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Thursday, November 08, 2007

Lo$ Muerto$



O dia de finados já passou, mas dois cadáveres do rock americano nunca saem de cena: elvis (que, tecnicamente, não morreu) e kurt cobain. O segundo ultrapassou o primeiro em termos de direitos autorais póstumos. O atormentado Cobain vale mais morto do que vivo. E quem se deu bem nessa parada toda foi a viúva, Courtney Love, que cuida de todo o espólio e não precisa fazer mais nada na vida, nem gravar mais discos, só cuidar do botox e da filha Frances Bean.

Outro cadáver que começa a valer cada vez mais é o de Ian Curtis, do Joy Division, que tá virando a banda do momento outra vez. Como Kurt, sua vida tbm virou filme, Control (exibido na mostra de cinema). Mas saiu hj na imprensa inglesa que a viuva dele, Deborah, nao gostou nada do filme (que é baseado num livro escrito por ela). Opinião compartilhada por Peter Hook, do New Order, que recomenda aos fãs o doc "Joy Division", feito por um cara que já trabalhou com Radiohead naquele doc "Meeting people is easy". Hj mesmo vi uma pat com uma camiseta do Joy Division toda customizada com detalhes glam. Whattafuck?

Por aqui quem rende alguns caraminguás a sete palmos são cazuza e renato russo. o primeiro ja virou filme (ok), e o segundo, uma boa peça musical que ainda está rodando por aí. O que eu nao entendo em todos estes casos é que, qndo essa galera tava viva e era novidade, em geral era execrada pelo publico (bom, elvis virou pop logo), chamados de viados, malucos e drogados. Parece que certos artistas so ganham respeito depois de defuntos. Tomara que Lobão demore a bater as botas. E cassia eller? Apesar dela ser talentosa, no fim, virou um clichê ambulante do rock. e até morreu assim...

16 comments:

Jaime said...

o lobão está em um bom momento de sua public image limited. o interessante é que isso joga alguma luz num repertório muito bom que muita gente não consumia pelo mais midiotizado preconceito. vale a frase da juçá sobre ele naquele especial da tevê.
abs

tom said...

off: os 2manydjs foram bons, como sempre (tbm, com cache de 30 mil pratas!), ja o igor cavalera na abertura foi ruim de doer. pq o cara toca usando serato (um pgm que faz tudo por vc) e tem uma pessima seleçao de repertorio. como fica preso ao software, nao pode sair do previamente gravado. acho ate q ele e a mulher tavam so fazendo mimica, pois so vi usar o fone uma vez. alias, no uk, se vc usa serato (ou final scratch), é vaiado pela plateia ou o clube nao aceita.

Lord Vader said...

- Perdi o Control e nao me perdoo , ate meus pais assistiram sem nem ter ideia de quem era Ian Curtis (ao sair do cinema meu pai me ligou dizendo que viu um filme que eu iria " adorar " ), vou tentar baixar ...
- Essa sensa�o de ver gente nada a ver com camiseta de bandas queridas � realmente escrota , rss . tenho uma camisa do Joy division do camelodromo de Candem que uso pouco s� pra n�o gastar ..

fabio fernandes said...

é a necrofilia da arte ...

control era o filme que mais queria ter visto no festival do rio e acabei não vendo.

engraçado qto a cássia eller. eu não a suportava até vê-la no rock in rio 3: a mulher parecia que estava possuída, fez um showzaço, ótimo repertório e me surpreendeu. só que ali foi meio que o canto de cisne da cantora pqe logo depois ela gravou o acústico (que tbém vi alguns shows) mas parecia enfrentar uma crise pessoal, entre ser domesticada pelo mercado ou continuar daquele jeito. e deu no que deu.


e eu acho que ainda haverá um revival muito grande dos mamonas assassinas, não sei pqe, mas acho que um dia ainda vão querer capitalizar muito em cima da morte dos caras.

Gabriel said...

Putz, Fabio Fernandes, entrei para escreve a mesma coisa sobre a Cassia Eller e show no RIR3! Antes eu a comparava com Anas Carolinas e Zelias Duncans da vida, e de fato ela era bem diferente. O problema é que vendem(iam) como se fosse tudo igual! Mas eu gosto tb do acustico dela.

tom said...

sobre a cassia, entrevistei-a bem no começo da carreira,e era uma pessoa bacana. poderia ter virado um tipo de versao feminina do cazuza. mas, no fim, ela se tornou uma especie de cliche do rocknnroll, estereotipo mesmo. chegou ate a usar moicano certa vez. isso pra mim foi o que enfraqueceu. ela podia ter sido um pouco mais original. ate a morte foi um esperado cliche. mas fazia bons shows e tinha boas letras...

Jaime said...

um amigo meu costuma dizer que a cássia eller estava triste com o rumo que sua carreira tomava sem a sua autonomia e sem que pudesse fazer algo contra isso. não é à tôa a inclusão daquela famigerada canção dos noventa ter entrado no repertório, afinal de contas os negócios da venda de disco não estão nem aí pras aspirações dos artistas - exceções à regras sempre em contrato e olhe lá...

lembro de um show dela com o mr. scarecrow e, apesar de a platéia ser TODA dela na ocasião ainda que mr. scarecrow fosse o headliner, me parecia que ela de alguma forma reabastecia energias e fôlego de artista que era de fato na troca de idéias com ele - apesar do cabresto imposta pela necessidade de um estereótipo que não condizia com ela em absoluto ser imprescindível para que engravatados ganhassem dinheiro às custas do suor dela.

enfim, poderia ser maior do que foi... mas pelo menos não vão fazer a chepa com material inédito dela. E o único disco póstumo dela foi um lance bonito. Gravações ao vivo não contam quando se é obrigado a fazer sempre o mesmo show seguindo o mesmo roteiro.

Salve Cássia!

Felipe Passarelli said...

OFF Planeta Terra

nossa ontem o planeta terra melhorou todas as minhas espectativas, tanto de organização, som, line up enfim foi QUASE tudo perfeito.

CSS colocou o palco indie abaixo fazendo um dos shows da minha vida, como foi bom ver eles bem e lidando com aquilo tudo fácil, foi lindo, ainda encontrei trocentos amigos, até chorei no final. hehe Tocaram todas as musicas mais uma nova, e a lovefoxxx nuca esteve tão fofa. a tenda tava tão apertada que nem consegui sair do lugar, todo mundo cantando alto todas as musicas, se entregando pro CSS. Foi lindo de ver. No final ainda teve beijos e autografos do CSS!


O melhor show que eu vi mesmo foi o do Rapture. O som estava bem mais alto, e foi longo o show dancei e pulei horrores tb, deram um grande update no live deles, disco-punk até morrer... devem ter tocado mais de 15 musicas, mas destaco a Olio que teve varios efeitos hyper-ballad-bjork-esque, virou um bailão techno. Matador o final!

Lily Allen ao vivo é apenas um a mumia no palco, sem a banda ela não é nada ao vivo. Passou a maioria do show fazendo fofoquinhas, bebendo uma garrafa enorme de whiskey, fumando pra cacete e jogando o cigarro no chão, errou quase todas as letras inclusive de Smile! heheh Ela tava muito louca.

Devo vi um pedacinho só e fizeram um show insano, os caras são muito loucos, foram torcando de roupas, todos já bem velhinhos.

Jon Carter fez um ótimo set, passeando pelo tech-house.

Instituto cantou a obra prima do tim maia, o "racional" com convidados especiais como B Negão e Negra Li, que estáva ótima e bonita.

Kasabian é PÉEEESIMO não aguentamos nem ver a segunda musica, o cara cheio de marra, musicas chatas. sem carisma nenhum, eles fecharam o com a pior atração da noite.

alguns probleminhas foram esses do line up, tinha que se escolher o que ia ver e também achei que a tenda eletônica poderia rolar depois do show, com tanto show bom é dificil ficar viajando na tenda.

mas tim festival que se cuide, a terra arrasou ontem, não duvido que ela chegue perto do Tim não daqui há alguns anos. Organização e visual incríveis. Esse dia foi pra guardar no coração :)

PEDRO BAMBAATAA said...

sobre este tópico me lembro de uma amiga de minha irmã, no final dos 70 e inicio dos 80, que era
filha do advogado do RAUL SEIXAS,
me lembro que ela contava as
enrascadas que o cara se metia e as peripécias que seu pai tinha que fazer para tirar seu cliente da gaiola... não é preciso dizer, que, por esta época, o cara já estava com seu filme prá de queimado...
em meados dos 80, marcelo nova, deu até uma forcinha para o cara...
Mas nada se comparou com o sucesso que o cara conquistou, após sua morte...
garotada com camisa, musicas suas tocadas em barezinhos de musica ao vivo...
chegava a encher o saco!!... em compensação quando o cara tava vivo a midia desprezava o velho Raul... é foda! essa coisa de endeusar o cara depois que morre... abraços!!

Rainha Popota said...

É a mesma coisa com artistas importantes, sabemos que a grande maioria deles só começou a bombar depois de mortos.

Eu acho que dá certíssimo! Se os Mamomas não tivessem morrido, estariam numa merda federal, iam acabar virando coisa estilo "tiririca", um treco brega que fez sucesso sob circunstâncias especiais. Ou eles iam relevar talentos ocultos para música de qualidade, mas eu duvido MUITO disso.

E nunca gostei da Cassia Eller. Tá, ela canta bem, mas whatever, as melhores músicas são do Nando Reis, mesmo. E eu, com a minha paixão oculta por ele (tá, ela não é oculta), fico muito triste porque as pessoas acham que várias músicas que ele maravilhosamente escreveu eram dela, mesmo. Humpft >.<

tom said...

concordo contigo, felipe. kasabian foi chato demais. o rapture é que devia estar fechando no main stage. e css fez um show dez, um tremendo calaboca pra quem acha que eles nao sao uma banda. o css é tudo o que uma banda de rock (ou seja la o q for) precisa ser/ter: eles estao se divertindo muito e sabem que isso um dia vai passar. pra que ficar tirando marra?

fabio fernandes said...

sem contar que este tópico me lembrou um pouco uma teoria que tenho que aproxima joy division/nação zumbi (!).
vejam bem, líder/vocalista morre no auge da sua carreira, alguns pensaram que a banda acabaria, mas resolveram continuar, mudaram de nome e seguiram honrando o seu legado, mantendo a mesma qualidade e inovação da banda anterior.

o genial chico science tbém. o cara morreu logo após dois cd´s phodas, a banda meio que ficou em cima do muro e lançou aquele disco duplo (póstumo) e depois seguiu muito bem em frente, melhorando a cada lançamento.

Jaime said...

kasabian, rapture... todas essas bandas gringas são uma merrrrda!

vamos consumir essas coisas com consciência crítica...

Jaime said...

o show do css é divertido, o pessoal não se leva a sério, apesar de levarem a sério essa informalidade.

mamonas foi uma efeméride, sobre o cs eu lembro do que o 04 falou certa vez meio bêbado e vendo a caixa de cds da warner sobre a história do rock não achei lá tão improvável.

o raul seixas já não andava mais na pilha, apesar de seus três últimos LPs serem fora-de-série (uh-bap-lu-bap-lab-bein-bum, a pedra do gênesis e o panela do diabo).

e marceleza, solo ou com o camisa, me soa cada vez mais apropriado com o passar dos anos. às vezes me pego escutando os discos antigos com a mesma pilha que tinha quando moleque.
abraço

tom said...

e não podemos nos esquecer de luiz gonzaga, o rei do baiao, e moreira da silva, o rei do samba de improviso, e do bezerra tbm da silva, que eram rockers sem necessariamente fazer rock. estes nao recebem as mesmas loas, nem filme, nem nada. gonzagao tinha uma voz divina, mandava bem na sanfona e nas letras, e moreira era unico e impagavel. sem xenofobismo, mas se esses caras fossem gringos seriam icones do pop mundial...

leila said...

ão cara, cazuza e rr fizeram mega sussa vivos

NA CIDADE

JULIANAS:

casas & shows: Circo Voador 18 – Metá Metá / Rakta 19 – Roberta Sá  20 – Testament (EUA) 25 – Johnny Hooker 26 – O Baú do Raul – 25 Anos: Marcelo Nova / Mauricio Baia / B.Negão / Chico Chico / Karina Buhr / Rick Ferreira / Vivi Seixas

Fundição Progresso 18 e 19 – Novos Baianos 25 - Mitchell Brunnings (HOL) / Orquestra Brasileira de Música Jamaicana 26 – Festival RapRJ 7: Cone Crew Diretoria / Luccas Carlos / Froid / 1Kilo / ADL – Participação: Ducon / Modestiaparte – Participação: Liink & Buddy Poke

Teatro Rival 18 – Festa La Cumbia 19 - Afrojazz - Participação: Larissa Luz & Jesuton 23 - Michael Sweet (Stryper) & John Schlitt (Petra) 24 - Júlia Bosco & Emerson Leal & Gustavo Macacko – Participação: Mart´nália & Simone Mazzer 25 – Alma Thomas 26 – Jay Vaquer 50 meia Setor A, 40 meia Setor B, 30 meia Lounge 30 – Cabaré Diferentão

Teatro Riachuelo 29 – Paulo Ricardo Teatro Odisseia 18 – Ordinária - Baile do Lindote: Molejo 24 - The World is a Beautiful Place & I am No Longer Afraid to Die / gorduratrans / E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante  26 - Esteban Tavares / Sheffield 

Vivo Rio 18 - Postmodern Jukebox (EUA)  19 – Barão Vermelho 20 – Roy Hargrove & Roberta Gambarini 25 - Jacob Collier (ING) 

Baratos da Ribeiro (Botafogo) 19 – Vespeiro: Marcelo Perdido / Real Sociedade / O Branco e o Índio 26 - Vespeiro: Tacy de Campos / Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Estúdio Hanói (Botafogo) 18 - Nativity in Black Fest: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  19 - Festival Nativity in Black: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  27 - Back To Hanoi Metal Fest: Forkill / Unmasked Brains / Evil Inside / Savant  30 - Rectal Smegma (HOL) / Uzômi / Baga  Audio Rebel 16 – Quintavant: Thiago França: Sambanzo 17 – Quintavant: Thiago França: Space Charanga Quarteto 18 - Jair Naves & Britt Harris / Kasparhauser 19 – Quintavant: Ava Rocha 20 - Homenagem a John Coltrane (Widor Santiago, Sergio Barrozo, Adaury Mothé, Didac Thiago, Roberto Rutigliano) 23 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Bella, Thomas Rohrer, Cadu Tenório, Antonio Panda Gianfratti 24 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Thomas Rohrer, Antonio Panda Gianfratti 30 – Quintavant: AJJA (Pedro Calmon & Alex Frias)

Espaço Sérgio Porto 18 - Marcio Lugó / Capela  24 - Mulheres de Buço 25 - Whipallas 31 - CEP 20.000

Sala Baden Powell 16 - Donatinho: Homenagem a João Donato - Participação: Ithamara Koorax, Wanda Sá, Cris Delanno, Amanda Bravo, Ricardo Silveira 19 - Quarteto do Rio 23 - Lúcia Menezes 26 - Marcel Powell - Homenagem a Baden Powell - Participação: Thais Motta, Ithamara Koorax, Gabriel Aquino, Amanda Bravo, Dilma Oliveira 27 - Dorina Canta Aldir Blanc 30 - Eliana Pittman

Theatro Net Rio 16 – Laila Garin & A Roda 22 – Paulo Miklos 12/09 Simone Mazzer

Beco das Garrafas Casa de Cultura Laura Alvim 09 e 10 – Festival Levada: Luísa Maita 15 – Katerina Polemi 16 e 17 – Festival Levada: Apanhador Só 23 e 24 – Festival Levada: Bruna Mendez 30 e 31 – Festival Levada: Tamy

Teatro Ipanema 15 - A.Nota: Sambas do Absurdo (Juçara Marçal & Rodrigo Campos & Gui Amabis) 16 - Aíla (PA) – Participação: Posada 17 - Ana Frango Elétrico / Thiago Nassif 18 - Amora Pêra 22 - A.Nota: Marcelo Vig & Marcos Suzano

Teatro Café Pequeno 17 - Lu Dantas & Natália Boere 24 - Marcos Oliveira 31 - Filtra

Metropolitan 24 – Hanson (EUA) 26 - Lindsey Stirling (EUA) Teatro Bradesco 18 – Leo Jaime 24 – Almir Sater

Teatro Municipal de Niterói 18 e 19 – Roberta Campos 22 – Clube do Choro Homenageia Noel Rosa 24 – Quarteto do Rio

Planet Music (Cascadura) 18 - Torture Squad / Hatefulmurder / Reckoning Hour / Warcursed  19 - Black Days (SP) / Sheffield / Amsterdan / LaVille  26 - Festival Invasão Underground 2: Inversa (SP) / Maieuttica / Adrift / Tormentta / The Last Whale 

Imperator 16 - Quartas Brasileiras: Tia Surica - Tributo a Clara Nunes - Participação: Nilze Carvalho, Ana Quintas, Mariene de Castro 22 – Jazz Pras Sete: Folakemi Duo 23 – Maurício Mattar – Participação: Alexandre Pires 24 - Homenagem a Dalva de Oliveira: Amelinha, Zezé Motta, Dóris Monteiro, Leny Andrade, Rita Beneditto, Áurea Martins, Agnaldo Timóteo, Simone Mazzer, Zé Renato, Eliana Pittman, Rosa Maria Colyn, Luciene Franco, Ellen de Lima, Ataulfo Alves Jr, Gottsha 30 – Agnaldo Timóteo 31 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Arlindinho

Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca) 16 – Coletivo Samba na Rua 17 – Quinta Instrumental: Jimmy Santa Cruz 18 – Victor Mus 19 – Danilo Caymmi 23 – Fábrica Nômade Sonora 24 – Quinta Instrumental: Carlos Café 25 – Laura Zennet 26 – Quarteto do Rio 30 – Projeto Vitrola

FM Hall 23 – Manu Gavassi (grátis) 29 – Illy (grátis)

La Esquina (Lapa) 17 - Red Mess / Blind Horse / Stoned Jesus 24 – Mobile Drink

Smokey Rio (Lapa) 19 – Festa Rio Vinil Clube 26 – Bel Almeida Ganjah (Lapa) 18 – Duda Brack & Thiago Ramil 23 – Festa HempFyah: Rafyah Dread & Hempfield DubLab / Lion Dornellas / André Pfefer / Tagu Selectah Vibration 25 - Azul Casu & 3 du Mar

Casa de Baco (Lapa) 17 – Gafieira Pé de Louro 19 – Relógio de Dalí 24 – Joyce Cândido

CCBB 18 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pato Fu / Céu – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 20) 19 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pedro Luís & A Parede / Tom Zé – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 10)

Quintas no BNDES 17 - Byafra: 35 Anos de Sucesso 24 - Luiza Borges 31 - Tarita de Souza

Circuito SESC 16 – Copacabana: Philippe Baden Powell & Quarteto Ludere: Baden Powell 80 Anos 18 – Niterói: Clara Gurjão 26 – Engenho de Dentro: Clara Gurjão Circuito SESI 26 – Duque de Caxias: Tiê 25 – Jacarepaguá: Tiê _____________________________________________________________

mixx: 18 - Carmen Blues – Bar Kunin / Vila Isabel 18 – Sara & Nina – Olho da Rua / Vila Isabel 18 - Ronaldo Diamante – TribOz / Glória 18 - Wake the Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Clube Mageense / Magé 18 – RaggaBrass – Boulevard Olímpico / Praça Mauá 18 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio / Duque de Caxias 19 - Insurgente Rock Festival: Maieuttica / Ágona / Born2Bleed / Melyra / Forkill / Negah – Caixa de Surpresa / Bangu 19 - Breaking Bad - A Festa: Cervical / Controle / Mau Presságio – Buffallos Bar / Méier 19 - Festa RapSoul 5 Anos: Rael – Armazém / Praça Mauá 19 - Akira Presidente – Espaço BF / Mesquita

20 - Caxias Hell Festival: Velho / Justabeli (SP) / Dark Tower / Gutted Souls / Unnature / Vicious – Lira de Ouro / Duque de Caxias 25 - Bloco Fanfarra D´Águas – Praça das Nações / Bonsucesso 25 - Rogério Caetano - Participação: Hamilton de Holanda – Eco Som / Botafogo 25 - Arraiá do Bloco Vem Cá, Minha Flor – Feira de São Cristóvão

LEO JAIME LEO "GUANABARA" JAIME Com mais de 30 anos de carreira, Leo Jaime experimenta momentos de grande intensidade em sua vida profissional. Além da obra consagrada, como cantor e compositor, o artista está sempre atuando em novos projetos. Humor, interpretações arrebatadoras, inteligência e versatilidade são as marcas deste artista que apresenta ao publico carioca, no dia 18 de agosto, no Teatro Bradesco Rio, o espetáculo “Leo “Guanabara” Jaime”. No show ele relembra seus grandes sucessos musicais e as histórias por trás das canções e dos bastidores do Rock Brasil

PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   07/09 - Quinta-feira 20:00 Maceo Parker 22:30 Maceo Parker   08/09 – Sexta-feira 21:00 Maceo Parker 23:30 Maceo Parker   09/09 – Sábado 21:00 Sergio Mendes 23:30 Sergio Mendes   10/09 – Domingo 20:00 Sergio Mendes 22:30 Sergio Mendes   13/09 - Quarta-feira 20:00 Jaques Morelenbaum convida   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ CURSOS DE AGOSTO no Estação NET Botafogo    - História do Cinema Independente Brasileiro, com Cavi Borges    - Ancine e o fomento ao audiovisual brasileiro, com Julio Augusto Zucca    - Cinema Afrodisíaco? O sexo na tela, com Dodô Azevedo

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

DISTOPIAS BRASILEIRAS NO CINEMA A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 a 27 de agosto de 2017, a mostra cinematográfica Brasil Distópico, que traça um panorama da produção nacional sobre as distopias. Para a programação, os curadores Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida selecionaram 37 curtas e longas-metragens que imaginam diferentes futuros sombrios para o país, entre clássicos da ficção-científica brasileira e obras menos conhecidas.  Na programação, filmes como O quinto poder (1962), de Alberto Pieralisi, e Brasil ano 2000 (1969), de Walter Lima Júnior. Outras incorporam as convenções da ficção científica, encenando a ameaça nuclear e o colapso do planeta, como Parada 88: o limite de alerta (1978), de José de Anchieta; e Oceano Atlantis (1993), de Francisco de Paula. Há, ainda, aqueles que instalam o cinema de gênero em imaginários locais do Brasil, como é o caso de Abrigo nuclear (1981), de Roberto Pires; e Areias Escaldantes (1985). ESTE ULTIMO, TRAZ NO ELENCO, VARIOS NOMES E BANDAS DO ROCK BRASIL DOS ANOS 80, COMO LOBÃO, TITÃS, E TEMA-TITULO DE LULU SANTOS.

DEIXA NA RÉGUA: O filme estreia no dia 10 de Agosto no INSTITUTO MOREIRA SALLES com sessões às 16h e 20h e no CINE SANTA com sessão às 17h10. Deixa Na Régua. Direção: Emílio Domingos. Produção: Osmose Filmes. Documentário. Brasil. 73 minutos.

COM SESSÕES LOTADAS EM ALGUMAS CIDADES, UCI ABRE MAIS SALAS PARA “DAVID GILMOUR: LIVE IN POMPEII” E AGORA APRESENTA A EXIBIÇÃO EM XPLUS  Ingressos já estão à venda e o público poderá conferir o show também com o poderoso som Dolby Atmos em 360º



BLITZ AO VIVO: No embalo do lançamento do álbum 'Aventuras 2', Evandro Mesquita e sua Blitz finalizam seu quarto DVD, gravado no Circo Voador em abril, para lançamento em outubro. A banda está a todo vapor, com presença confirmada no próximo Rock In Rio e tem turnê pelos Estados Unidos confirmada em fevereiro de 2018

FESTIVAL DE CINEMA DA NOVA ZELANDIA

(colaborou @DonnieDarko73);

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