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UMA CASA MUITO BEM ASSOMBRADA

Chequei algumas series que estrearam nesta temporada, entre elas 'Ringer' (prazer culpado, por conta da Sarah Michelle Buffy), The Playboy Club (pela Amber Heard e pelo tema, mas essa ja foi pro saco) e 'Pan Am', que ainda não atingiu a velocidade de cruzeiro, mas melhorou; além das favoritas de sempre 'Fringe' (cada vez melhor) e 'Dexter' (nova temp ta sensa, das melhores da serie). Mas, das novas, a que me impressionou mesmo, positivamente, foi 'American horror story', dos criafdores de 'Glee' e 'Nip/Tuck', o que me fez hesitar em ver, ja que nunca acompanhei estas. Imaginei que seria mais uma serie de terror com casa mal-assombrada com sustos obvios, mas vai além. A partir de uma familia que sai da costa leste americana e vai para Los Angeles, morar numa antiga mansão onde aconteceram crimes hediondos (que eles não sabiam), os roteiristas constroem boas tramas sobre traição, loucura, sexo, crime, tudo com um toque bizarro e se...

UMA CASA MUITO BEM ASSOMBRADA

Chequei algumas series que estrearam nesta temporada, entre elas 'Ringer' (prazer culpado, por conta da Sarah Michelle Buffy), The Playboy Club (pela Amber Heard e pelo tema, mas essa ja foi pro saco) e 'Pan Am', que ainda não atingiu a velocidade de cruzeiro, mas melhorou; além das favoritas de sempre 'Fringe' (cada vez melhor) e 'Dexter' (nova temp ta sensa, das melhores da serie). Mas, das novas, a que me impressionou mesmo, positivamente, foi 'American horror story', dos criafdores de 'Glee' e 'Nip/Tuck', o que me fez hesitar em ver, ja que nunca acompanhei estas. Imaginei que seria mais uma serie de terror com casa mal-assombrada com sustos obvios, mas vai além. A partir de uma familia que sai da costa leste americana e vai para Los Angeles, morar numa antiga mansão onde aconteceram crimes hediondos (que eles não sabiam), os roteiristas constroem boas tramas sobre traição, loucura, sexo, crime, tudo com um toque bizarro e se...

LOLA MONTÉS, A MULHER DOS MIL AMANTES

Graças a Criterion e a internet, pude, enfim, ver a versão restaurada e definitiva de 'Lola Montés', um daqueles filmes obrigatórios no currículo de cinéfilos. Na verdade, eu vi uma cópia relançada no Paissandu, em algum momento dos 80s, só que não lembrava de absolutamente nada. Apenas que era um filme fascinante e grande, feito para ser visto em telão Cinemascope. Agora, tive de ver em 47 polegadas, mas numa cópia de blu-ray muito boa. Além disso, a versão Criterion traz o filme montado do jeito q o diretor Max Ophüls (que morreu logo após) queria, e não como foi lançado nos cinemas em 1955, em ordem cronológica. E que, na época, foi um fracasso. O filme conta a história (real) da cortesã Lola Montés (na verdade, uma irlandesa nascida Eliza Rosanna Gibert), que, através da arte da dança e da sedução (tinha corpo e rosto lindos), foi amantes de nomes como o compositor Franz Liszt e do rei da Baviera -- the power of the pussy --, até acabar a farra e se exilar nos EUA, onde vi...

LOLA MONTÉS, A MULHER DOS MIL AMANTES

Graças a Criterion e a internet, pude, enfim, ver a versão restaurada e definitiva de 'Lola Montés', um daqueles filmes obrigatórios no currículo de cinéfilos. Na verdade, eu vi uma cópia relançada no Paissandu, em algum momento dos 80s, só que não lembrava de absolutamente nada. Apenas que era um filme fascinante e grande, feito para ser visto em telão Cinemascope. Agora, tive de ver em 47 polegadas, mas numa cópia de blu-ray muito boa. Além disso, a versão Criterion traz o filme montado do jeito q o diretor Max Ophüls (que morreu logo após) queria, e não como foi lançado nos cinemas em 1955, em ordem cronológica. E que, na época, foi um fracasso. O filme conta a história (real) da cortesã Lola Montés (na verdade, uma irlandesa nascida Eliza Rosanna Gibert), que, através da arte da dança e da sedução (tinha corpo e rosto lindos), foi amantes de nomes como o compositor Franz Liszt e do rei da Baviera -- the power of the pussy --, até acabar a farra e se exilar nos EUA, onde vi...