
Previamente em “Lost”, vimos a história de um grupo de passageiros de um vôo comercial entre Sidney e Los Angeles que cai numa ilha remota do Pacífico. A princípio, seria mais uma aventura mostrando as desventuras dos náufragos em tentar sobreviver e sair da ilha, já que ficaram sem nenhuma comunicação com o mundo exterior. Mas, a medida em que os capítulos foram avançando, descobrimos que a ilha tinha certas peculiaridades, além de habitantes, que ficaram conhecidos como “os outros”. Estes outros, aparentemente, não eram boas pessoas, mas a medida em que a gente os ia conhecendo, víamos que havia algo mais por tras deles, outros além de outros, e que, na verdade, eles eram os remanescentes de um grupo que fez parte de uma eXperiência científica, nos anos 1970, o Dharma Project. Enquanto nosso cérebro ia processando estas informações, a cada semana íamos conhecendo melhor cada um dos principais sobreviventes da queda do Oceanic 815. E notávamos que, de certa forma, eles estavam todos interligados. Havia Jack, o médico com tendência para líder; Sawyer, o anti-herói por excelência (um dos produtores da série disse que ele foi inspirado no Han Solo do “Guerra nas estrelas” original), Kate, uma fugitiva da justiça; Hurley, o cara mais sortudo/azarado do mundo; Locke, um paralítico que volta a andar; um casal de coreanos; um ex-agente da milícia iraquiana; irmãos, casais; e alguns outros que foram ficando pelo caminho. Mas, de repente, numa das reviravoltas da série, descobrimos que a ilha tem uma força estranha, um magnetismo, e que permite fenômenos como viagens no tempo e realidades alternativas. Então, abriu-se uma narrativa paralela, com o mundo de “Lost” e o provável mundo em que a ilha não teria existido e o avião jamais teria caído nela. Nessa parte, tomamos conhecimento de que certas pessoas que viviam por lá estavam lá há muito mais tempo do que imaginaríamos, e sem envelhecer um só dia! E agora chegou a hora das respostas. Nem todas serão dadas, é claro. Muitas terão que ser respondidas nas cabeças de cada espectador. Mas o certo é que nunca houve uma série de TV como “Lost”, que desafiou nossa imaginação e destilou mitos, com alguma filosofia barata.
*E AI, O Q VCS ACHARAM DO FINAL DE LOST?
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