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Monday, November 19, 2007

Do coxy ao cérebro

Carl Cox é o cara. O DJ mais gente fina do mundo continua igualzinho a última vez em que estive com ele ao vivo, no Ultimate Base, em Londres, final dos 90s. Por conta disso, pedi pra ele repetir uma foto na mesma pose em que tirou comigo lá no clube londrino (que não existe mais, foi comprado pela companhia do metrô, ele contou), mais meu broder Gordy Wolverine, que esteve comigo na mesma viagem e com quem fiz a rota dos clubes na época (ficamos uma semana dormindo tipo 4hrs por dia e saindo direto toda noite!). A pose foi no clube 69, nesta segunda, em Ipanema, onde rolou a private de lançamento da festança que ele fará sexta 23, no Vivo Rio. Coxy aproveitou e fez um set de hora e pouca, dando uma geral em todos os estilos e mostrando que DJ se faz na hora, ao vivo, sem essa parada de final scratch e serato, que é pra quem não se garante nas pick-ups, mesmo que seja uma moderna mk-II para CDs, que foi o que ele pilotou, aliás, com maestria...

18 comments:

Andre said...

saudades do Velvet Room e daquela maratona de clubs em Londres, registrada na tosca câmera digital da época (98, pré-megapixel)

Felipe Passarelli said...

ai que inveja (boa) de você tom, caraio... grrrrr hehehe
essa private tava tão dificil qnt o do dj rush, por isso vc não falou aqui?? eu iria na hora! como iria saber tb? rs
carl cox meio que me iniciou no formato musica/dj/set/cd mixado, o primeiro cd de techno que comprei foi justamente o da ultimate base 2, um dos melhores até hoje pra quem entende do assunto. vc deve conhecer né tom? talvez irei, fui na primeira vez que ele veio aqui (foi só uma né?), mas paguei mico, fiquei muitoooo louco e não me lembrei de nada depois rs espero dessa vez ta trankilo. o vizino godirro tb pode avisar as paradas aqui né? rsrs
abraços procês

Jaime said...

fala, tom!
esse carl cox não era um cara que trabalhava de segurança nas edições cariocas do hollywood rock? esse cara tb fazia participações nos programas do renato aragão pós-trapalhões...

heheh
vou conferir os sons dele...
abraço

chicodub said...

depoimento do mestre ao rraurl:

"Há três anos não uso mais vinis, o que foi difícil para mim. Mas o ponto é que hoje está cada vez mais difícil encontrar lançamentos em vinil, a música sai em formato digital hoje e sabe-se lá quando ela será prensada, isto se for. Isto me forçou a optar pelos CDs, até que descobri o Ableton Live e fiquei encantado, é uma ferramenta incrível e que me possibilita fazer coisas até então impossíveis. Como ele aumentou muito a minha capacidade criativa e eu adoro ferramentas deste tipo, hoje me apresento com ele."

tom said...

felipe, nao dava pra divulgar a festa pq ela oficialmente nao existiu, foi fechada so pra djs e galera do meio musical e da imprensa. de sete as dez rolou coquetel e rodada de entrevistas com o cox e depois ele tocou. so apos as onze e meia da noite a casa abriu normalmente para a festa que rola lá. teve mauricio lopes e leo janeiro tocando

tom said...

hj em dia o mais novo modelo de cdj da pioneer faz tudo e mais um pouco do que faz uma boa pickup technics. experimetei um desses no mes passado e é assombroso. da backspin, segura na mao, scratch e o escambau, muito foda mesmo. e os sites de djs agora vendem tracks exclusivas so pela internet, entao facilita. e carregar um case com trocentos vinis é foda pra quem ja tem mais de 40 anos nas costas. pra quem nao toca repertorio e precisa das novidades, ok. mas o som do vinil é melhor, ponto

Felipe Passarelli said...

você tem razão tom, vinil hj em dia é muita tralha. mas rolava aquela rixa com os djs de techno e psy justamente pelo uso do cd, mas hoje já tem o final scrash e milhares de recursos.
cada vez vejo menos pick ups nas apresentações, o novo formato é o laptop e o dj, não viu como foi insano o set do girl talk? os melhores de hoje fazem live (lindstrom, toktok, simian, justice, digitalism etc), e acho que esse será o futuro da musica eletronica, você fazer sua música e tocar. ainda existe os super djs que ganham vinis e tocam, mas um mac faz milagres...

pacheco said...

o som do vinil é melhor?

Isso é uma dúvida que eu ainda tenho que tirar.

tom said...

pacheco, se vc for numa festa, com um bom som, em que alguem esteja tocando cd e depois vire pra vinil, vc notara a diferença na hora. semana retrasada toquei um vinil que tenho ha 20 anos logo apos um cd e parece que o mar se abriu na pista (ganha mais grave, mais frqeuencias), ainda mais em tempos de mp3, que tem o som merda e chapado (ME RECUSO A TOCAR MP3). felipe, ha diferenças entre tocar com laptop. quando se usa para extrair elementos que serao usados como detalhes no som (caso do girl talk), ok. mas quando o dj finge que ta tocando e bota o serato ou final scractch pra fazer tudo (como muito malandrinho faz aqui), é foda. certos clubes em londres proibem o uso de serato e fs em gigs e a plateia ate vaia o dj que os usa, se nao for o caso de um live pa. claro, pq la neguinho saca e gosta de som. e cobra. melhor erar ao vivo, com vinil ou cd, do que fazer mimica. cox usou cds, mas os truques ele usa no mixer, nas frequencias, assim como fez o carl craig no dama, eles retransformam as musicas. mas ligar o mac e botar o software pra rodar é caso de acionar a defesa do consumidor, engodo puro...

Felipe Passarelli said...

sim, sem duvida nenhuma o som do vinil é imbatível, nos graves principalente e em todos os casos. tem gringo que só ouve vinil transformado em mp3. quando o querido e falecido oink estava na ativa, as pessoas podiam upar os albums em vários formatos, inclusive em vinil. tem uma técnica aí bacana que não tira a qualidade do vinil. até tenho uns 3 albums em mp3/vinil, o do battles, do of montreal e o novo do interpol, bem bacana o som, parece que a coisa é séria, o pessoal do oink era audiófilo legal.
então tom, você acha mais bacana tocar em cdjs 100 (o meu hehe) do que tocar em laptop dependendo do caso???

Carlos said...

Quando lançaram o CD todo mundo achava maravilhoso, pois podia-se ouvir a música sem estalos e chiados naquele som CCE das Casas Bahia.
Acontece que a resolução do CD é baixa, é como se fosse uma foto de 2 mega pixels, ou seja, não reproduz a realidade do analógico.
Num bom equipamento e caixas, o vinil é muito melhor mesmo pois reproduz com mais fidelidade a gravação original. O CD de alta resolução já existe há anos mas foi adotado apenas por audiófilos pois o equipamento e principamente as caixas de som de boa qualidade necessárias são muito caras para a maioria dos mortais.
A pergunta que fica é: Por que na era de produção 1005 digital e de musica líquida, não temos disponível um formato digital de maior resolução para download? Tudo bem que isto só tocaria atraves de um computador com um player de sotware apropriado. Talvez seja isto que o Ableton Live faça desde que se tenha a música digital criada em alta resolução.

iga_rio said...

Fala Tom,

Pior que tem "Djs" que tocam em festas tipo aniversario, casamentoe e etc.. que só tocam MP3em seus laptops.. e se acham os caras... rs.. e ainda se acham djs.

Off-topic: ontem vc tava na Mtv, em um programa sobre o disco "dois" da legião.

Abraços,

tom said...

ATENÇÃO: A OI-TELEMAR TA MEXENDO NOS CABOS DE MINHA RUA E TO SEM INTERNET HA DOIS DIAS E TALVEZ FIQUE ATE O FINDE. ENTAO PODE SER QUE DEMORE PREU LIBERAR OS POSTS. SO TO PEGANDO EMAIL NO TRABALHO OU ONDE TEM INTERNET LIBERADA. WORD.

Pedro said...

po, eu andei dando uma olhada sobre a diferenca entre o som do cd e do vinil.
realmente, c vc vai botar um som em casa, o som do cd é infinitamente melhor.
mas os djs preferem usar o vinil, pq o som nao sai distorcido em grandes equipamentos de som, como numa boate, por exemplo.
dai essa diferenca que o Tom fala.Com o vinil, o som sai lisinho.Entretanto, como o cd, já nao é a mesma coisa.
---
O foda é ir pra matriz e escutar indie rock com CD-R...
mas n tem opcao, fazer o q...

tom said...

existem varios modos de se usar um laptop num dj set ou live p.a. no caso de um live, vc leva as bases pra soltar em cima dos sons na hora, tipo pastas de efeitos e tal. o kraftwerk trouxe o show todo assim da ultima vez. num dj set, o laptop serve pra rodar programs do tipo serato ou final scratch. so que, se vc nao interagir com a musica, os softwares fazem tudo sozinho, casam qq musica, vc nao faz o menor esforço, so finge q ta mixando enquanto troca aqueles vinis falsos, isso pra mim é picaretagem e é o q muita gente tem feito hj. o carl craig usou serato, mas ele mexia nas frequencias atraves de um mixer vintage e pelo menos mixava. minha mina mixa tao bem quanto qq dj do mundo usando um programinha desses e ela nunca sequer botou a mao no meu equipo de som. a tecnologia faz tudo, vide o show do daft punk. depende de como vc vai usa-la. acho q se o dj nao poe a mao na massa, ta enganando. melhor errar passando um cd ou vinil ao vivo do que mixar assim, pelo menos a galera vai ver q vc existe, é humano, e tá ali. ate pq, o programa nao deixa vc mudar o rumo do set, vide o igor cavalera na the week, engessado num set ruim de doer, nao dava pra mudar nada

Jaime said...

sinceramente só curto pouca coisa autoral de música eletrônica. ainda bem que o auê em cima desse tipo de som tá devagar. acho sinceramente uma perda de tempo a meninada popotizada por baticum eletrônico em raves. mas falo da música, a parada tribal é altamente maneira... abs

Carlos said...

CURIOSIDADE TOTAL OFF:
Amanhã é dia de eleição federal em Oz e o Partido dos Trablhadores (Labour) deve assumir após 12 anos de extrema direita no país. O partido Verde apoia os Labors e seu maior ícone e lider chama-se PETER GARRETT. Lembram do vocalista careca e meio maluco da banda oitentista Midnight Oil? Poizé, o cara sempre foi politizado e sempre atuou, seja atraves da música ou atitudes anti-imperialistas, em prol do meio ambiente e justiça social. Ele deve receber um ministério e já se fala no cara como primeiro ministro num futuro próximo. Mal comparando, seria como ver RENATO RUSSO no poder nos dias de hoje.

Carlos said...

Tom, voltando ao post, vale dar uma olhada neste vídeo:

Girl Talk Creates a mashup:
http://www.youtube.com/watch?v=KykbPtRb0K4&feature=related

NA CIDADE

OCTOBERFESTIVAS:

FESTIVAL DO RIO  ÚLTIMA CHANCE   de 16 a 18 de outubro   Estação NET Botafogo 1 + Estação NET Rio 4 e 5    

ESTAÇÃO NET BOTAFOGO 1: 16/10/2017         Estação NET Botafogo 1  15:00     Ocidental Dir. Neïl Beloufa 16/10/2017         Estação NET Botafogo 1  17:00     Matar Jesus Dir. Laura Mora 16/10/2017         Estação NET Botafogo 1  19:00     Memórias do subdesenvolvimento Dir. Tomás Gutiérrez Alea 16/10/2017         Estação NET Botafogo 1  21:00     As misândricas Dir. Bruce LaBruce

  17/10/2017         Estação NET Botafogo 1  15:00     Ensiriados Dir. Philippe Van Leeuw 17/10/2017         Estação NET Botafogo 1  17:00     Antipornô             Sion Dir. Sono 17/10/2017         Estação NET Botafogo 1  19:00     Patti Cake$ Dir. Geremy Jasper 17/10/2017         Estação NET Botafogo 1  21:00     Meu colégio inteiro afundando no mar Dir. Dash Shaw  

18/10/2017         Estação NET Botafogo 1  15:00     Últimos homens em Aleppo Dir. Firas Fayyad 18/10/2017         Estação NET Botafogo 1  17:00     Cadáveres bronzeados Dir. Hélène Cattet, Bruno Forzani 18/10/2017         Estação NET Botafogo 1  17:00     Sal Dir. Diego Freitas 18/10/2017         Estação NET Botafogo 1  19:00     Alanis Dir. Anahí Berneri 18/10/2017         Estação NET Botafogo 1  21:00     How to Talk to Girls at Parties Dir. John Cameron Mitchell  

ESTAÇÃO NET RIO: 16/10/2017         Estação NET Rio 5             14:15     Kim Dotcom: Agarrado na web Dir. Annie Goldson 16/10/2017         Estação NET Rio 5             16:15     God's Own Country Dir. Francis Lee 16/10/2017         Estação NET Rio 4             18:00     A liberdade do diabo Dir. Everardo González 16/10/2017         Estação NET Rio 5             18:45     Golden Exits Dir. Alex Ross Perry 16/10/2017         Estação NET Rio 4             19:45     As entrevistas de Putin Dir. Oliver Stone 16/10/2017         Estação NET Rio 5             21:00     A vendedora de fósforos Dir. Alejo Moguillansky  

17/10/2017         Estação NET Rio 5             14:15     Encriptado Dir. Nick de Pencier 17/10/2017         Estação NET Rio 5             16:15     Eduardo II Dir. Derek Jarman 17/10/2017         Estação NET Rio 4             17:30     Top of the Lake: China Girl Dir. Jane Campion, Ariel Kleiman 17/10/2017         Estação NET Rio 5             18:45     Titicut Follies Dir. Frederick Wiseman 17/10/2017         Estação NET Rio 5             21:00     Invisível Dir. Pablo Giorgelli

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INGRESSOS: R$22,00 / meia: R$11,00 Meia entrada para quem comprou Passaporte

UCI INAUGURA A PRIMEIRA SALA DE CINEMA XPLUS LASER DO BRASIL, NO RIO DE JANEIRO: No ano em que comemora duas décadas no Brasil, a rede UCI reforça sua missão de oferecer ao público a melhor experiência em cinema e o que há de mais moderno no mundo, no mercado audiovisual. No Rio, inova mais uma vez com a primeira sala XPLUS Laser do país. A novidade será no maior complexo de cinemas brasileiro, o UCI New York City Center, que este ano também recebeu a primeira 4DX da cidade, com cadeiras que se movimentam e efeitos especiais. A aquisição do novo projetor a laser torna ainda mais imersiva a tecnologia da XPLUS, que tem projeção 3D de última geração, tela gigante com definição 4K e som Dolby Atmos™, com mais de 54 caixas acústicas e 128 streams de áudio que criam a ilusão de um campo infinito ao redor de cada espectador.

PROGRAMAÇÃO DO BLUE NOTE JAZZ CLUB RIO (ONDE ERA A MIRANDA, NO COMPLEXO LAGOON, NA LAGOA, LADO LEBLON):     Outubro   20/10 – Sexta-feira 21:00 Chick Corea & Steve Gadd Band 23:30 Chick Corea & Steve Gadd Band   Novembro 02/11 Quinta-feira 20:00 Spyro Gyra 22:30 Spyro Gyra   03/11 Sexta-feira 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   04/11 Sábado 21:00 Spyro Gyra 23:30 Spyro Gyra   15/11 Quarta-feira 20:00 Laura Perrudin   16/11 Quinta-feira 20:00 Didier Lockwood Trio 22:30 Didier Lockwood Trio

Tropicália ganha exposição tech com livre reinterpretação conceitual Nos 50 anos do movimento, na Galeria BNDES   Os artistas Barbara Castro e Luiz Ludwig, do estúdio Ambos&&, apresentam uma livre reinterpretação dos conceitos do movimento tropicalista à luz da arte e da tecnologia. Com a exposição Vamos Comer, estimulam o público a “devorar” experiências sensoriais e orgânicas, incluindo quatro instalações de arte computacional. Ela está aberta a visitações na Galeria BNDES, no Rio, entre os dias 18 de outubro e 1º de dezembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h

Zucchero (o 'roberto carlos da itália') vem fazer shows no Brasil em outubro: Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro, no Teatro Bradesco Rio São Paulo, no dia 27 de outubro, no Teatro Bradesco Porto Alegre, no dia 28 de outubro, no Teatro do Bourbon Country  

AGENDA CUTURAL BARATOS DA RIBEIRO: Sábado, 21 de outubro, a partir das 17h: VESPEIRO com as bandas Estranhos Românticos e Imperfeitos Quinta-feira, 26 de outubro, a partir das 19h: LEVADAS DA BECA, com as DJs Ana Paula Moniz (Beca Brechó), Bia Andrade & Ana Galli + uma convidada surpresa! Sábado, 11 de novembro, a partir das 17h: VESPEIRO com a banda Os Alquimistas (MS) e Mauk + Pedro White & banda fazendo tributo duplo: ao Bruce Springsteen e ao Tom Petty! RUA PAULINO FERNANDES 15, BOTAFOGO/RJ

MOSTRA DE CINEMA ARGENTINO CONTEMPORÂNEO VOLTA À CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EM SUA SEGUNDA EDIÇÃO   Histórias extraordinárias apresenta uma seleção com os melhores filmes recentes do país vizinho. Debates com cineastas e especialistas completam a programação Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2 Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro  (Metrô e VLT: Estação Carioca) Telefone: (21) 3980-3815 Data: de 07 a 19 de novembro de 2017 (terça-feira a domingo)

PROJETO QUARTAS BRASILEIRAS RECEBE, PELA SEGUNDA VEZ,  MOACYR FRANCO, DIA 18, ÀS 16H, NO CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA, O IMPERATOR

Angela Ro Ro leva o show "Amor & Humor" para a Zona Norte A cantora - que pela primeira vez pisa no palco do Centro Cultural João Nogueira -  faz  apresentação única no Méier, dia 29 de outubro, às 19h, no Imperator

estreia: 5º FEIRA/ 19 OUT - ABERTURA DA MOSTRA JÓIAS DO CINEMA DINAMARQUÊS: CINE JOIA DO RIO DE JANEIRO (copacabana) EXIBE SEIS LONGAS INÉDITOS DO PAÍS NÓRDICO; E O PRIMEIRO DOC LONGA-METRAGEM FILMADO NA GROENLÂNDIA.

Depois de regravar sucessos do Pop, Rock e Samba, a Orquestra Petrobras Sinfônica prepara uma homenagem ao reggae. O quarto EP da série “O Clássico é...” trará versões inéditas de “Andei só” (Natiruts), “Minha felicidade” (Roberta Campos), “Um anjo do céu” (Maskavo), “Aonde você mora” (Cidade Negra) e “Segue o baile” (Braza). A primeira apresentação do novo projeto será no Teatro Rival Petrobras, com entrada gratuita, às 20h do dia 18 de outubro (quarta-feira).

(colaborou @DonnieDarko73);

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