você tem o seu gosto de melodia( ouvido muito apurado e gosto que me agrada, muitas afinidades, não nego!!!) ok!Mas, quando você cita "crua e monótona", já está colocando o que lhe agrada como padrão..Aí, realmente fica difícil "opinar"( citação sua tb), pois existem dois tipos de música: a boa e a ruim.... rsrsrsrs Beijos!!!!

Felipe said...

escutava desde o inicio dos anos 90logo no inicio da cena clubber/raver. era headbanger,gostava de rock pesado, preferia o techno! lenha da grossa. o que fazia a minha electric head era grupos como altern8 prodigy, etc....alem de muito techno hardcore que eram tao rocks qnto qlqr musica do Anthrax por exemplo. porradaças maravilhosas de fazer qlqr cara durão ficar assustado. gente como alec empire, que lançou muito coisa solo pelo selo que ele tinha. alias eu tinha um single dele de tirar pica pau do oco, como diz o nosso mau val.isso antes de formar seu grupo de punk eletronico "atari teeenage riot". depois eu fui deixando o techno de lado e fui gostando de coisas mais elaboradas da musica eletronica. me apaixonei pelo trance, que me lembra muito o som progressivo. alem de grupos maravilhosos como orbital, etc.....

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ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ Caixa Cultural 19h - R$ 20 29 - Encontro das Gerações do Folk e Rock Rural: Tuia, Tavito, Guarabyra, Ricardo Vignin

Zé Bigode apresenta Fluxo ao vivo em show gratuito no Parque das Ruínas (1/7) a partir de 17h

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

MOSTRA DE CINEMA COLOMBIANO TRAZ A CALIWOOD DE LUIS OSPINA PARA A CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO A programação reúne 34 filmes, sendo 29 realizados pelo cineasta, que participa da mostra em uma masterclass no dia 1º de julho Caliwood de Luis Ospina: Cinema colombiano de vanguarda, em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 27 de junho a 9 de julho de 2017. Com curadoria de Lúcia Ramos Monteiro, a mostra traz uma retrospectiva completa do realizador colombiano fundador do Grupo de Cali e expoente do cinema independente da Colômbia.

SHELL OPEN AIR: O Shell Open Air, maior cinema ao ar livre do mundo, volta ao Rio de Janeiro de 7 a 25 de Junho na Marina da Glória. Com uma tela de cinema gigante de 325m², o público poderá assistir clássicos, blockbusters, além de assistir a shows.    a programação de cinema contará com filmes como Velozes e Furiosos 8, La La Land, Deadpool, Fragmentado, Animais Fantásticos e Onde Habitam,  A Bela e a Fera, Moana,Sing – Quem canta seus males espanta, Rush – No Limite da Emoção, Rogue One – Uma história Star Wars; Os clássicos Moulin Rouge, Footloose, O Iluminado, Alien – O Oitavo Passageiro, Dias de Trovão e Elis e Minha Mãe é uma peça 2.

HANSON CHEGA AO BRASIL COM A MIDDLE OF EVERYWHERE 25th ANNIVERSARY WORLD TOUR   24 de Agosto no Km de Vantagens Hall RJ (antigo Metropolitan), no Rio de Janeiro; 25 de Agosto no Km de Vantagens Hall BH (antigo BH Hall), em Belo Horizonte; e 26 de Agosto no Citibank Hall, em São Paulo


1ª Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo Especial Mohamed Khan Homenagem a um dos mais aclamados cineastas do país Exibição de 13 longas-metragens e realização de um debate com a presença de Wessam Soliman, viúva de Mohamed Khan e roteirista de A menina da fábrica, Meninas do Centro e No apartamento de Heliópolis CCBB Rio de Janeiro – 14 a 26 de junho



(colaborou @DonnieDarko73);

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