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MARVEL/FOX VS MARVEL/SONY

  Nos últimos anos, filmes baseados em personagens de quadrinhos se tornaram um grande filão. Os da Marvel, são dos mais cobiçados (embora a rival DC tenha dois dos maiores ícones do gênero, Batman e Superman, ainda não acertaram no alvo com estes). Contudo, nem todos estão sob a asa Disney (dona atual da Marvel Pictures). Em negociações passadas, um dos maiores e melhores personagens Marvel, o Homem-Aranha, por exemplo, ficou com a Columbia (atual Sony), que já fez alguns filmes live action bacanas com Spidey, sobretudo os dois primeiros do Sam Raimi (sendo o segundo, o melhor de todos). Já a Fox, ficou com outros, como X-men (Wolverine incluso) e o Quarteto Fantástico (que nunca deu muito certo, já tentaram até reboot). Mas, um personagem menor, atrelado ao universo dos X-Men, fez um baita sucesso recentemente, ao fugir um pouco do lugar-comum: o Deadpool. Pois o segundo filme do Deadpool (ambos, impróprios para menores, por causa dos palavrões e da violência), está sendo ...

O HERÓI SUBMARINO

   O título deste post, é como era chamado o Aquaman, num antigo desenho animado que passava na tv, nos 80s. aí, ficava estranho encaixar o que o aqualad falava, quando chamava por ele. não cabia na boca dizer 'herói submarino' por completo. ele dizia apenas 'herói' hahaha. lembrei disso, conversando com o nerdbroder Gordirro, na saída da cabine de 'Aquaman', o filme, na ultima terça. Este, era o filme de herói que eu menos esperava ver na vida. nunca gostei do Aquaman, ele era mané. aquele louro, meio copia do flash gordon no visual, montado num cavalo marinho, e que se comunicava com os seres submarinos por telepatia. sempre preferi outro aquático, Namor, o príncipe submarino (marvel), que era uma especie de outsider, um cara amargurado. e, que, ate por isso, emanava um certo charme para as mulheres. que o diga sue richards, que, mesmo casada com o senhor fantástico (do quarteto), arrastou asa pra ele. Namor tbm chegou junto da igualmente comprometida ...

DIÁRIO DE FÉRIAS NA PAULICÉIA

Nas minhas mini ferias de novembro, com ma babe, resolvemos explorar uma grande cidade que fica perto, mas que a gente só passa por lá, geralmente, em bate-voltas de trabalho. da ultima vez em que lá estive, mal sai dos arredores do aeroporto de congonhas. é, são paulo, tão perto, e tão longe. mas, agora, fomos pra passar uns dias, sem compromissos, ver amigos e checar as novidades. eu, que já passei muitos verões lá, na adolescência -- cheguei a morar um ano na casa de tia --, conheço bem a cidade. mais até do que muito paulistano de nascença. pq, estes, muitas vzs, nem saem de seus redutos, visto que a cidade é imensa (me lembra a cidade do méxico em vários aspectos) e auto-suficiente. então, resolvemos checar as coisas que não estavam lá da ultima vez em que fomos a lazer: tipo, o beco do batman (área repleta de grafites, nos arredores da vila madalena), que lembra um pedaço da lapa carioca ou de santa teresa. só que sem a presença de maladrinhos a te cercar. alias, la, ouvi v...

ATD: fazendo história no Circo

Em sua primeira (e ultima?) passada pela América do Sul, o At the Drive-in fez uma série de shows bombásticos por Argentina, Chile, o Popload fest/sp, e, sobretudo, a noite incrível no Circo voador/rj, no sábado 17/nov/18. E, pelo que ficamos sabendo, através da voz embargada de Cedric bixler-zavala, que chegou a chorar, aquela era a penúltima apresentação da banda (a seguinte, em porto alegre, seria a ultima), que iria dar um tempo. por motivos diversos, entre os quais, a recente perda da mãe do baixista Omar rodriguez-lopez, que, junto com Cedric, é o fundador do Mars Volta, banda que veio logo depois que o ATD deu um tempo, no começo da década passada. Num show visceral e intenso, que durou cerca de uma hora, o ATD, em sua formação original, tocou um pouco de cada, de seus tres discos. e, Cedric, mostrou que é um dos últimos rockstars que dá o sangue em cena: canta como um possuído, vai do agudo mais alto ao melódico, em segundos, tem uma postura de cena digna dos maiores per...

QUEEN: RHAPSODY IN BLUE

  Um dos filmes mais esperados desta reta final do ano é 'Bohemian rhapsody', que estreia no Brasil neste feriado de primeiro de novembro. É uma semi-biografia do Queen, e de seu carismático líder, o falecido Freddie Mercury. Semi, porque não entra de fato nem na complexa persona do camarada nascido Farrouk Bulsara, nem na trajetória da banda de fato (os demais integrantes, Brian May, Roger Taylor e John Deacon, são meros coadjuvantes unidimensionais). O filme se fixa num período, que vai desde o começo da banda até a consagração na sensacional performance no evento Live Aid, em 1985 (alguns meses depois de terem tocado aqui, no Rock in Rio, para a maior plateia, ao vivo, de sua carreira; já que, a do Live Aid, alcançou um público global maior, pois transmitido pela TV para mais de 100 países). Foram 20 minutos eletrizantes, que o filme mostra quase na íntegra. Muito falou-se que o filme seria chapa branca e família demais, pela saída de Sasha Baron Cohen, que queria uma...

A AMIZADE QUE MUDOU UMA VIDA

Filmar biografias, não é fácil. Difícil, é achar o tom, não endeusar demais o(s) enfocado(s), não inventar muitas coisas, para não desandar – ainda que, toda cinebiografia, acrescente personagens fictícios, para ligar pontos. E, o principal: focar num recorte especifico, para não deixar o espectador perdido em citações.    ‘Legalize já’, de Johnny Araujo, faz tudo isso, com segurança. Ele não pretende contar ‘a verdadeira história do Planet Hemp’ (sensacional banda carioca dos anos 90, que apareceu com uma boa mistura de rock e hip-hop e um discurso a favor da legalização da maconha). Mas, a amizade que fez tudo acontecer, entre o camelô Marcelo e o inquieto Luz Antonio, o Skunk (ótima caracterização de Ícaro Silva). Skunk, mudou a vida de Marcelo (que virou D2). Mas, infelizmente, não viveu o bastante para desfrutar da fama. Foi levado pela Aids.   Embora o diretor (que também dirigiu clips para o PH) não demonstre neste o mesmo tour de force, do qu...

MICHAEL MYERS ESTÁ DE VOLTA! E, EM BOA FORMA

   E assim, se passaram 40 anos (!), desde que o assassino em série Michael Myers, estreasse no cinema, com a primeira versão de ‘Halloween’ (1978), filme que botou o nome do diretor John Carpenter no mapa, e abriu caminho para toda sorte de slashers mascarados, a começar pelo Jason, da cinessérie ‘Sexta-feira 13’.   Como forma de comemorar a data, Michael está de volta em grande estilo, nesta que é, sem dúvida, a melhor versão de todas, desde os dois primeiros (a parte 2, feita em 1982, se passa na mesma noite e começa imediatamente no final do primeiro), após sequencias e remakes/reboots sem inspiração (inclusive, uma a cargo de Rob Zombie, que decepcionou). É um filme de terror de fato. Não um manjado desfile de cenas para fazer pular na cadeira, com o truque da música alta. Neste, até o mais escolado fã do gênero, vai olhar para o lado em algumas partes. É realmente assustador.    Apesar da direção segura de David Gordon Green (que di...