Criar algo minimamente original na senda do terror adolescente, hoje em dia, é tarefa árdua. Mas, o diretor Christopher Landon, do ótimo ‘A morte te dá parabéns’ (‘Happy death day’, 2017, que teve uma continuação caça-níqueis, feita a toque de caixa, dispensável), conseguiu, mais uma vez, com este ‘Freaky – no corpo de um assassino’ (‘Freaky’, 2020), que chega esta semana aos cinemas brasileiros, após fazer um sucesso bastante razoável (para estes tempos de pandemia) nos cinemas americanos. A trama se inspira, diretamente, numa comédia Disney de 1976 (com a jovem Jodie Foster), que já foi refilmada, em 2003 (com a barraqueira Lindsay Lohan), ‘Sexta-feira muito louca’ (‘Freaky Friday’), no qual uma filha rebelde trocava de corpo com a mãe careta. Agora, é uma adolescente com baixa auto-estima (Kathryn Newton) que troca de corpo com um assassino em série (Vince Vaughan) após ser esfaqueada com um antigo artefato usado em rituais Azteca (numa ond...