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Monday, November 19, 2007

Do coxy ao cérebro

Carl Cox é o cara. O DJ mais gente fina do mundo continua igualzinho a última vez em que estive com ele ao vivo, no Ultimate Base, em Londres, final dos 90s. Por conta disso, pedi pra ele repetir uma foto na mesma pose em que tirou comigo lá no clube londrino (que não existe mais, foi comprado pela companhia do metrô, ele contou), mais meu broder Gordy Wolverine, que esteve comigo na mesma viagem e com quem fiz a rota dos clubes na época (ficamos uma semana dormindo tipo 4hrs por dia e saindo direto toda noite!). A pose foi no clube 69, nesta segunda, em Ipanema, onde rolou a private de lançamento da festança que ele fará sexta 23, no Vivo Rio. Coxy aproveitou e fez um set de hora e pouca, dando uma geral em todos os estilos e mostrando que DJ se faz na hora, ao vivo, sem essa parada de final scratch e serato, que é pra quem não se garante nas pick-ups, mesmo que seja uma moderna mk-II para CDs, que foi o que ele pilotou, aliás, com maestria...

18 comments:

Andre said...

saudades do Velvet Room e daquela maratona de clubs em Londres, registrada na tosca câmera digital da época (98, pré-megapixel)

Felipe Passarelli said...

ai que inveja (boa) de você tom, caraio... grrrrr hehehe
essa private tava tão dificil qnt o do dj rush, por isso vc não falou aqui?? eu iria na hora! como iria saber tb? rs
carl cox meio que me iniciou no formato musica/dj/set/cd mixado, o primeiro cd de techno que comprei foi justamente o da ultimate base 2, um dos melhores até hoje pra quem entende do assunto. vc deve conhecer né tom? talvez irei, fui na primeira vez que ele veio aqui (foi só uma né?), mas paguei mico, fiquei muitoooo louco e não me lembrei de nada depois rs espero dessa vez ta trankilo. o vizino godirro tb pode avisar as paradas aqui né? rsrs
abraços procês

Jaime said...

fala, tom!
esse carl cox não era um cara que trabalhava de segurança nas edições cariocas do hollywood rock? esse cara tb fazia participações nos programas do renato aragão pós-trapalhões...

heheh
vou conferir os sons dele...
abraço

chicodub said...

depoimento do mestre ao rraurl:

"Há três anos não uso mais vinis, o que foi difícil para mim. Mas o ponto é que hoje está cada vez mais difícil encontrar lançamentos em vinil, a música sai em formato digital hoje e sabe-se lá quando ela será prensada, isto se for. Isto me forçou a optar pelos CDs, até que descobri o Ableton Live e fiquei encantado, é uma ferramenta incrível e que me possibilita fazer coisas até então impossíveis. Como ele aumentou muito a minha capacidade criativa e eu adoro ferramentas deste tipo, hoje me apresento com ele."

tom said...

felipe, nao dava pra divulgar a festa pq ela oficialmente nao existiu, foi fechada so pra djs e galera do meio musical e da imprensa. de sete as dez rolou coquetel e rodada de entrevistas com o cox e depois ele tocou. so apos as onze e meia da noite a casa abriu normalmente para a festa que rola lá. teve mauricio lopes e leo janeiro tocando

tom said...

hj em dia o mais novo modelo de cdj da pioneer faz tudo e mais um pouco do que faz uma boa pickup technics. experimetei um desses no mes passado e é assombroso. da backspin, segura na mao, scratch e o escambau, muito foda mesmo. e os sites de djs agora vendem tracks exclusivas so pela internet, entao facilita. e carregar um case com trocentos vinis é foda pra quem ja tem mais de 40 anos nas costas. pra quem nao toca repertorio e precisa das novidades, ok. mas o som do vinil é melhor, ponto

Felipe Passarelli said...

você tem razão tom, vinil hj em dia é muita tralha. mas rolava aquela rixa com os djs de techno e psy justamente pelo uso do cd, mas hoje já tem o final scrash e milhares de recursos.
cada vez vejo menos pick ups nas apresentações, o novo formato é o laptop e o dj, não viu como foi insano o set do girl talk? os melhores de hoje fazem live (lindstrom, toktok, simian, justice, digitalism etc), e acho que esse será o futuro da musica eletronica, você fazer sua música e tocar. ainda existe os super djs que ganham vinis e tocam, mas um mac faz milagres...

pacheco said...

o som do vinil é melhor?

Isso é uma dúvida que eu ainda tenho que tirar.

tom said...

pacheco, se vc for numa festa, com um bom som, em que alguem esteja tocando cd e depois vire pra vinil, vc notara a diferença na hora. semana retrasada toquei um vinil que tenho ha 20 anos logo apos um cd e parece que o mar se abriu na pista (ganha mais grave, mais frqeuencias), ainda mais em tempos de mp3, que tem o som merda e chapado (ME RECUSO A TOCAR MP3). felipe, ha diferenças entre tocar com laptop. quando se usa para extrair elementos que serao usados como detalhes no som (caso do girl talk), ok. mas quando o dj finge que ta tocando e bota o serato ou final scractch pra fazer tudo (como muito malandrinho faz aqui), é foda. certos clubes em londres proibem o uso de serato e fs em gigs e a plateia ate vaia o dj que os usa, se nao for o caso de um live pa. claro, pq la neguinho saca e gosta de som. e cobra. melhor erar ao vivo, com vinil ou cd, do que fazer mimica. cox usou cds, mas os truques ele usa no mixer, nas frequencias, assim como fez o carl craig no dama, eles retransformam as musicas. mas ligar o mac e botar o software pra rodar é caso de acionar a defesa do consumidor, engodo puro...

Felipe Passarelli said...

sim, sem duvida nenhuma o som do vinil é imbatível, nos graves principalente e em todos os casos. tem gringo que só ouve vinil transformado em mp3. quando o querido e falecido oink estava na ativa, as pessoas podiam upar os albums em vários formatos, inclusive em vinil. tem uma técnica aí bacana que não tira a qualidade do vinil. até tenho uns 3 albums em mp3/vinil, o do battles, do of montreal e o novo do interpol, bem bacana o som, parece que a coisa é séria, o pessoal do oink era audiófilo legal.
então tom, você acha mais bacana tocar em cdjs 100 (o meu hehe) do que tocar em laptop dependendo do caso???

Carlos said...

Quando lançaram o CD todo mundo achava maravilhoso, pois podia-se ouvir a música sem estalos e chiados naquele som CCE das Casas Bahia.
Acontece que a resolução do CD é baixa, é como se fosse uma foto de 2 mega pixels, ou seja, não reproduz a realidade do analógico.
Num bom equipamento e caixas, o vinil é muito melhor mesmo pois reproduz com mais fidelidade a gravação original. O CD de alta resolução já existe há anos mas foi adotado apenas por audiófilos pois o equipamento e principamente as caixas de som de boa qualidade necessárias são muito caras para a maioria dos mortais.
A pergunta que fica é: Por que na era de produção 1005 digital e de musica líquida, não temos disponível um formato digital de maior resolução para download? Tudo bem que isto só tocaria atraves de um computador com um player de sotware apropriado. Talvez seja isto que o Ableton Live faça desde que se tenha a música digital criada em alta resolução.

iga_rio said...

Fala Tom,

Pior que tem "Djs" que tocam em festas tipo aniversario, casamentoe e etc.. que só tocam MP3em seus laptops.. e se acham os caras... rs.. e ainda se acham djs.

Off-topic: ontem vc tava na Mtv, em um programa sobre o disco "dois" da legião.

Abraços,

tom said...

ATENÇÃO: A OI-TELEMAR TA MEXENDO NOS CABOS DE MINHA RUA E TO SEM INTERNET HA DOIS DIAS E TALVEZ FIQUE ATE O FINDE. ENTAO PODE SER QUE DEMORE PREU LIBERAR OS POSTS. SO TO PEGANDO EMAIL NO TRABALHO OU ONDE TEM INTERNET LIBERADA. WORD.

Pedro said...

po, eu andei dando uma olhada sobre a diferenca entre o som do cd e do vinil.
realmente, c vc vai botar um som em casa, o som do cd é infinitamente melhor.
mas os djs preferem usar o vinil, pq o som nao sai distorcido em grandes equipamentos de som, como numa boate, por exemplo.
dai essa diferenca que o Tom fala.Com o vinil, o som sai lisinho.Entretanto, como o cd, já nao é a mesma coisa.
---
O foda é ir pra matriz e escutar indie rock com CD-R...
mas n tem opcao, fazer o q...

tom said...

existem varios modos de se usar um laptop num dj set ou live p.a. no caso de um live, vc leva as bases pra soltar em cima dos sons na hora, tipo pastas de efeitos e tal. o kraftwerk trouxe o show todo assim da ultima vez. num dj set, o laptop serve pra rodar programs do tipo serato ou final scratch. so que, se vc nao interagir com a musica, os softwares fazem tudo sozinho, casam qq musica, vc nao faz o menor esforço, so finge q ta mixando enquanto troca aqueles vinis falsos, isso pra mim é picaretagem e é o q muita gente tem feito hj. o carl craig usou serato, mas ele mexia nas frequencias atraves de um mixer vintage e pelo menos mixava. minha mina mixa tao bem quanto qq dj do mundo usando um programinha desses e ela nunca sequer botou a mao no meu equipo de som. a tecnologia faz tudo, vide o show do daft punk. depende de como vc vai usa-la. acho q se o dj nao poe a mao na massa, ta enganando. melhor errar passando um cd ou vinil ao vivo do que mixar assim, pelo menos a galera vai ver q vc existe, é humano, e tá ali. ate pq, o programa nao deixa vc mudar o rumo do set, vide o igor cavalera na the week, engessado num set ruim de doer, nao dava pra mudar nada

Jaime said...

sinceramente só curto pouca coisa autoral de música eletrônica. ainda bem que o auê em cima desse tipo de som tá devagar. acho sinceramente uma perda de tempo a meninada popotizada por baticum eletrônico em raves. mas falo da música, a parada tribal é altamente maneira... abs

Carlos said...

CURIOSIDADE TOTAL OFF:
Amanhã é dia de eleição federal em Oz e o Partido dos Trablhadores (Labour) deve assumir após 12 anos de extrema direita no país. O partido Verde apoia os Labors e seu maior ícone e lider chama-se PETER GARRETT. Lembram do vocalista careca e meio maluco da banda oitentista Midnight Oil? Poizé, o cara sempre foi politizado e sempre atuou, seja atraves da música ou atitudes anti-imperialistas, em prol do meio ambiente e justiça social. Ele deve receber um ministério e já se fala no cara como primeiro ministro num futuro próximo. Mal comparando, seria como ver RENATO RUSSO no poder nos dias de hoje.

Carlos said...

Tom, voltando ao post, vale dar uma olhada neste vídeo:

Girl Talk Creates a mashup:
http://www.youtube.com/watch?v=KykbPtRb0K4&feature=related

NA CIDADE

JULIANAS:

casas & shows: Circo Voador 18 – Metá Metá / Rakta 19 – Roberta Sá  20 – Testament (EUA) 25 – Johnny Hooker 26 – O Baú do Raul – 25 Anos: Marcelo Nova / Mauricio Baia / B.Negão / Chico Chico / Karina Buhr / Rick Ferreira / Vivi Seixas

Fundição Progresso 18 e 19 – Novos Baianos 25 - Mitchell Brunnings (HOL) / Orquestra Brasileira de Música Jamaicana 26 – Festival RapRJ 7: Cone Crew Diretoria / Luccas Carlos / Froid / 1Kilo / ADL – Participação: Ducon / Modestiaparte – Participação: Liink & Buddy Poke

Teatro Rival 18 – Festa La Cumbia 19 - Afrojazz - Participação: Larissa Luz & Jesuton 23 - Michael Sweet (Stryper) & John Schlitt (Petra) 24 - Júlia Bosco & Emerson Leal & Gustavo Macacko – Participação: Mart´nália & Simone Mazzer 25 – Alma Thomas 26 – Jay Vaquer 50 meia Setor A, 40 meia Setor B, 30 meia Lounge 30 – Cabaré Diferentão

Teatro Riachuelo 29 – Paulo Ricardo Teatro Odisseia 18 – Ordinária - Baile do Lindote: Molejo 24 - The World is a Beautiful Place & I am No Longer Afraid to Die / gorduratrans / E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante  26 - Esteban Tavares / Sheffield 

Vivo Rio 18 - Postmodern Jukebox (EUA)  19 – Barão Vermelho 20 – Roy Hargrove & Roberta Gambarini 25 - Jacob Collier (ING) 

Baratos da Ribeiro (Botafogo) 19 – Vespeiro: Marcelo Perdido / Real Sociedade / O Branco e o Índio 26 - Vespeiro: Tacy de Campos / Jonnata Doll & Os Garotos Solventes

Estúdio Hanói (Botafogo) 18 - Nativity in Black Fest: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  19 - Festival Nativity in Black: Justabeli (SP) / Dark Tower / Profane Art  27 - Back To Hanoi Metal Fest: Forkill / Unmasked Brains / Evil Inside / Savant  30 - Rectal Smegma (HOL) / Uzômi / Baga  Audio Rebel 16 – Quintavant: Thiago França: Sambanzo 17 – Quintavant: Thiago França: Space Charanga Quarteto 18 - Jair Naves & Britt Harris / Kasparhauser 19 – Quintavant: Ava Rocha 20 - Homenagem a John Coltrane (Widor Santiago, Sergio Barrozo, Adaury Mothé, Didac Thiago, Roberto Rutigliano) 23 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Bella, Thomas Rohrer, Cadu Tenório, Antonio Panda Gianfratti 24 – Quintavant: Hans Koch (SUI) - Participação: Thomas Rohrer, Antonio Panda Gianfratti 30 – Quintavant: AJJA (Pedro Calmon & Alex Frias)

Espaço Sérgio Porto 18 - Marcio Lugó / Capela  24 - Mulheres de Buço 25 - Whipallas 31 - CEP 20.000

Sala Baden Powell 16 - Donatinho: Homenagem a João Donato - Participação: Ithamara Koorax, Wanda Sá, Cris Delanno, Amanda Bravo, Ricardo Silveira 19 - Quarteto do Rio 23 - Lúcia Menezes 26 - Marcel Powell - Homenagem a Baden Powell - Participação: Thais Motta, Ithamara Koorax, Gabriel Aquino, Amanda Bravo, Dilma Oliveira 27 - Dorina Canta Aldir Blanc 30 - Eliana Pittman

Theatro Net Rio 16 – Laila Garin & A Roda 22 – Paulo Miklos 12/09 Simone Mazzer

Beco das Garrafas Casa de Cultura Laura Alvim 09 e 10 – Festival Levada: Luísa Maita 15 – Katerina Polemi 16 e 17 – Festival Levada: Apanhador Só 23 e 24 – Festival Levada: Bruna Mendez 30 e 31 – Festival Levada: Tamy

Teatro Ipanema 15 - A.Nota: Sambas do Absurdo (Juçara Marçal & Rodrigo Campos & Gui Amabis) 16 - Aíla (PA) – Participação: Posada 17 - Ana Frango Elétrico / Thiago Nassif 18 - Amora Pêra 22 - A.Nota: Marcelo Vig & Marcos Suzano

Teatro Café Pequeno 17 - Lu Dantas & Natália Boere 24 - Marcos Oliveira 31 - Filtra

Metropolitan 24 – Hanson (EUA) 26 - Lindsey Stirling (EUA) Teatro Bradesco 18 – Leo Jaime 24 – Almir Sater

Teatro Municipal de Niterói 18 e 19 – Roberta Campos 22 – Clube do Choro Homenageia Noel Rosa 24 – Quarteto do Rio

Planet Music (Cascadura) 18 - Torture Squad / Hatefulmurder / Reckoning Hour / Warcursed  19 - Black Days (SP) / Sheffield / Amsterdan / LaVille  26 - Festival Invasão Underground 2: Inversa (SP) / Maieuttica / Adrift / Tormentta / The Last Whale 

Imperator 16 - Quartas Brasileiras: Tia Surica - Tributo a Clara Nunes - Participação: Nilze Carvalho, Ana Quintas, Mariene de Castro 22 – Jazz Pras Sete: Folakemi Duo 23 – Maurício Mattar – Participação: Alexandre Pires 24 - Homenagem a Dalva de Oliveira: Amelinha, Zezé Motta, Dóris Monteiro, Leny Andrade, Rita Beneditto, Áurea Martins, Agnaldo Timóteo, Simone Mazzer, Zé Renato, Eliana Pittman, Rosa Maria Colyn, Luciene Franco, Ellen de Lima, Ataulfo Alves Jr, Gottsha 30 – Agnaldo Timóteo 31 – Samba do Imperator: Grupo Arruda, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Arlindinho

Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola (Tijuca) 16 – Coletivo Samba na Rua 17 – Quinta Instrumental: Jimmy Santa Cruz 18 – Victor Mus 19 – Danilo Caymmi 23 – Fábrica Nômade Sonora 24 – Quinta Instrumental: Carlos Café 25 – Laura Zennet 26 – Quarteto do Rio 30 – Projeto Vitrola

FM Hall 23 – Manu Gavassi (grátis) 29 – Illy (grátis)

La Esquina (Lapa) 17 - Red Mess / Blind Horse / Stoned Jesus 24 – Mobile Drink

Smokey Rio (Lapa) 19 – Festa Rio Vinil Clube 26 – Bel Almeida Ganjah (Lapa) 18 – Duda Brack & Thiago Ramil 23 – Festa HempFyah: Rafyah Dread & Hempfield DubLab / Lion Dornellas / André Pfefer / Tagu Selectah Vibration 25 - Azul Casu & 3 du Mar

Casa de Baco (Lapa) 17 – Gafieira Pé de Louro 19 – Relógio de Dalí 24 – Joyce Cândido

CCBB 18 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pato Fu / Céu – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 20) 19 - Festival CCBB - Quanto Mais Tropicália, Melhor: Pedro Luís & A Parede / Tom Zé – Praça do Centro Cultural dos Correios (22h – R$ 10)

Quintas no BNDES 17 - Byafra: 35 Anos de Sucesso 24 - Luiza Borges 31 - Tarita de Souza

Circuito SESC 16 – Copacabana: Philippe Baden Powell & Quarteto Ludere: Baden Powell 80 Anos 18 – Niterói: Clara Gurjão 26 – Engenho de Dentro: Clara Gurjão Circuito SESI 26 – Duque de Caxias: Tiê 25 – Jacarepaguá: Tiê _____________________________________________________________

mixx: 18 - Carmen Blues – Bar Kunin / Vila Isabel 18 – Sara & Nina – Olho da Rua / Vila Isabel 18 - Ronaldo Diamante – TribOz / Glória 18 - Wake the Dead Festival: Surra (SP) / Rats / Der Baum (SP) / Nove Zero Nove – Clube Mageense / Magé 18 – RaggaBrass – Boulevard Olímpico / Praça Mauá 18 - O Rappa - Tour de Despedida – Quadra da Grande Rio / Duque de Caxias 19 - Insurgente Rock Festival: Maieuttica / Ágona / Born2Bleed / Melyra / Forkill / Negah – Caixa de Surpresa / Bangu 19 - Breaking Bad - A Festa: Cervical / Controle / Mau Presságio – Buffallos Bar / Méier 19 - Festa RapSoul 5 Anos: Rael – Armazém / Praça Mauá 19 - Akira Presidente – Espaço BF / Mesquita

20 - Caxias Hell Festival: Velho / Justabeli (SP) / Dark Tower / Gutted Souls / Unnature / Vicious – Lira de Ouro / Duque de Caxias 25 - Bloco Fanfarra D´Águas – Praça das Nações / Bonsucesso 25 - Rogério Caetano - Participação: Hamilton de Holanda – Eco Som / Botafogo 25 - Arraiá do Bloco Vem Cá, Minha Flor – Feira de São Cristóvão

LEO JAIME LEO "GUANABARA" JAIME Com mais de 30 anos de carreira, Leo Jaime experimenta momentos de grande intensidade em sua vida profissional. Além da obra consagrada, como cantor e compositor, o artista está sempre atuando em novos projetos. Humor, interpretações arrebatadoras, inteligência e versatilidade são as marcas deste artista que apresenta ao publico carioca, no dia 18 de agosto, no Teatro Bradesco Rio, o espetáculo “Leo “Guanabara” Jaime”. No show ele relembra seus grandes sucessos musicais e as histórias por trás das canções e dos bastidores do Rock Brasil

PROGRAMAÇÃO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):   07/09 - Quinta-feira 20:00 Maceo Parker 22:30 Maceo Parker   08/09 – Sexta-feira 21:00 Maceo Parker 23:30 Maceo Parker   09/09 – Sábado 21:00 Sergio Mendes 23:30 Sergio Mendes   10/09 – Domingo 20:00 Sergio Mendes 22:30 Sergio Mendes   13/09 - Quarta-feira 20:00 Jaques Morelenbaum convida   16/09 – Sábado 21:00 Baby do Brasil 23:30 Baby do Brasil   17/09 – Domingo 20:00 Baby do Brasil 22:30 Baby do Brasil   20/09 - Quarta-feira   20:00 Jaques Morelenbaum convida   27/09 - Quarta-feira 20:00 Anne Paceo 28/09 Quinta-feira   20:00 Orquestra Atlântica 22:30 Orquestra Atlântica    Outubro   04/10 - Quarta-feira 20:00 Ala.Ni 05/10 – Quinta-feira 20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  06/10 – Sexta-feira 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    07/10 – Sábado 21:00 Chris Botti 23:30 Chris Botti    08/10 – Domingo  20:00 Chris Botti 22:30 Chris Botti  11/10 - Quarta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    12/10 – Quinta-feira 20:00 Teresa Salgueiro 22:30 Teresa Salgueiro    20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

ULTRA BRASIL ANUNCIA A PHASE 1 DE SEU LINEUP PARA A EDIÇÃO 2017: ADAM BEYER, ALESSO, ARMIN VAN BUUREN, DAVID GUETTA, JAMIE JONES, JOSEPH CAPRIATI, SASHA & JOHN DIGWEED e THE MARTINEZ BROTHERS SERÃO HEADLINERS FESTIVAL ACONTECE NOS DIAS 12, 13 E 14 DE OUTUBRO NO SAMBÓDROMO DO RIO

_______________________________________________________ CURSOS DE AGOSTO no Estação NET Botafogo    - História do Cinema Independente Brasileiro, com Cavi Borges    - Ancine e o fomento ao audiovisual brasileiro, com Julio Augusto Zucca    - Cinema Afrodisíaco? O sexo na tela, com Dodô Azevedo

Circuito Estação NET de Cinema e Cinemateca do MAM apresentam: Exposição CINEMA EM CASA: Equipamentos do acervo da Cinemateca do MAM. A partir de 23 de fevereiro, no Estação NET Botafogo de 23 de fevereiro a 23 de agosto 2017 Horário de visitação: 14h às 22h Entrada franca

DISTOPIAS BRASILEIRAS NO CINEMA A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 a 27 de agosto de 2017, a mostra cinematográfica Brasil Distópico, que traça um panorama da produção nacional sobre as distopias. Para a programação, os curadores Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida selecionaram 37 curtas e longas-metragens que imaginam diferentes futuros sombrios para o país, entre clássicos da ficção-científica brasileira e obras menos conhecidas.  Na programação, filmes como O quinto poder (1962), de Alberto Pieralisi, e Brasil ano 2000 (1969), de Walter Lima Júnior. Outras incorporam as convenções da ficção científica, encenando a ameaça nuclear e o colapso do planeta, como Parada 88: o limite de alerta (1978), de José de Anchieta; e Oceano Atlantis (1993), de Francisco de Paula. Há, ainda, aqueles que instalam o cinema de gênero em imaginários locais do Brasil, como é o caso de Abrigo nuclear (1981), de Roberto Pires; e Areias Escaldantes (1985). ESTE ULTIMO, TRAZ NO ELENCO, VARIOS NOMES E BANDAS DO ROCK BRASIL DOS ANOS 80, COMO LOBÃO, TITÃS, E TEMA-TITULO DE LULU SANTOS.

DEIXA NA RÉGUA: O filme estreia no dia 10 de Agosto no INSTITUTO MOREIRA SALLES com sessões às 16h e 20h e no CINE SANTA com sessão às 17h10. Deixa Na Régua. Direção: Emílio Domingos. Produção: Osmose Filmes. Documentário. Brasil. 73 minutos.

COM SESSÕES LOTADAS EM ALGUMAS CIDADES, UCI ABRE MAIS SALAS PARA “DAVID GILMOUR: LIVE IN POMPEII” E AGORA APRESENTA A EXIBIÇÃO EM XPLUS  Ingressos já estão à venda e o público poderá conferir o show também com o poderoso som Dolby Atmos em 360º



BLITZ AO VIVO: No embalo do lançamento do álbum 'Aventuras 2', Evandro Mesquita e sua Blitz finalizam seu quarto DVD, gravado no Circo Voador em abril, para lançamento em outubro. A banda está a todo vapor, com presença confirmada no próximo Rock In Rio e tem turnê pelos Estados Unidos confirmada em fevereiro de 2018

FESTIVAL DE CINEMA DA NOVA ZELANDIA

(colaborou @DonnieDarko73);

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