NA COVA DO LEÃO

Saturday, December 17, 2005

THERE'S NO RAVE ANYMORE

tava revendo em dvd o doc 'better living through circuitry' (que passou numa mostra rio ha uns tres anos) e constatei algo q eu ja sabia, mas agora ficou claro. nao existe mais rave do jeito q se conhecia. no comeco e ate final dos anos 90, as pessoas iam a essas grandes celebracoes com musica eletronica so para se divertir, confraternizar e viajar. todo mundo se produzia, havia uma certa alegria infantil, era como uma grande volta a infancia, mas tbm servia para expandir a mente e fazer amizades. conheci muita gente legal em raves, alguns sao bons amigos ate hj, muitos continuam conectados mundo a fora (havia muitos estrangeiros e gente q se conhecia via internet só por causa do som e das festas). vendo as festas de hj e comparando com o q vi no doc, realmente nao ha mais nada em comum. passou na tv cenas de uma festa de psy que rolou no riocentro. e as pessoas: so playboy, gente nadave, visual micareta, sem nenhuma alegria no rosto ou com cara de quem estava celebrando. sao umas pessoas que so vao pra ficar doidonas e nem curtem muito o som ou o lance de se conectar com o outro. da impressao ate q se vc tentar isso pode acabar espancando por pits e pats. as drogas numa rave eram usadas de um modo pagao, para expandir a mente. hj é só pra ficar doidao e pronto. nao ha mais a menor vibe nessas festas que rolam aqui. nenhuma pessoa legal. onde elas estao? fechadas nos quartos, no computador?

15 comments:

fabio fernandes said...

concordo em gênero, número e grau sobre o público e sobre estes tipos de festas que ocorrem atualmente que não chegam nem aos pés do que acontecia há poucos anos atrás.
sobre a "rave" no riocentro (outra escalação inusitada: trance, mas tinha o marky ?!?), e a ação da polícia ... absurda.
é mais fácil prender os plays se drogando do que ir atrás dos traficantes, dos pms corruptos que usam o "caveirão" para sequestrar pessoas. a polícia e a mídia vão ficar martelando isso por uns dias: 28 presos em uma festa de música eletrônica (como passou no rjtv e no jornal da globo), o que ajuda mais ainda a enterrar a imagem deste tipo de festa.

Sandman said...

pq vc acha q eu nao vou mais???
pow,agora o pessoal so c preocupa em falar de bala, tirar uma onda, levar um lango lango
ou seja..aparecer
uma mulher do meu antigo trabalho adora raves
tem q ver, alem de maior micareteira, vive gastando a grana com drogas :(
dai conheci uns amigos dela e sinceramente achei o pessoal mto nada a ver
"madchester??"
o q??
ahh..to fora...hahaha

--------
pow tom, nao consigo a mais de duas semanas, ver o rio fanzine :(
tanto no pc da minha casa quanto em outros pcs
o link das materias sempre da erro
ta acontecendo com mais alguem???

Felipe Passarelli said...

ótimo tópico tom, tipo estava comentando isso agora com um amigo, muita coincidencia!

Até akele play do bbb, Marcelo Dourado foi preso sinistroooooooo......

Rave aqui chegou depois dos clubes, acho que a primeira foi o festival das tribos, que foi foda, depois bunker rave (só de lembrar do Laurent Garnier fico arrepiado).

Rave mesmo de conexão, reflexão, misticismo e onde se encontra tudo e todos rolavam em goiás, brasilia, minas, em fazendas em são paulo, até em paraty numa ilha eu fui com praia privé e tudo foi a celebra lindo, essa fase rave durou entre 1999-2003, onde a rave era rave. Saiam 4 onibus lotados daqui pros lugares mais inusitados. Lugares lindos pelo brasil, cachoeiras, pessoal nadando pelado, na maior paz e fiz amizade com o pessoal do brasil inteiro e galera gringa (muito israelense)que agradeço ate hoje por ter conhecido.

Sem policiais, sem ninguem pra encher o saco, um ajudando o outro, gastando, mesmo sendo psy foi rave, e quem ia conhecia os djs e as musicas como eu conhecia, atigamente era fanático, gostava muito de full on.

Quaaaaaaase fui nessa festa, ainda bem que não fui, isso não é rave é festa, pra mim lugar cercado de policiais não é rave, fora a paranóia que da dos caras te revistarem e tal, to fora, pelo menos de psy, que ja esta mais do que manjado.

O encartizinho do Gilted generation do Prodigy mostra realmente como era, aquela foto é demias, da ponte sendo cerradas, com os policiais

OBS: TOM,

Vc já chegou a ir a alguma rave no brasil ou só la fora?

Quais Raves que voce foi e quem eram os DJa principais?

Abraços

iga_rio said...

Fala Tom,

OFF TOPIC:
Deu ontem na MTV que o Fraz Ferdinad foi confirmado como banda de abertura dos shows do U2 no Chile !!!!
Vc sabe alguma coisa a respeito Tom ???

Abraços,

Felipe Passarelli said...

tom vc se esqueceu de responder o que te perguntei acima. to no stand by abs

tom said...

sandman, ja reclamei com o pessoal que cuida do online e eles disseram que estavam tendo problemas no servidor. mas ja era pra ter acertado. bisarei a reclamacao. e vcs tbm podem fazer o mesmo.

felipe, a primeira rave no rio foi a love galaktika, na fundicao, feita por um alemao so com djs alemaos (marushka e mais dois). teve duas. mas, na epoca, nao rolou. chegou antes do tempo (aqui), meados de 1997. a primeira rave q fui, foi la fora, for real, em londra 88, no boca a boca mesmo (raver), tinha q ligar prum numero pra confirmar o local e tudo. e depois numa festa de galpao em ny. na epoca o mdma era do tamanho de um cebion!!! dava pra quatro! :-) e o clima era friendly total. o sonho acabou, de novo...

mas a melhor q fui, ja em 94, foi numa praia nos eua com the orb ao vivo, ja contei isso aqui. foi perfeita. o legal era q tinha policiais fazendo drug test na porta pra vc n tomar parada errada (!) e vendiam tbm maconha e ecstasy herbais, tudo civilizado, sem esse clima de terror, mas tbm sem essa galera que nao sabe usar. venda e exageros nao eram tolerados. mas eu fiquei so na agua, pq o cheiro de chas e ervas em geral me enjoam, vomito na hora esses lances (rs)

bruno lima said...

fala tom

eu tb concordo contigo. e eu q achava q só era nessas festas com hip hop americano de péssima qualidade q apareceriam essas figuras. e eu tb naum curto muito essas coisas de psy trance, astrix, infected mushroom, etc...eu to ouvindo o cd q vem nessa mixmag de dez e está excelente. house de primeira qualidade.

eu acabei de comprar o novo cd de singles do new order e vale a pena ouvir tom a faixa temptation remixada do secret machines. muito bom.

abs.

Felipe Passarelli said...

po que foda em tom, esse teste era feito esse pelo site dancesafe.org?

Via sempre lá antes de comprar o md rs (hoje em dia nos usa e canada, não vendem mais o E como conhecemos, por desenhos, agora somente em capsulas e 100% pure, dando assim mais garantia e satisfacion, converso direto sobre isso com neguinho de fora, e o que a gente fuma eles chamam "brown horse puppy", lá só skunk, sonho!
rs)

Me lembro dessa Galatika sim Tom, se não me lembro saiu ate no rf anos atras, mas foi num galpão, falo de raves de acampar no meio do mato, bem voodoo people mesmo, diz as lendas que aqui começou na bahia, em trancoso (me falaram que é uma loucura o local, to muito afim de conhecer).

OBS: Aproveitando o link, queria que se vc pusesse, me indicasse uns DVDs de Show pra comprar Tom, já ganhei o do Audioslave - Live in Cuba (recomendo) e o do U2 Vertigo Tour. To com milhões de amigo ocultos e estou sem idéia alguma. Pode dar um help aí de Lançamentos bons de 2005 que vc tenha visto e que tenha lançado aqui? abs!

fabio fernandes said...

ainda tenho o flyer da love galaktika, guardado aqui em casa. lembro tbém das festas da valéria (valdemente) e qdo a bitch surgiu no tivoli, se não me engano.

tom said...

rave no mato, as primeiras no brasil foram a avonts em sp e tbm umas no vale do amanhecer em brasilia, na comunidade rajneesh. e rolavam tbm algumas na bahia. no rio a bunker deve ter sido a primeira, pelo menos a ser divulgada oficialmente. mas aqui ja comecou errado, pq rave de fato nao se divulga na midia, so no boca a boca (rave) e aconteciam muuito longe dos centros urbanos, num esquema meio de mutirao. nunca tivemos essas aqui... bom, houve uma epoca que rolavam umas festas na praia, na reserva, feitas a base de geradores, so ia quem sabia, isso tava mais perto do espirito raver

tom said...

felipe, ja tentei baixar 'hey dj', mas a unica torrent q achei tava morta, sem semeadores. vc tem algum link? o cartaz é bacana...

Felipe Passarelli said...

Tom se cadastra nesse site, é o melhor de lançamentos de filme.

http://www.tus-kvcd-group.org

(TUS: The Usual Suspects rs)

Peguei o Hey Dj lá

o site é da inglaterra,
Tipo, sempre tem a novidade da semana seguinte por exemplo, e é em KVCD, tamanho de um CD, ou seja, varia de 700 a 800 mb, e a imagem é excelente. Não tenho gravador de DVD ainda nem um computador que suprte gigas de filme, esse é o melhor formato pra computador. Vejo no VLC Media tudo.

Fodz que peguei esse habito, baixo um filme, vejo, deleto e já estou surfando em outro torrent de filmes! rs (blockbuster ta perdendo uma grana comigo rs)

Só quando o filme for muito bom vou ao cinema, vou ver king kong com certeza no cine, mas já me falaram que a bunda vai ficar quadrada de tanto tempo. rs

Abraços

tom said...

mas, independentemente dessa parada de ser rave ou nao, o que me deixa puto é que a imprensa sempre cai em cima qndo pegam quatro pilulas de E, um baseado amassado e seis frascos de lança universitario numa festa com mais de dez mil pessoas. tem muito mais 'drogas' numa micareta ou em qualquer baile de carnaval, mas nao dao o memso esatque. só pq é som eletronico. suposta rave?

Felipe Passarelli said...

a mídia (globo descaradamente) transformou a cena eletrônica em um demônio a ser combatido.

me lembro até hoje da primeira "batida" da Globo, em 2000 acho, que foi justamente no belissimo festival Celebra em Paraty, camping de 7 dias 24hs party music dont stop, aonde psy ainda era alternativo, mostrando as pessoas vendendo as coisas, rendendo uma semana de reportagem no jornal hoje (sim psy já foi alternativo um dia, as pessoas se abrassavam, curtiam a vida, viviam o momento, pensavam sobre a natureza)

depois do sucesso do psy, a coisa ficou grande, e foi crescendo progressivamente até como está hoje. milhões de traficas se interessaram pelo sucesso do ecstasy, que era restrito aos clubs como bunker, e festas da X, galpão etc e os consumidores também, muitos adictos, e com certeza filho de muita gente famosa se estragou em raves e alguem resolveu botar a boca no trambone.

o E foi a droga da classe média a partir de 2000.

Daí virou micareta mesmo.

cheio de pessoas ridículas que são as mesmas da micareta, não tiram nem o abadá meu deus!

sua pergunta acima, onde estão essas pessoas que entravam na onda e saiam:

a maioria não sai mais, fica no computador mesmo, estao ouvindo rock, saindo pra barzinhos, se casando, tendo filhos, até pq já não se dar pra se misturar com essa new school pq como vc disse se vc abraçar um cara no estado de felicidade, voce vai levar uma porrada linda.

o problema é essa nova geração que já pegou a onda errada de rave e de drogas, se drogam muito mais, fazem a mistura com a porra toda, o negócio é ficar doidão e pagar de rico pq usou tantas drogas (acompanho isso pq a mulekada toda do meu prédio ta nessa, nas épocas de hollywood rock nem sabia de ecstasy)

Esse "sonho" infelizmente acabou, virou um pesadelo e um big brother rave, qnd se acaba a liberdade não tem rave.

R.I.P para a palavra "rave" no Brasil

abs

Rafael Bernardi said...

TchÊ, por um muito acaso entrei na tua página e li toda a sequÊncia de posts sobre a indignação de vcs quanto ao que ocorre com a cena eletrônica aí na banda(território) de vcs.
Aqui quem vos escreve é apenas um humilde entusiasta da boa música e da vibração que ela nos passa.
Sou de Porto Alegre e infelizmente não acompanhei a tamanha energia que rolava nas primeiras raves.
Aqui na minha banda tiveram poucas com esse mesmo espírito com que com nostalgia escreves os posts acima. Algumas que rolaram em SC nas praias desertas e nos aparatos da serra aqui no RS estavam entre elas e sempre trouxeram sorrisos nos rostos de quem as lembram.
Mas hj em dia é impraticável ir em algum lugar onde a maldade não esteja imperando por todo o lado, chega até a dar um sentimento de medo quando se reflete que a probabilidade de que tudo isso piore é a mais provável.
Fui numa "RAVE" dessas na sexta feira por aqui, só pra terem uma idéia tinha uma medida judicial que impedia de o som atingir tantos decibéis ....onde já se viu isso?

Na realidade era isso, queria demonstrar um pouco da minha indignação com o que se passa. Até peço desculpas por invadir este espaço.
Fikem na paz!
Falei!
Fui!

NA CIDADE

JANEIRO TEM DUAS FACES:

CASAS & SHOWS: Circo Voador 19 - Samba Rap Festival: Elza Soares / Karol Conka 20 - Samba Rap Festival: Emicida / Jongo da Serrinha / Bateria da Império Serrano 25 - Phoenix (FRA) 26 - Vanessa da Mata / Fióti / DJ Incidental 27 - Barão Vermelho

Fundição Progresso 19 - BaianaSystem 20 - Tim Music no Samba: Xande de Pilares & Mumuzinho - Participação: Bateria do Salgueiro 26 – Johnny Hooker / Letrux 27 - Nando Reis

Teatro Odisseia 21 - Radnor With Lee (EUA) 28 - Demon Hunter (EUA) / Pantokrator (SUE)

Teatro Riachuelo 16 - Leila Pinheiro: Voz & Piano 23 - Ed Motta: Baile do Flashback 30 - Laila Garin & A Roda

Teatro Rival 20 - João Bosco: Voz & Violão 25 - Angela Ro Ro 26 - Bloco Sargento Pimenta 27 - Geraldo Azevedo: Voz & Violão

Audio Rebel 16 - Adaury Mothé Trio 17 - Rafael Rocha Quinteto 28 - N.D.R. / Triunfe / Dissonância 29 - Ana Baird & Camila Costa: Perigosas

Espaço Sérgio Porto 18 - Sinara 25 - Karine Carvalho: Galega Hits

Sala Baden Powell 19 - Sempre Livre / Sylvinho Blau Blau / Dr. Silvana & Cia. 20 – Nelson Sargento 21 – Banda do Síndico 24 - João Donato - Participação: Carlos Lyra & Roberto Menescal & Marcos Valle 25 - Mario Adnet: Jobim Jazz 26 – Marcos Ariel 27 – Cris Delanno 28 - Azymuth

Beco das Garrafas 17 - André Gonçalves 18 - Lu Oliveira 19 - Georgiana de Moraes & Fernanda Cunha & Camilla Dias: Homenagem a Vinicius de Moraes (20h) 19 - Joyce Cândido: Homenagem a Elis Regina (22h30) 20 - Hélio Delmiro (21h) 20 - Maíra Freitas & Taís Feijão (22h30) 21 - Dóris Monteiro 24 - Rosana Sabença 25 - Conexão Rio: Homenagem a Tom Jobim 26 - Amanda Bravo: Homenagem a Durval Ferreira - Participação: Paulinho Trompete, Mauricio Einhorn, Rosana Sabença, Billy Blanco Jr., Thaís Fraga 27 - Hector Costita & Joseval Paes 31 - Maria Luiza

Casa de Cultura Laura Alvim 16 - Dani Black 21 – Pedro Mann 23 - Davi Moraes 28 – Qinho Canta Marina Lima 30 - Matheus VK

Teatro Café Pequeno 18 – Verônica Sabino 25 – Elisa Queirós

Blue Note Rio 16 - Big Gilson 17 - Roberto Menescal 18 - Gabriel Moura 19 - Daniel Jobim & Daniel Boaventura: Homenagem a Tom Jobim & Frank Sinatra 20 - MPB-4 23 - Escalandrum (ARG) 24 - Mayer Hawthorne (EUA) 25 - Wanda Sá & Gilson Peranzzetta & Mauro Senise: Homenagem a Tom Jobim & Vinicius de Moraes

KM de Vantagens Hall 19 – Molejo & É O Tchan – Participação: Ludmilla 20 - Ney Matogrosso: Atento aos Sinais

Imperator 23 - Jazz Pras Sete: Chico Costa & Quarteto Artilheiro 24 - Quartas Brasileiras: Cordão da Bola Preta 27 - Forró Lánalaje: Marcelo Mimoso Trio / DJ Edna Carvalho 28 - Bloco Pipoca & Guaraná 31 - Toquinho: Voz & Violão - Participação: Camilla Faustino

Centro de Referência da Música (Tijuca) 17 - Ellen de Lima & Reginaldo Bessa: Homenagem a Lamartine Babo 18 - Rosa Marya Colin - Participação: Jefferson Gonçalves 19 - André Gabeh 17 - Eduardo Dussek 24 - Quinteto em Tom Maior 25 - Rosane Corrêa: Homenagem a Ella Fitzgerald 26 - Daíra: Homenagem a Belchior 31 - Ana Egito

Baile do Digitaldubs - HUB (Santo Cristo) 21 - Cedric "The Congos" Myton (JAM) 28 - Mad Professor & Aisha

Música no Deck - Barraca do Pepê (Barra da Tijuca) 20 – Filipe Ret 21 – Kell Smith 27 – Um 44k 28 – Luiza Possi Barra Blues Festival 26 - Sergio Diab Stratoman / Projeto Soul Jazz / Ana Egito / Alamo Leal Blues Groover’s / Corcel Mágico 27 - RJ Café / UniJazz Brasil / The Blue Fever / Sergio Rocha / Serra Blues Trio 28 - André Barroso / WestSide Blues / State of Blues / Victor Biglione Festival Downtown Sunset - Shopping Downtown (Barra da Tijuca) 20 – Gabriel O Pensador 27 – Biquini Cavadão

Rio Rock & Blues - Rock Experience (Lapa) 19 - Titanossauros / Conexão Japeri 20 - Love & The Lovers / The Loreleis 26 - The Smiths Cover 27 - Pedro Santana Trio / Elemento Surpresa / A Bolha Revisited

Circuito SESI 24 - Centro: Fhernanda Fernandes - Participação: Nana Kozak, Sandra Duailibe, Clarisse Grova, Ninah Joh, Andréa França

MIXXX: 17 – Matheus VK – Teto Solar / Botafogo 19 - Maratona Black - Baile Charme – Gafieira Elite / Centro 19 - O Rappa: Tour de Despedida – Quadra da Mocidade / Padre Miguel 20 - Festival Rock in Brisa 4: 90 Contos / Cosmobox – Espaço Tequila´s / Guaratiba 20 - Playmobille / Tem Amor – La Esquina / Lapa 20 - Indivíduo K / Cândido / Banheiro Azul – O Pecado Mora ao Lado / Praça da Bandeira 21 - Aniversário de 57 Anos do Cacique de Ramos 21 - Festival Lona Rock Sunday: Memora / The Outs / Corcel Mágico – Lona Terra / Guadalupe 21 - Lu Oliveira – Praia de Conceição de Jacareí / Mangaratiba 26 - Laurent Garnier (FRA) 26 - Bloco do S Convida KL Jay – Fosfobox / Copacabana 27 - Slide / Sollarium / Fresno / Glória / Strike - Clube Tamoio / São Gonçalo 27 – Matanza – Arena Fernando Torres / Parque de Madureira 27 - Visibilidade Transvestigenere - Beco Encantado: Mulher Pepita & MC Xuxu – Beco do Rato / Lapa 28 - Festa Divina Circus: IZA – Clube 4 Linhas / Bento Ribeiro 28 - Bloco Eficiente: Inclusão Se Faz Com Várias Mãos – Praça Paris / Glória 28 - Facing Fear / Stuff / Cidade Nua – Rock´N Beer Pub / São Gonçalo

exposição de fotografias de Raymond Depardon, “Un moment si doux”. Depois de passar por Paris e Buenos Aires, o CCBB Rio recebe as 170 fotografias de diferentes cores e formatos tiradas na Europa, África e América Latina, incluindo o Brasil. Ate 22 de janeiro. qua-seg 9am-21pm. Grátis.

FESTIVAL DE CULTURA DIGITAL: De 18 a 20 de janeiro, quinta a sábado, acontece no CCBB RJ DIGI – Festival de cultura digital, uma mega programação que inclui imersão, reflexão e diversão. Tem até shows geek. quinta, 19 de janeiro, às 21h, apresentação da orquestra Ritornello de Jedi, com repertório de trilhas musicais de videogames, séries e desenhos, com cordas e vozes, e arranjos exclusivos. O objetivo é dar acesso à formação clássica com temas musicais do cotidiano. sexta, 20 janeiro, às 21h, é a vez de The Screeners, banda que faz releituras rock ’n’ roll de trilhas sonoras clássicas do cinema, de videogames, séries de TV, desenhos animados. É tudo grátis, das 9 às 21h.

MOSTRA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE O CINEMA DE HAL HARTLEY Programação reúne todos os 14 longas do diretor americano, além de debate, sessões comentadas e um curso de roteiro cinematográfico de 23 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018 (terça a domingo)

O Ministério da Cultura, o Centro Cultural Banco do Brasil e a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro apresentam a 14ª Mostra Melhores Filmes do Ano Além das exibições dos filmes, a mostra traz homenagens e catálogo especial com textos sobre os filmes e as iniciativas cinematográficas que fizeram a diferença em 2017 De 24 de janeiro a 1 de fevereiro
PROG IN BRASIL: Carl Palmer, Premiata Forneria Marconi, estarão no Brasil em 2018, se apresentando nas cidades de Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, como parte da Top Cat Concert Series 2018. Os italianos do Premiata Forneria Marconi CHEGAM EM ABRIL. O grupo de rock progressivo, formado em 1971, vem lançar seu novo álbum 'Emotional tattoos', e também vai tocar seus clássicos. Maio vai trazer o baterista do Emerson, Lake & Palmer e também do Asia, Carl Palmer, com seu tributo ao ELP.Show promete surpresas com algumas participações especiais de peso.

No dia 24/jan, começa no CCBB SP a mostra Sonora: Ennio Morricone, que homanageia o maestro no ano que completa 90 anos. Ao todo, serão exibidos 22 filmes que têm a marca musical do maestro.

Nico Rezende fará show em homenagem a Chet Baker dia 26/01 no Blue Note. Aliás, esse ano completa 30 anos da morte do Chet!!! 2018 marca o trigésimo aniversário da morte de Chet Baker. Nico Rezende presta homenagem ao trompetista no palco do Blue Note Rio, no dia 26 de janeiro (sexta), para apresentar alguns clássicos imortalizados por Baker. Estão no programa canções como ‘Time after time’, My funny valentine’ e ‘There will never be another you’.

RU PAUL´S DRAG RACE TOUR: Em 2018, as drag queens de RuPaul's Drag Race vão levar a turnê oficial do reality-show, WERQ THE WORLD TOUR, para a terra do “Come to Brazil”! Michelle Visage vai comandar a apresentação no Brasil e todos os shows contarão com performances ao vivo de algumas das drag queens mais inesquecíveis de RuPaul's Drag Race, entre elas, as recém-divulgadas participantes da terceira temporada de All Stars, Shangela e Kennedy Davenport. Outras fan favorites devem marcar presença, como Detox, Kim Chi, Violet Chachki, Valentina e Peppermint. Ainda haverá um pré-show com DJ set e performance de Lady Bunny, a drag queen que é uma lenda da cena noturna de Nova York. 23/FEV TEATRO BRADESCO/RJ

(colaborou @DonnieDarko73);

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